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Esportes

Medina, Italo e Filipinho passam à 3ª fase em dia de estreia na etapa de Bali

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Foto: Reprodução / Fonte: Estadão Conteúdo

O surfe brasileiro teve um bom início na etapa de Bali, na Indonésia, a terceira da temporada de 2019 do Circuito Mundial. Nesta segunda-feira, oito dos 11 representantes do País conseguiram a classificação direta à terceira fase na praia de Teramas, entre eles os três de maior destaque: Gabriel Medina, Italo Ferreira e Filipe Toledo. Deivid Silva, William Cardoso e Jessé Mendes são os três que terão de disputar a repescagem na segunda fase.

Vice-campeão na etapa de Bells Beach, na Austrália, no mês passado, Filipe Toledo mostrou que é um dos grandes favoritos a levar o título em Bali. O brasileiro acertou o “aéreo reverse” mais alto do campeonato para tirar a maior nota (9,00) e somatório (16,17) do dia. Ele avançou ao lado do compatriota Peterson Crisanto (10,40), mandando o australiano Jacob Willcox (7,60) para a repescagem.

Segundo colocado da temporada – atrás apenas do havaiano John John Florence -, Ítalo Ferreira estreou na quarta bateria com uma tornozeleira no pé direito por conta uma torção que ele sofreu há uma semana. Campeão em Bali no ano passado, o potiguar dominou o confronto contra o compatriota Caio Ibelli e o havaiano Ezekiel Lau do início ao fim.

“Estou muito feliz de estar de volta e começar bem. Estou muito confiante. Ano passado tive um dos meus melhores momentos aqui em Keramas e vamos tentar de novo. Há uma semana, eu machuquei meu tornozelo treinando. Não foi uma lesão grande, mas o meu médico veio do Brasil, me ajudou e agora estou pronto”, disse Ítalo, em entrevista à Liga Mundial de Surfe (WSL, na sigla em inglês).

Gabriel Medina passou sufoco, mas também garantiu a classificação para a terceira fase com virada no fim. Com a maré baixando, as ondas começaram a ficar mais escassas na bateria do atual bicampeão mundial. O paulista teve dificuldades no confronto contra o brasileiro Deivid Silva e o indonésio Rio Waida. O surfista local de 18 anos venceu com um total de 9,60 pontos e Medina só garantiu a classificação nos instantes finais com duas ondas que renderam 9,54 pontos no total, contra 6,77 de Deivid, que caiu para a repescagem.

Outros três brasileiros também avançaram nesta segunda-feira: Yago Dora, Jadson André e Michael Rodrigues. Atual número 1 da temporada, John John Florence abriu a competição com uma vitória sobre o italiano Leonardo Fioravanti e o brasileiro Michael Rodrigues.

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CBF divulga arbitragem para Internacional x Paysandu

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Foto: Reprodução / Com informações O Liberal

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou a escala de arbitragem para o primeiro jogo do duelo entre Internacional e Paysandu, válido pelas oitavas de final da Copa do Brasil, que ocorre no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

O confronto terá a arbitragem de Vinicius Gonçalves Dias Araujo (CBF). Miguel Caetano Ribeiro (CBF) e Bruno Slgado Rizo (CBF) serão os auxiliares, enquanto que Douglas Marques das Flores (CBF) será o quarto árbitro.

A novidade fica por conta da entrada do sistema de vídeo-arbitragem, o VAR, para facilitar as decisões dos oficiais em campo, a partir dessa fase do torneio nacional. É a primeira vez que uma equipe do norte do Brasil será contemplada com o árbitro de vídeo.

O sistema será comandado por José Claudio Rocha Filho (CBF), que terá como assistentes Marcio Henrique de Gois (CBF) e Fabricio Porfirio de Moura (CBF). Gilberto Corrale (CBF) é o supervisor de protrocolo. Toda a arbitragem definida para a partida é do estado de São Paulo.

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Tricampeão da Fórmula 1, ex-piloto Niki Lauda morre aos 70 anos

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Foto: Reprodução / Fonte: Correio Braziliense
Uma das lendas do automobilismo mundial, o austríaco Niki Lauda morreu aos 70 anos, nesta segunda-feira. O ex-piloto, campeão da Fórmula 1 em 1975, 1977 e 1984, vinha sofrendo com problemas de saúde há pelo menos um ano. Em 2018, chegou a ser submetido a um transplante de pulmão e passou dois meses internado.
“Com profunda tristeza, anunciamos que nosso amado Niki morreu pacificamente com sua família na segunda-feira. Suas realizações únicas como atleta e empreendedor são e permanecerão inesquecíveis. Seu incansável entusiasmo pela ação, sua franqueza e sua coragem permanecem um modelo e uma referência para todos nós. Era um marido amoroso e atencioso, pai e avô longe do público, que sentirá sua falta”, disse comunicado publicado pela família.

Nos últimos anos, ele vinha exercendo a função de presidente de honra da equipe Mercedes, que vem dominando a F-1 nos últimos anos. Lauda atuava quase como um conselheiro de luxo, próximo ao chefe de equipe Toto Wolff e aos pilotos, o inglês Lewis Hamilton e o finlandês Valtteri Bottas.

OBITUÁRIO

A atitude mais comum de Niki Lauda durante os seus 70 anos de vida foi teimar. Foi assim desde jovem, quando rompeu com a família para ser piloto. Já mais maduro, ele desafiou os prognósticos dos médicos e voltou às pistas seis semanas depois de um grave acidente. O austríaco enfrentou ainda dois transplantes de rim e um de pulmão, duas dissoluções de empresas, ganhou o campeonato mais disputado da história e virou tema de filme.
A biografia movimentada de Lauda começou e terminou em Viena. Da pacata capital austríaca saiu um rapaz dentuço, franzino e mau humorado, mas que mudaria a história da Fórmula 1. A categoria cresceu em interesse televisivo mundial em 1976 graças às disputas de Lauda com o inglês James Hunt. A rivalidade entre ambos foi o ponto de partida para as transmissões das corridas se transformarem em grandes atrações.
Bem antes da fama e do reconhecimento, o jovem Andreas Nikolaus Lauda teve de derrotar a família. O futuro herdeiro de um avô investidor financeiro havia sido preparado para assumir os negócios. A vontade, porém, era outra. Ao decidir que seria piloto, causou a ira familiar e ouviu que não receberia um centavo para ajudar na carreira.
Lauda sempre foi teimoso e não teve medo. Pediu empréstimo para um banco para conseguir arcar as despesas nos primeiros anos de carreira e confiou que os com os bons resultados logo conseguiria devolver o valor. Deu certo. Aos 22 anos ele ganhou chance na Fórmula 1, onde o estilo detalhista no acerto dos carros e o estilo “careta” lhe ajudaram a conseguir resultados.
Em uma época em que ser piloto era sinônimo de festas, mulheres e badalação, o austríaco era o oposto. Lauda era sisudo, avesso à vida social e consolidou de vez a carreira em 1975. No cockpit da Ferrari, ganhou cinco provas e foi campeão do mundo aos 26 anos. No ano seguinte ele precisaria voltar a ser teimoso não para continuar a carreira, mas para seguir vivo.
A temporada de 1976 é mais lendária da história da Fórmula 1. O atual campeão Lauda viu surgir como adversário o inglês Hunt, da McLaren. O desafiante era ao contrário do austríaco: boêmio, fumante inveterado e conquistador de mulheres a ponto de transar com fãs no fundo dos boxes, o piloto contrastava com o austríaco em quase todos os aspectos.
O campeonato estava favorável a Lauda quando no chuvoso GP da Alemanha, em Nurburgring, a história mudou. O piloto perdeu o controle da Ferrari e bateu. O carro estava em chamas no meio da pista quando foi atingido por outro competidor. O impacto do segundo choque fez o capacete do austríaco voar para longe. A cabeça e o corpo dele ficaram expostos durante quase um minuto às chamas e à fumaça tóxica.

Lauda abriu os olhos dias depois, no hospital. Ele já havia recebido a extrema-unção de um padre, passado por dezenas de cirurgias e superado expectativas médicas apenas por estar vivo. Teimoso, como sempre, o austríaco encarou dezenas de torturantes sessões de limpeza respiratória. Os enfermeiros introduziam pela boca do piloto um tubo de ferro, que avançava pela garganta e esôfago até chegar aos pulmões, para sugar a fumaça ainda presa no órgão.
A situação de risco não lhe tirou das pistas. Seis semanas depois do acidente, Lauda desafiou o medo e estava de volta para o GP da Itália com o rosto enfaixado e aparência modificada. Séries de cirurgia e enxertos de pele na cabeça mudaram a face do austríaco, que perdeu o campeonato por apenas um ponto. Hunt se aproveitou do acidente do rival para pontuar e ser campeão. A épica temporada inspirou até o cinema. O filme Rush foi lançado em 2013.
Uma nova chance se abriria para Lauda no ano seguinte em 1977, quando foi campeão novamente. Após temporadas regulares em 1978 e 1979, ele decidiu de se aposentar. O adeus não durou muito tempo e dois anos depois, lá estava o austríaco de volta às pistas. Ele ainda teve a chance de se despedir com título, em 1984, no campeonato mais disputado da história. O austríaco foi campeão com apenas 0,5 ponto de vantagem sobre Alain Prost.
As participações derradeiras de Lauda na Fórmula 1 coincidiram com o início dele na aviação. O piloto comprou aeronaves e fundou duas companhias: Lauda Air e Niki. Ambas já fecharam as portas. O maior problema veio em 1991, quando um dos seus aviões caiu na Tailândia e causou a morte de 223 pessoas.
O persistente austríaco jamais se afastou da Fórmula 1. Foi dirigente da Ferrari, da Jaguar e por último, da Mercedes. Era presente constante nas corridas e comentarista de canais de televisão. Sempre caminhava pelo paddock com um boné vermelho, para esconder as cicatrizes na cabeça resultado do acidente de 1976.
A saúde, porém, continuou foi frágil. Lauda passou por dois transplantes de rim. No último deles, há dez anos, ganhou o órgão da esposa, Birgit Wetzinger, antiga comissária de voo de uma das suas companhias aéreas. Os problemas não tiraram do ex-piloto a vontade de viajar pelo mundo junto com a Fórmula 1. A cada etapa ele estava lá, nos boxes da Mercedes, a principal potência atual da categoria.
Apenas nas duas últimas provas o austríaco foi ausência. O pulmão que tanto aguentou as chamas do acidente de 1976 deu sinais de alerta. Foi necessário um transplante. Ainda debilitado em Viena, Lauda resistiu e tentou teimar novamente contra o destino. Desta vez, não deu.

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Remo perde chance de liderar G-4 em empate com Ypiranga

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Foto: Samara Miranda/Ascom Remo / Fonte: Roma  News

Após o empate em 0 a 0 contra a equipe do Ypiranga-RS, os mais de 17 mil torcedores que compareceram ao Mangueirão lamentaram o empate e a chance do Remo de terminar a quarta rodada do Campeonato Brasileiro da Série C na liderança. O time comandado pelo técnico Márcio Fernandes continua dentro do G4, com o mesmo número de pontos de Volta Redonda-RJ e Juventude-RS, mas perdendo nos critérios de desempate e ficando na 3° colocação.

Após o jogo, o treinador azulino lamentou bastante o resultado, mas valorizou a forma de jogo que o seu time teve dentro de campo. “Fizemos um grande jogo, mas infelizmente não vendemos. Agora é levantar a cabeça porque temos mais um jogo dentro de casa e vamos trabalhar para conquistar a vitória”, disse.

Para o próximo jogo, o técnico destaca m ponto importante para se melhorar no grupo. “Temos que ter um pouco mais de tranquilidade nas finalizações. Só faltou isso para podermos fazer os gols e isso a gente vai tentar aprimorar tudo isso. Fizemos um grande jogo e não temos que baixar a cabeça para nada, e esperamos que a nossa torcida possa vir novamente nos apoiar”, finaliza.

O próximo jogo do Remo dentro da Série C será neste domingo, 26, às 16h, contra a equipe do Atlético Acreano, no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão.

 

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