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Jornalista Ricardo Boechat morre em helicóptero que caiu no Rodoanel, em São Paulo

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O Corpo de Bombeiros confirmou ao menos três mortes, do piloto, copiloto e o motorista do caminhão

Isabela Palhares, O Estado de S.Paulo

 

SÃO PAULO – O jornalista Ricardo Boechat morreu na queda de um helicóptero no Rodoanel no início da tarde desta segunda-feira (11), em São paulo. A aeronave caiu no quilômetro 7 do Rodoanel, próximo ao acesso à  rodovia Anhanguera, próximo a chegada a São Paulo, em cima de um caminhão.

A confirmação da morte do jornalista veio da direção de jornalismo da Band ao Estado.

 Segundo o Corpo de Bombeiros, a aeronave caiu em cima de um caminhão que trafegava pela via, no sentido interior, próximo à praça do pedágio. O motorista do caminhão foi socorrido pela concessionária.
Caminhoneiros voltam a fazer manifestações na Anhanguera

Helicóptero caiu no km 7 da rodovia Anhanguera, em cima de caminhão Foto: Nilton Fukuda/Estadão

Os bombeiros informaram que 11 viaturas foram deslocadas para o local para o resgate.

Ainda de acordo com os bombeiros, a aeronave que caiu era do modelo BELL PT HPG.

Foram feitas interdições parciais na pista do Rodoanel, sentido Perus, e na Anhanguera, sentido Jundiaí. A concessionária CCR Rodoanel informou que os motoristas podem acessar a Anhanguera, no sentido São Paulo, e pegar um retorno no quilôemtro 18 para seguir para o interior.

Helicóptero que transportava era pilotado pelo proprietário e tinha documentação em dia

Depoimento de testemunha que disse ter visto pás inoperantes deve ser fundamental na perícia

 

A apuração das causas do acidente com o helicóptero que transportava o jornalista Ricardo Boechat e caiu nas proximidades da Via Anhanguera nesta segunda-feira, 11, matando o âncora da Rede Bandeirantes, não será rápida. “Aparentemente é um daqueles casos de múltiplas falhas”, disse ao Estado um especialista em manutenção de aeronaves de asas rotativas – o nome técnico dos helicópteros. Para ele, o depoimento de uma testemunha que teria visto as grandes pás superiores do Bell Jet Ranger inoperantes será fundamental na perícia.

Helicóptero em que estava Ricardo Boechat caiu sobre um caminhãoHelicóptero em que estava Ricardo Boechat caiu sobre um caminhão Foto: JF Diorio/Estadão

O Jet Ranger II é considerado pelos operadores uma aeronave robusta e confiável. Desde o lançamento da primeira versão, em 1962, até o final da fabricação, em 2010, foram produzidas cerca de 7,3 mil unidades de todas as variantes – entre as quais vários modelos de uso militar. A Bell reconhece “empresas e governos usuários” em 36 países. Em configurações de quatro a sete passageiros e motorização opcional, tem autonomia de 693 km, pesa de 1,2 a 1,4 tonelada e voa a 271 km/hora. O valor médio de mercado é de US$ 1 milhão.

 O PT-HPG, da transportadora RQ Serviços Aéreos Especializados, de São Paulo, era pilotado no momento da queda pelo proprietário da companhia, Ronaldo Quatrucci. Ele também morreu. O helicóptero estava com a documentação de controle operacional atualizada – o certificado de navegabilidade era válido até 2023 e o de inspeção anual por mais três meses.

Políticos e jornalistas lamentam a morte Boechat nas redes sociais

Jornalista Ricardo Boechat morreu na queda de um helicóptero na cidade de São Paulo

Jornalista Ricardo Boechat morreu na queda de um helicóptero na cidade de São Paulo Foto: Alex Silva/Estadão

SÃO PAULO – Políticos, jornalistas e admiradores lamentaram nas redes sociais a morte do apresentador e comentarista Ricardo Boechat, de 66 anos, nesta segunda-feira, 11, na cidade de São Paulo. O jornalista morreu na queda de um helicóptero no quilômetro 7 do Rodoanel, próximo ao acesso à Rodovia Anhanguera.

“É com pesar que recebo a triste notícia do falecimento do jornalista Ricardo Boechat, que estava no helicóptero que caiu hoje em SP. Minha solidariedade à família do profissional e colega que sempre tive muito respeito, bem como do piloto. Que Deus console a todos!”, escreveu o presidente Jair Bolsonaro (PSL) nas redes sociais.

Em nota, o Palácio do Planalto lamentou a morte. O texto afirma que o País perdeu “um dos principais profissionais da imprensa brasileira”. “A Presidência da República expressa seu pesar e condolências em razão do falecimento do jornalista Ricardo Boechat, vitimado em um acidente aéreo, neste dia. O País perde um dos principais profissionais da imprensa brasileira. Sentiremos a falta de seu destacado trabalho na informação da população, tendo exercido sua atividade por mais de quatro décadas com dedicação e zelo.”

Também em nota, a Prefeitura de São Paulo disse se solidarizar “com a família e amigos pela perda ocorrida na tarde desta segunda-feira”. “Boechat teve destaque em todas as funções que desempenhou no jornalismo, seja como repórter, comentarista ou apresentador. Sempre empenhado em retratar os fatos de maneira precisa e correta, passou pelos principais veículos de comunicação do país e, nos últimos anos, trabalhando na Rádio BandNews FM e na TV Bandeirantes, acompanhou de perto, com a competência de sempre, os temas mais caros à cidade de São Paulo.”

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) também se manifestou nas redes sociais. “Manifesto meus sentimentos às famílias de #RicardoBoechat e do piloto do helicóptero, aos profissionais da Rede Bandeirantes, rádio e televisão, extensivos à classe jornalística, pela triste notícia do acidente que os vitimou. Deus no comando.”

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), chamou Boechat de “um dos maiores jornalistas da sua história”. “Sua atuação diária demonstrava sensibilidade em defesa do interesse público e do jornalismo de qualidade. Toda a solidariedade a seus familiares, amigos e colegas da Rede Bandeirantes”, escreveu. Já o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), prestou condolências aos familiares e colegas do jornalista. “O Brasil perde um profissional ético, íntegro e talentoso.”

Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM) disse receber a notícia com “tristeza”. “Boechat foi um dos grandes comunicadores do nosso país e uma referência de bom jornalismo e independência. Minha solidariedade a seus familiares e amigos.”

Já o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM), afirmou estar em “estado de consternação e tristeza.  “Era um profissional reconhecido pelo trabalho e senso crítico aguçado revelado nos principais meios de comunicação do País.”

Vereador do Rio, Carlos Bolsonaro (PSC) chamou Boechat de “um grande profissional, referência no jornalismo, capaz de conquistar o respeito tanto dos que convergiam quanto dos que divergiam de suas ideias e opiniões. Que seja sempre lembrado por isso”, postou.

A ex-senadora Marina Silva (Rede) declarou ter recebido a notícia com “profunda tristeza”. Boechat fará uma falta enorme ao jornalismo, ainda mais nesse momento do país. Que Deus conforte sua família, amigos e colegas de trabalho nesse momento de perda e dor.”

Boechat era torcedor do América-MG, que prestou homenagem ao jornalista nas redes sociais. “Expressamos nossos sentimentos à família e aos amigos do jornalista e das demais vítimas desse triste acidente.”

Ver imagem no Twitter

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América-MG

@AmericaMG

O América lamenta profundamente a trágica morte de Ricardo Boechat, referência do jornalismo e torcedor do .

Expressamos nossos sentimentos à família e aos amigos do jornalista e das demais vítimas desse triste acidente.

Por meio de nota, o Grupo Record disse que o jornalista vai “deixar uma legião de brasileiros que diariamente acompanhava suas análises e opiniões”. “Expressamos nossas condolências aos familiares, amigos e colegas do jornalista e estendemos nossos sentimentos aos parentes do piloto da aeronave, Ronaldo Quattrucci.”

Jornalistas e admiradores também lamentaram a morte de Boechat. “Tristeza e luto nessa tragédia para o jornalismo brasileiro. Perdemos uma referência para o jornalismo combativo e questionador”, escreveu Flávio Fachel, apresentador do Bom Dia RJ. “Tá difícil de segurar a onda por aqui. Um dia choro por centenas, noutro por dezenas, agora choro por um colega:  Ricardo Boechat, agora não! O jornalismo precisa de você”, escreveu Milton Jung, da CBN.

Colunista do BR 18 e colunista do Estado, Vera Magalhães chamou o jornalista de “referência do jornalismo, colunista, como âncora”. “Com tudo o que era, conseguia ser generoso com quem tinha menos experiência. No encontro que tivemos, me brindou com essa generosidade que nem sei se merecia.”

Já o jornalista André Trigueiro lembrou do período em que trabalhou com Boechat na TV Globo. “Jornalista valente, corajoso, contundente, um dos grandes nomes dessa nossa profissão”, disse. “Ricardo Boechat era uma voz contestadora na imprensa, fará muita falta”, lamentou Mauro Cezar, jornalista da ESPN.

A jornalista Miriam Leitão, da TV Globo, também falou sobre a morte do “querido amigo”. “Não posso acreditar. Eu lhe devo tantos favores, tantas palavras generosas em momentos difíceis. Você foi pessoa linda, jornalista maravilhoso”, escreveu. “Meus sentimentos para a família do Boechat, um dos melhores e mais geniais jornalistas e comunicadores do Brasil”, escreveu o comentarista internacional Guga Chacra.

 

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Bolsonaro não autorizou execução de dívida da TV Globo

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É falsa a notícia de que o presidente Jair Bolsonaro autorizou a execução de uma dívida da TV Globo no valor de R$ 358 milhões. O boato foi o mais enviado por leitores ao WhatsApp do Estadão Verifica,(11) 99263-7900, nesta quinta-feira (10).

O texto enviado pelo aplicativo afirma erroneamente que Bolsonaro publicou uma decisão do Diário Oficial da União na terça-feira, 8, acionando a Receita Federal para iniciar a execução do débito. No entanto, não há qualquer referência à Globo na publicação na data informada.

 O boato afirma ainda que a dívida estaria relacionada à aquisição dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002. Essa acusação já tem circulado desde 2013 e, em 2015, a Rede Globo publicou nota em que esclarece o caso e informa ter pagado os tributos referentes.

Além disso, a cobrança de dívidas não é de competência do presidente. A atividade é de responsabilidade dos órgãos que compõem a Administração Tributária Federal: Secretaria da Receita Federal do Brasil e Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.

Nas redes sociais, o principal perfil que divulgou a informação falsa foi o de Roger Rocha Moreira, que teve 22 mil interações no Twitter. A Agência Lupa e o site Boatos.Org também checaram a desinformação.

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Ministério das Comunicações transforma em clandestinas as rádios comunitárias de todo o Brasil

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De acordo com o MCTIC, essas emissoras cometeram várias infrações da legislação que regulamenta o funcionamento das rádios comunitárias no país

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – MCTIC publicou no Diário Oficial da União, a extinção de autorização de outorga de mais de 100 Rádios Comunitárias em diversas cidades no Brasil.  Na Bahia foram extintas em 14 cidades, sendo Amargosa; Aracatu; Belo Campo; Brejões; Camaçari (FUNASC); Campo Formoso; Candiba; Itororó; Morro do Chapéu; Riachão das Neves; Sátiro Dias; Simões Filho; Várzea da Roça (A.C.C.B.V.V.) e Vera Cruz.

De acordo com o MCTIC algumas emissoras foram alvo de uma série de denuncias sobre reincidência de infrações na legislação que regulamenta a atividade das rádios comunitárias no pais. Para Fernando Henrique Chagas,  conselheiro da Abert e presidente da Associação Baiana de Rádio e Televisão – Abart, a decisão foi muito importante.

Confira a declaração de Fernando Henrique Chagas:

Fonte: Rádio Andaia FM – Cristina Pita

 

Abraço Brasil com a palavra

Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária(Abraço Brasil) divulgou a seguinte nota, a propósito da situação

 PRESENTE DE GREGO 

Cento e Trinta Rádios Comunitárias tiveram suas Outorga extintas ou peremptas no ultimo dia 31 de Dezembro.

O  então ministro Gilberto Kassab, da Ciência, Tecnologia, inovações e Comunicações (MCTIC), determinou a publicação no ultimo diário oficial da União do ano, 31 de Dezembro, um presente de grego para cerca de cento e trinta Emissoras de Radiodifusão Comunitária, entidades mantenedoras de Norte ao Sul do Brasil tiveram suas outorgas extintas ou ficaram perempta suas concessões.

No caso das entidades que tiveram suas outorgas peremptas, significa dizer que o ato de extinção das outorgas somente produzirá efeitos legais após deliberação do Congresso Nacional, nos termos do paragrafo 3º do artigo 223 da Constituição Federal. Já ás entidades que tiveram suas concessões extintas, o cancelamento da outorga si da a partir da Publicação no Diário Oficial da União, ou seja aquelas Emissoras que tiveram suas concessões extintas não tem mais autorização para permanecer no ar.

Confira ao final desta a lista na integra com todas as portarias publicadas no dia 31.

Segundo o Ministério,  estas Entidades não cumpriam  algumas condições para ter a renovação ou concessão de suas Outorgas.

A Associação Brasileira de Rádios Comunitárias   (Abraço Brasil), vê com preocupação tal questão onde mais de 100 emissoras Comunitárias tiveram suas outorgas extintas ou perempta, e chama a atenção do Governo Federal para entender que as Entidades mantenedoras de Radiodifusão Comunitária tem inúmeras dificuldades a começar pela falta de recursos, afinal as mesma só possui uma única fonte para sua manutenção que e através do apoio cultural limitando-se a sua localidade e impondo algumas condições restritivas.

A Abraço Brasil indaga se o  MCTIC tem dado  aos veículos de comunicação comercial o mesmo tratamento do que tem dado as Emissoras Comunitárias,

A Abraço Brasil ,  ao longo da sua existência,  tem buscado defender as Emissoras Comunitárias nestes últimos dois anos, tivemos algumas Conquistas como a luta na aprovação da MP 747/2016 que após analise e votação do Congresso nacional si tornou a Lei 13.424/2017 que permitiu a Renovação de cerca de 1300 Emissoras Comunitárias que tinham perdido o prazo para solicitar a renovação, uma conquista muito importante para o setor de Radiodifusão Comunitária encabeçada no Congresso Nacional pela Abraço Brasil, Abraços Estaduais e que contou com os Dirigentes das Emissoras Filiadas, outras duas importantes conquistas da Abraço Brasil, foi aprovação do Projeto PLS 513/2017 que foi aprovado no Senado por unanimidade onde este projeto permite o Aumento da potência das Emissoras Comunitárias para até 150 Watts e destina dois Canais por Município, este projeto esta agora tramitando na Câmara dos Deputados onde a Abraço acompanha atentamente, outra conquista importante que Abraço Brasil alcançou para ás Comunitárias foi sanar a questão referente aos vínculos de Diretores que compõe as RADCOM, até então mais de Mil Emissoras estava pendente para renovar suas concessões junto ao Ministério a Abraço reivindicou junto ao MCTIC para que pudesse publicar uma Portaria para que as Emissoras pudesse sanar estes vínculos e assim continuar a prestar este serviço tão importante para nossas Comunidade que o Serviço de Radiodifusão Comunitária, dado esta demanda o Ministério atendendo pleito da Abraço BRAÇO Brasil publicou no inicio de abril de 2018 a Portaria 1909/2018 e abrindo um prazo para que as Entidades regularizar-se.

A Abraço Brasil conclama as Emissoras Comunitárias a somar junto a esta luta, filiando-se a Abraço e ampliando esta luta que visa democratizar a Comunicação, que e um direito Constitucional mas que infelizmente não foi norteado na sua totalidade pela nação Brasileira, visto que inúmeras Comunidades ainda não tem o seu veiculo de Comunicação Comunitário.

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Unesco lança campanha de combate a crimes contra jornalistas

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Cartaz de campanha na ONU que pede o fim da violência contra jornailstas - Divulgação/ONU

Por Felipe Pontes /Agência Brasil

Brasília – No Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas, lembrado nesta sexta-feira (2), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) promoveU uma campanha mundial de conscientização sobre a violência praticada contra profissionais de mídia.

Segundo a Unesco, um jornalista é assassinado a cada quatro dias no mundo, com 1.010 mortes de profissionais de mídia contabilizadas nos últimos 12 anos devido a sua atividade de querer levar informações ao público. Ainda de acordo com a ONU, em nove de cada dez casos os assassinos ficam impunes.

Em mensagem para a campanha deste ano, a diretora-geral da Unesco, Audrey Azoulay, destacou o aumento dos casos de ataques e assédio contra jornalistas mulheres. “É nossa responsabilidade garantir que os crimes contra jornalistas sejam punidos”, disse. Este é o quinto ano em que a Unesco promove a iniciativa.

“Devemos cuidar para que os jornalistas possam trabalhar em condições de segurança, as quais permitam o florescimento de uma imprensa livre e plural. Somente em um ambiente desses nós seremos capazes de criar sociedades justas, pacíficas, e verdadeiramente progressistas”, diz a mensagem.

Em comunicado divulgado ontem (1), um grupo de especialistas independentes de direitos humanos da ONU pediu aos líderes mundiais que parem de incitar ódio e violência contra a mídia e garantam a punição dos responsáveis por ataques.

O comunicado afirma que “estas últimas semanas demonstraram mais uma vez a natureza tóxica e o alcance exagerado do incentivo político contra jornalistas, e exigimos que isso pare”. No documento cita diretamente o caso do jornalista saudita Jamal Khashoggi, assassinado no início deste mês.

Brasil

Um dos casos mais recentes de violência contra comunicadores no país foi condenado pelo Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ), com sede em Nova York. A organização pediu apuração rápida para esclarecer o atentado contra Eduardo Braga (62 anos), proprietário e comentarista da Rádio União, de Jaguaruna (CE). Em 21 de setembro, ele foi baleado na perna por pistoleiros que entraram no estúdio, supostamente por falar sobre questões políticas locais.

No mais recente ranking organizado pelo CPJ, divulgado no final de outubro, o Brasil aparece como um dos 14 países do mundo que menos pune os responsáveis pelo assassinato de jornalistas.

De acordo com levantamento divulgado no mês passado pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), foram registrados no país 137 casos de agressões contra profissionais de comunicação em contexto político, partidário e eleitoral, de janeiro até o primeiro turno das eleições.

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) contabilizou uma morte e 82 casos de violência contra 116 jornalistas no Brasil em 2017, segundo seu levantamento mais recente, divulgado em fevereiro.

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