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ECONOMIA

Governo oficializa desbloqueio de R$ 14 bilhões do orçamento

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Governo libera parte do orçamento bloqueado Foto: Marcos Santos/USP Imagens

O governo oficializou na segunda-feira (18), o desbloqueio de R$ 13,976 bilhões do Orçamento de 2019 que estavam bloqueados. O anúncio foi feito pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. As informações são da Agência Brasil.

Paulo Guedes afirmou que a liberação foi possível conseguiu obter recursos através de receitas com a venda de ativos de estatais e pelos leilões do pré-sal. O ministro explicou o que foi feito para colocar as contas em ordem e permitir o desbloqueio.

– Chegamos ao final do ano numa situação bastante melhor. Primeiro, porque tivemos muitas receitas extraordinárias que vieram das nossas próprias atitudes. Segundo, porque nós acabamos descontingenciando o que havíamos preventivamente contingenciado, de forma a acabar tendo um ano bastante dentro das expectativas de gastos dos ministérios – disse

Já o ministro Onyx Lorenzoni, declarou que o governo optou pela rigidez com as finanças. Segundo ele, para liberar os valores bloqueados, o governo precisava ter garantias de que contaria com as receitas extraordinárias.

– Em nenhum momento, flexibilizamos. Começamos reduzindo o tamanho do governo. Desestatizando, desmobilizando e buscando receitas extraordinárias. É importante lembrar que, até outubro, vivemos da incerteza da realização da cessão onerosa – afirmou Onyx.

ECONOMIA

Economia reage e avaliação do governo Bolsonaro melhora, diz Datafolha

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Governo do presidente Jair Bolsonaro, foi considerado ótimo ou bom para 30% dos entrevistados pelo Datafolha.| Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Os sinais de recuperação da atividade econômica no Brasil ajudaram a frear a perda de popularidade d​o presidente Jair Bolsonaro, segundo pesquisa do Datafolha. A taxa de ótimo ou bom à sua administração oscilou de 29% para 30% na primeira semana de dezembro, dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A taxa de reprovação, que tinha crescido de 30% para 38% em agosto desde a posse de Bolsonaro, agora recuou para 36%. Ainda segundo o levantamento, 43% acham que a economia vai melhorar nos próximos meses, contra 40% que pensavam assim na pesquisa anterior. O Datafolha entrevistou 2.948 pessoas em 176 municípios do país nos últimos dias 5 e 6 de dezembro.

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ECONOMIA

Mensalidades escolares mais que dobraram em 10 anos

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Fonte/Foto: Agencia Brasil

Maior variação foi no primeiro ano do curso fundamental: 138,2%

As mensalidades escolares tiveram variação de 104,29% nos últimos 10 anos. De acordo com uma análise do Índice de Custo de Vida do Dieese feita pelo Núcleo de Inteligência e Pesquisas da Escola Proteção e Defesa do Consumidor da Fundação Procon de São Paulo, o curso que apresentou a maior variação foi o primeiro ano do curso fundamental (138,72%), seguido do curso maternal (136,39%).

O curso universitário, cuja mensalidade aumentou 72,19%, foi o que menos variou nesse período. Os cursos preparatórios para o vestibular tiveram variação de 91,20%.

Segundo o Procon-SP, é importante o consumidor conhecer seus direitos no momento da contratação. “Ao renovar, ou efetivar a matrícula, pais, responsáveis ou alunos devem analisar com atenção o contrato a ser assinado. O contrato de prestação de serviços educacionais deve observar o Código de Defesa do Consumidor e outras legislações, com destaque para a Lei 9.870 de 23/11/1999, que dispõe sobre o valor total das anuidades escolares”, diz,em nota, o Procon-SP.

De acordo com o Procon-SP, o valor da anuidade ou semestralidade (cobrado do contratante pela instituição) pode ser dividido em 12 ou seis parcelas mensais e iguais no ato da matrícula ou da renovação. A instituição pode apresentar outro plano de pagamento, desde que o total; outro plano de pagamento pode ser apresentado, mas o valor da soma das parcelas não pode ultrapassar o valor total, nem conter juros ou cobrança de outras taxas. 

Os valores deverão ter como base a parcela da última mensalidade fixada no ano ou semestre anterior, multiplicada pelo número de parcelas do período letivo que irá se iniciar. Sobre o valor-base, pode haver um reajuste que a escola calcula levando em conta o aumento de despesas com funcionários, despesas gerais e administrativas, e investimentos em atividades pedagógicas.

O valor da taxa de matrícula está inserido no valor total do contrato, ou seja, corresponde a uma mensalidade. Pode haver cobrança de taxa de reserva de vaga, mas o valor deverá ser abatido quando da efetivação da matrícula.

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ECONOMIA

Nubank revela principais gastos no cartão e economias com NuConta em 2019

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Fonte/Foto: tecnoblog

Clientes do Nubank evitaram gastar R$ 1 bilhão em anuidade do cartão de crédito; NuConta economizou R$ 2,6 bilhões em tarifas

Nubank divulgou algumas estatísticas sobre o uso do cartão de crédito e da NuConta em 2019: a fintech estima que os clientes evitaram gastar R$ 2,6 bilhões em tarifas e mais de R$ 1 bilhão em anuidade. Os gastos mais frequentes no crédito foram em restaurantes, supermercados e saúde.

Clientes do Nubank podem acompanhar as principais categorias de gastos através do aplicativo, abrindo a interface do cartão de crédito (com os gastos mais recentes) e tocando no gráfico da parte superior.

Para os clientes do Nubank em geral, a categoria “restaurante” correspondeu a 26,45% dos gastos em 2019, contra 25,08% de “supermercado”. O top 3 é completado por “saúde”, com 7,24% das transações.

Os gastos são divididos em 12 tipos diferentes, incluindo “casa”, “eletrônicos”, “vestuário”, “lazer”, “viagem”, “transporte”, “serviços”, “educação” e “outros”. O Nubank nem sempre consegue detectar corretamente o tipo de gasto; se quiser, você pode mudar isso de forma manual.

Clientes do Nubank evitam pagar R$ 1 bi em anuidade

O Nubank também estima que seus clientes evitaram gastar mais de R$ 1 bilhão com anuidade em 2019, considerando a média da tarifa cobrada pelo mercado. Ele abriu caminho para uma série de concorrentes que também não cobram anuidade, como Credicard Zero, Next e Inter.

O cartão de crédito do Nubank atinge picos de utilização ao meio-dia, e já passou por transações em 189 países, ou mais de 90% das nações existentes (considerando os membros da ONU).

Quanto à NuConta, a empresa estima que seus clientes deixaram de gastar R$ 2,6 bilhões em tarifas de manutenção e transferências via TED neste ano.

Eles também evitaram passar 19 milhões de horas poupadas em filas, considerando a quantidade de interações que normalmente precisariam ser resolvidas em uma agência, no caso de um banco tradicional. Isso inclui “abertura de contas, autorização de aparelhos, cancelamento de produtos ou recuperação de senhas”.

Este ano foi importante para o Nubank: a fintech ultrapassou US$ 10 bilhões em valor de mercado e começou sua expansão internacional no México e na Argentina. Ela teve prejuízo de R$ 139 milhões no primeiro semestre; o diretor financeiro disse que “crescer de forma sustentável e, portanto, não gerar lucro nesse momento, é uma escolha”.

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