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Eleições 2018

Lula Livre: tudo pronto para a ocupação de Brasília em defesa da liberdade do ex-presidente

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Rede Brasil Atual –

Nesta quarta-feira (15), o PT, o PCdoB e PROS, que juntos formam a coligação O Povo Feliz de Novo, registram no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva ao seu terceiro mandato presidencial, tendo como vice o ex-prefeito Fernando Haddad. Além de parlamentares e representantes dos partidos, milhares de pessoas são esperadas na capital federal para apoiarem o nome do ex-presidente.

A perseguição judicial que vem sendo imposta ao ex-presidente com objetivo de tirá-lo da disputa causa, por outro lado, uma forte reação de seus apoiadores. Organizadores da manifestação têm observado que é a primeira vez na história do país que uma manifestação popular acompanha o registro de uma candidatura no tribunal.

Serão movimentos sociais e caravas de trabalhadores urbanos de todo o Brasil, que se juntarão com os cerca de 5 mil militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que chegaram nesta terça-feira (14), após caminharem 50 quilômetros partindo de três cidades do Planalto Central.

Concentrados nos arredores do Estádio Mané Garrincha, Ginásio Nilson Nelson, e Centro de Convenções Ulysses Guimarães, os integrantes da manifestação devem partir em marcha a partir das 14h, descendo pelo Eixo Monumental até o Palácio do Itamaraty, e dali até o TSE.

Nos arredores do tribunal eleitoral, a partir das 16h, será realizado ato político em defesa da candidatura do ex-presidente Lula. Do evento, partirá então uma comitiva de representantes que irá efetuar cumprir as formalidades. A expectativa é que a presidenta nacional do PT divulgue então o registro da candidatura, oficializada pelo TSE.

Com absoluta certeza da legalidade da candidatura do líder de todas as pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República, o advogado e professor de Direito Luiz Fernando Casagrande Pereira – especialista em legislação eleitoral – explicou a situação de Lula em sua participação no programa Entre Vistas, apresentado pelo jornalista Juca Kfouri.

A Frente Brasil Popular realiza em São Paulo um ato em frente ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TER-SP), na Bela Vista, a partir das 17h, em apoio ao registro da candidatura Lula da Silva. A ação em São Paulo será simultânea ao que irá ocorrer em diversos locais do país.

Festival Lula Livre

Em Porto Alegre está programada uma edição local do Festival Lula Livre que, a exemplo do evento realizado no Rio de Janeiro, reunirá dezenas de artistas no Memorial Prestes, com concentração a partir das 17h. Confira programação:

17h40 – Cortejo cultural comandado por artistas saindo do prédio do memorial para o palco

17h45 – Debora Finocchiaro faz leitura de apresentação do festival

17h50 – Explanação da Resistência Democrática, Memorial e organização do festival

17h58 – Boa Noite presidente Lula

18h – Richard Serraria

18h15 – Zé Adão Barbosa recita Brecht

18h20 – Roda Viva canta Chico Buarque

18h35 – Cíntia Nunes recita Thiago de Melo

18h40 – Banda Ói Nóis Aqui Traveis

18h55 – Ricardo Silvestrin recita poema

19h – Demétrio Xavier

19h15 – Nenung

19h30 – Clube de Esquina

19h45 – Marietti Fialho e Josué Krug

20h – Otto Guerra depoimento

20h05 – Hique Gomez

20h10 – Juçara Gaspar e Luciano Alves performance Frida

20h20 – King Jim, Júlio Reny, Márcio Petracco Pedro Petracco e Oly Jr.

20h35 – Performance circense

20h40 – Preconceito Zero

20h55 – Rhosangela Silveiro e João 7 Cordas

21h10 – Só Amor

21h25 – Liane Schuler e Lila Borges

21h40 – Império da Lã

21h55 – Brasilian Sounds

22h10 – Tania Farias e Johann Alex de Souza

22h25 – Os Latinoamericanos

Eleições 2018

Brasil volta, 33 anos depois, a ser presidido por um general, com cirurgia de Bolsonaro em janeiro

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O general Hamilton Mourão assumirá a presidência já em janeiro, em razão do adiamento da cirurgia de Jair Bolsonaro

O general Hamilton Mourão assumirá a presidência já em janeiro, em razão do adiamento da cirurgia de Jair Bolsonaro, que estava prevista para 12 de dezembro e será realizada logo depois da posse. Em entrevista publicada no dia de ontem, Mourão explicitou várias divergências em relação a Bolsonaro, especialmente no tocante à política externa. Mourão contestou a mudança da embaixada brasileira em Israel para Jerusalém, o afastamento da China e qualquer possibilidade de ingerência na Venezuela.

 Confira, abaixo, reportagem da Reuters sobre o adiamento da cirurgia de Bolsonaro:

SÃO PAULO (Reuters) – A equipe médica que cuida do presidente eleito Jair Bolsonaro decidiu adiar a cirurgia de reversão da colostomia, após exames realizados nesta sexta-feira, e o futuro presidente será reavaliado em janeiro, depois da posse na Presidência, para determinar o melhor momento da cirurgia, afirmou boletim médico do hospital Albert Einstein.

Inicialmente a operação de reversão da colostomia estava prevista para o dia 12 de dezembro, mas a confirmação da data dependia dos exames realizados nesta sexta.

De acordo com o boletim, os exames laboratoriais, de imagem e consultas médicas realizadas por Bolsonaro nesta sexta no hospital, localizado na zona sul de São Paulo, mostraram “ótima evolução”.

“Porém os exames de imagem ainda mostram inflamação do peritônio e processo de aderência entre as alças intestinais. A equipe decidiu em reunião multiprofissional postergar a realização da reconstrução do trânsito intestinal”, afirma o boletim.

O peritônio é uma membrana que fica entre a parede do abdômen e os órgão digestivos.

Bolsonaro sofreu um ataque a faca durante evento da campanha eleitoral em Juiz de Fora (MG) em setembro e passou pela colostomia, carregando junto ao corpo desde então uma bolsa que liga trechos de seu intestino. A cirurgia de reversão visa retirar essa bolsa e reconectar o intestino do presidente eleito.

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Eleições 2018

Mourão é apanhado com a boca na botija

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O vice-presidente eleito, general  Hamilton Mourão (PRTB),  utilizou uma aeronave para participar de evento da campanha e não incluiu esse dado na prestação de contas, o que contraria a legislação.

 Como informa reportagem da Folha de S. Paulo, Mourão foi de Brasília a Cascavel (PR) nos dias 12 e 13 de setembro para o lançamento da candidatura do produtor rural Paulinho Vilela (PSL-PR) a deputado federal.

A viagem ao Paraná foi o primeiro evento público de Mourão após o atentado a faca contra Bolsonaro, em 6 de setembro. A aeronave, de prefixo PT-VLY, pertence a Serafim Meneghel, usineiro do Paraná.

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Eleições 2018

Prestações de contas eleitorais devem ser apresentadas até este sábado

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 Por Luiza Damé / Agência Brasil 

Brasília – Os candidatos e partidos políticos que disputaram o segundo turno têm até as 19h deste sábado (17) para prestar contas da campanha à Justiça Eleitoral. No âmbito nacional, participaram do segundo turno das eleições Jair Bolsonaro, eleito presidente pela coligação PSL/PRTB, e Fernando Haddad, pela aliança PT/ PCdoB/Pros, além de seus respectivos vices.

Bolsonaro e o PSL já entregaram as prestações de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas a documentação ainda está pendente de julgamento. Essa etapa é condição para que o presidente eleito seja diplomado no dia 10 de dezembro, data acertada entre o TSE e o governo de transição. Antes do julgamento, a campanha de Bolsonaro terá de apresentar esclarecimentos sobre inconsistências identificadas na prestação de contas.

Também concorreram no segundo turno 28 candidatos a governador, com os respectivos vices, no Amazonas, Amapá, em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, no Pará, Rio Grande do Sul, em Rondônia, no Rio Grande do Norte, em Sergipe, Roraima, no Rio de Janeiro, em Santa Catarina, São Paulo e no Distrito Federal.

Segundo o TSE, nas prestações de contas devem ser discriminados o total de recursos arrecadados, bem como as despesas de campanha referentes aos dois turnos. É preciso incluir os órgãos partidários que efetuaram doações ou tiveram gastos com as candidaturas.

Quitação eleitoral

Pela legislação eleitoral, o candidato que não prestar contas fica impedido de obter certidão de quitação eleitoral e não poderá ser diplomado. A sanção para o partido que deixar de apresentar as contas é a perda do direito ao recebimento dos recursos do fundo partidário.

Conforme o TSE, “todos os candidatos devem prestar contas, inclusive os que tenham renunciado à candidatura ou desistido dela, bem como os que foram substituídos e aqueles que tiveram o seu registro indeferido pela Justiça Eleitoral”. Nesses casos, a prestação deve abranger o período em que os candidatos “participaram do processo eleitoral, mesmo que não tenham realizado campanha”.

O TSE informa ainda que, no caso de falecimento do candidato, a responsabilidade da prestação de contas é de seu administrador financeiro.

O prazo para os candidatos que disputaram o primeiro turno se encerrou no último dia 6 de novembro. Segundo TSE, das mais de 28 mil prestações aguardadas, o Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE) contabilizou 16.450 entregues, ou seja, 58% do total.

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