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POLÍTICA

“Lula continua com todos crimes nas costas”, diz Bolsonaro

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Foto: Gabriela Biló / Estadão / Fonte: Estadão Conteúdo

Um dia após a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da prisão em Curitiba, onde estava desde 7 de abril do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro criticou o petista ao deixar o Palácio do Alvorada, neste sábado, para comparecer a um churrasco no setor militar de Brasília. “Lula está solto, mas continua com todos os crimes dele nas costas”, disse Bolsonaro. “A grande maioria do povo brasileiro é honesto e trabalhador, não vamos dar espaço e nem contemporizar para um presidiário”, afirmou ainda.

Mais cedo, pelas redes sociais, Bolsonaro já havia atacado Lula, mas indiretamente, sem mencionar o nome do ex-presidente nem de nenhum adversário político. “Amantes da liberdade e do bem, somos a maioria. Não podemos cometer erros”, disse no Twitter. “Sem um norte e um comando, mesmo a melhor tropa, se torna num (sic) bando que atira para todos os lados, inclusive nos amigos. Não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa”, afirma.

Em um segundo tuíte, o presidente da República escreve: “Iniciamos a (sic) poucos meses a nova fase de recuperação do Brasil e não é um processo rápido, mas avançamos com fatos”. E repete: “Não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa”.

Nos dois posts, Bolsonaro evita qualquer menção direta a adversários políticos que ganharam liberdade após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de derrubar a prisão após a condenação em segunda instância. Porém, ao deixar o Alvorada, ele deixou claro de que as postagens eram sobre Lula. “Já fiz um comentário nas minhas mídias sociais hoje e vai ter outro à tarde”, disse quando foi perguntado sobre a soltura do ex-presidente da República.

Mais cedo, Bolsonaro tinha recebido a visita do seu filho o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e também do ministro de Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno.

POLÍTICA

Manifestantes convocam para ato contra Gilmar Mendes

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Gilmar Mendes Foto: STF/SCO

Continua na internet uma mobilização pelo impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. O assunto é um dos mais comentados nesta quinta-feira (14) no Twitter através da #Dia17AdeusGilmarMendes.

Manifestantes convocaram protestos contra o ministro no domingo (17). Quem está na liderança é o Movimento Conservador, o Movimento Brasil Conservador, o Movimento Avança Brasil, o São Paulo Conservador e o Nas Ruas.

Durante a semana, foi a quarta tag diferente pedindo o impeachament de Gilmar Mendes e todas elas estiverem em destaque nas redes sociais.

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POLÍTICA

Governador e senadores do PSL rechaçam desfiliação para seguir Bolsonaro

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Fonte/Foto: Globo / O presidente Jair Bolsonaro durante reunião comdeputados Foto: Carolina Antunes/PR

O PSL tem três senadores e três governadores eleitos, mas apenas Flávio Bolsonaro pediu sua desfiliação

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta terça-feira a deputados do PSL que vai deixar o partido. Mas, pelo menos por enquanto, não deve conseguir arrastar muitos quadros da legenda com ele. Além de Flávio Bolsonaro, que se desfiliou nesta tarde, nenhum senador ou governador afirmou que vai pedir sua desfiliação para acompanhar o presidente.

Governadores, senadores e o presidente da República podem sair de seus partidos sem perder o mandato, os chamados cargos majoritários. Nessa categoria eleitoral, com exceção dos prefeitos, o PSL tem entre seus quadros os governadores Carlos Moisés (SC), Marcos Rocha (RO) e Antonio Denarium (RR), e os senadores Flávio Bolsonaro (RJ), Major Olimpio (SP) e Soraya Thronicke (MS).

Já os governadores Rocha e Denarium não responderam se devem ou não sair. Denarium afirmou que vai se reunir com o presidente Bolsonaro nos próximos dias para definir a situação.

Além desses quadros, o PSL tem também cerca de 30 prefeitos. Entre eles, Éverton Sodário, prefeito de Mirandópolis (SP), e Delegado Araújo, de Pimenta Bueno (RO), por exemplo, disseram que vão seguir com Bolsonaro aonde ele for.

Apesar de não poderem ainda deixar o PSL, aliados de Bolsonaro na Câmara dos Deputados tentam forçar a saída de alguma forma. Um dos maiores desafetos do presidente do partido, Luciano Bivar, o deputado Bibo Nunes (RS) começou uma campanha própria nesta terça pedindo aos seus seguidores que se desfiliassem do partido.

— Bolsonaro deve anunciar hoje à tarde sua saída do PSL dinheirista e despótico, então estamos iniciando a campanha “Desfilie-se do PSL”. Para assinar apoio ao novo partido de Bolsonaro não pode estar filiado a partido algum — afirmou o parlamentar.

Cleber Teixeira, consultor político do PSL e um dos responsáveis pela campanha de filiação que deu ao partido 113 mil novos filiados, disse lamentar a atitude do parlamentar.

— Não há como negar a importância do nosso presidente para o crescimento do PSL, mas não podemos esquecer que foi o PSL que possibilitou a eleição do presidente também. Assim, mesmo com a eventual saída do principal filiado da legenda, é um erro o que fazem alguns deputados, atacando pedra na casa que lhe deu abrigo. Daí minha tristeza — disse Teixeira.

Bibo Nunes é um entre os 20 parlamentares que tiveram pedidos de expulsão protocolados pelo diretório nacional do PSL. Outros são Gil Diniz, Carla Zambelli, Eduardo Bolsonaro, Luiz Philippe de Orleans e Bragança, Carlos Jordy, Bia Kicis, entre outros. Se mandados embora pela legenda, poderão permenecer com o mandato e, assim, seguir com Bolsonaro para o novo partido que ele pretende criar.

Braço direito de Eduardo Bolsonaro em São Paulo, o deputado estadual Gil Diniz, líder do PSL na Assembleia Legislativa de São Paulo e vice-presidente do diretório paulista, recebeu a notificação de sua expulsão na segunda-feira. Júnior Bozzella, deputado federal que se tornou uma espécie de porta-voz informal de Bivar, afirmou que o partido vai pedir o mandato de Gil Diniz. Se isso ocorrer, quem deve assumir em seu lugar é o suplente, Coronel Badin.

O GLOBO revelou em outubro que aliados de Bolsonaro articulavam a criação de um novo partido como alternativa ao PSL. Nesta terça, o presidente anunciou que a nova agremiação vai se chamar Aliança Pelo Brasil. A expectativa é que em torno de 30 parlamentares acompanhem o presidente. A primeira reunião da futura legenda vai acontecer no próximo dia 21.

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CORRUPÇÃO

Justiça autoriza quebra de sigilos de ex-ministro de Lula

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Márcio Thomaz Bastos morreu em 2014 Foto: SCO/STF/Nelson Jr.

A Justiça Federal em São Paulo determinou a quebra dos sigilos bancários e fiscal do advogado e ex-ministro da Justiça do governo Lula, Márcio Thomaz Bastos, que morreu em 2014. A Lava Jato paulista suspeita que ele tenha recebido propina em um esquema que resultou no pagamento de R$ 50 milhões à campanha de Dilma Rousseff, em 2010, pela construtora Camargo Corrêa, para anular a Operação Castelo de Areia.

Além de Bastos, a Justiça determinou a quebra dos sigilos do ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), César Asfor Rocha, do filho dele, o advogado Caio Cesar Rocha, de Luiz Roberto Ortiz Nascimento, sócio da Camargo Corrêa.

A decisão de quebrar os sigilos faz parte da Operação Appius, deflagrada pela Polícia Federal, e vai analisar dados bancários dos investigados referentes a março de 2009 até dezembro de 2011 e o afastamento dos sigilos fiscais nos exercícios de 2009, 2010, 2011 e 2012.

A Operação Castelo de Areia teve início em 2009 e apurava suspeitas de crimes de fraude à licitação, corrupção, lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro. Em 2011, os atos realizados pela operação foram tornados nulos pela 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ)

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