Conecte-se Conosco

ECONOMIA

Igarapé-Miri é o novo líder de exportação de commodities agrícolas do Pará

Publicado

em

Igarapé-Miri é o novo líder de exportação de commodities agrícolas do Pará. Movimentou R$890,66 milhões em 2018.

Grande parte das exportações são de açaí, cada vez mais internacionalizado. Conquista muito importe para o estado do Pará pois significa aumento de renda e geração de emprego no estado.

Continue lendo
Clique para comentar

ECONOMIA

Preço da carne ao consumidor cai 10%, mas não volta ao nível de 2019

Publicado

em

Foto: Reprodução / Fonte: R7

preço da carne no atacado para o consumidor em São Paulo teve uma queda média de 10,3% neste mês em relação a dezembro, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil. A expectativa é que os valores diminuam um pouco mais até fevereiro, mas não devem recuar ao mesmo patamar do primeiro semestre do ano passado. 

Com a queda, o valor médio no atacado ao consumidor ficou em R$ 18 o quilo. A expectativa é que o preço se estabilize na faixa de R$ 17 a R$ 16,90 o quilo no atacado. A arroba teve uma queda de 7,2% e ficou em média em R$ 190.

“O valor deve continuar caindo até o começo de fevereiro, com o movimento que vem ocorrendo da adequação da arroba bovina”, afirma Ricardo Nissen, assessor técnico da Comissão Nacional de Bovino Cultura de Corte, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil .

No açougue Parisienne, em Cerqueira Cesar, região central de São Paulo, por exemplo, o quilo do contrafilé, que chegou a R$ 44 em dezembro, é vendido agora a R$ 39,30. O coxão mole passou de R$ 39,00 para R$ 32,00 e a costela, de R$ 26,99 para R$ 19,99.

No fim do ano passado, a alta da importação de carne feita pela China e a desvalorização do real em relação ao dólar, que tornou as exportações mais rentáveis para os frigoríficos, fizeram a cotação da arroba do boi gordo atingir o pico histórico. O preço da proteína animal aumentou em relação aos meses anteriores em 30%.

“A gente acredita que voltar ao valor dos meses anteriores, de R$15 a R$15,50 no atacado, é difícil retornar, até por causa da baixa do abate e do aumento das exportações, que forçam essa elevação. Mas não vai ficar no preço de dezembro, deve retornar a um patamar aceitável para o consumidor”, avalia Nissen.

Os consumidores já estão sentindo a melhora. Nos supermercados de São Paulo, quando o valor chegou ao pico, a redução do consumo da carne foi de até 30%. Agora esta média está em 10%.

“É natural o consumidor buscar alternativas, como o frango e a carne suína. Mas, depois de um tempo, as pessoas vão se habituando”, afirma Ronaldo Santos, presidente da Apas (Associação Paulista de Supermercados).

Ele também afirma que os preços recuaram, mas que não devem voltar ao mesmo nível de antes de dezembro. “O preço vai ficar em torno do que está hoje, ou seja, aquela arrouba de R$ 150 de agosto não veremos mais.”

Continue lendo

ECONOMIA

Governo apresentará proposta de reajuste do salário mínimo

Publicado

em

Foto: Reprodução / Fonte: *Folhapress

O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, afirmou nesta quinta-feira (23) que o governo apresentará ao Congresso um projeto de lei para alterar a forma de cálculo do salário mínimo. A proposta, segundo ele, não deve prever reajustes acima da inflação.

Em conversa com jornalistas, o secretário afirmou que o Executivo vai propor que o piso salarial do país seja calculado levando em conta a inflação de dezembro de um ano até novembro do ano seguinte.

Hoje, o cálculo considera a inflação de janeiro a dezembro. Essa metodologia gerou problemas para a efetivação do reajuste neste ano, o primeiro após o fim da política de aumento real do salário mínimo.

– Temos que ter transparência, cautela e manter o que a Constituição diz, que é obrigatório manter o poder aquisitivo do salário mínimo – disse.

Questionado sobre a possibilidade de o projeto prever exatamente o reajuste pela inflação ou se permitirá aumentos maiores, respondeu:

– Em principio, nós vamos manter o poder aquisitivo até a inflação – afirmou.

De acordo com o secretário, pelo arcabouço legal existente hoje, o governo tem de apresentar proposta com o reajuste do mínimo todo ano. Agora, o projeto de lei anunciado deve trazer a metodologia de cálculo até o fim do mandato do presidente Jair Bolsonaro, em 2022.

Neste ano, o governo precisou autorizar dois reajustes do salário mínimo para garantir a reposição completa da inflação. O primeiro aumento autorizado em 31 de dezembro, de R$ 998 para R$ 1.039, levou em conta a inflação de janeiro a novembro, mais uma estimativa de inflação para dezembro.

Após o reajuste, porém, foi divulgada a inflação oficial de 2019, em valor mais alto do que o previsto anteriormente. O episódio gerou impasse jurídico na equipe de governo, que teve dúvidas sobre como efetivar um novo aumento para repor toda a inflação.

Neste mês, o governo acabou editando uma segunda medida para elevar o valor do piso salarial de 2020 para R$ 1.045.

– Nós vamos alterar a sistemática de correção do salário mínimo. O indicador usado é o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que só é divulgado dias após o fim do ano. Pode ser utilizando [no projeto] o INPC de dezembro até novembro. Muda a janela de 12 meses. Vamos mudar sem que haja nenhuma perda para o trabalhador – explicou.

Waldery ressaltou que o governo tem até 31 de dezembro deste ano para definir o salário mínimo de 2021, mas deve enviar a proposta com a nova metodologia meses antes para que a novidade seja incluída no Orçamento do ano que vem. O prazo para apresentação da proposta de lei orçamentária acaba em agosto.

Até 2019, vigorava uma lei que definia a política de reajuste do salário mínimo no Brasil. Pela regra, nos anos em que a inflação oficial ficasse maior do que a estimativa do governo, essa diferença seria incorporada no cálculo do reajuste do ano seguinte.

Waldery ressaltou que o governo tem até 31 de dezembro deste ano para definir o salário mínimo de 2021, mas deve enviar a proposta com a nova metodologia meses antes para que a novidade seja incluída no Orçamento do ano que vem. O prazo para apresentação da proposta de lei orçamentária acaba em agosto.

Até 2019, vigorava uma lei que definia a política de reajuste do salário mínimo no Brasil. Pela regra, nos anos em que a inflação oficial ficasse maior do que a estimativa do governo, essa diferença seria incorporada no cálculo do reajuste do ano seguinte.

Neste ano, porém, essa regra não tem mais validade. Em governo anteriores, houve incentivo de reajustes acima do índice de preços.

Para Guedes, um reajuste do salário mínimo acima da inflação no momento atual poderia gerar desemprego em massa.

O governo Bolsonaro em 2019 interrompeu uma política pública que permitiu 25 anos de ganhos reais aos trabalhadores. Ou seja, com aumentos que consideravam a inflação mais o crescimento da economia.

Essa política de ganho real implementada informalmente em 1994, por Fernando Henrique Cardoso (PSDB), logo após a adoção do Plano Real. As gestões petistas oficializaram a medida.

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estabeleceu a fórmula de reajuste pela inflação medida pelo INPC mais a variação do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes. Dilma Rousseff (PT) transformou a regra em lei.

Michel Temer (MDB), que governou durante a recessão, não mudou a legislação.

Guedes chegou a dizer que era contra uma política de longo prazo para o mínimo e que os reajustes seriam definidos ano a ano. Agora, anúncio do secretário indica uma mudança de rumo na política do governo, mas respeitando a visão do ministro de não conceder reajustes reais, já que o país passa por aperto nas contas.

A equipe econômica projeta que o impacto para cada R$ 1 de aumento do piso é de R$ 355 milhões aos cofres públicos, em razão de o governo pagar benefícios previdenciários e assistenciais vinculados ao salário mínimo.

Continue lendo

ECONOMIA

Arrecadação federal em 2019 é a maior em cinco anos

Publicado

em

Foto: Reprodução / Fonte: *Folhapress

A arrecadação federal encerrou o primeiro ano da gestão do presidente Jair Bolsonaro em R$ 1,537 trilhão, uma alta de 1,69% em relação a 2018, já descontada a inflação do período.

O dado de 2019, divulgado nesta quinta-feira (23) pela Receita Federal, é o melhor observado em cinco anos.

De acordo com o fisco, o resultado foi motivado principalmente pelo comportamento dos indicadores econômicos.

Entre os fatores que contribuíram para impulsionar a receita, estão uma alta de 3,27% na venda de bens, elevação de 1% na comercialização de serviços e um crescimento de 3,66% na massa salarial nominal do país.

O Imposto de Renda foi o principal responsável pelos ganhos do governo federal no ano passado. O tributo sobre os rendimentos de empresas, junto com as contribuições sobre lucro, registrou alta de 11,09% no ano.

Segundo a Receita, houve ainda uma elevação de 11,07% na receita de Imposto de Renda da pessoa física. O crescimento é explicado por ganhos em vendas de bens e em operações na bolsa de valores.

Continue lendo

Facebook

Propaganda

Copyright © 2018. A Província do Pará Todos Direitos Reservados . Desenvolvido por Corpes Digital