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Menina de 11 anos é escalpelada em São Sebastião da Boa Vista, no Marajó

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Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) confirmou o acidente ocorrido. A criança recebeu o primeiro atendimento no Hospital Metropolitano, e foi transferida para Fundação Santa Casa de Misericórdia, em Belém, referência no tratamento.
 Ainda segundo a Sespa, mulheres e crianças são as maiores vítimas e geralmente ficam graves sequelas físicas e psicológicas. Grande parte das vítimas é oriunda de 42 municípios localizados entre o Arquipélago do Marajó e o oeste paraense.
 O balanço das ocorrências: de 1982 até junho de 2018 foram registrados 431 casos de escalpelamento. Nos últimos três anos, as ocorrências se deram da seguinte forma: 11 casos em 2015, 6 em 2016, 1 em 2017 e 5 este ano.
 Tanto na capital como no interior as informações preventivas são reforçadas em outras vésperas de datas especiais, como Carnaval, férias escolares de julho, Círio de Nazaré (em outubro) e Natal. Na oportunidade, também são divulgadas informações sobre o atendimento às vítimas, que hoje é oferecido pelo Programa de Atenção Integral às Vítimas de Escalpelamento (Paives), realizado na Santa Casa, em Belém, e sobre o acesso ao Tratamento Fora de Domicílio (TFD), um benefício fornecido pelos municípios aos pacientes que precisam cuidar das sequelas fora da cidade de origem.
Atualmente, a Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará coordena o processo de implante de orelhas em vítimas desse tipo de acidente, que entre 2006 e 2017 somaram 129 casos atendidos. As vítimas de escalpelamento também recebem um apoio fundamental no Espaço Acolher, mantido pela Fundação Santa Casa, que desde 2003 hospeda vítimas desse tipo de acidente oriundas de municípios do interior, que precisam dar continuidade ao tratamento médico em Belém. (Com informações da Sespa)
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