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Eleições 2018 Pará

Jader Barbalho e Zequinha Marino eleitos para o Senado.

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Wladmir Costa teve zero pot cento de votos e termina sua vida pública de forma melancólica
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ouve uma renovação de mais de 50% no Senado com a eleição majoritária, ocorrida neste domingo(7). No Pará, foi reeleito para aquela Casa.  Jader Barbalho (MDB) e eleito Zequinha Marinho (PSC). O veterano Fernando Flexa Ribeiro que tentava se reeleger mais uma vez, foio derrotado, enquanto outro favorito, Mário Couto, foi impedido de concorrer.  Jader e Zequinha pertencem a mesma coligação.

Neste ano o eleitor escolheu dois candidatos ao Senado porque o mandato é de oito anos, mas as eleições ocorrem de quatro em quatro anos. Assim, a cada eleição, a Casa renova, alternadamente, um terço e dois terços de suas 81 cadeiras. Neste ano, 54 vagas estavam em disputa no país. O outro senador do Pará, por mais quatro anos, é Paulo Roca, que disputou o governo com Helder Barbalho (MDB) e Márcio Miranda (DEM).

Campanha

Zequinha é aliado políticio de Jader nessas eleições. Atualmente é vice-governador do Pará, eleito na chapa de Simão Jatene (PSDB), com quem rompeu para apoiar o MDB no pleito do Pará. Ele também pertence à Convenção de Ministros e Igrejas Assembleia de Deus do Estado do Pará.

Jader fez campanha ao lado de seu filho, candidato ao Governo do Pará, Helder Barbalho. O candidato eleito liderou as pesquisas de intenções de votos desde o início da campanha. O senador se reelege para o cargo, de onde exerce mandato desde 2011.

Resultado

Com 100% das urnas apuradas, Jader Barbalho (MDB) recebeu 1.383.306 votos, que correspondem a 19,74% do total. Zequinha teve 1.374.956 votos, 19,62% do eleitorado do Pará.  O terceiro colocado, Flexa Ribeiro, teve 16,2%. A maior decepção foi Wladmiir Costa, que teve zero voto

O resultado  geral da eleição para senador do Pará está logo a seguir:

  • Jader Barbalho (MDB): 19,74%
  • Zequinha Marinho (DEM): 19,62%
  • Flexa Ribeiro (PSDB): 16,25%
  • Zé Geraldo (PT): 11,51%
  • Sidney Rosa (PSB): 9,17%
  • Ursula Vidal (PSOL): 8,35%
  • Jarbas Vasconcelos (PV): 6,29%
  • Cel. Osmar Nascimento (PDT): 4,63%
  • Professor Gerson Dourão (PCdoB): 1,80%
  • Bogo (PRP): 1,78%
  • Benedita do Amaral (PSTU): 0,54%
  • Xaropinho do Povo (PPL): 0,31%
  • Prado Sá (PSB): 0,00%
  • Wlad (SD): 0,00%
  • Brancos/nulos: 18,46%
  • Abstenções: 19,95%

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Eleições 2018 Pará

João Salame, coordenador da campanha de Helder Barbalho, é exonerado da Funasa, após prisão no DF

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O empresário, ex-jornalista, ex-sindicalista, ex-deputado estadual ex-prefeito de Marabá, João Salame Neto (PP), acumula mais um “ex” em seu currículo: o de ex-diretor DO Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde,. O Diário Oficial da União desta sexta-feira (19), traz o ato de exoneração de João Salame, depois que foi preso, na última quinta-feira (18), em Brasília, acusado de irregularidades na aquisição de gases medicinais quando era prefeito de Marabá. Salme foi indicado para o cargo pelo ex-ministro da Integração Nacional e candidato ao governo do Pará, Helder Barbalho (MDB). Mas também pesou muito o fato de seu irmão, Beto Salame, deputado federal, ter votado a favor da cassação da presidente Dilma Rousseff, para que Michel Temer pudesse ocupar a presidência da República.

Através de nota, a assessoria da ca

Saiba quem é João Salame e sua ligação com Helder Barbalho. Assista! -

HISTÓRICO DE SALAME

O ex-prefeito de Marabá, João Salame Neto (MDB), QUE FOI preso na manhã desta quinta-feira 918),  pela Polícia Federal, é um dos principais aliados de Helder Barbalho no Pará.

Atualmente, ele exerce a função de diretor do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, indicado por Helder e Jader Barbalho na gestão do presidente Michel Temer (MDB).

João Salame é jornalista, empresário e político. Ele é proprietário do jornal Opinião, em Marabá e já foi presidente do clube de futebol Águia, time que fundou, também em Marabá.

Apesar da militância no sudeste do Pará, Salame ficou conhecido em todo o Estado por ter liderado a luta pela divisão do Pará. Mas, no plebiscito realizado em 2011, a população rechaçou a divisão.

Entre 2006 e 2013 foi vice-presidente estadual do PPS, partido que se elegeu deputado estadual por dois mandatos.

Ele foi vice-líder do governo Simão Jatene na Assembleia Legislativa, mas mudou de lado e de partido, pulando pro PROS se aliou a Helder Barbalho, se tornando apoiador e um dos coordenadores da campanha do então PMDB ao governo do Estado, em 2014. Apenas em 2016, João Salame se filiou ao MDB.

Foi eleito prefeito de Marabá e assumiu o cargo, em 1º de janeiro de 2013 até 31 de dezembro de 2016. Nesse período, ele foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PA), acusado de distribuir combustível durante a campanha eleitoral. Mas, conseguiu voltar ao cargo, através de liminar do Superior Tribunal Eleitoral (TSE).

Em 2016, ele chegou a ser afastado da prefeitura por decisão judicial porque devia mais de R$ 14 milhões à previdência dos servidores municipais. O ministro Ricardo Lewandowski o restituiu ao cargo por entender que ele não atrapalharia as investigações.

O ex-prefeito marabaense foi citado por delatores da Odebrecht como tendo recebido parte dos R$ 1,5 milhão doados, na eleição de 2014, ao então ministro da Integração Nacional Helder Barbalho. A denúncia na Lava Jato, aponta que Helder Barbalho, João Salame e o senador Paulo Rocha (PT) se reuniram com os diretores da Odebrecht para pedir dinheiro pra campanha dos dois candidatos.

João Salame é irmão do presidente do PP no Pará, Beto Salame, que não conseguiu se reeleger para a Câmara Federal.

Em agosto, durante a convenção do PP, em Belém, os irmãos Salame foram acusados pelo ex-senador Mário Couto (PP) de fraudar a decisão do evento, que havia indicado o nome de Couto para concorrer novamente ao cargo de senador.

No dia seguinte, o PP entregou quatro atas, excluindo Mário Couto de concorrer ao Senado. O partido decidiu apoiar a candidatura de Jader Barbalho (MDB) ao Senado. mpanha de Helder Barbalho, nega que João Salame seja coordenador da campanha do MDB. Leia abaixo a íntegra da nota:

“Mediante às notícias falsas, divulgadas nas últimas horas em parte da imprensa paraense, informamos oficialmente que o Sr. João Salame não é coordenador de campanha do candidato Helder Barbalho, do MDB”. 

Solicitamos ainda  o devido reparo na informação divulgada através do site.

Atenciosamente,
Assessoria de Comunicação – Helder Barbalho”.

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Eleições 2018 Pará

Ibope aponta crescimento de 17% para Márcio Miranda; Helder Barbalho, só 4%

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Segundo o IBOPE,  Márcio Miranda cresceu 17% e Helder Barbalho apenas 4%.
Por Diógenes Brandão/  com informações do IBOPE
 
A primeira pesquisa realizada pelo IBOPE Inteligência sobre o segundo turno no Pará, feita entre os dias 15 e 17 de outubro a pedido da TV Liberal, aponta Helder Barbalho* (MDB), liderando a disputa pelo cargo com 58% dos votos válidos, enquanto o democrata, Marcio Miranda tem 42%. A distância entre os dois é de 16 pontos percentuais (p.p.). O percentual de votos válidos de cada candidato corresponde à proporção de votos do candidato sobre o total de votos, excluídos os votos brancos, nulos e indecisos.
Como você pode ver, até o IBOPE que vem dando números muito diferentes dos resultados eleitorais apurados nas urnas, nas últimas eleições, começa a reconhecer o crescimento significativo do candidato democrata Márcio Miranda. Segundo o próprio IBOPE, Márcio tinha 25% em sua última pesquisa divulgada véspera do 1º turno das eleições e agora tem 42% dos votos válidos. Ou seja, um crescimento de 17%, enquanto Helder Barbalho tinha 54% e agora tem 58%, acumulando um crescimento de apenas 4%.
Veja o gráfico da pesquisa estimulada com os votos totais:
Pesquisa IBOPE dá soma de 101% e traz incerteza sobre quem será o próximo governador.
Perceba que a soma dos votos totais, onde além dos dois candidatos, o IBOPE somou os votos Brancos/Nulos e quem Não sabe ou Não respondeu a pesquisa, totalizando 101%.

*Observe que no texto de divulgação da pesquisa IBOPE, Helder Barbalho não aparece com seu sobrenome, mas o blog AS FALAS DA PÓLIS considera justo e importante não omitir essa informação em nossas publicações, já que seu concorrente aparece com o nome e sobrenome.

Gostou da matéria e do blog? Então clique na imagem abaixo e vote em Diógenes Brandão/AS FALAS DA PÓLIS, na categoria BLOGUEIRO DO ANO, do Prêmio Sistema Fiepa de Jornalismo, na modalidade Profissionais do Ano.

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Eleições 2018 Pará

Helder Barbalho nega os fatos e se diz ficha limpa

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 Ministro do Supremo atendeu a pedido da Procuradoria Geral da República. Delatores disseram em depoimentos que a J&F repassou mais de R$ 40 milhões ao MDB nas eleições de 2014

Por Mariana Oliveira, TV Globo — Brasília

Há cinco meses, o ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou abertura de um inquérito para investigar se houve repasses de cerca de R$ 40 milhões da J&F a políticos do MDB durante a campanha eleitoral de 2014.

A decisão foi tomada nesta numa terça-feira (15 de maio) e registrada na quarta  seguinte (16) no sistema do STF. Mesmo assim, no seu program no horário gratuito do TRE no rádio e na televisão, Helder Barbalho nega que seja ficha suja. Diz que suas contas como prefeito de Ananindeua foram aprovadas ( a toque de caixa) pela Câmara ( de vereadores aliados) e Tribunal de Contas do Estado e Ministério Público. E,. como ministro de três pastas              (Aquicultura e Pesca, Portos e Integração Nacional, os dois primeiros no governo de Dilma Rousseff, e o outro, no de Michel Temer,. aprovadas pelo TCU. Mas,só agora estão sendo investigas, de fato. Helder Barbalho e seu pai o senador Jader Barbalho, foram citados nominalmente pelos delatores, como se pode ver nesta reportagem.

Inquérito

Relator da Lava Jato no Supremo, Fachin autorizou a abertura do inquérito atendendo a um pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), apresentado em abril.

Segundo a procuradora-geral, Raquel Dodge, as suspeitas são baseadas nas delações premiadas de Sérgio Machado, ex-senador pelo MDB e ex-presidente da Transpetro, e de Ricardo Saud, ex-executivo da J&F.

Delações

Nos depoimentos, Sérgio Machado disse ter chegado ao conhecimento dele que a JBS, empresa do grupo J&F, faria doações à bancada do MDB do Senado em 2014 no valor de R$ 40 milhões.

Ainda de acordo com o delator,  seriam beneficiados com a doação os senadores Renan Calheiros (AL), Jader Barbalho (PA), Romero Jucá (RR), Eunício Oliveira (CE), Vital do Rêgo (PB), hoje ministro do Tribunal de Contas da União, Eduardo Braga (AM), Edison Lobão (MA), Valdir Raupp (RO) e Roberto Requião (PR), “dentre outros”.

Ricardo Saud, por sua vez, afirmou – segundo a PGR – que houve pagamento de aproximadamente R$ 46 milhões a senadores do MDB.  Segundo o delator, apesar de diversas doações terem sido realizadas de forma oficial, “tratava-se de vantagem indevida, uma vez que dirigentes do PT estariam comprando o apoio de peemedebistas para as eleições de 2014 como forma de assegurar a aliança entre os partidos“.

O delator afirmou ainda, que o objetivo era “manter a unidade no PMDB, já que havia, à época, risco de ruptura, com a perspectiva de integrantes do partido passarem a apoiar formalmente a campanha de Aécio Neves à Presidência da República.”

Veja quais são as suspeitas que a PGR levantou a respeito dos investigados:

Eduardo Braga: o senador é suspeito de ter recebido pagamentos por meio de serviços de táxi aéreo no valor de R$ 6,08 milhões.

Vital do Rêgo: teria recebido pagamentos por meio da emissão de notas frias para empresa de comunicação no valor de R$ 6 milhões.

Jader Barbalho: o senador teria recebido R$ 8,9 milhões por meio de empresa de consultoria, de transportes, e de advocacia e por meio de doações oficiais ao diretório do MDB do Pará, além de doação oficial para o filho Helder Barbalho.

Eunício Oliveira: teria recebido R$ 5,6 milhões por meio de notas fiscais frias emitidas por empresas de filmes e pesquisas de opinião, além de doações oficiais ao MDB.

Renan Calheiros: o senador é suspeito de ter recebido R$ 9,9 milhões por meio de notas fiscais frias emitidas para empresas de comunicação, empresas de pesquisa e doações oficiais.

Henrique Eduardo Alves: teria recebido ilegalmente R$ 2,9 milhões.

Na época em que se tornaram públicas as delações dos executivos da J&F, os políticos do MDB que agora são alvo do inquérito aberto por Fachin negaram recebimento de verba irregular (veja o que disseram no final desta reportagem).

Raquel Dodge afirma que há indícios suficientes para investigação dos políticos mencionados.

A comprovação de doações oficiais para o Diretório Nacional do PMDB com subsequente repasse para Diretórios estaduais dos Senadores, a apresentação de contratos fictícios e de notas fiscais frias dão veracidade aos depoimentos prestados por Sérgio Machado e Ricardo Saud. Há indícios suficientes para justificar a abertura de investigação no âmbito desta Corte em relação aos parlamentares e demais envolvidos“, afirma a procuradora em documento enviado ao Supremo.

A procuradora apontou suspeitas de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

Ao decidir pela abertura do inquérito, Fachin destacou que, no momento, não é possível dividir a investigação sobre as pessoas sem foro privilegiado porque houve “descrição de condutas materialmente imbricadas”.

No último dia 3, o Supremo decidiu que deputados federais e senadores só terão direito ao foro privilegiado em casos de crimes cometidos durante o mandato e em função da atividade parlamentar.

“Nessa toada, e em juízo preambular, eis que ainda não sujeito a qualquer contraditório, há razão suficiente para, neste momento, reconhecer que os fatos ocorridos denotam especial interligação nas condutas atribuídas a parlamentares federais e aos demais envolvidos, a recomendar a persecução abrangente dos fatos narrados e evitar decisões contraditórias”, escreveu o relator da Lava Jato.

De acordo com o ministro, a PGR aponta, por exemplo, que “as solicitações de vantagens indevidas pelos agentes políticos, antes de serem definitivamente entregues, dependiam de prévios interlóquios entre o ex-executivo Joesley Batista e Guido Mantega, ministro da Fazenda à época dos fatos”.

O ministro também determinou que o inquérito seja enviado à Polícia Federal, que terá 60 dias para realizar coleta de provas. Nesse período, deverão prestar depoimento:

  • Sérgio Machado, ex-senador pelo MDB e ex-presidente da Transpetro;
  • Joesley Batista, dono do grupo J&F;
  • Ricardo Saud, executivo do grupo J&F;
  • Renan Calheiros, senador pelo MDB;
  • Jader Barbalho; senador pelo MDB;
  • Eunício Oliveira, senador pelo MDB e presidente do Congresso;
  • Vital do Rego, ex-senador pelo MDB e ministro do TCU;
  • Eduardo Braga, senador pelo MDB;
  • Valdir Raupp, senador pelo MDB;
  • Dario Bergher, senador pelo MDB;
  • Helder Barbalho (MDB-PA), ex-ministro da Integração;
  • Henrique Alves (MDB-RN), ex-ministro do Turismo e ex-presidente da Câmara;
  • Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda.

Versão dos investigados

Veja o que disseram os políticos do MDB quando se tornaram públicas as delações dos executivos da J&F.

Eduardo Braga: A assessoria de Eduardo Braga disse que: “As contas de campanha foram aprovadas sem ressalvas pelo TRE do Amazonas. E as doações foram declaradas à Justiça”.

Eunício Oliveira: “A narrativa dos delatores é falsa e caluniosa, o senador Eunício Oliveira nunca recebeu doações eleitorais do senhor Sérgio Machado, seu adversário político histórico, ou do Partido dos Trabalhadores, conforme é possível verificar na prestação de contas aprovada pela Justiça Eleitoral.”

Jader Barbalho: O senador Jader Barbalho afirmou que “jamais” pediu ou autorizou “qualquer partido ou pessoa a pedir dinheiro para decidir meu voto, e desafio esse marginal internacional, dono da JBS, a provar, de qualquer forma, que eu recebi algum dinheiro dele, por doação oficial ou não.”

Vital do Rego: O ministro do TCU Vital do Rêgo não se posicionou sobre a abertura de inquérito. No ano passado, quando a delação da J&F foi divulgada, ele afirmou que “em 2014, quando disputou o governo da Paraíba, recebeu doações legais do Grupo JBS. Elas estão na prestação de contas já analisada e aprovada pela Justiça.” E que “desconhece os fatos narrados pelo delator e está à disposição das autoridades para os esclarecimentos necessários.”

Renan Calheiros: Também em nota, o senador Renan Calheiros disse que a citação ao seu nome é “fantasiosa”. “Reafirmo que nunca tratei e nem presenciei qualquer conversa sobre distribuição de recursos ilícitos”.

Helder Barbalho diz não ter relação com Lava Jato

O candidato ao governo estadual do Pará Helder Barbalho (MDB) afirmou, durante entrevista ao JL1 nesta segunda-feira (10), que, se eleito, vai ampliar a rede de saneamento e tratamento de esgoto no estado, com a reestruturação da Cosanpa. Helder também prometeu investir os recursos da saúde de forma transparente e eficaz.

Helder participou da primeira entrevista feita pela TV Liberal, afiliada da Rede Globo, com os candidatos ao governo estadual. Assista no vídeo acima. As entrevistas seguem até sexta-feira (14) e, abaixo, há o cronograma.

“A minha proposta é reforçar e reestruturar a Cosanpa para que nós possamos ampliar a cobertua , não somente nas grandes cidades mas também fazer parcerias com os municípios que possuem sistemas próprios de saneamento e abastecimento de água para que as pessoas possam ter água de qualidade na sua torneira e tratamento de esgoto.”

Helder Barbalho (MDB), em entrevista ao JL1 nesta segunda-feira (10). — Foto: Reprodução / TV Liberal

Helder Barbalho (MDB), em entrevista ao JL1 nesta segunda-feira (10). — Foto: Reprodução / TV Liberal

O candidato do MDB também garantiu que há recursos para investir na saúde do Estado e que pretende avaliar os gastos atuais com as administrações de hospitais regionais. “A previsão de recurso na área da saúde está na ordem de R$ 2,7 bilhões, mas precisa da uma boa utilização do recurso. Gastar bem com transparência e com prioridade. Atualmente se gasta em torno de 23% na gestão desses hospitais regionais. São mais de R$ 600 milhões com organizações sociais e que ninguém consegue ter acesso ao detalhemento desses gastos. Precisamos primeiro saber e gastar bem os recursos.

Lava Jato

Quando questionado sobre a suspeita levantada em delação da Operação Lava-Jato de que o candidato teria recebido R$ 1 milhão da Odebrecht não contabilizados para a campanha das eleições de 2014.

Eu não tenho qualquer condenação o que me permite estar candidato. No meu caso sequer foi feito denúncia. O que há é uma investigação há três anos e fica claro a inconsistência das denúncias em que o MP e os órgãos fiscalizadores sequer promoveram a denúncia. Nesse momento que desce pro Tribunal Regional Eleitorial fica mais claro ainda de que não havendo consistência com aquilo que foi dito o TRE estará a analisar. E é importante dizer que o TRE já aprovou minhas contas de campanha de 2014.

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