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Jojo Todynho sensualiza e aparece de topless em foto

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Folha/Instagram/JojoTodynho

Cantora colocou tarjas pretas nos dois seios

Jojo Todynho, 22, surpreendeu os fãs neste domingo (10) ao publicar uma foto com os seios à mostra, tampados apenas com tarjas pretas. Entre eles, está uma tatuagem do achocolatado Toddynho, uma referência ao nome artístico da cantora do hit “Que Tiro Foi Esse”. 

Os seios são a marca registrada da cantora e já fizeram até sucesso internacional, quando Jojo os mostrou para Drake durante passagem do astro pelo Brasil no Rock in Rio. Dessa vez, foram compartilhados mais abertamente, com seus seguidores do Instagram, e renderam elogios à artista. 

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Briga de Anitta e Ludmilla esquenta discussão sobre autoria musical

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Foto: Reprodução / Fonte: *Folhapress

Eram 4h30 da manhã de um sábado de fevereiro de 2017 quando a cantora amadora Mina Lioness usou o Twitter para comentar uma postagem de Demi Lovato. A frase que ela publicou (“I did a DNA test and found out I’m 100% that bitch”) acabou viralizando, virando meme e, depois, verso da letra de uma música da rapper Lizzo.

A canção, “Truth Hurts”, saiu neste ano e foi a mais ouvida nos Estados Unidos por sete semanas, mas, questionada na internet, Lizzo teve de ir às redes sociais explicar a origem da letra –e anunciar que ia incluir Mina Lioness como uma das autoras de “Truth Hurts”.

Algo semelhante já havia acontecido com Beyoncé. A cantora creditou Ezra Koenig, vocalista do Vampire Weekend, como um dos autores de “Hold Up”, de “Lemonade” (2016). Isso porque a primeira frase do refrão é exatamente um tuíte de Koenig publicado em 2011.

Os casos se somam à rixa recente de Anitta e Ludmilla, acendendo o debate sobre autoria de músicas na era das participações, da composição coletiva e da informação altamente registrada. De muitas maneiras, o conceito de compositor nunca foi tão fluido.

A gota d’água na briga de Ludmilla com Anitta foi a decisão da cantora de “Vai Malandra” de se incluir como coautora de “Onda Diferente”, um funk com participação de Snoop Dogg. Ludmilla, a compositora da canção, aceitou dividir os créditos meio a meio com Dogg, a pedido do rapper americano.

Mas, para a surpresa de Ludmilla, Anitta também se colocou como uma das compositoras da música. Ludmilla ficou sabendo da história pela internet, informada por fãs de Anitta, quando Ivete Sangalo cantou “Onda Diferente” em seu show no Rock in Rio.

Ludmilla diz que havia mostrado a canção à gravadora, a Warner, que só acreditou no potencial da composição depois que Anitta apostou na faixa. Anitta também diz que deu pitacos na produção.

No Ecad, que cobra e distribui os direitos autorais de músicas no Brasil, há dois cadastros de “Onda Diferente”. Um com Anitta, Ludmilla e Snoop Dogg, e outro sem Anitta.

“Por conta disso, eles estão bloqueados”, diz Mario Sergio Campos, gerente executivo de distribuição do Ecad. Segundo ele, até que o impasse se resolva –no caso, um dos cadastros seja validado– os direitos da canção estão bloqueados.

O desentendimento das duas é resultado da falta de um acordo prévio, mas o caso está cheio de nuances. Para Pablo Bispo, autor de hits de Iza e Pabllo Vittar, na música pop atual os conceitos de produção e composição se misturam.

“Antigamente, o compositor fazia a partitura e dava exclusivamente para o arranjador” diz. “Hoje, como é tudo eletrônico, acaba misturando batida, melodia, sample. Principalmente nessa nova ‘música urbana’. Você está fazendo um funk no quarto, zoando na rua. Não tem como mensurar como antigamente.”

No coletivo que ele integra, o Brabo Music Team, tudo é feito de maneira colaborativa. Ele lembra, por exemplo, de quando uma assessora da cantora Lary, em sessão de estúdio, deu uma ideia que acabou sendo usada na faixa –e ela foi creditada como autora.

“Todo mundo que participa do processo está dentro da música”, diz. “Mesmo que as ideias da pessoa não tenham entrado [na música].”

Esse olhar coletivo para a composição é comum também entre os sertanejos. Em Goiânia, alguns dos grupos de compositores mais bem-sucedidos trabalham desta maneira.

Everton Mattos, do coletivo Single Hits, diz que todos os parceiros ganham crédito. “Por mais que você não esteja num dia iluminado, você fala alguma coisa que acaba levando a outra que acaba na música”, explica. “Dividimos em seis partes iguais. Mesmo se a pessoa faltar no dia, sempre vão estar os seis.”

Um dos seis integrantes do Single Hits trabalha mais com produção do que diretamente com composição. Ainda assim, pela influência no arranjo, ele também é listado como autor.

O acordo do coletivo lembra o que faziam John Lennon e Paul McCartney no começo dos Beatles. Eles assinavam como Lennon/McCartney todas as faixas criadas por um, pelo outro ou em dupla.

O caso de Anitta e Ludmilla levanta ainda outras questões. Em nenhum dos dois cadastros feitos no Ecad, o beatmaker Papatinho aparece como autor –ele é creditado apenas como intérprete.

Ser autor significa ter participação na obra, que é imaterial. Ser intérprete dá direitos apenas ao fonograma, que é a gravação da música. Essa distinção se reflete no dinheiro.

Segundo o Ecad, 85% dos direitos de execução pública –shows, rádios, programas de TV, bares– vão para os artistas. Destes, dois terços são relativos à obra (autorais) e um terço ao fonograma (intérprete).

Em um show como o de Ivete Sangalo no Rock in Rio, 85% do valor arrecadado pelo Ecad é totalmente destinado aos autores. Isso porque, em apresentações ao vivo, não há uso da gravação. Os intérpretes são os músicos no palco, que ganham cachê.

O streaming tem outras regras. Segundo Mario Sergio Campos, cerca de 70% do faturamento líquido do Spotify vai para o pagamento de artistas. Destes, 58% vai para as gravadoras –que detêm os fonogramas– e 12% para os autores.

Só uma porcentagem desses 58%, negociada antes com a gravadora, é o que recebem os intérpretes. É o caso de Papatinho em “Onda Diferente”.

Mas a discussão sobre a inclusão de beatmakers e produtores como autores está avançada. Já que, muitas vezes, eles são responsáveis por criar e gravar toda a base –o que inclui batidas e melodias eletrônicas– de uma música.

“Antigamente, só apareciam no fonograma, como intérpretes”, diz o diretor do Ecad. “Com a música mais eletrônica e dependendo de arranjos e beats, eles acabam dando uma marca para as faixas.” Pablo Bispo pensa parecido. “Muitas vezes, a música não é só letra e melodia, mas um beat super-reconhecível, que dá outro peso.”

Ele lembra de quando Andy Summers, guitarrista do The Police, disse que “‘Every Breath You Take’ era uma merda antes de eu inserir minha parte”. Único creditado como autor, o vocalista Sting, ganha por volta de US$ 2.000 por dia só com royalties do hit.

Outra discussão levantada por “Onda Diferente” tem a ver com as participações. Snoop Dogg compôs apenas seu verso, mas exigiu metade dos direitos autorais da música.

Esse tipo de negociação é comum em parcerias. Importa menos o quanto Dogg influenciou a criação da música do que a contribuição que seu nome pode dar ao sucesso dela.

De maneira geral, os criadores de música pop nunca se utilizaram de tantos elementos e opiniões diferentes em sua fase de concepção. Isso vai desde um tuíte antigo até o áudio de uma amiga no WhatsApp que Bispo usou em canção.

“Não existe fórmula. Não tem certo e errado”, ele diz. “Tem que ser muito ajustado quando você está negociando. Fazendo isso, você não gera um desconforto depois.”

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MC Gui fala de arrependimento após zoar menina na Disney: “Fui um imbecil”

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Fonte/Foto: UOL/Leo Dias

RESUMO DA NOTÍCIA

  • Pegou mal para MC Gui um vídeo que ele gravou na Disney e postou em suas redes sociais rindo de uma criança
  • O assunto rapidamente viralizou e ele foi acusado de bullying; shows e compromissos profissionais foram cancelados
  • Em sua primeira entrevista após o ocorrido, ele fala de arrependimento e reconhece que cometeu erros
  • Diz que procurou terapia e que está buscando ONGs que trabalham com o tema para ajudar

As férias de MC Gui com a família e alguns amigas na Disney acabaram de forma trágica. O cantor publicou, no dia 21 de outubro, um vídeo em seu Instagram em que ria de uma garotinha e foi acusado de humilhar a criança. Nas imagens, o funkeiro está dando risada enquanto foca a câmera no rosto da criança, que, constrangida, não entende o que está acontecendo.

Ele acabou excluindo os stories na sequência e, a princípio, postou um vídeo dizendo que se tratava de uma brincadeira. “A internet está muito chata, eu não fiz bullying com a menina.” Não foi suficiente para contornar a situação.

O assunto virou rapidamente um dos mais comentados das redes sociais, Gui teve shows cancelados e vem passando os últimos dias recluso. Nesta primeira entrevista sobre o ocorrido, ele fala do arrependimento, reconhece seus erros e pede uma chance para mostrar que é “um cara do bem”.

Leia, abaixo, trechos da conversa do cantor com Leo Dias.

Leo Dias – O que aconteceu naquele dia?

Mc Gui – Pelo quarto ano consecutivo, eu viajo com a minha família. Desta vez, consegui levar também alguns amigos. Era mês de Halloween e, chegando no parque, pegamos um trenzinho que levava até o portão de entrada. Encontramos essa família fantasiada de personagens de filme da Disney. Foi quando eu cometi o meu primeiro erro. Peguei meu telefone e comecei a gravar essas pessoas que eu não conhecia. E o segundo erro foi o momento que eu dei risada no vídeo. Eu e meus amigos acabamos dando risada de algo que não devíamos ter dado.

Você considera que essa risada tenha sido imatura, infantil?

Sim. Foi muito infeliz, foi totalmente errado. Mas naquele momento não consegui perceber isso. Foi algo que, para nós, era normal. Só depois parei para analisar que, às vezes, o que é [motivo de piada] para mim não é para os outros. Eu me senti constrangido no lugar dela [da menina, alvo das filmagens]. Poucos minutos depois, comecei a receber muitas críticas. Acabei voltando no vídeo e me toquei.

Você olhou e já sacou: “Putz, fiz merda”?

Não. Na verdade eu tentei me justificar. E foi o meu terceiro erro, porque aquilo não tem justificativa. Não tem explicação. Comecei a receber muitas críticas e apaguei todos os vídeos. Deveria, naquela hora, ter mostrado o que eu sinto hoje, o que eu senti todos os dias de lá para cá: um profundo arrependimento, uma profunda tristeza.

A sua vida mudou?

Sim, totalmente. De duas semanas para cá, tenho sofrido bastante com tudo isso. E o que mais me deixa preocupado é ver as pessoas que estão ao meu redor sofrendo comigo, principalmente a minha família, os meus fãs e os meus amigos.

Você acha que decepcionou sua família?

Com certeza, minha família inteira. É muito difícil

E você sabe que é uma influência para muitos jovens, que te seguem e te admiram, e talvez eles tenham se decepcionado com você também?

Exatamente. isso é o que mais me preocupa. Eu fui muito imbecil naquele momento. Então, isso me preocupou. Não é a minha carreira. Eu preciso de saúde, eu preciso viver. Todos que me conhecem sabe: eu sempre fui uma pessoa do bem. Não quero que um deslize que eu tive acabe com a minha vida, com todo o respeito que eu tenho. Eu preciso que isso vá embora para que eu posso continuar fazendo o que eu sempre fiz, agora da melhor forma possível.

Como foram os primeiros dias depois do acontecido lá nos EUA e a sua chegada ao Brasil?

Pra mim não existiu viagem. Eu me decepcionei totalmente, decepcionei a minha família. Assim que eu cheguei ao Brasil, fui direto para a minha casa e não saí de lá para nada. Depois, dei início a uma terapia, foi algo que me ajudou muito. Eu me pus no lugar de todos que me criticaram. E essas críticas me ajudaram a analisar a situação. A ver o quão imbecil eu fui, o quanto eu fui errado em fazer tudo aquilo que eu fiz. Até hoje não consigo me enxergar naquela pessoa. E ainda tenho um grande medo de mim: que essa angústia não me deixe tão cedo. Cometi um grande erro, mas preciso que isso saia de mim para que eu possa voltar a viver, a ser feliz, a seguir com minha vida. E só depois pensar na minha carreira. Antes, preciso estar bem comigo mesmo.

É o pior momento da sua vida?

Sim, é o momento mais infeliz para mim. Eu já passei por diversas coisas, mas hoje é o momento mais triste da minha vida. Estou tendo dificuldades para dormir, os primeiros dias foram horríveis. Não tenho mais nenhum compromisso, porque minha cabeça está em outro lugar. A cabeça está a milhão.

Você chorou muito?

Sim.

Você viu a proporção que a história tomou?

Pouco tempo depois que eu postei o vídeo tentando dar uma explicação, eu entrei no meu Instagram e estava com 4 milhões de visualizações em uma hora. Aí fiquei assustado. Isso foi me deixando mais desesperado, não sabia o que fazer.

Você chegou a procurar a família que aparece no seu vídeo?

Sim, mas não encontrei.

E se você encontrasse, o que falaria?

Gostaria de pedir um grande perdão àquela família, principalmente à garotinha. Cometi grandes erros que eu não podia ter cometido.

Qual é a lição que você leva para a sua vida?

Em poucos dias parece que eu evoluí para minha vida inteira. Eu tive uma atitude totalmente errada e tenho certeza de que daqui para a frente eu farei de tudo para que nada nem perto disso aconteça na minha vida.

O que você está fazendo de fato?

Nós estamos procurando ONGs especializadas em alguns assuntos, em bullying. Às vezes uma brincadeira de mau gosto é o que começa isso. São coisas que acontecem diariamente.

Houve duas reações ao episódio: os seus seguidores cresceram e houve aqueles shows cancelados. Você pensou que você poderia estar colocando um ponto final na sua carreira?

Quanto aos seguidores, eu acredito que as pessoas acabaram ficando muito curiosas com o que aconteceu. E na questão dos shows, além de algumas empresas terem pedido para esperar e depois tentar resolver da melhor forma, eu mesmo pedi para o meu pai conversar com o empresário e tomar a iniciativa de cancelar alguns compromissos. Não estou preparado. Não tenho condição nenhuma de subir ao palco, de entrar no estúdio, de tentar escrever uma música, sabe? Agora, peço um voto de confiança para mostrar o cara que eu sempre fui, um cara do bem.

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Roger Moreira rejeita romper com Bolsonaro: “Não vai rolar”

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Roger Moreira afirmou lealdade a Bolsonaro Foto: Reprodução

Convidado desta quarta-feira (13) do programa Pânico, da rádio Jovem Pan, o músico Roger Moreira, líder da banda Ultraje a Rigor, declarou que não irá romper com o presidente Jair Bolsonaro. Roger comentou sobre o apoio após ser questionado sobre Danilo Gentili, com quem trabalha no programa The Noite. Gentili tem feito críticas a Bolsonaro em seu programa.

– Não vai rolar [o rompimento com Bolsonaro]. A gente [Roger e Gentili] discorda um pouco nesse ponto [Bolsonaro]. A gente teve uma dificuldade muito grande de tirar o PT do poder. [A oposição ao PT] não é por causa de corrupção, é mais pela ideologia, coisas com as quais não concordo e não consigo entender como tem gente que concorda – afirmou o músico.

Apesar da admiração, Roger revela que não aprova todas as medidas de Jair Bolsonaro. Ainda assim, também não acha justo comparar erros de Bolsonaro com os de Lula.

– O cara que fala ‘e o Queiroz?’ tenta comparar uma coisa ruim com outra como se fosse igual. O cara [Lula] roubou bilhões do BNDES, financiou ditaduras. Você quer comparar com um negócio que também está errado [o caso envolvendo Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz], mas é menor. Não é dizer amém a tudo que o cara [Jair Bolsonaro] fizer, mas talvez não seja a hora [de criticar] – observou.

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