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Israel é o primeiro país a responder um ciberataque com força militar

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Foto: Reprodução / VIA: Engadget

Ameaças cibernéticas são tão perigosas como ataques de balas e míssil, por exemplo. E Israel parece pensar dessa mesma maneira. Tanto que suas Forças de Defesa lançaram um ataque aéreo em um prédio na Faixa de Gaza que, acredita-se, abrigaria agentes de guerra digital do Hamas. O ataque veio após os terroristas supostamente fracassarem em uma tentativa de “ofensiva cibernética”. E fez de Israel o primeiro país a executar um ataque militar diante de uma ameaça cibernética.

Os detalhes desse ataque não estão disponíveis ao público, porém, as forças de defesa israelenses disseram que estavam “à frente do inimigo o tempo todo”. Os militares acreditam que a ofensiva representou um golpe decisivo, alegando que “o Hamas não tem mais capacidade operacional cibernética” depois que o prédio foi destruído.

Esse ataque levantou importantes questões sobre o valor das respostas físicas imediatas aos ataques cibernéticos. O Dr. Lukasz Olejnik disse em entrevista ao ZDNet que os países devem pesar diversos fatores, para que não sejam desencadeados conflitos desnecessários. As Forças Especiais ainda tuitaram uma foto do prédio que foi alvo do ataque:

 

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Instagram deixa de mostrar número de curtidas das postagens

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Foto: Reprodução /Fonte: Agência Brasil

Usuários da rede social Instagram no Brasil perceberam hoje (17) uma importante mudança. Entre os recursos da plataforma o número de “curtidas”, também conhecidas como “likes” que uma publicação recebe, não fica mais visível para todos os usuários. O tema foi um dos mais discutidos do dia em outra rede social, o Twitter, e esteve entre os mais buscados no Google.

A mudança no Brasil está entre os testes anunciados em abril deste ano durante um evento de desenvolvedores do Facebook, empresa controladora do Instagram.

A experiência faz parte de uma série de medidas que o Instagram vem anunciando nos últimos meses para combater práticas nocivas na rede, como o discurso de ódio ou o bullying na web. Tais ações são uma resposta a críticas recebidas pela plataforma de que sua arquitetura e lógica de funcionamento favoreceriam um ambiente prejudicial ao bem-estar de seus integrantes.

Um estudo da Sociedade Real para a Saúde Pública, realizado em 2017, apontou o Instagram como a pior rede social para o bem-estar e a saúde mental de adolescentes. Segundo o estudo, o Instagram tem impactos importantes em adolescentes, provocando ansiedade, depressão e solidão, além de outros efeitos como na autoimagem dos jovens a partir da lógica das fotos.

Felipe Neto, empresário com canais populares em redes sociais, esteve entre os que vocalizaram essa análise. Ele afirmou que a medida pode mudar a forma como a internet funciona. “O Instagram virou uma rede social tão de fomento à vaidade, ao ego que se transformou em um vírus. É um lugar muito mais negativo do que positivo. Tirar os likes vai ser interessante. Vai ser interessante tirar as disputas”, comentou em um vídeo postado em seus canais.

Além dos testes retirando a visibilidade pública das curtidas, a empresa anunciou algumas outras ações voltadas a coibir essas práticas. Neste mês, em uma nota, o diretor Adam Mosseri informou a implantação de uma ferramenta que usa Inteligência Artificial para questionar o usuário sobre seu conteúdo antes de postá-lo, se o sistema considerar que este pode ser ofensivo.

“Testes preliminares desse recurso mostraram que ele encoraja algumas pessoas a rever os comentários e compartilhar algo que gere menor dano, uma vez que elas tiveram a chance de refletir”, disse Mosseri no comunicado, divulgado no dia 8 de julho.

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Instagram começa teste no Brasil para esconder curtidas nas fotos

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Instagram vai esconder likes de brasileiros Foto: Instagram/Divulgação / Estadão

A partir desta quarta, 17, o Instagram inicia no Brasil um teste em sua plataforma que esconde das pessoas o número de curtidas em fotos e de visualizações em vídeos dos outros usuários. Na prática, isso significa que os usuários só terão acesso às estatísticas de suas próprias contas. O Brasil é o segundo país a participar do teste – em maio, a empresa anunciou o experimento no Canadá.

Em comunicado, a empresa diz que não quer que as pessoas sintam que estão em uma competição dentro do Instagram. “Nossa expectativa é entender se uma mudança desse tipo poderia ajudar as pessoas a focar menos nas curtidas e mais em contar suas histórias”, diz. É uma repetição do discurso feito por Adam Mosseri, chefe do Instagram, ao anunciar os testes no Canadá.

A empresa não disse porque escolheu o Brasil para os testes. Quando decidiu pelo Canadá, o Instagram disse que era um país com uma grande base de usuários e habituado com o uso de redes sociais – e não é absurdo pensar que a descrição também se aplica ao Brasil.

Não é possível saber também por quanto tempo o teste acontecerá ou se a mudança será parte permanente do aplicativo. “É preciso estudar ainda mais sobre como isso afeta a experiência do usuário na plataforma”, diz a empresa. Já o número de seguidores das contas continuará visível a todos.

App é comumente acusado de afetar saúde mental

Faz sentido a vontade do Instagram de melhorar o ambiente do serviço. Há anos, o app é acusado de deteriorar a saúde mental dos usuários com imagens de um estilo de vida perfeito e inalcançável. Em 2017, um estudo da agência de saúde pública do Reino Unido considerou o Instagram a pior rede social para a saúde mental e o bem estar das pessoas.

“Nitidamente não estamos sabendo lidar com a necessidade crescente de ter a validação de terceiros para avaliar se a vida que temos é suficientemente boa e interessante. Vivemos, assim, uma era estranha na qual ocultar uma informação até então pública pode ser, de alguma maneira, benéfica”, diz Alexandre Inagaki, consultor em redes sociais.

Ainda assim, quando o teste foi anunciado no Canadá, influenciadoras brasileiras demonstraram desconforto com a mudança.

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Falhas em apps abrem espaço para manipulação de arquivos

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Foto: Reprodução / *Folhapress

Arquivos de mídia do WhatsApp e do Telegram podem ser expostos e manipulados por hackers devido falhas dos aplicativos em versão Android, de acordo com uma pesquisa da Symantec, empresa especializada em proteção de sistemas operacionais.

De acordo com o estudo, aplicativos em sistemas Android podem ser usar o armazenamento externo e interno para salvar arquivos. No primeiro caso, o arquivo fica legível e pode ser modificado por outros aplicativos ou usuários. No segundo, ele é acessado apenas pelo próprio aplicativo.

O problema, chamado de “Media File Jacking”, decorre de um intervalo de tempo entre o momento em que arquivos recebidos pelos aplicativos são gravados no armazenamento interno e quando eles são acessados por outros aplicativos, no armazenamento externo.

Essa janela é uma oportunidade para hackers intervirem e manipularem arquivos de mídia sem o conhecimento do usuário. Fotos, vídeos, documentos corporativos, faturas e áudios podem ser acessados.

É, segundo a pesquisa, semelhante a uma corrida entre o invasor e o aplicativo que está carregando os arquivos. Caso o hacker tenha acesso às fotos e vídeos, por exemplo, o usuário verá os arquivos manipulados antes de ter acesso aos originais.

Os dados podem ser alterados tanto no envio como no recebimento de arquivos. Por padrão, o Whatsapp salva arquivos de mídia recebidos no armazenamento externo, como na galeria de fotos. No Telegram, o usuário precisa ativar recursos do aplicativo para que isso aconteça.

É possível evitar os ataques ao alterar algumas configurações nos aplicativos. No Whatsapp, usuários podem impedir que fotos, vídeos e áudios fiquem salvos no armazenamento externo ao desativaram a visibilidade de mídia. O mesmo pode ser feito no Telegram ao optar por não salvar os arquivos nas galerias do aplicativo.

Em resposta, o Whatsapp disse que analisou o problema mencionado pela pesquisa. De acordo com a nota, o aplicativo “segue as melhores práticas vigentes fornecidas pelos sistemas operacionais para armazenamento de mídia”.

Para a empresa, as alterações sugeridas na pesquisa podem “criar complicações de privacidade para os usuários e limitar a maneira como fotos e arquivos podem ser compartilhados”.
Até a conclusão deste texto, o Telegram não respondeu à reportagem sobre os efeitos da falha no aplicativo.

 

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