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Tranquilo, Mário Couto espera voltar ao horário eleitoral no rádio e na televisão na segunda-feira

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O candidato no Pará a uma das duas vagas ao Senado na próxima eleição, Mário Couto (PP), espera voltar a aparecer no horário eleitoral no rádio e na televisão na próxima segunda-feira. Afastado há cinco dias dos programas obrigatórios do TRE, o candidato está com advogados, em Brasília, tentando assegurar a sua candidatura, cujo registro foi negado, no Pará.  Por cinco votos a um, o Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA), negou nesta quinta-feira, 13, o registro da candidatura do ex-senador. Depois da votação, que teve início às 15h com a leitura do voto do relator, juiz Altemar Paes, o candidato ao Senado pelo PP disse que iria recorrer da decisão junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília.

O juiz reltor, Altemar Paes, em 22 de agosto, jpa havia begado registro tanto a Mário Couto quanto a Anivaldo Vale (PR) e José Francisco Alves (PRB), O magistrado entendeu que, como os partidos dos candidatos mencionados ainda fazem parte da coligação “O Pará Daqui pra Frente”, que apoia o emedebista Helder Barbalho, (MDB)eles não podem fazer parte de qualquer outra coligação. Os candidatos pretendiam ter seus nomes e partidos excluídos da coligação mencionada, formada por 16 partidos.

Desta vez,  a decisão do juiz-relator. Altemar Paes,  é ainda mais discutível, no entendimento do ex-senador, uma vez que ele alega que a ata adulterada pela cúpula regional do PP, para prejudicar Mário Couto em benefício do senador Jader Barbalho (MDB) e do vice-governador Zequinha Marinho (PDC). “Onde já viu, crime eleitoral prescrever em poucas horas”, exclama Mário Couto.

A denúncia de fraude na ata da convenção que sacramentou a coligação doi PP com o MDB para a eleição majoritária foi protocolada nesta quarta-feira (12), no Ministério Público Federal  e mexeu com os bastidores da política paraense, gerando uma  uma grande preocupação nos partidos da coligação “O Pará daqui pra frente”, capitaneada pelo candidato e ex-ministro Helder Barbalho.

Um vídeo  foi anexado na denúncia do primeiro suplente de Mário Couto, Eslon Martins e, como como prova de que houve a prática de um crime eleitoral, o qual certamente deverá ser investigado pela Polícia Federal, bem como pelo Ministério Público Federal, Estadual e Eleitoral, assim como avaliado pelo pleno do TRE-PA, pois trata-se de um caso grave e que fere letalmente o processo democrático nestas eleições.

O vídeo foi gravado pelo secretário geral do PP no Pará,  Eis os pontos mais importantes  da denúncia:

“Em 04.08.2018 o noticiante participou da convenção de sua legenda tendo sido escolhido como candidato ao cargo de Senador da República, concorrendo sob o número 111. Naquela ocasião, os convencionais escolheram a chapa completa para primeira vaga de Senador e resolveram não lançar candidatos para segunda vaga. 

Em 05.08.2018, a comissão executiva do PP/PA se reuniu “na calada da noite” e decidiram formalizar coligação para os cargos de senador com as chapas encabeçadas por Jáder Barbalho e Zequinha Marinho.

Por conta dessa manobra, a chapa do noticiante ainda não conseguiu ter acesso ao horário eleitoral gratuito, pois, o tempo de rádio e televisão do Partido Progressista foi entregue “de mão beijada” as chapas de Jáder Barbalho e Zequinha Marinho.  

A atitude dos membros da executiva regional do PP foi bastante suspeita, pois, reuniram-se altas horas (23h), decidem apoiar Jader Barbalho e Zequinha Marinho para o cargo de senador, contrariando expressa disposição dos convencionais, os quais, já haviam escolhido lançar Mário Couto/Eslon Martins/Roberto Pena.  

Essa conduta sorrateira dos convencionais ligou o alerta e o ora noticiante acionou sua equipe jurídica para fazer varredura nas atas do Progressista Pará. O resultado dessa auditagem revelou fraudes, engodos e crimes, conforme a seguir detalhado.

É forte a suspeita que membros da executiva estadual do PP tenham vendido o tempo de rádio e televisão do Progressista para favorecer as campanhas de Jáder Barbalho e Zequinha Marinho, os quais estão usando o tempo que deveria ser utilizado pela chapa Mário Couto/Eslon Martins/Roberto Pena, filiados PP.   

O crime em questão teve esse intento: a apropriação do horário eleitoral “gratuito” do Progressista por Jader Barbalho e Zequinha Marinho, sendo que os demais delitos funcionam como crime-meio. Porém, o golpe mais grave foi terem adulterado a vontade dos convencionais/PP, que de modo legítimo e democrático escolheram Mário Couto/Eslon Martins candidatos ao Senado e sorrateiramente, alguns “espertalhões”, na reunião de 05.08.2018, venderam essas candidaturas e o tempo TV a Jader Barbalho.”

Observe-se a fraude grosseira nas assinaturas: 

Domínio sobre o TRE

 

Para completar, a esposa do ex-senador Mário Couto, Solange Couto, disse, também em vídeo, que ouviu diversas vezes, Helder Barbalho dizer que não mandava no TSE, mas mandava no TRE. “Por isso, o resultdo desse julgamento não nos surpreendeu”, afirmou.

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