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ECONOMIA

Governo calcula alta do PIB e não vê risco de recessão

Foto: Reprodução / Fonte: *Folhapress

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O governo estima que o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre do ano, a ser divulgado na próxima semana, tenha uma alta entre 0,2% e 0,3% em relação aos primeiros três meses do ano. Isso afastaria o temor de recessão técnica.

O governo estima que o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre do ano, a ser divulgado na próxima semana, tenha uma alta entre 0,2% e 0,3% em relação aos primeiros três meses do ano. Isso afastaria o temor de recessão técnica.

Integrantes do Ministério da Economia acreditam ainda que a atividade econômica em setembro terá um resultado bastante positivo.

A atual expectativa do governo é que a economia do Brasil cresça 0,81% neste ano na comparação com 2018, mas esse dado ainda pode ser revisto.

Em maio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o PIB no primeiro trimestre caiu 0,2% em relação ao último trimestre de 2018. O dado mais recente -do segundo trimestre- será conhecido na próxima semana.

 

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ECONOMIA

INSS: MP quer suspensão da contratação de 7 mil militares

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Foto: Reprodução / Fonte: Agência Brasil

Na última sexta-feira (17), o subprocurador-geral do Ministério Público no Tribunal de Contas da União (TCU), Lucas Furtado, pediu à Corte que suspenda a contratação de militares da reserva para atuar no Instituto Nacional do Seguro Social (INNS). A medida foi anunciada pelo governo nesta semana como uma maneira de reduzir as filas.

Para o subprocurador, a contratação de 7 mil militares não acontecer porque “nesse caso, é nítida a reserva de mercado que o governo federal está promovendo para remediar o impasse das filas de processos pendentes de análise”.

Para ele, militares não reserva não são funcionários públicos aposentados e a disponibilidade tem por objetivo atender necessidades das Forças Armadas e não necessidades de natureza civil.

O pedido será distribuído a um dos ministros do TCU.

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ECONOMIA

Investimentos de empresas chinesas no Brasil ultrapassam os US$ 100 bilhões

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Foto: Reprodução / Fontes: Equipe SNA, Animal Business Brasil , CEBC e Valor Econômico

O notável aumento dos investimentos chineses no Brasil reflete a estratégia adotada pelo governo da China de incentivar a internacionalização das empresas do país. A observação é do vice-presidente da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), Hélio Sirimarco.

“Enquanto os negócios de energia e mineração dominam, a China busca cada vez mais o vasto território brasileiro para alimentar sua população”.

Dados recentes divulgados pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligada ao Ministério da Economia, mostram que os investimentos chineses no Brasil totalizaram US$ 1.87 bilhão até setembro de 2019, número que se mantém estável em relação à soma de US$ 1.8 bilhão do mesmo período do ano passado.

Analistas e empresários estimam que os chineses em 2020 deverão participar de grandes projetos de infraestrutura e iniciar novas empreitadas no País, diante de um cenário de recuperação econômica e retomada do programa de privatizações e concessões.

Investimentos de empresas chinesas no Brasil ultrapassam os US$ 100 bilhões 2

Em declaração ao portal Animal Business Brasil, Sirimarco disse que as características dos investimentos chineses no Brasil indicam a continuidade da fase iniciada em 2014, quando foram notadas mudanças significativas do perfil dos negócios realizados pela China em todo o mundo, em relação a volumes, modos de entrada e setores de interesse.

Comércio bilateral

A partir de 2014, o setor de geração e transmissão de energia do Brasil recebeu grandes investimentos de empresas estatais chinesas, como a State Grid Brazil e a China Communications Construction Company (CCCC). Ao mesmo tempo, os investimentos no agronegócio passaram a ganhar maior relevância, com a entrada de empresas chinesas como a Cofco e a Dakang International.

“A Dakang adquiriu a trade matogrossense Fiagril em 2016 e a empresa paranaense Belegrícola, comercializadora de grãos e insumos, em 2007. No momento, o grupo chinês está integrando as duas empresas e o orientando as vendas de soja para a China, enquanto comercializa mais defensivos e outros produtos para agricultores brasileiros”, informou o vice-presidente da SNA, acrescentando que a Dakang e a Cofco também pretendem investir no setor de carne bovina.

Investimentos de empresas chinesas no Brasil ultrapassam os US$ 100 bilhões 3

Foco agrícola
“Além disso, há outras empresas como a Xun Chin Agrícola querendo adquirir terras em Mato Grosso. As operações devem envolver recursos da ordem em US$ 200 milhões. A prioridade dessa empresa é a exportação e produção de grãos, notadamente para o mercado asiático”.

Sirimarco, que frequentemente mantém contato com diversos representantes de províncias chinesas que visitam a SNA, disse que a China mantém cada vez mais seu foco no setor agrícola. “Um dos exemplos disso é a Cofco, que em 2018 foi responsável por 22%, ou seja, 11 milhões de toneladas das exportações de soja do Brasil, especialmente para a China e que agora começa a investir no setor de açúcar brasileiro”.

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ECONOMIA

INSS define critérios para requisição de servidores

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Governo quer reduzir processos na fila do INSS Foto: Agência Brasil

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) definiu os critérios e condições para pedidos e cessão de servidores públicos e militares para suprir a demanda de pedidos de benefícios, bem como diminuir filas em postos do órgão no país. A instrução normativa com as regras foi publicada nesta sexta-feira (17), no Diário Oficial da União.

Com a medida, deve ocorrer o remanejamento de 2.100 servidores do INSS para reforçar a análise de benefícios, o que vai permitir ao governo cumprir o prazo de seis meses para acabar com a fila de requerimentos atrasados. O governo já anunciou também que contratará cerca de 7.000 militares da reserva das Forças Armadas para reforçar a atuação do INSS.

O ato de convocação para os militares, é voluntário, e por conta disso dependerá da anuência de cada convidado. Todos os servidores terão de passar por um treinamento específico antes de assumir a tarefa.

Os reservistas receberão um adicional de 30% sobre a remuneração, que será pago pelo INSS. O custo será de R$ 14,5 milhões ao mês. A estimativa do governo é que a contratação dure nove meses, mas esse prazo poderá ser prorrogado em caso de necessidade, segundo o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho.

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