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TECNOLOGIA

Mark Zuckerberg não concluiu seus desafios para 2019; relembre

Fonte/Foto: Tecmundo

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O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, fez o que muitos brasileiros repetem sempre ao iniciar um novo ano: em 8 de janeiro, ele detalhou em sua página na rede social quais seriam os seus objetivos para o ano de 2019. A ideia do executivo foi muito justa, afinal ele se comprometeu a trazer discussões sobre o futuro da tecnologia na sociedade ao lado de algumas personalidades fortes do mercado. No entanto, muitos encontraram alguns problemas enquanto ele cumpria esse desafio.

“Meu desafio para 2019 é sediar uma série de discussões públicas sobre o futuro da tecnologia na sociedade – as oportunidades, os desafios, as esperanças e as ansiedades”, explicou Zuckerberg na postagem que planejava o seu ano. “A cada poucas semanas, converso com líderes, especialistas e pessoas em nossa comunidade de diferentes campos e tentarei diferentes formatos para mantê-lo interessante”, explicou.

O CEO definitivamente buscou cumprir esse objetivo. No blog oficial do Facebook, é possível acompanhar algumas rodas de discussões em inglês em que ele levou esse tópico para a mesa. Os problemas começam quando, em 11 meses, ele só realizou seis debates — furando uma de suas promessas de continuar esse desafio “a cada poucas semanas”. O formato também não foi muito inovador: em todas as ocasiões, Zuckerberg se sentou com um ou dois representantes em conversas que seguiam o mesmo fluxo de discussão e apresentação.

Bloomberg também criticou que, entre todas as oportunidades de conversas, houve pouca diversidade nas escolhas pelo CEO. A única exceção ficou com Jenny Martinez, uma das representantes da Escola de Direito de Stanford, que foi a única mulher entre os nove convidados. O fato só reforça que o dono do Facebook levou o tópico para executivos que eram muito parecidos com ele — homens brancos entre seus 30 a 40 anos, como reforça o site.

Apesar disso, os pontos abordados viajaram entre tecnologia biológica, jornalismo e conteúdo na internet. Zuckerberg de fato lançou questionamentos sobre as oportunidades, desafios, esperanças e ansiedades de cada uma dessas áreas, mas talvez o caminho não agradou a muitos.

Apesar disso, 2020 está chegando e, com ele, a chance de trabalhar em novas discussões e desafios. E você? O que gostaria que o dono do Facebook falassse e debatesse no próximo ano?

TECNOLOGIA

Vem aí iPhone mais barato: produção dos novos aparelhos começa em fevereiro

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A gigante norte-americana procura alcançar uma faixa mais ampla do mercado global de smartphones antes de lançar aparelhos 5G (Imagem: Unsplash/@medhatdawoud) Fonte: G1

Os fornecedores da Apple (AAPL) planejam começar a fabricar um novo iPhone de baixo custo em fevereiro, disseram pessoas a par do plano. A empresa procura alcançar uma faixa mais ampla do mercado global de smartphones antes de lançar aparelhos 5G no fim deste ano.

A Apple, com sede em Cupertino, Califórnia, deve revelar o novo telefone oficialmente já em março, disse uma pessoa com conhecimento do cronograma. A montagem do novo aparelho será dividida entre Hon Hai Precision Industry, Pegatron e Wistron, segundo as fontes.

Será o primeiro iPhone de baixo custo desde o iPhone SE. O celular será semelhante ao iPhone 8 a partir da versão 2017 e incluirá uma tela de 4,7 polegadas, segundo antecipado pela Bloomberg News.

O iPhone 8 ainda está no mercado e atualmente é vendido por US$ 449. A Apple vendia o iPhone SE por US$ 399 quando o aparelho foi lançado em 2016.

Apple
O novo celular não terá a autenticação biométrica Face ID da Apple (Imagem: Unsplahs/@zhangkaiyv)

O novo telefone deve ter o Touch ID embutido no botão Home, reutilizando a tecnologia Apple em vez de optar por um sensor de impressão digital na tela, como a maioria dos rivais modernos Android.

O novo celular não terá a autenticação biométrica Face ID da Apple, mas contará com o mesmo processador usado atualmente no carro-chefe da empresa, o iPhone 11.

Uma porta-voz da Apple não quis comentar.

iPhone Apple Celulares Smartphones
Será o primeiro iPhone de baixo custo desde o iPhone SE (Imagem: Unsplash/@drewcoffman)

Os iPhones mais baratos da Apple fazem sucesso entre os consumidores, incluindo o mais recente iPhone 11, cujo custo inicial era US$ 50 inferior ao preço normalmente cobrado pela Apple.

A forte demanda por iPhones levou a Apple a pedir que a Taiwan Semiconductor Manufacturing aumentasse a fabricação de chips no trimestre atual, segundo duas pessoas a par do assunto.

A Apple planeja uma série de novos iPhones de última geração para lançamento no fim de 2020, que incluem conectividade 5G, processadores mais rápidos e novas câmeras 3D na parte traseira, informou a Bloomberg News.

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Aparelhos mais baratos podem ajudar a Apple a competir melhor em países emergentes, onde o mercado de celulares é mais competitivo em termos de preço e mostra rápido crescimento, principalmente na Índia.

Ainda é difícil vender iPhones no país, que competem com modelos Android muito mais baratos, vendidos por menos de US$ 200. Ainda assim, a Apple procura um nicho na Índia e está de olho em locais para abrir lojas no país.

A Apple espera que os embarques de aparelhos voltem a crescer este ano, tendo estabelecido a meta de exportar mais de 200 milhões de unidades em 2020. O sucessor do iPhone SE desempenhará um papel significativo nessa tarefa.

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TECNOLOGIA

Facebook desenvolve IA capaz de se orientar sem usar mapas

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Fonte: Ubergizmo/ Facebook

Desenvolvedores especialistas em Inteligência Artificial do Facebook criaram uma IA capaz de se localizar e traçar rotas para destinos desejados sem o uso de mapas.

De acordo com o Facebook, um dos maiores pontos negativos no uso de mapas é de se tornarem desatualizados. Isso afeta não só veículos autônomos e drones como também os pequenos aspiradores de pó automáticos que usam mapeamento para se orientar.

A criação do Facebook, por sua vez, elimina a necessidade do uso de mapas e permite que o drone equipado com o algoritmo se oriente em tempo real. O código, batizado como DD-PPO, é capaz de levar o robô ao destino 99.9% das vezes e desviou da melhor rota em somente 3% dos testes.

Sendo assim, qualquer robô que rode o algoritmo será capaz de chegar ao destino desejado e até otimizá-lo após várias tentativas.

Os desenvolvedores estão otimistas, mas afirmam que ainda há muito trabalho a ser feito e o código precisa ser melhorado. “Nós estamos focando em explorar novas soluções para orientação, incluindo uma orientação somente visual, considerando que dados de GPS podem não estar disponíveis em ambientes fechados. Nós também vamos treinar outras unidades com DD-PPO e testar diferentes aplicações.”, afirma o Facebook.

Toda a documentação do projeto está descrita na página do Facebook Artificial Inteligence (somente em inglês).

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TECNOLOGIA

Tinder terá recursos para garantir segurança dentro e fora do app

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Fonte: gizmodo Foto: Imagem: Tinder

O Tinder anunciou que está lançando novos recursos para ajudar a proteger melhor os usuários dentro e fora da plataforma, incluindo uma espécie de “botão de pânico” para encontros no mundo real.

Além do botão de pânico, o Tinder também está testando um recurso de verificação de foto. Ele será usado para evitar que alguém use fotos de outra pessoa, garantindo que os perfis sejam de fato de quem eles dizem ser. A ferramenta usa IA com assistência por humanos, e os perfis verificados receberão marcas selos azuis para indicar que são legítimos.

Outro recurso que o serviço está testando é uma ferramenta para detectar linguagem ofensiva nas conversas usando o aprendizado de máquina.

Os usuários que têm acesso ao recurso verão a mensagem “Isso incomoda você?”. Se eles responderem “sim”, podem denunciar o usuário. Por outro lado, uma mensagem sinalizada como potencialmente abusiva mostrará ao remetente um botão “Desfazer”, permitindo que o usuário reconsidere antes de enviar algo sinalizado como inapropriado ou ofensivo.

Segundo a empresa, o botão de pânico estará disponível em breve nos EUA. Ela conectará os usuários aos serviços de emergência, caso se sintam inseguros durante um encontro fora do aplicativo. O Tinder e sua empresa controladora, Match Group, formaram uma parceria com a Noonlight. Graças a isso, os usuários poderão acionar um alarme que os conecta aos atendentes de serviços de emergência.

Ainda não sabemos se ou quando esse recurso vai funcionar no Brasil, já que o Noonlight não está disponível por aqui. Entramos em contato com a assessoria de imprensa do Tinder no País e atualizaremos este post quando tivermos mais informações.

O recurso permite compartilhar os detalhes de seu encontro — incluindo a hora e o local — antes de ir para o compromisso. De acordo com o Wall Street Journal, que noticiou o recurso em primeira mão, os usuários devem digitar um código depois de acionarem o alarme no aplicativo. Se eles não conseguirem, eles receberão uma mensagem de texto. Se eles não responderem nem atenderem um telefonema subsequente, o Noonlight enviará serviços de emergência para o local do encontro.

O recurso também adiciona um selo ao perfil do usuário do Tinder. Segundo Elie Seidman, CEO da Tinder, ele vai funcionar como “a plaquinha no quintal de uma casa com sistema de segurança”, uma espécie de “advertência”.

Quando perguntado sobre como os usuários terão suas informações rastreadas pelo Noonlight enquanto estiverem usando a ferramenta, um porta-voz disse ao Gizmodo que “não pede que eles compartilhem sua localização com o Tinder o tempo todo. Isso está no aplicativo Noonlight, que precisa do rastreamento de localização em segundo plano ativado para garantir que as autoridades possam ser enviadas para o local apropriado”. O porta-voz esclareceu que os usuários podem ativar ou desativar o recurso a qualquer momento.

“Uma experiência de encontros segura e positiva é crucial para os nossos negócios”, afirmou Mandy Ginsberg, CEO da Match Group, em comunicado. “Encontramos no Noonlight a tecnologia de ponta que pode fornecer serviços de emergência em tempo real — que não existe em nenhum outro produto voltado a relacionamentos — para que possamos empoderar os solteiros com ferramentas para mantê-los mais seguros e dar-lhes mais confiança. A integração desse tipo de tecnologia, além dos outros padrões de segurança que o Match Group está implementando em nossas marcas, é uma etapa necessária na inovação de encontros.”

Todas essas ferramentas, embora talvez sejam soluções imperfeitas, têm o potencial de ajudar a tornar a plataforma um pouco mais segura. Por outro lado, os usuários precisarão compartilhar ainda mais dados com as empresas.

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