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Guardas municipais concluem curso de porte de arma

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Trinta agentes da Guarda Municipal de Belém concluíram nesta sexta-feira, 10, o curso de tiro para o porte de arma funcional.

O curso teve início no dia 6 e cumpriu as exigências do Estatuto do Desarmamento onde homens e mulheres foram habilitados com carga horária de 40 horas, divididas em duas etapas, teoria e prática.

O guarda municipal Fabio Felix Fonseca enaltece a necessidade dos temas desenvolvidos durante as aulas teóricas. “As aulas foram realizadas com temas de extrema importância e numa carga horária que nos deu tempo para reflexão dos assuntos abordados, que vão além do simples manuseio do armamento, mas também esclarecimentos sobre tomada de decisões”.

A parte teórica, que ocorreu nos dias 6,7 e 8 deste mês, no auditório da sede da GMB, destacou assuntos voltados para técnicas de abordagem, manuseio de armas, gerenciamento de crise e distúrbios. Já a prática de tiros ocorreu na quinta-feira, 9, e nesta sexta-feira, 10, no Instituto de Ensino de Segurança Pública do Pará (IESP).

André de Farias Fernandes, 15 anos trabalhando como agente de segurança pública municipal, defende a importância de estar qualificado e diz que a realização do curso é uma grande conquista para a categoria e também para a sociedade. “Trabalhando numa viatura tenho que estar preparado para qualquer situação que a gente possa encontrar durante o serviço, é nosso dever ajudar a população no que for preciso”, disse.

As aulas teóricas e práticas foram ministradas pelo corpo docente da própria corporação. O Inspetor Chefe da Divisão de Operações da GMB e Instrutor de tiro credenciado pela Polícia Federal, Guilherme Freitas, ressalta a qualidade do treinamento dos guardas. “O Treinamento de tiro obedece rigorosamente os critérios e os padrões da Secretaria Nacional de Segurança Pública. Os agentes só passam para a etapa de tiro após aprovação no teste de capacidade psicológica e técnica, ou seja, nossa instituição está muito bem preparada e qualificada para portar a arma de fogo”.

Almir Ferreira, comandante da GMB diz que a guarda está passando por um momento de celebração. “Este ano demos um grande passo na estruturação da GMB. Recebemos novas viaturas, novos armamentos e estamos trabalhando para que todo o efetivo tenha o porte de arma até o final do ano, para que assim possamos desempenhar nossas funções em alto nível”, destacou.

Hoje dos 1.160 servidores no exercício da função, 1.070 (92,24%) já concluíram o curso de porte de arma. A previsão é de que até o fim do ano todo efetivo esteja qualificado.

 

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GORDO DO AURÁ É MORTO A TIROS NUMA EMBOSCADA      

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O vereador de Ananindeua, Deivite Wener Araújo Galvão, o Gordo de Aurá (DEM), morreu, na tarde desta quinta-feira (21), no Pronto Socorro da 14 de Março, em Belém, após ter sido baleado em uma suposta emboscada quando saia de sua casa, em Ananindeua. Ele chegou com ferimentos de balas, mas não resistiu. Segundo informações preliminares, Gordo teria sido abordado por homens encapuzados, com os quais trocou tiros antes de ser alvejado,

O fato ocorreu por volta das 13h, segundo informações de testemunhas que foram até   PSM da 14 de Março. Gordo do Aurá foi deixar a filha que está acometida com Síndrome de Guillain-Barré. Ele retornou para o Aurá e lá foi vítima de uma emboscada na entrada da bairro.

Pessoas em outros carros, armadas, dispararam contra o carro do vereador, que estava acompanhado de uma mulher.  Eles foram socorridos e levados de volta pro PSM. A mulher está sendo atendida neste momento, mas Gordo do Aurá faleceu na sala vermelha, antes de ser atendido pela equipe médica.

Os dois foram crivados de balas.

Na última eleição para governador do Pará, Gordo do Aurá foi o pivô na troca de acusações entre os principais candidatos, Helder Barbalho (MDB), que saiu vencedor do pleito, e o deputado Márcio Miranda. Um acusada o outro deter apoio do vereador, conhecido também como traficante e violento. Mas embora fosse filiado ao mesmo partido Márcio Miranda, consta que ele trabalhou mesmo foi para Helder barbalho, com quem tinha relacionamento político desde que este foi prefeito de Ananindeua.

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Idosos em situação de miséria só receberão o salário mínimo aos 70 anos, com a reforma

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Na regra anterior, o pagamento já era possível aos 65 anos

 Hamilton Ferrari

A reforma da Previdência encaminhada pelo governo de Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional revê as regras do Benefício de Prestação Continuada (BPC), que será desvinculado do salário mínimo.

Veja aqui os principais pontos da reforma da Previdência

 

Os idosos só poderão ter acesso ao valor do salário mínimo quando atingirem 70 anos. Na regra atual, o pagamento já é possível aos 65 anos. Segundo o secretário de Previdência, Leonardo Rolim, de 60 aos 69 anos, a pessoa receberá R$ 400, passando a ter direito ao salário mínimo ao atingir 70 anos.

“Se conseguir aposentar antes, com idade mínima de 65 anos, ela sai da assistência e vai para a aposentadoria”, ressaltou. “A lógica é muito mais adequada à realidade das pessoas”, justificou.

A condição de miserabilidade é calculada com base na renda per capita mensal inferior a um quarto (25%) do salário mínimo. Além disso, é necessário ter um patrimônio inferior a R$ 98 mil, que equivale à regra da Faixa I do programa habitacional Minha Casa Minha Vida.

Abono do PIS-Pasep

Além disso, o abono do PIS-Pasep só será pago aos trabalhadores que recebem um salário mínimo. Atualmente, o benefício é pago para quem recebe até dois salários mínimos.

O abono é uma espécie de 13º salário pago no fim do ano ao trabalhador que trabalha com carteira assinada. A reforma dificulta o acesso ao benefício, pois exigirá que o empregado esteja cadastrado no programa há, no mínimo, cinco anos.

Pessoas com deficiência

As regras para pessoas com deficiência em situação de pobreza não vai se alterar. A renda mensal continuará com um salário mínimo, sem limite de idade.

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STF determina prisão de mandante da morte de missionária Dorothy Stang

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A missionária Dorothy Stang foi assassinada aos 74 anos em Anapu, Pará - Tomaz Silva/Arquivo/Agência Brasil

 Agência Brasil 

Brasília – A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a prisão do fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, condenado em 2010 pelo assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang, defensora da reforma agrária. A Primeira Turma revogou liminar concedida no ano passado pelo mninistro Marco Aurélio Mello, garantindo a liberdade do fazendeiro até o julgamento do mérito da ação que tramita no Supremo.

Dorothy Stang

 A missionária americana foi assassinada em fevereiro de 2005, em uma emboscada em uma estrada de terra em Anapu, no interior do Pará. Pouco mais de cinco anos depois, Galvão foi condenado a 30 anos de reclusão, como mandante do crime.

Em novembro de 2011, o fazendeiro chegou a ser preso em Altamira, no Pará. Porém recursos a instâncias superiores da Justiça permitiram não só a redução da pena de Galvão, mas também o mantiveram livre na maior parte do tempo desde a condenação.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reduziu a pena de Galvão para 25 anos e determinou a prisão do fazendeiro em 2017, mas, em março do ano passado, o ministro Marco Aurélio o liberou. Na reunião ocorrida ontem (19), o ministro foi voto vencido na Primeira Turma.

Além de Galvão, as investigações apontaram Amair Feijoli da Cunha e Vitalmiro Bastos de Moura como mandantes do assassinato. As investigações do crime apontaram Rayfran das Neves Sales e Clodoaldo Carlos Batista como responsáveis pelo assassinato da missionária.

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