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MUNDO

Mais de metade dos italianos considera racismo justificável

Foto: Reprodução / Fonte: Notícias ao Minuto

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Mais de metade dos italianos sondados para um inquérito sobre racismo responderam que um ato racista é “por vezes” ou “sempre” justificável.

Os resultados foram apresentados nesta quarta-feira pela imprensa italiana, e divulgados pelo jornal Guardian, numa altura em que Itália enfrenta vários casos classificados como racistas ou antissemitas.

A empresa que levou realizou a pesquisa – SWG – indicou que o levantamento foi feito com base numa amostra de 1.500 pessoas. Os resultados mostraram que 10% deste universo respondeu que os atos racistas são “sempre” justificáveis e 45% respondeu que podem ser “justificáveis”, dependendo da situação.

Os restantes 45% dos entrevistados responderam que atos racistas de qualquer natureza são “completamente inaceitáveis”.

Vale lembrar que este questionário é feito anualmente e, de acordo com a SWG, esta é a primeira vez em que a maior parte dos entrevistados não condena o racismo de forma absoluta.

“O que isto significa é que houve um relaxamento das atitudes face ao racismo – não necessariamente que as pessoas se tenham tornado racistas. Estão é a tornar-se mais abertas a atos racistas e não os consideram tão escandalosos”, indicou um diretor da SWG, Enzo Risso.

Um relatório da comissão parlamentar italiana sobre Intolerância, Xenofobia e Racismo, divulgado em julho do ano passado, concluiu que a maioria dos italianos pensa que a taxa de imigrantes no país é de 30%, quando na realidade é de 8%. O mesmo estudo concluiu que mais de metade dos italianos considera que “um bairro degrada-se quando há muitos imigrantes” (56,4%) e que “o aumento de imigrantes favorece a difusão da criminalidade e o terrorismo” (52,6%).

Um quadro, lia-se no documento, que “demonstra a existência de uma pirâmide de ódio baseada em estereótipos, representações falsas, insultos e linguagem hostil” que leva a “um nível superior de discriminação e de discurso e crimes de ódio”.

MUNDO

China tem novos casos de pneumonia misteriosa; total é de 45 pacientes

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(foto: AFP)

Até o momento, todos os casos na China foram registrados em Wuhan, uma cidade de 11 milhões de habitantes

A misteriosa pneumonia viral que surgiu no centro da China já infectou 45 pessoas, informaram funcionários chineses da área de saúde nesta sexta-feira, após a confirmação do segundo óbito no país.

No total, já foram identificados 45 pacientes, com mais quatro casos em relação ao boletim anterior, revelou a Comissão Municipal de higiene e saúde pública. Segundo os funcionários, 15 já receberam alta e cinco estão em estado grave.

Trata-se de um novo tipo de coronavírus, uma família com um grande número de vírus. Até o momento, todos os casos na China foram registrados em Wuhan, uma cidade de 11 milhões de habitantes.

Outros casos desta misteriosa pneumonia foram detectados no exterior: dois na Tailândia e um no Japão. As autoridades desses dois países alegam que os pacientes foram a Wuhan antes de sua hospitalização.Continua depois da publicidade

A investigação das autoridades constatou que vários pacientes trabalhavam em um mercado da cidade especializado no atacado de frutos do mar e peixes. O município tomou várias medidas, ordenando, em particular, o fechamento do mercado em questão, onde foram realizadas operações de desinfecção e análises.

O segundo óbito – um homem de 69 anos – ocorreu na quarta-feira (15/1), segundo a Comissão Municipal de Higiene e Saúde. Um chinês de 61 anos já havia morrido na semana passada.

A maioria dos pacientes é do sexo masculino e com idade mais avançada.

As autoridades de saúde locais tentam tranquilizar a opinião pública garantindo que “o risco de transmissão entre humanos, se não foi excluído, é considerado baixo”, mas a epidemia alimenta o medo do ressurgimento do vírus altamente contagioso SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave), que matou cerca de 650 pessoas na China continental e em Hong Kong em 2002-2003.

A China não anunciou restrições de viagem no país. Já as autoridades de Hong Kong (sul) reforçaram suas medidas de detecção nas fronteiras do território autônomo, em particular com detectores de temperatura corporal.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse na quinta-feira que “ainda há muito a descobrir sobre o novo coronavírus”.

“Não sabemos o suficiente para tirar conclusões definitivas sobre seu modo de transmissão”, ressaltou. 

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MUNDO

Turismo alcoólico é proibido em arquipélago da Espanha

Medida visa combater o consumo irrestrito do álcool em locais populares entre jovens

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Costa Leste da Espanha Foto: Pixabay

Na última sexta-feira (17), o governo regional das Ilhas Baleares aprovou uma lei, que proíbe o chamado ‘turismo alcoólico’ no arquipélago. Em caso de descumprimento, a decisão prevê multas que variam de 6 mil (R$ 27 mil) a 60 mil euros (R$ 276 mil).

Um comunicado explicou as autoridades locais, falaram sobre a norma.

– É a primeira lei adotada em toda a Europa que restringe a promoção e venda de álcool em certas áreas turísticas – informou o texto.

Segundo a Rádio França Internacional (RFI), a medida visa combater o consumo irrestrito do álcool em locais populares entre os jovens do continente europeu. A regra será aplicada em três áreas conhecidas pela grande concentração de turistas jovens, como as praias de Arenal e Magaluf, além de uma área de bares em Sant Antoni de Portmany.

O arquipélago é considerado como um dos maiores destinos turísticos do mundo. Ele é formado pelas ilhas de Ibiza, Maiorca, Menorca e Formentera.

A lei proíbe festas open bar, happy hours, publicidade sobre o consumo de álcool e desconto na venda de bebidas. As excursões etílicas, conhecidas como pubcrawling, nas quais turistas visitam vários bares, também foram proibidas.

Outra decisão do governo foi a proibição do balconing, a prática de pular de uma sacada para uma piscina. A medida surgiu após vários acidentes terem sido registrados nos últimos anos.

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Canadá pede ao Irã que envie para França caixas pretas do avião abatido

O primeiro-ministro do Canadá informou também que as caixas pretas “foram severamente danificadas”

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Foto: Reprodução / Fonte: Notícias ao Minuto

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, pediu hoje a Teerã que envie para um laboratório na França as caixas pretas do avião de passageiros ucraniano que o Irã admitiu ter abatido acidentalmente em 08 de janeiro. “Apenas alguns países, como [é o caso da] França, têm os laboratórios capazes de fazê-lo [analisar o conteúdo das caixas pretas]”, afirmou o chefe do Governo canadense, citado pela agência France-Presse, adiantando que Paris já se ofereceu para ajudar.

O Irã abateu o Boeing 737 da companhia aérea Ukraine International Airlines (UIA), matando os 167 passageiros e nove tripulantes de várias nacionalidades, a maioria iranianos e canadenses (57), mas também ucranianos, suecos, afegãos, alemães e britânicos.

Apesar de recusar inicialmente o fato, Teerã reconheceu três dias depois que tinha provocado o acidente inadvertidamente, devido à situação de alerta no país na sequência da escalada de tensão com os Estados Unidos. O avião partiu da capital iraniana com destino a Kiev, capital da Ucrânia.

O laboratório francês “seria o lugar certo para enviar essas caixas e obter as informações corretas rapidamente”, prosseguiu Trudeau.

O primeiro-ministro do Canadá informou também que as caixas pretas “foram severamente danificadas”, sendo por isso “extremamente importante” que sejam examinadas com a maior brevidade possível.

“Os franceses já se ofereceram para fazer essa perícia. [Se o Irã concordar em enviar as caixas] a comunidade internacional pode estar presente durante o processo, incluindo especialistas canadenses”, frisou.

O pedido de Justin Trudeau às autoridades iranianas foi feito em simultâneo com o anúncio da assistência financeira de emergência, no valor de 25.000 dólares para os canadenses que perderam familiares no desastre aéreo.

Durante este anúncio, Trudeau reiterou que o Governo iraniano também deveria compensar financeiramente as pessoas afetadas pela queda do aparelho.

O acidente com o avião ucraniano ocorreu horas depois do lançamento de 22 mísseis iranianos contra duas bases da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos, em Ain Assad e Erbil, no Iraque, numa operação de vingança pela morte do general iraniano Qassem Soleimani.

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