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Governo diz não reconhecer tortura em presídios do Pará

Governo diz não reconhecer denúncias de tortura em presídios no Pará Foto: Gláucio Dettmar / CNJ

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Nesta terça-feira (8), o Ministério da Justiça divulgou uma nota em que afirma que o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) não reconhece denúncias de tortura em um presídio no Pará. O local está sob gestão do governo federal.

De acordo com a denúncia, detentos do Complexo Penitenciário de Santa Isabel teriam sofrido tortura generalizada. O caso, que levou ao afastamento do comandante da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária, é investigado pelo Ministério Público Federal.

Em nota, o Ministério da Justiça afirma que “o Depen defende a humanização da pena e repudia quaisquer atos de maus tratos”. E explicou que “sindicâncias foram instauradas a fim de apurar as supostas denúncias. Caso sejam comprovados eventuais desvios de conduta, os agentes serão devidamente afastados de suas funções e responderão por processos administrativos”.

A pasta apontou ainda que “sobre o afastamento do coordenador da FTIP, Maycon Rottava, o Depen afirma que cumpriu de imediato a decisão judicial. O agente federal de execução penal, Marco Aurélio Avancini, foi designado para a função de coordenador da operação no Pará. O Depen solicitou à AGU que providencie os meios jurídicos necessários para a revisão da decisão judicial”.

Veja a íntegra da nota:

O Departamento Penitenciário Nacional (Depen/MJSP) não reconhece as alegações de tortura generalizada durante o emprego da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP) em 13 unidades prisionais do Pará. O Depen defende a humanização da pena e repudia quaisquer atos de maus tratos.

Reforçamos que as funções da FTIP são divididas em três etapas, sendo a primeira a retomada do controle, da ordem da unidade prisional e da instalação de procedimentos de segurança semelhantes ao do Sistema Penitenciário Federal (SPF). A segunda etapa abre a possibilidade para as visitas dos órgãos de inspeção e promoção de ações que intensifiquem as assistências como atendimentos à saúde e jurídico – isso permite que haja a segurança necessária para todos os envolvidos, permitindo a execução de assistências previstas na Lei de Execução Penal (LEP). Na terceira fase há o treinamento dos agentes penitenciários do estado.

Cabe esclarecer que, no mês de setembro, 64 presas do Centro de Recuperação Feminino (CRF), indicadas por membros do Conselho Penitenciário, e oito presas do Complexo Penitenciário de Santa Izabel, indicados pelo Mecanismo Nacional de Combate à Tortura, foram submetidos à perícia no Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. Não foi constatada a existência de sinais de tortura ou de maus tratos.

A corregedoria-geral do Depen possui um servidor atuando no Pará, em atividades de supervisão e orientação da atuação da FTIP junto ao sistema prisional. A Ouvidoria do Depen está à disposição para escutar relatos e acompanhou parte das inspeções técnicas do Copen em que foram ouvidas presas do CRF, que resultaram em exames periciais com 64 reeducandas.

Sindicâncias foram instauradas a fim de apurar as supostas denúncias. Caso sejam comprovados eventuais desvios de conduta, os agentes serão devidamente afastados de suas funções e responderão por processos administrativos.

O Depen/MJSP reafirma a confiança e o compromisso do trabalho realizado pelas forças tarefas de intervenção. Em 40 dias de atuação, foram realizados mais de 40 mil procedimentos. Entre 23.155 entrega de medicações, 10.235 procedimentos de enfermagem, 1.963 atendimentos médicos, 875 exames de tuberculose, 500 atendimentos odontológicos, entre outros.

Para dar celeridade aos cumprimentos judiciais, foram realizados 13.258 procedimentos, sendo 5.015 atendimentos com advogados e defensoria pública, 305 alvarás, emissão de 246 RGs e 136 CPFs, além de resultados como progressão de regime, realizações de audiências por videoconferências, escolta, entre outros. O número de materiais ilícitos apreendidos pela FTIP-PA é de 5428. Entre eles: cerca de R$ 30 mil, mais de 2 mil celulares, 13 armas de fogos, eletrônicos, entre outros.

Ressaltamos ainda a relevante atuação da FTIP na superação de graves crises Penitenciárias com atuação em diversos estados da federação (RN, RR, CE, AM e PA). Os servidores que atuam na FTIP são experientes por atuarem em outras crises.

Sobre o afastamento do coordenador da FTIP, Maycon Rottava, o Depen afirma que cumpriu de imediato a decisão judicial. O agente federal de execução penal, Marco Aurélio Avancini, foi designado para a função de coordenador da operação no Pará. O Depen solicitou à AGU que providencie os meios jurídicos necessários para a revisão da decisão judicial.

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A misteriosa notificação que a Samsung enviou aos telefones da série Galaxy

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Fonte: brasil el pais Foto: Reproducao

Um número, mais precisamente o 1, com outro 1 abaixo. Este é o conteúdo da estranha notificação que os usuários da Samsung dizem ter recebido nesta quinta-feira de manhã, procedente do aplicativo Find my mobile, integrado aos telefones da marca sul-coreana. A divisão britânica do serviço de atendimento ao cliente Samsung Help foi a primeira a garantir, por meio de um comunicado no Twitter, que tudo se deveu a um acidente e que a mensagem apareceu em um número limitado de telefones Galaxy.

Em condições normais, as notificações desse aplicativo não deveriam ser enviadas de forma espontânea, mas apenas responder a solicitações de usuários que estão tentando localizar seus telefones. O que aconteceu nesta ocasião? “Foi enviado acidentalmente durante um teste interno e não afeta os dispositivos de vocês”, explicou a empresa sul-coreana no Twitter. A Samsung Espanha também confirmou o acidente em um comunicado quase idêntico. Em suas redes, a divisão espanhola da empresa especificou que a notificação foi enviada “por engano enquanto eram feitos testes nos servidores” e acrescentou que isso não afeta os aparelhos nem sua privacidade.

Horas depois de os usuários começarem a compartilhar a estranha experiência nas redes, a empresa sul-coreana dissipou a confusão, confirmando que as mensagens eram suas (e não uma tentativa de invasão, como alguns temiam) e que tudo havia sido involuntário: a mensagem não se destinava a alcançar o público em geral. Além disso, a interação com a notificação parece não dar nenhum resultado concreto.

No entanto, a preocupação dos usuários se justifica, pois, por meio desse aplicativo, é possível fazer muito mais do que encontrar o telefone. No caso de não conseguir localizá-lo por meio do serviço de geolocalização, existem diferentes opções para limitar a operação do celular e salvar o conteúdo: de um simples bloqueio a cópias de segurança, exclusão dos dados armazenados no dispositivo e desabilitação do acesso ao serviço de pagamentos Samsung Pay. Essa ferramenta também pode ser usada para desbloquear o telefone se o dono se esqueceu do pin ou da senha.

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Guardas municipais são homenageados por apreensão de duas toneladas de entorpecentes

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Foto: Reprodução / Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social - COMUS

O apoio da Guarda Municipal de Belém (GMB) foi fundamental para que a Polícia Civil do Pará (PCPA) tivesse êxito na operação Narcos II no domingo, 16, e na segunda-feira, 17, no distrito de Mosqueiro, resultando na apreensão de mais de duas toneladas de entorpecentes, a maior registrada no Pará. Os guardas envolvidos foram homenageados nesta terça-feira, 18, com a medalha “Belém 400 anos”.

A cerimônia da honraria ocorreu na sede da Prefeitura de Belém. O prefeito Zenaldo Coutinho condecorou os 17 guardas municipais que participaram da operação com a medalha comemorativa dos 400 anos da fundação da cidade.

“A homenagem é integral a todos os homens e mulheres, e também às cadelas treinadas por nossas equipes da Guarda Municipal, pela brilhante missão cumprida junto com a Polícia Civil. A descoberta e a apreensão de duas toneladas de drogas promoveram um impacto extraordinário em nossa cidade”, destacou Zenaldo Coutinho.

Ainda de acordo com o gestor municipal, a entrega da medalha aos homenageados foi um gesto simbólico, pois haverá anotação na ficha funcional de cada um que atuou na missão. “Faremos isso pela dedicação e seriedade com que se ativeram nesta busca de proteger a sociedade. Os nossos jovens têm sido profundamente atingidos pela droga e essa resposta profissional da nossa Guarda Municipal demonstra que temos muita gente dedicada e comprometida com a cidade”, ressaltou.

Operação – A Polícia Civil do Pará, com o apoio da GMB, realizou no domingo, 16, e na segunda-feira, 17, a operação Narcos II, na qual resultou na maior apreensão de cocaína já feita no Estado. A droga foi apreendida no distrito de Mosqueiro, Região Metropolitana de Belém.

A droga estava escondida em uma chácara, na estrada do Pneu Azul, distante cerca de 20 quilômetros do centro de Mosqueiro, e parte dela só pôde ser encontrada com a ajuda de cães farejadores da Guarda Municipal, que identificaram o material enterrado no terreno da chácara.

Marcelo Lobo, de 48 anos, integrante da GMB há 18 anos, foi um dos homenageados por participar da maior apreensão de drogas no Pará. “Duas guarnições participaram da operação, sendo uma da inspetoria de Mosqueiro, e a outra, especializada em detecção de faro, com o Canil, levando as cadelas Índia, da raça labrador, e Maya, uma pastor alemão, que ajudaram no êxito da localização dos entorpecentes”, explicou ele.

A honraria recebida do prefeito de Belém, para Lobo, que foi uma satisfação: “Conseguimos impedir que drogas como essas chegassem até os jovens. E ser reconhecido com essa medalha é uma grande satisfação”.

Desde 2016, a Guarda Municipal tem trabalhado de forma integrada com as equipes do grupamento operacional, com as quatro inspetorias de base, somadas aos grupamentos táticos. Além disso, a Guarda Municipal atua em parceria com outros órgãos da segurança pública no Estado, desenvolvendo ações conjuntas.

Cães – O Grupamento de Ações Táticas com Cães (Atac) teve início com apenas cinco homens e dois cães, em 2007. Atualmente, já dispõe de um efetivo de 40 guardas e 12 cães de guarda e proteção. A missão específica é oferecer apoio às operações da GMB e cumprir as ordens de serviços expedidas pelos órgãos municipais.

Por :Karla Pereira

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La Casa de Papel é uma das piores séries da Netflix; veja lista

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Fonte: observatoriodocinema Fonte: Reproducao

A Netflix é uma das maiores produtoras de conteúdo da atualidade, necessitando de uma demanda em massa para seu catálogo de streaming. Isso garante muitas séries de qualidade altíssima, mas também algumas que falham em ficar acima da média.

Aqui, separamos quais são as piores séries da Netflix atualmente sendo exibidas no streaming.

Confira abaixo.

Sinceramente, é até chocante que 13 Reasons Why tenha passado da primeira temporada. Claro, toda a polêmica questionável rendeu um grande interesse e curiosidade, o que levou o drama adolescente a chegar na terceira temporada, e já com data para acabar no ano seguinte. Mas convenhamos, ter o fantasma da garota que se suicidou e abruptamente transformar a série em uma “investigação policial” são provas o bastante da qualidade do material.

Lançada em 2018, Insatiable foi vista de forma quase unânime como a pior produção original no catálogo da Netflix. Muito se deu por seu tratamento problemático a temas espinhosos, como bullying e gordofobia, explodindo qualquer convenção do politicamente correto. Mas, obviamente, quebrar o politicamente correto não é o problema (nunca é), mas sim a qualidade desprezível de sua história. Felizmente, a série foi cancelada recentemente.

Juro que não compreendo como algo tão clichê e batido faz tanto sucesso quanto La Casa de Papel. Qualquer um que já assistiu qualquer filme heist na vida já pegou todos os truques da produção espanhola, que se mantém agora como uma saga de crime revolucionário. Atuações e roteiro de pior qualidade.

Descrito como uma Rebelde para maiores, Elite aposta no drama adolescente de um colégio interno na Espanha. Não é tão diferente das novelas mexicanas de péssima qualidade que acabavam na programação da TV aberta brasileira, e a segunda temporada conseguiu ser ainda pior do que sua original.

Gatunas é mais uma série adolescente que não sabe bem o que dizer, e que também não empolga com roteiro fraco e um elenco nada carismático. A boa notícia é que a segunda temporada, que a Netflix confirmou já este ano, será a última da série.

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