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Meirelles e Marina pedem registro de candidatura à Presidência

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Por Felipe Pontes – Agência Brasil  

Brasília – Mais dois candidatos à Presidência apresentaram, na manhã hoje (15), último dia do prazo, seus pedidos de registro de candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). São eles o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles (MDB) e a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede).

A poucos dias de completar 73 anos, Meirelles, que é engenheiro mas construiu sua carreira no mercado financeiro, tendo sido também presidente do Banco Central, declarou possuir um patrimônio de R$ 377,4 milhões, sendo o segundo candidato mais rico na corrida presidencial.

A maior parte da quantia está investida em ações (R$ 283,1 milhões), em fundos de investimento (R$ 58,8 milhões) e em um apartamento avaliado em R$ 21,8 milhões. Meirelles tem como vice o ex-governador do Rio Grande do Sul Germano Rigotto, também do MDB, que informou ter R$ 3,668 milhões.

Meirelles é o segundo candidato mais rico na disputa pela presidência, atrás do empresário João Amoêdo, candidato pelo Novo, que declarou ter R$ 425 milhões. Nas eleições deste ano, não há limites para o autofinanciamento de campanha. Se quiserem, os candidatos podem bancar até mesmo todos os gastos, observado o limite de R$ 70 milhões no 1º turno e de R$ 35 milhões no 2º turno.

Já a candidata Marina Silva, de 60 anos e historiadora de formação, informou ter um patrimônio de R$ 118,8 mil, composto em sua maioria por imóveis. Seu vice, o médico sanitarista Eduardo Jorge, do PV, declarou possuir R$ 320 mil. Ambos já disputaram as eleições para a Presidência no pleito de 2014, quando ela ficou em terceiro lugar, com 21% dos votos (22.176.619), enquanto ele recebeu 0,61% (630.099).

O prazo para requerer o registro se encerra às 19h desta quarta-feira (15). Dos 13 pré-candidatos à Presidência aprovados em convenção nacional de seus partidos, restam três entrarem com pedido de registro no TSE: o pastor Eymael, do partido DC; João Goulart Filho (PPL); e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cuja candidatura está prevista para ser registrada nesta tarde pelo PT.

O TSE tem até 17 de setembro para apreciar todos os pedidos de registro, que podem ser alvo de impugnação (questionamento) por parte de coligações, partidos e candidatos adversários, bem como do Ministério Público Eleitoral.

a em R$ 1 milhão.

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PARÁ

Governo entrega primeira fase da obra do novo Batalhão da PM em Santarém

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O Governo do Estado entregou nesta segunda-feira (3), a primeira fase das instalações físicas do 35º Batalhão de Polícia Militar – Batalhão Rio Amazonas (35º BPM), sediado em Santarém, na região oeste do Pará. O batalhão está na área de circunscrição do Comando de Policiamento Regional I (CPR-I). A unidade física do 35º BPM é composta por 20 salas. O efetivo é formado por 246 policiais militares, divididos entre o novo Batalhão e três Postos Policiais Destacados, localizados no distrito de Boa Esperança (Km 43 da PA-370) e nos municípios de Belterra e Mojuí dos Campos.

Coronel Cintia Raquel Cardoso

Para a comandante do 35º BPM, Tenente Coronel Cintia Raquel Cardoso, a inauguração da primeira parte das instalações físicas da unidade vai ajudar a recepcionar melhor o público e oferecer mais conforto aos servidores, além de contar com toda a estrutura necessária ao seu funcionamento.

“Nós contamos na sede com sete viaturas, uma caminhonete e quatro motocicletas. Em Boa Esperança e nos pelotões de Belterra e Mojuí nós temos, também, caminhonetes e duas motocicletas em cada unidade que está ligada ao 35º BPM”, explica a comandante.

O mais novo espaço foi criado por meio do Decreto n° 1.017 de 04 de abril de 2014, assinado pelo governador Simão Jatene, e instalado oficialmente no segundo semestre de 2017. Ele atende a uma estimativa populacional de 138 mil habitantes e engloba a área leste de Santarém, correspondendo aos bairros e comunidades rurais localizados ao longo da PA-370 (Rodovia Santarém-Curuá-Una), além dos municípios de Mojuí dos Campos e Belterra.

Combate à criminalidade e área de cobertura

Um dos grandes gargalos para a área de segurança pública na região era contar apenas com um Batalhão, neste caso, o 3º BPM, para cobrir todo o município de Santarém, com 302.667 habitantes, de acordo com a última estimativa populacional do ano de 2018, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com uma área de atuação menor, a produção dos policiais militares, no combate à criminalidade, tende a ser realizada com mais qualidade. É o que avalia o comandante geral da PM, Coronel Hilton Benigno, que esteve presente à solenidade, representando o governador Simão Jatene.

“Com o 35º Batalhão, que na verdade é um desmembramento do 3º BPM e com aporte de efetivo que nós tivemos em decorrência do último concurso, a gente cria uma nova unidade, com novo setor de planejamento, tendo uma oficial superior, no caso a Tenente Coronel Cintia Raquel, para fazer a gestão da polícia ostensiva, agora dentro de uma circunscrição menor, do que era do 3º Batalhão. Então, sem dúvida, contribui de sobremaneira para a redução da incidência criminal”, avalia o comandante geral da PM.

Complexo de policiamento

Responsável pelas ações de policiamento em 13 municípios da região Oeste, o comandante do CPR-I, Coronel Heldson Tomaso, informou que somente em Santarém, a Polícia atuará com 800 servidores. “Divididos entre o 3º e 35º BPM, a II Companhia Independente de Missões Especiais e agora, também, mais recentemente, a Companhia Independente de Policiamento Ambiental. Estamos deixando em Santarém, um grande complexo da Polícia Militar, comparado só apenas a Belém”, destaca Heldson Tomaso.

Ainda durante a solenidade, o comandante do CPR-I agradeceu importantes parcerias com órgãos públicos, no caso a Câmara Municipal de Santarém, representada pelo vereador Chiquinho da Umes (PSDB), a Prefeitura de Santarém, representada pelo vice-prefeito, José Maria Tapajós, o Centro de Governo do Baixo Amazonas, representado pelo seu coordenador da área de Segurança Pública, delegado Gilberto Aguiar, que atuou junto ao Governo do Estado para buscar investimentos que pudessem dotar o 35º BPM com infraestrutura mínima para seu funcionamento, e a comunidade em geral, a partir dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública, neste caso específico os Conselhos que representam os bairros e comunidades localizadas ao longo da PA-370.

Serviço

O 35º Batalhão de Polícia Militar funciona na Avenida Muiraquitã, ao lado do prédio do Instituto de Assistência dos Servidores do Estado do Pará (Iasep), no bairro Livramento, anexo às instalações da 5ª Unidade Regional de Educação (5ª URE).

Samuel Alvarenga/Agência Pará

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Onyx confirma fim do Ministério do Trabalho 

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O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (05/11/2018) Foto: Dida Sampaio / Estadão

 Primeiro escalão do governo terá sete pastas a mais do que foi prometido durante a campanha eleitoral

 

Brasília – O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni afirmou, em entrevista à rádio Gaúcha que o Ministério do Trabalho será extinto. De acordo com Onyx o primeiro escalão do governo do presidente eleito Jair Bolsonaro vai ter 22 pastas — sete a mais do que o prometido durante a campanha eleitoral.

 “Uma parte vai ficar com o ministro (Sérgio) Moro, que é aquela parte da concessão sindical (…). A outra parte, que trata de política ligadas a emprego, uma parte vai ficar na Economia e outra na Cidadania. Na verdade, o atual Ministério do Trabalho como é conhecido ele ficará uma parte no ministério do doutor Moro, outra parte com o Osmar Terra e outra com o Paulo Guedes, lá no Ministério da Economia, para ter tanto a área do trabalhador como a do empresário no mesmo organograma”, afirmou.
De acordo com Onyx, os dois ministérios que faltam a ser anunciados são o de Meio Ambiente e de Direitos Humanos, Família e Mulheres – até o momento Bolsonaro já escolheu 20 ministros. Para o Meio Ambiente três nomes estão sendo analisados pela equipe de transição, entre eles o de Xico Graziano, ex-assessor do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que abandonou o PSDB durante as eleições para apoiar Bolsonaro.

“Serão 20 ministérios funcionais e dois ministérios eventuais que é o caso do Banco Central, que quando vier a independência deixa de ser ministério, e o segundo a AGU que pretendemos fazer um ajuste constitucional”, afirmou.

Para o comando do Ministério de Direitos Humanos, Família e Mulheres o nome mais cotado é o da advogada e pastora Damares Alves. No sábado, 1, o presidente eleito disse em evento militar na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em Resende, Sul Fluminense, que a pastora “está na frente” para chefiar a pasta.

Bolsonaro disse que o assunto foi conversado “muito por alto” com ela. “Não foi prometido nada, mas seria do meu entender uma pessoa extremamente qualificada para desempenhar a função”, afirmou. A advogada trabalha como assessora lotada no gabinete do senador e candidato derrotado à reeleição Magno Malta (PR-ES), um dos políticos mais próximos de Bolsonaro na campanha e que esperava ter sido nomeado para o cargo.

De acordo com o futuro ministro, as indicações do segundo e terceiro escalão serão feitos uma “mescla” entre nomes técnicos e políticos.

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PARÁ

Defesa Civil continua em Redenção auxiliando atingidos pelo rompimento de três represas

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Cerca de 60 homens da Defesa Civil do Pará estão no município de Redenção, sul do estado, desde a última quarta-feira (28) Na noite de terça-feira, as fortes chuvas do período causaram o rompimento de três represas. Trezentas e cinquenta e oito famílias foram impactadas em dez bairros, 127 foram afetadas diretamente e 28 delas estão desalojadas. Um abrigo foi colocado à disposição pela prefeitura, mas as famílias desalojadas preferiram ficar em casas de parentes. Nenhuma vítima fatal ou acidentada foi registrada.

A Defesa Civil Estadual, em conjunto com a Defesa Civil municipal, vem atuando em uma força-tarefa, que conta com o apoio de órgãos como a Secretaria de Assistência Social estadual e municipal, Secretaria de Transportes (Setran), Denit, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar, ajudando na segurança dos bairros que foram impactados.

“Depois das ações de resgate, estamos atuando diretamente no apoio à população, ajudando a Secretaria Municipal de Assistência Social no cadastramento das famílias e realizando vistorias nas casas atingidas”, disse o capitão Marcelo Santos, sub-chefe da Divisão de Operações.

Monitoramento

Além da assistência às famílias, o trabalho da Defesa Civil é mais amplo, atuando no monitoramento de outras áreas propensas a enchentes. Eles recebem boletins diários de órgãos de controle ambiental os informando sobre previsões de chuvas fortes e acidentes proporcionados pelas mesmas. Há previsão de chuva forte para os próximos dias, especialmente em municípios como Marabá, Xinguara e Parauapebas.

“Estamos em alerta. Os cenários são preocupantes, mas temos a segurança de contar com uma equipe de técnicos estaduais e municipais experientes e especialistas em gerenciamento de desastres”, destaca o capitão Marcelo Santos.

Acidente – As três represas que se romperam em Redenção devido à intensidade de chuvas, foram vistoriadas por equipes da Defesa Civil Estadual e Municipal, Corpo de Bombeiros, Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Centro Regional de Governo do Sudeste do Pará e outros órgãos da Prefeitura local. Uma das represas pertence a uma faculdade particular e outra, na saída da cidade, estão na área onde seria construído um frigorífico.

Segundo o major Felipe Galúcio, comandante do Corpo de Bombeiros Militar na região, uma das causas do rompimento foi falta de manutenção. “As represas naturalmente foram rompidas em razão do volume de chuvas, da falta de manutenção e de um projeto técnico bem adequado para que a contenção não fosse rompida”.

O major também informou que será feita uma recomendação formal à todos os proprietários de represas, para que haja reconstrução até que seja apresentado o projeto técnico à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade.

A avaliação de danos e prejuízos, e o levantamento das informações nas vistorias técnicas, servirão para a elaboração de um plano de contingência, explicou o presidente da Comissão Municipal de Defesa Civil de Redenção, Wilker Muniz. “A Secretaria Municipal de Meio Ambiente já notificou os proprietários de represas para receber os projetos técnicos. Com a investigação chegaremos ao resultado final. A gente precisa concluir os dados para que possamos dar um parecer ao prefeito e verificar se decreta ou não situação de emergência. Estamos também alimentando o S2ID (Sistema Integrado de Informações sobre Desastres), para dar parâmetro à Defesa Civil Estadual e à Nacional. Vai ter um plano, para saber se existe ou não a possibilidade do rompimento de novas represas. Mas a gente vê que essas represas dentro da cidade já não têm como comportar um grande fluxo de água”, acrescentou.

Doações

As vítimas da enxurrada no município também contam com a solidariedade da população. A Secretaria de Assistência Social é um dos pontos de arrecadação de doações, como colchões, alimentos e roupas. Outros locais que estão recebendo doações é o CRAS, na Avenida Brasil, a Igreja Assembleia de Deus e o próprio Corpo de Bombeiros.

Por determinação do governador Simão Jatene, os coordenadores do Centro Regional de Governo do Sudeste do Pará estão acompanhando o trabalho das equipes da Defesa Civil do Estado e demais órgãos.

Syanne Neno/Agência Brasil

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