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Jari Celulose planeja ampliar investimentos para gerar mais quatro mil empregos no Pará

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Sérgio Amoroso explicou que, hoje, a fábrica de celulose da Jari, instalada em Almeirim, na região do Baixo Amazonas, produz cerca de 250 mil toneladas de celulose por ano, e e deve aumentar em breve essa produção para 300 mil.

A Jari Celulose, presente há quase 50 anos no Pará, planeja ampliar os seus investimentos no Estado e gerar mais quatro mil empregos diretos, além dos três mil atuais, num prazo de sete a dez anos. Para discutir as possibilidades de parceria da empresa com o Governo, Helder Barbalho recebeu o presidente do Grupo Orsa e controlador da corporação, Sérgio Amoroso, na tarde desta quarta-feira (13).

A reunião, realizada no Palácio do Governo, contou com a presenta dos secretários de Estado de Meio Ambiente, Mauro Ó de Almeida; de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia, Iran Lima; além do presidente do Instituto de Terras do Pará, Bruno Kono.

Uma das intenções do representante da empresa é buscar apoio do Estado no que se refere à segurança jurídica dos empreendimentos e contrapartidas, sobretudo na área social. Sérgio Amoroso explicou que, hoje, a fábrica de celulose da Jari, instalada em Almeirim, na região do Baixo Amazonas, produz cerca de 250 mil toneladas de celulose por ano, e e deve aumentar em breve essa produção para 300 mil.

O objetivo é ainda maior para os próximos anos: a empresa quer produzir um milhão de toneladas de celulose a cada 12 meses, o que vai subir de três para quatro mil empregos diretos e de 12 para 15 mil empregos indiretos envolvidos com o empreendimento.

“Esse investimento já existe há quase 50 anos no Pará e, nos últimos tempos, o Estado vinha oferecendo muita instabilidade jurídica e insegurança. Nesta nova gestão, no entanto, estamos vendo que o Governo quer resolver as questões e fazer com que o investidor se sinta mais seguro”, destacou, acrescentando que a conversa com o governador Helder Barbalho e secretários fluiu de maneira muito produtiva.

“O governador se comprometeu a nos ajudar a resolver os problemas de maneira rápida e, em contrapartida, pediu nosso apoio em questões sociais. Como temos uma instituição que trata disso, a Fundação Jari, veremos de que maneira podemos colaborar de maneira efetiva. Uma delas será, sem dúvida, com o Hospital Oncológico Infantil de Belém”, detalhou Sérgio.

O secretário Iran Lima disse que uma das prioridades do Governo é fazer com que as secretarias ajam de maneira integrada e contribuam para a economia crescer e gerar desenvolvimento para o Estado.

“Já estamos trabalhando para dar segurança jurídica e regularização fundiária a todos os que desejam se instalar no Estado, dentro da Lei. O nosso objetivo final é gerar mais emprego, renda e atender os interesses sociais do Pará”, frisou.

Por Elck Oliveira/Assessoria do Governo

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Semas monta força tarefa para agilizar licenças ambientais para construção de rampas no rio Moju

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Uma força tarefa foi montada ) para dar celeridade a avaliação das licenças ambientais necessárias para o início das obras no entorno da ponte do MojU

Uma força tarefa foi montada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) para dar celeridade a avaliação das licenças ambientais necessárias para o início das obras no entorno da ponte do Moju. No local serão construídas rampas de acesso para que balsas possam encostar e fazer o transporte de veículos e pedestres que precisam atravessar. A intervenção tornou-se necessária após uma balsa colidir com um dos pilares da ponte Rio Moju e fazer parte dela desabar, o que impediu o fluxo de veículos.

“Destacamos um grupo de especialistas para que eles concentrem os esforços na análise das licenças. Assim, a equipe avalia de forma minuciosa todos os critérios necessários para emitir a liberação sem que haja nenhum tipo de risco ao meio ambiente. Estamos trabalhando para que os transtornos sejam solucionados o mais rápido possível”, avaliou, Rodolpho Zaluth Bastos, Secretário interino da Semas.

Além da formação do grupo especializado, uma equipe da secretaria foi ao local para avaliar os possíveis impactos ambientais ainda no sábado. Os técnicos da Semas fizeram o registro da área e aguardam o relatório de análise das águas do Rio Moju. O material coletado pelo Instituto Renato Chaves deve apontar o nível da poluição causado pelo vazamento de combustível da embarcação. Caso seja confirmado o crime ambiental, a empresa pode ser notificada e multada de acordo com o previsto em lei.

Por Ronan Frias

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 PA-252, repleta de lama, é inviável como alternativa 

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Laudo do acidente com a ponte do Moju será apresentado nesta terça-feira pelo ‘Renato Chaves’

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 O Centro de Perícias Científicas Renato Chaves entregará, nesta terça- feira  9, o   laudo preliminar do levantamento feito no local da colisão de uma balsa com a ponte sobre o rio Moju, na Alça Viária, no dia 4 passado. O laudo , que subsidiará a ação judicial do Estado do Pará contra os responsáveis pela destruição dos  vãos centrais da ponte, Uma empresa já foi contratada para remover os escombros. Oito pessoas já foram ouvidas no inquérito policial instaurado para apurar os fatos. Segundo a polícia, nos exames toxicológicos e de dosagem alcoólica nos condutores do comboio não foi identificada qualquer substância entorpecente.
Contudo, causa espanto que o governo estadual divulgue que   a balsa navegava com excesso de peso – aproximadamente duas toneladas -, o que teria sido “crucial” para o abalroamento ocorrer, aliado à corrente intensa da maré naquele momento. Não é crível essa hipótese. E isto por várias razões: primeiro, porque duas toneladas é peso-pena para uma balsa. Duas mil toneladas, um peso médio para balsas pequenas. Segundo, se a balsa estivesse com peso excessivo ela afundaria, e nem assim seria causa de colisão. Por último, mas não menos importante, a balsa está há dias embaixo de uma pesadíssima estrutura de concreto e aço (a parte da ponte que desabou) e até agora não submergiu. Ou seja: o mero bom senso desmente essa afirmação.
Trinta militares do Corpo de Bombeiros do Pará e sessenta da Marinha do Brasil, incluindo mergulhadores, usando oito embarcações, entre elas a lancha hidrográfica Sidescan, equipada com sonar que faz a varredura do leito do rio, vêm se dedicando às buscas por possíveis vítimas do desabamento de parte da ponte Moju Alça, mas até agora nenhum automóvel ou corpo foi localizado.  A equipe monitora dois pontos que o equipamento registrou, e amanhã os trabalhos continuarão. Contudo, é intrigante que testemunhas tenham dito que viram dois carros caindo da ponte mas ninguém tenha procurado a polícia para registrar desaparecimento de pessoas.
Fonte;Blog Franssinete Florenzano

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