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LIBERTADORES: Zárate marca e Boca vence Libertad

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Xeneize ainda conta com gol de Ábila para derrotar os paraguaios. Partida de volta acontece dia 30 de agosto

Muito mais organizado do que na primeira fase da competição, o Boca Juniors soube explorar as deficiências do Libertad para abrir boa vantagem nas oitavas de final da Libertadores. Com boas atuações de Ábila e Zárate, os xeneizes aproveitaram as chances criadas para garantir o placar logo na etapa inicial. No segundo tempo, o Boca adminstrou o resultado, mas poderia ter feito um placar mais elástico, com Zárate e Pavón perdendo boas chances.

O destaque foi Ramón Ábila. O ex-atacante do Cruzeiro mostrou oportunismo no primeiro gol do Boca, além de dar a assistência para o segundo, feito por Zárate. Aliás, este último fez sua estreia pelo clube na Libertadores e também teve uma boa atuação, com bastante movimentação no meio, e, ao que tudo indica, vai deixar Tevez no banco.

A VOLTA

A partida de volta entre Boca Juniors e Libertad, pelas oitavas de final da Libertadores, será no dia 30 de agosto. O time argentino tem a vantagem do empate e também pode perder por 1 a 0. Caso o placar fique 2 a 0 para os paraguaios, a decisão vai para a prorrogação. Como na competição existe o critério de gol fora, o Boca pode levar maior vantagem caso marque, obrigando seu adversário a fazer uma diferença ainda maior no placar.

 

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Cruzeiro vence novamente o Corinthians e é campeão da Copa do Brasil pela 6ª vez

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A vantagem conquistada no Mineirão pesou a favor do Cruzeiro nessa quarta-feira (17), dentro da Arena Corinthians. O time mineiro soube suportar uma tentativa alucinada dos alvinegros em busca da virada e, com um contra-ataque fatal, garantiu o hexa da Copa do Brasil (1993, 1996, 2000, 2003, 2017 e 2018) com um novo triunfo sobre os corintianos, dessa vez por 2 a 1.

O árbitro de vídeo acabou sendo protagonista na finalíssima ao auxiliar a arbitragem na hora de confirmar o pênalti que originou o gol de empate dos paulistas, mas foi ainda mais determinante ao anular o gol da virada do Corinthians pouco antes do segundo gol cruzeirense. O resultado evita o tetra da equipe do Parque São Jorge e deixa a Raposa isolada como maior vencedora da competição nacional por mata-mata, deixando o Grêmio para trás.

A necessidade da vitória e o histórico do ataque inofensivo no Mineirão levaram Jair Ventura a apostar em uma escalação inédita. Douglas, Mateus Vital, Clayson e Pedrinho começaram no banco de reservas. Gabriel, Emerson Sheik e Jonathas foram as apostas do treinador, que dessa forma também modificou o esquema tático da equipe.

Antes mesmo da bola rolar, o comandante corintiano recebeu críticas pesadas pela opção escolhida. E no campo o pessimismo se confirmou. Os donos da casa sentiram o desentrosamento e demoraram a criar alguma chance real de gol.

Para piorar, a ausência de qualidade individual voltou a pesar contra os corintianos. Os erros de passes, de domínio, nas decisões das jogadas irritavam os mais impacientes. E uma dessas falhas acabou sendo fatal.

O Cruzeiro, com a vantagem conquistada em Belo Horizonte, se postou na defesa e aguardou a hora certa. E o momento tão esperado pelos mineiros não demorou a acontecer.

Uma virada de jogo equivocada de Romero dificultou o domínio de Léo Santos. Ao tentar evitar um simples lateral, o jovem zagueiro acabou deixando a bola limpa para Rafinha. O contra-ataque chegou em Barcos, que mandou para o gol e viu Cássio e a trave evitarem o gol. No rebote, Robinho mandou para as redes.

O baque foi sentido pelos corintianos. Pouco depois, em bola levantada à área, Dedé mandou novamente balançou a trave de Cássio. A resposta e melhor oportunidade alvinegra só veio a 15 minutos do intervalo. Henrique, com total liberdade, cabeceou pela linha de fundo.

Apesar dos dois volantes amarelados e de um centroavante ineficiente, Jair Ventura não perdeu sua convicção e manteve os mesmos jogadores para o segundo tempo. Certo ou errado, tudo que Jair queria e os cruzeirenses temiam aconteceu. Com apenas cinco minutos, Thiago Neves cometeu pênalti em Ralf. O árbitro Wagner do Nascimento Magalhães precisou rever a jogada após ouvir o árbitro de vídeo, Wilton Pereira Sampaio, para assinalar a cal. Jadson, então, chamou a responsabilidade e não vacilou.

O clima favorável e a explosão nas arquibancadas levaram o Corinthians à pressão. O tempo, porém, jogava contra os paulistas. Por isso, Pedrinho foi chamado para substituir Jonathas.

E assim como na semifinal contra o Flamengo, pouco depois de pisar no gramado, a estrela do menino da base corintiana brilhou. Um arremate improvável, de longe, entrou no ângulo de Fábio. Um verdadeiro golaço, mas que acabou anulado após o árbitro novamente consultar o VAR. Um toque de Jadson, com o braço, em Dedé, na origem da jogada, na interpretação de Wagner do Nascimento Magalhães foi suficiente para que a virada do Corinthians fosse anulada.

A sensação de frustração na Arena foi inevitável. Pedrinho parecia não acreditar. Clayson e Vital ainda entraram nas vagas de Emerson e Gabriel, mas correr atrás de mais um gol não seria fácil para o Corinthians.

Os espaços foram deixados. E o cenário ficou propício para o Cruzeiro. Que de novo foi fatal na única oportunidade que teve. Arrascaeta ficou cara a cara com Cássio e mostrou por que a diretoria celeste se esforçou tanto para lhe trazer a tempo de jogar a final. Um leve toque por cobertura praticamente decretou o título dos visitantes.

Restou ao Corinthians lutar e se empenhar até o fim em busca do improvável. O milagre, no entanto, não apareceu em Itaquera. O consolo do elenco se deu pelos aplausos e gritos de incentivo da Fiel mesmo com o vice-campeonato confirmado.

A temporada agora continua para as duas equipes com o Campeonato Brasileiro. A missão de ambos é a mesma: se afastar da zona de rebaixamento e tentar, quem sabe, chegar ao G6. O Corinthians, 11º, com 35 pontos, visita o Vitória, no Barradão, domingo, às 17h. No mesmo dia, mas às 19h, o Cruzeiro, de ressaca pelo título, receberá a Chapecoense em BH.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 1 X 2 CRUZEIRO

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 17 de outubro de 2018, quarta-feira
Horário: 21h45 (Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa e Bruno Boschilia (ambos do RJ)
Cartões amarelos: Ralf, Gabriel, Emerson Sheik, Fagner, Jadson e Clayson (COR); Rafinha, Thiago Neves, Robinho (CRU)
Público: 45.978 pagantes
Renda: R$ 5.108.151,00

GOLS:
Corinthians: Jadson, de pênalti, aos nove minutos do segundo tempo
Cruzeiro: Robinho, aos 29 minutos do primeiro, e De Arrascaeta, aos 37 minutos do segundo tempo

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Léo Santos, Henrique e Danilo Avelar; Ralf, Gabriel (Mateus Vital) e Jadson; Romero, Emerson Sheik (Clayson) e Jonathas (Pedrinho)
Técnico: Jair Ventura

CRUZEIRO: Fábio, Edílson, Léo, Dedé e Lucas Romero; Henrique, Ariel Cabral, Robinho, Thiago Neves (Lucas Silva) e Rafinha (Arrascaeta) ; Barcos (Raniel)
Técnico: Mano Menezes

Corinthians lutou muito, mas o Cruzeiro foi melhor e conquistou a Copa do Brasil 2018, Itaquerao, Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press

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Corinthians x Cruzeiro decide Copa do Brasil, no Itaquerão

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Wagner do Nascimento Magalhães será o árbitro da final desta quarta-feira, em Itaquera... - Veja mais em https://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/copa-do-brasil/ultimas-noticias/2018/10/15/cbf-anuncia-arbitros-da-decisao-entre-corinthians-e-cruzeiro.htm?cmpid=copiaecola
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João Prata/ O Estado de S.Paulo

Corinthians e Cruzeiro jogam nesta quarta-feira (17), às 21h45, em sua Arena, no duelo que vale o título da Copa do Brasil. O Cruzeiro venceu a partida de ida por 1 a 0 na última semana e agora joga por um empate. O Corinthians precisa de uma vitória simples para levar a decisão por pênaltis. Se vencer por dois ou mais gols garante a taça no tempo regulamentar. Vale lembrar que na atual edição do torneio não há a regra do gol fora de casa.

 Corinthians x Cruzeiro terá transmissão da Globo, Sportv e Fox Sports e também acompanhamento em tempo real do Estado.  O Corinthians vai em busca do tetra. Venceu a competição em 1995, 2002 e 2009. Curiosamente, no último título, Mano Menezes, hoje treinador do Cruzeiro, estava no comando do time alvinegro. O Cruzeiro é o atual campeão e tentará dar a volta olímpica pela sexta vez na competição. Com as conquistas de 1993, 1996, 2000, 2003 e 2017, a equipe mineira é a maior vencedora da Copa do Brasil ao lado do Grêmio.

Corinthians x Cruzeiro decidem a Copa do Brasil

Corinthians x Cruzeiro decidem a Copa do Brasil Foto: Infográfico/Estadão
 No Corinthians, Jair Ventura faz mistério em relação ao time que entrará em campo. A equipe vem de uma péssima sequência, sem marcar e sem vencer há quatro jogos. Por isso, o treinador poderá promover as entradas de Pedrinho e Jonathas na frente.

Jogo mais importante

É chegada a hora! O Corinthians faz na noite desta quarta-feira, dia 17 de outubro, sua partida mais importante em 2018. Na Arena Corinthians, em Itaquera, às 21h45, Timão e Cruzeiro duelam valendo o milionário título da Copa do Brasil, que premiará o futuro vencedor com R$ 50 milhões.

Atrás do tetracampeonato (1995, 2002 e 2009), o Corinthians está em sua sexta final. Para erguer a taça ao apito final, porém, terá de vencer o Cruzeiro de Mano Menezes por ao menos dois gols de diferença, já que perdeu no Mineirão por 1 a 0. Em caso de vitória alvinegra por qualquer margem mínima, a decisão irá aos pênaltis.

O momento do Timão, embora finalista nacional, não é nada positivo. A equipe do Parque São Jorge vem de três derrotas, não marca um único gol há quatro compromissos e flerta com o rebaixamento – é a 11ª colocada do Brasileirão e está a apenas quatro pontos da zona da degola.

Ainda assim, jogadores, comissão técnica, direção e torcedores têm um único propósito nesta quarta: conquistar um segundo título na atual temporada, marcada por mais um desmanche.

“Tem que saber diferenciar. Sabemos que estamos devendo no Brasileiro. Isso incomoda e estamos tentando reverter a situação. A gente conseguindo a vitória amanhã (quarta), o título, tira esse peso da Copa do Brasil e às vezes as coisas começam a funcionar no Campeonato Brasileiro. Todo mundo se cobra dentro do vestiário. Tomara que nos próximos jogos nossa equipe possa entrar mais concentrada”, projetou o meia Jadson, que concedeu uma descontraída entrevista coletiva pré-final ao lado de Fagner.

Jair Ventura não deu sinais da escalação durante o treino de terça-feira, realizado na própria Arena e com portões abertos à Fiel, que compareceu em peso. A mais provável das alternativas é o técnico optar pela equipe considerada titular, distribuída no esquema 4-2-4 e sem centroavante fixo ou de mobilidade.

O zagueiro Léo Santos, substituído no clássico do fim de semana em razão de dores na coxa esquerda, não participou dos trabalhos de bola parada realizados à véspera da finalíssima, o que inclusive ocasionou uma discussão acalorada entre o fisioterapeuta Caio Mello e o médico Ivan Grava à beira do campo. Apesar disso, o defensor deve jogar.

O Corinthians, portanto, tende a começar o embate com Cássio; Fagner, Léo Santos (Pedro Henrique), Henrique e Danilo Avelar; Ralf e Douglas (Gabriel); Romero, Jadson, Mateus Vital e Clayson.

Cara Nova

A Arena Corinthians estará de “cara nova” na decisão. A CBF e o clube alvinegro anunciaram o envelopamento do estádio, entre outras ações especiais. Ganharão as cores douradas por escolha da Confederação Brasileira espaços como painel externo, placar eletrônico, elevadores e escadas rolantes, acesso dos times, entre outros.

Cruzeiro pode até empatar

O Cruzeiro que pode até empatar que será campeão,  não poderá contar com o lateral-esquerdo Egídio, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. No meio-campo, Mano espera contar com Arrascaeta, que disputou amistoso na manhã desta terça-feira (16), no Japão, pela Seleção Uruguaia. A provável escalação terá: Fábio; Edilson, Dedé, Léo e Lucas Romero (Marcelo Hermes); Henrique, Ariel Cabral (Arrascaeta), Robinho, Thiago Neves e Rafinha; Barcos.

O atacante Sassá desfalcará o Cruzeiro no segundo jogo da final da Copa do Brasil, contra o Corinthians, às 21h45 desta quarta-feira, na Arena Corinthians, em São Paulo. Nesta terça, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva negou a concessão de efeito suspensivo ao jogador, expulso no segundo duelo da semifinal da Copa do Brasil após dar soco no rosto do lateral-direito Mayke, do Palmeiras.
STJD não concedeu perdão e Sassá cumpre 1ª das 6 paridas de suspensão

STJD nega efeito suspensivo, e Sassá desfalcará Cruzeiro

Inicialmente, o auditor João Bosco Luz, ex-presidente do Goiás, seria o responsável pela apreciação do caso. Entretanto, a decisão foi repassada a outro componente da bancada do Pleno do STJD, Antônio Vanderler de Lima, membro da OAB do Rio de Janeiro. Por considerar o ato violento, ele negou a concessão do benefício para Sassá, que cumprirá a primeira das seis partidas de suspensão no confronto com o Corinthians.
“No caso concreto são narrados fatos gravíssimos ocorridos ao término da partida disputada entre as equipes do Cruzeiro Esporte Clube (MG) X S.E Palmeiras (SP), válida pela semifinal da Copa do Brasil de 2018, havendo provas de que o atleta ora recorrente desferiu um violento soco que atingiu o rosto de seu adversário, sendo este gesto amplamente divulgado na mídia desportiva especializada. Como o próprio recorrente reconhece, o atleta é um jogador importante para sua equipe, um ídolo para diversas crianças e seu gesto é um péssimo exemplo dado pelo recorrente”, explicou o relator.
O recurso do Cruzeiro ainda será julgado em segunda instância pelo Tribunal. A defesa do jogador tenta desqualificar a agressão para o artigo 250 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). “Praticar ato desleal ou hostil durante a partida, prova ou equivalente”.
 Na última quinta-feira (11/10), Sassá foi penalizado por unanimidade pela Quinta Comissão Disciplinar do STJD com base no texto do artigo 254-A do CBJD. “Desferir dolosamente soco, cotovelada, cabeçada ou golpes similares em outrem, de forma contundente ou assumindo o risco de causar dano ou lesão ao atingido”. O relator do processo foi o auditor José Nascimento.

O fato que levou Sassá ao banco dos réus ocorreu no dia 26 de setembro (quarta-feira), depois do jogo entre Cruzeiro e Palmeiras, no Mineirão. Após disputa de bola, o zagueiro Leo e o volante Felipe Melo esboçaram uma discussão, mas trocaram pedidos de desculpa e apararam as arestas. Quem estava fora do lance, contudo, levou o choque a sério.

No meio da confusão generalizada, Mayke recebeu de Sassá um soco em cheio no rosto, enquanto Diogo Barbosa agrediu Lucas Romero com um tapa. Ajudado pelo árbitro de vídeo Anderson Daronco (FIFA/RS), o carioca Wagner do Nascimento Magalhães (FIFA/RJ) expulsou todos os agressores e relatou o ocorrido na súmula da partida. No caminho para os vestiários do Mineirão, Mayke e Sassá voltaram a se estranhar e foram contidos por seguranças dos clubes. Imagens registradas na zona mista do estádio ajudaram os auditores do STJD a tomarem a decisão em primeira instância.

Vale ressaltar que o Palmeiras conseguiu efeito suspensivo para Mayke e Diogo Barbosa, que pegaram cada um duas partidas de gancho. Os atletas, portanto, estão liberados para jogar no Campeonato Brasileiro enquanto a apelação não é analisada pelo Tribunal Pleno.

Ainda sem saber se estaria ou não disponível para a finalíssima, Sassá embarcou com a delegação do Cruzeiro rumo a São Paulo, na tarde desta terça-feira. Cerca de 250 torcedores, segundo informações da Polícia Militar, acompanharam a chegada dos jogadores celestes ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Mesmo auditor concedeu efeito suspensivo a Kleber Gladiador
O mesmo auditor que negou efeito suspensivo a Sassá concedeu o benefício a Kleber Gladiador, ex-atacante do Coritiba. No dia 28 de junho de 2017, o jogador foi punido com 15 partidas de gancho por cuspir e dar soco no volante Edson, do Bahia, em embate válido pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro (0 a 0, no Couto Pereira, dia 15/06/2017).
O Coritiba enviou o primeiro pedido a Ronaldo Botelho Piacente, então presidente do STJD, que negou a concessão. Por sua vez, Antônio Vanderler de Lima deferiu parcialmente o efeito suspensivo. Kleber, que havia cumprido inicialmente três jogos, acabou liberado para jogar até o julgamento do Pleno.
Inicialmente, o Pleno manteve a condenação de 15 jogos a Kleber, mas, após um pedido de reconsideração do Coritiba, converteu as quatro últimas partidas em multa de R$ 160 mil, sendo R$ 110 mil revertidos para sete instituições de caridade.
Kleber, portanto, ficou efetivamente fora de 11 partidas, além de ter entrado em campo respaldado pelo efeito suspensivo.

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Diogo Soares é prata na Barra Fixa nos Jogos da Juventude

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Esta é a segunda medalha de Diogo Soares, No individual geral, em seis aparelhos, ele ficou com o bronze.
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Por Winne Fernandes, Marcel Merguizo, Renato Peters e Guido Nunes

Buenos Aires, Argentina –  Diogo Soares conquistou a segunda medalha nos Jogos Olímpicos da Juventude, na noite desta segunda (15), em Buenos Aires, na Argentina. O ginasta brasileiro garantiu a prata na competição individual na Barra Fixa, ao ficar atrás somente do japonês Takeru Kitazono. O bronze ficou com o húngaro Krisztian Balazs, com a pontuação final de 13.233.

O brasileiro, que já havia disputado uma final nesta noite nas Paralelas e amargado a última colocação, conseguiu ter um bom desempenho na segunda final desta noite. Com alta nota de dificuldade – 4.800 -, ele cravou uma pontuação total de 13.266 para garantir um lugar no pódio. Depois das apresentações dos demais finalistas, o Diogo vibrou com a prata, por conta da alta nota do rival japonês – 13.566.

– Essa competição me mostrou que confiança é tudo para um atleta. Os erros que eu cometi por falta de confiança acho que não vão acontecer mais. Estou muito feliz. Essa medalha é tudo pra mim – disse, bastante emocionado, o garoto de 16 anos, depois de garantir a prata.

Esta é a segunda medalha do brasileiro. No individual geral, em seis aparelhos, Diogo ficou com o bronze.

– Muito feliz também. Essa caiu a ficha mais rápido que a outra. A outra abriu a minha mente, essa aqui também. É a mesma felicidade, não tem medalha mais importante que a outra. Essa medalha representa todos os aparelhos, representa a minha competição também, representa tudo – avaliou Diogo.

Na visão do jovem ginasta, os atletas brasileiros têm um bom futuro pela frente na modalidade. Ele, claro, está de olho nas próximas edições de Jogos Olímpicos.

– Acho que o Brasil tem um forte potencial, tem o apoio que eles estão dando aos atletas. O Brasil tem chances de conseguir muitas medalhas olímpicas como também seguir se destacando. Fico feliz de levar essas medalhas ao Brasil É uma felicidade imensa – salientou.

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