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SEGURANÇA

Investigação sobre morte de Marielle leva à maior apreensão de fuzis no RJ

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A Operação Lume cumpriu nesta terça 34 mandados de busca e apreensão em endereços relacionados aos acusados no estado

AE Agência Estado
A busca e apreensão na casa de um amigo do PM reformado Ronnie Lessa, de 48 anos, acusado de participação na morte da vereadora Marielle Franco levou à maior apreensão de fuzis da história do Rio nesta terça-feira (12/3).

A Operação Lume cumpriu nesta terça 34 mandados de busca e apreensão em endereços relacionados aos acusados no estado. Esse trabalho levou a maior apreensão de fuzis da história do Rio e pode indicar que Lessa também estaria envolvido no tráfico de armas.

Foram recolhidos documentos, celulares, armas, munições e outros objetos. Em um dos endereços ligados a Lessa, um apartamento no Méier cujo morador seria de um amigo do acusado, na zona norte, foram achadas caixas repletas de fuzis desmontados.

O proprietário, Alexandre Mota de Souza, que acabou preso, afirmou para os policiais que aceitou fazer um favor para Lessa, que seria seu amigo de infância. Conforme seu advogado, teria guardado as caixas, sem se preocupar com o conteúdo. Na maior parte das peças, só faltavam os canos.

Cada fuzil chega a custar R$ 30 mil e a descoberta única chega a superar as apreensões de todo um mês. O maior caso anterior foi registrado no Aeroporto Internacional do Rio em 2017, quando foram encontradas 60 armas vindas dos Estados Unidos dentro de aquecedores de piscinas.

     

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    PMs presos são suspeitos de envolvimento com três grupos de milícia, diz Segup

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    Polícia mata dois suspeitos de assaltar banco em Bonito

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    Polícia apreende armamentos pesados após tiroteio em Nova Esperança do Piriá. — Foto: Polícia Civil / PA

    Uma troca de tiros em Nova Esperança do Piriá, nordeste do estado, resultou na morte de dois suspeitos de envolvimento no assalto a uma agência do Banpará do município de Bonito.

    O assalto foi na madrugada de sexta-feira (8) e os assaltantes usaram dois veículos para chegar ao banco, fazer reféns e estourar dois cofres. Um suspeito de envolvimento foi presna terça-feira (12), em Ourém.

    O tiroteio envolvendo policiais civis e militares ocorreu após a operação Xeque-Mate que prendeu sete pessoas na zona rural do município. Diversos armamentos pesados e materiais explosivos foram apreendidos. As buscas pelo grupo criminoso prosseguem.

     Com os suspeitos, a Polícia apreendeu uma carabina Magal calibre 30; um fuzil M16 G1 calibre 556; uma arma calibre 12; um fuzil plataforma M16 reduzida calibre 556; um fuzil de madeira calibre 762 sem marca ou numeração aparente e uma escopeta calibre 12 de coronha manual. Além das armas, foram apreendidos cordéis detonantes; espoletas; dois coletes balísticos; roupas camufladas e oito munições de calibre 12.

    Foram apreendidos ainda cinco cartuchos de calibre 12 deflagrados; 51 munições de calibre .30; 51 munições para calibre .556; cinco munições 762; um carregador para carabina magal .30 e três carregadores para calibre .556.

    Materiais explosivos são encontrados com grupo criminoso no interior do Pará. — Foto: Polícia Civil / PAMateriais explosivos são encontrados com grupo criminoso no interior do Pará. — Foto: Polícia Civil / PA

    Materiais explosivos são encontrados com grupo criminoso no interior do Pará. — Foto: Polícia Civil / PA

    Operação Xeque-Mate

    Sete pessoas foram presas nesta sexta-feira (15) em Nova Esperança do Piriá, nordeste do Pará, suspeitas de integrar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas. A operação denominada Xeque-Mate também apreendeu arma de fogo e celulares.

    A ação policial começou pela manhã e foi voltada ao combate ao tráfico e desarticulação de quadrilhas.

    Segundo o delegado Temmer Khayat, da Superintendência Regional de Polícia Civil, as investigações começaram após o confronto entre policiais civis e militares e criminosos, no último dia 25 de janeiro. O tiroteio ocorreu no bairro Franklândia, quando foram identificados os principais participantes da quadrilha de traficantes, segundo o delegado.

    Um dos detidos foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. Os policiais encontraram a arma na casa dele. Seis suspeitos continuam sendo procurados pela Polícia.

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    Polícia Civil cria núcleos regionais de inteligência

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    O projeto terá reflexos no combate às ações criminosas em todo o Estado. A meta é instalar Núcleos em todas as regiões. O investimento na ampliação de Unidades de Inteligência Policial no Pará segue a tendência nacional.

    O governador  do Pará, Helder Barbalho, participou do ato de criação de unidades de núcleos de inteligência da Polícia Civil, através da criação dos núcleos de apoio à investigação nas regionais, fortalecendo as novas diretrizes institucionais de enfrentamento à violência e aos crimes cometidos no interior do Estado. O ato foi na manhã desta terça-feira (12), no auditório do Palácio.

    Os Núcleos de Apoio à Investigação (NAIs) criados funcionarão nos municípios de Capanema (nordeste), Breves e Soure (Arquipélago do Marajó) e Tucuruí (sudeste), para atender as demandas de investigação nas regiões do Caeté, Marajó Ocidental, Marajó Oriental e Lago de Tucuruí. Também foi criada a seção de inteligência da diretoria de atendimento a grupos vulneráveis (DAV), em Belém, para auxiliar na prevenção e repressão aos crimes discriminatórios de injúria racial, crimes contra crianças e adolescentes, contra idoso, a mulher, portadores de necessidades especiais, moradores de rua, LGBTQI+, e de enfrentamento ao tráfico de pessoas, garantindo a ordem pública e os direitos fundamentais da pessoa humana.

    Para o governador do Estado, dentre as estratégias que estão sendo implementadas, está a compreensão que o fortalecimento da inteligência, o trabalho com a informação e expansão disso para diversas regiões do Estado, permitirá com que o Poder Judiciário, o Ministério Público e os Órgãos de Segurança do Estado, possam estar instrumentalizados para agir de forma preventiva as ações, e com isso, a efetividade das investigações, e a diminuição do crime e da violência por todo o Estado.

    “É absolutamente fundamental que, em paralelo as ações ostensivas, repressivas, de enfrentamento a violência, trabalharmos de maneira preventiva, o que exige informação e tecnologia. O que estamos fazendo aqui é exatamente tendo um olhar atento para essa área, para que possamos reduzir a criminalidade e o ato criminal no Estado do Pará. Compreendendo primeiro a extensão territorial do nosso Estado, as peculiaridades de cada região”, destacou Helder.

    Pelo interior do Pará já funcionam seis NAIs: Castanhal, Abaetetuba, Santarém, Marabá, Redenção e Altamira. A ampliação faz parte da estratégia adotada pela Polícia Civil do Pará visando à intensificação dos trabalhos realizados pelo Núcleo de Inteligência. O projeto terá reflexos no combate às ações criminosas em todo o Estado. A meta é instalar Núcleos em todas as regiões. O investimento na ampliação de Unidades de Inteligência Policial no Pará segue a tendência nacional.

    Para o delegado geral da Polícia Civil, Alberto Teixeira, o combate da criminalidade é missão primordial dos policiais e precisa ser feito com inteligência e tecnologia. “Utilizando esses dois métodos muito importantes, vamos conseguir evitar que crimes graves possam ocorrer. Então, essa oportunidade de ampliar, por meio do governo do Pará, a inteligência policial, o núcleo de inteligência policial que nos temos na capital do estado, com certeza ajudará na diminuição dos índices de violência”, ressaltou.

    Também participaram do ato de criação de unidades de núcleos de inteligência da Polícia Civil o vice-governador do Estado, Lúcio Vale, o secretário de segurança pública, Ualame Machado, presidente da Companhia de Portos e Hidrovias (CPH), Abraão Benassuly Neto, o deputado estadual, delegado Nilton Neves e outras autoridades.

    Por William Serique/ Agência Pará

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