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Mercado de tecnologia em 2020: de celulares 5G a novos streamings

Fonte: The Verge/ Gadgets 36

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A Consumer Electronics Show (CES) deste ano terminou no último fim de semana, e o que foi apresentado, na maioria, é a tendência do que nos espera no futuro. Mais celulares 5G, novas TVs para assistir a mais canais de streaming e computadores e notebooks equipados com chipsets com muito mais velocidade de processamento.

O que esperamos que chegue ao mercado

Celulares 5G

Se nos Estados Unidos algumas operadoras já trabalham com redes 5G, no resto do mundo a tecnologia ainda engatinha. Enquanto isso, a indústria trabalha para lapidar seus celulares 5G, ainda grandes demais por conta, principalmente, da bateria. A Apple (historicamente, a marca da inovação) parece ainda em compasso de espera para ver como o mercado amadurece a tecnologia antes de lançar um iPhone com a quinta geração de internet.

A briga da empresa com a Qualcomm (que está trabalhando nesse segmento) em 2019 não ajuda muito. A compra da maior parte da divisão de modem da Intel por US$ 1 bilhão também não significa que a Apple conseguirá de pronto um chipset para seus celulares 5G.

A TCL lançou o protótipo do seu telefone dobrável 5G, ainda sem data de chegada ao mercado e com previsão de preço abaixo de US$ 500 (cerca de R$ 2 mil). (Fonte: CNET/Angela Lang/Reprodução)

Em contrapartida, parece que 2020 será o ano em que os smartphones dobráveis se tornarão não mais uma novidade, e sim uma opção entre tantos dispositivos.

TVs

A CES é a feira das TVs. Todos os anos, o anúncio de novas tecnologias faz queixos caírem pelo avanço, e não pela possibilidade real de consumo — como as TVs de tela dobrável da LG, frequentadoras da CES desde 2018 e cujo preço foi divulgado agora: US$ 60 mil (R$ 247,5 mil). A maior parte do que é apresentado não chega até o consumidor global comum: ou é proibitivamente caro ou fica restrito ao mercado doméstico da fabricante.

A TV Wall MicroLED da Samsung tem 292 polegadas e é adquirida aos pedaços (painéis individuais); no total, custa US$ 300 mil (mais de R$ 1,2 milhão). (Fonte: CNET/Sarah Tew/Reprodução)

A tendência é TVs que durem um pouco mais que smartphones, com aparelhos relevantes tecnologicamente por alguns anos. O HDMI 2.1 deve ser adotado por toda a indústria, e a taxa de atualização de 120 Hz deve ser padrão em TVs de 4K; e espera-se a otimização para a próxima geração de consoles de jogos da Microsoft e da Sony.

As maiores novidades na CES 2020 partiram da Apple ou se relacionaram a ela, com o anúncio de suporte ao AirPlay 2 e ao aplicativo da Apple TV, no caso da Samsung, por fabricantes de TVs.

Streaming

A batalha dos canais de streaming deve continuar em 2020, assim como seu efeito imediato, na pirataria e seu combate. HBO Max, Peacock e Quibi têm planos de lançar canais próprios, enquanto Disney+ e Apple TV+ continuam a empunhar o facão e abrir espaço na selva dos canais em que entraram no fim de 2019.

A reboque, a troca de casa de séries e filmes com audiência gigantesca deve continuar: a WarnerMedia pagou US$ 450 milhões pelos direitos de Friends, enquanto a Netflix desembolsou US$ 500 milhões por Seinfeld. O temor dos assinantes só cresce: a Disney deve assumir o controle do Hulu, o que significa que muitos programas produzidos pela NBC vão sumir da plataforma até 2024, como Brooklyn Nine-Nine, que no Brasil faz parte do catálogo da Netflix.

Os direitos de streaming de South Park estão avaliados em cerca de US$ 500 milhões (R$ 2,06 bilhões). (Fonte: Time/Reprodução)

A produção de conteúdo original, mesmo sofrendo alguns tropeços em 2019, deve ser ainda mais forte. Logo no início do ano, a Apple TV+ contratou a Eden Productions, do ex-CEO da HBO, Richard Plepler, para um novo estoque de filmes, séries e documentários originais.

Produções exclusivas oferecidas por cada vez mais canais de streaming provavelmente vão significar muito mais pirataria e compartilhamento de senhas.

PCs e notebooks

A grande revolução que se espera em 2020 está dentro de PCs e notebooks: seus chips. A chegada do Tiger Lake ao mercado, na terceira geração de chips 10 nm da Intel, vai significar (esperamos) não apenas grandes variações de especificações nos dispositivos já existentes como também máquinas que aproveitem os novos processadores nos quesitos energia e vida útil da bateria.

A AMD, que em 2019 equipou o Surface Laptop 3 de 15 polegadas da Microsoft, quer um pedaço do mercado da Intel, e para isso vai usar a linha Ryzen 4000. A série de processadores deve trazer a nova arquitetura Zen 2 da empresa para o segmento de laptops.

PCs dobráveis e de tela dupla que rodam Windows foram tendência na CES 2020, criando para si toda uma nova categoria. Seguindo a tendência alavancada pela Dell, a Microsoft já começou a campanha do Surface Duo, trabalhando em um sistema operacional Windows 10X sob medida.

O Dell Concept Duet apresentado durante a CES 2020. (Fonte: Windows Central/Reprodução)

Os monitores curvos e com taxa de atualização maior (360 Hz) foram destaque (Asus, Acer e Samsung) principalmente para games. O que se espera para esse segmento, porém, é que as telas dos notebooks sejam mais velozes, ganhando novas GPUs da NVIDIA ou chips Intel, além de dispositivos com molduras menores e mais entradas USB-C. Falando em jogos…

A Samsung levou para a feira o Odyssey G9, de 49 polegadas. (Fonte: The Verge/Chris Welch)

Games

Tanto Sony como Microsoft anunciaram consoles alimentando jogos com resolução de até 8K, o que não deve atingir o consumidor comum, porque TVs 8K ainda são para poucos. Mas, assim como o mercado de streaming, 2020 pode ter mais jogadores nessa arena em que Nintendo, Sony e Microsoft se engalfinham.

A Alienware levou para a CES 2020 seu protótipo de dispositivo portátil para jogadores de PC: parecido com o Nintendo Switch, mas roda jogos do Windows. (Fonte: CNET/Sarah Tew/Reprodução)

Em 2019, a Apple lançou a plataforma Arcade e a Google, o Stadia. Não seria surpresa se as duas também colocassem no mercado um console para chamar de seu. A Amazon já anunciou que está entrando no mercado de streaming de games e tem bala na agulha para disputar essa batalha de consoles.

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Galaxy Z Flip é o primeiro dobrável que merece sua atenção

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Fonte: gizmodo Foto: Reproducao

Com todos os perigos e problemas encontrados nos primeiros smartphones dobráveis, ninguém seria chamado de louco se dissesse que era melhor deixar essa ideia de lado. Mas esse sentimento pode ser um pouco prematuro, porque, com o Galaxy Z Flip, a Samsung fez o primeiro telefone dobrável que merece sua atenção.

Honestamente, o maior elogio que eu posso fazer ao Z Flip é que ele parece bastante com um smartphone tradicional, mas com a habilidade de dobrar a tela ao meio e terminar as chamadas fechando o telefone, o que é algo bem satisfatório. Admito que a parte de funcionar como um telefone normal pode não parecer grandes coisas, especialmente para algo que custa US$ 1.400 (ou R$ 8.999 no Brasil), mas é realmente uma grande melhoria, o suficiente para eu dizer que o Z Flip parece ser uma tecnologia mais refinada, o que era de se esperar para uma segunda geração de dobráveis.

Samsung Galaxy Z Flip

O que é?
Um smartphone moderno de flip com uma tela dobrável de 6,7 polegadas

Preço
US$ 1.380 (no Brasil, R$ 8.999)

Curti
Design compacto e elegante, vida útil de bateria boa, tela e dobradiça mais duráveis, sensor de impressão digital montado na lateral.

Não curti
Alto-falantes mono, resistência à água muito limitada, a tela da tampa externa pode ser maior, um pouco difícil de abrir com uma mão, caro.

Isso porque os outros telefones dobráveis, como o Galaxy Fold, Huawei Mate X e o Moto Razr, pareciam que você tinha que utilizá-los com muito cuidado e dentro de um sala hermeticamente fechada só para evitar que partículas entrassem em uma de suas frestas ou que a tela se desfizesse.

Mas com o Z Flip há uma espécie de confiança tácita. Quando fechado, ele fica em um formato compacto que permite guardá-lo praticamente em qualquer lugar (mesmo em bolsos pequenos), sendo ao mesmo tempo bastante confortável de segurar.

E quando está aberto, o Z Flip se expande para revelar uma tela de 6,7 polegadas (2.635 x 1.080) FHD+ com uma câmera de 10 MP em um pequeno furo no display (que a Samsung afirma ser o primeiro para um telefone com tela curvada).

Considerando que o telefone é essencialmente um retângulo de 3,5 por 2,9 polegadas quando dobrado, é bastante impressionante a quantidade de tela que você pode ter em um aparelho tão pequeno. A título de comparação, o Galaxy S20 Ultra — que tem uma tela enorme de 6,9 polegadas — tem basicamente o mesmo tamanho, mas não é possível dobrá-lo ao meio para obter uma melhor portabilidade.

Ao redor da borda do telefone, há uma moldura plástica que ajuda a proteger o Z Flip de danos no visor quando você o fecha, ao mesmo tempo em que garante que, se alguma pequena partícula ficar presa no interior, ela não será triturada na tela.

Do lado direito, há um sensor de impressão digital incorporado no botão de bloqueio do telefone e os ajustes de volume, que funcionam muito bem. Só queria que eles estivessem posicionados um pouco mais abaixo no telefone para facilitar o uso enquanto o telefone é dobrado.

Galaxy Z Fold aberto

Quanto à tela de vidro ultrafino do Z Flip, ela é uma espécie de dois passos à frente, mas um passo para trás. Isso porque embora se pareça muito com uma tela de vidro tradicional, como vimos em vídeos de destruição de aparelhos, por alguma razão a Samsung também colocou uma película plástica em cima do vidro, que é o que seus dedos estão realmente tocando.

Infelizmente, isto significa que, apesar de toda a tela parecer mais forte e mais sólida, ainda é propensa ficar arranhada por coisas como chaves, canetas ou mesmo unhas, se você pressionar o aparelho com força o suficiente.

E embora o vinco do Galaxy Fold esteja de volta, ele não é tão óbvio quando a tela está ligada, particularmente em ângulos de visão normais. Mas está lá e você pode senti-lo também, embora eu ache que não é realmente um problema, pois eu não toco muito no meio da tela, mesmo quando estou navegando no feed do Twitter.

Galaxy Z Fold aberto e desligado

Além disso, é importante entrar nas configurações do Z Flip e ligar os gestos do sensor de impressões digitais. Isso permite puxar a área de notificações ao deslizar para baixo no leitor de digitais. Caso contrário, a tela com proporção 21:9 do Z Flip pode dificultar o acesso ao topo da tela ao segurar o aparelho com uma mão.

Enquanto isso, na parte de fora, o Z Flip ostenta uma pequena tela de 1,1 polegadas que você pode usar para checar notificações, ver alertas de calendário ou mudar de música. Ela também serve como o menor visor do mundo para tirar selfies, mas a tela é tão pequena que por vezes é um desafio conseguir enquadrar sua cabeça em tão pequeno espaço.

Confesso que estou um pouco dividido. Sinto que gostaria de uma tela maior, mas ao mesmo tempo, em um mundo onde apps e mídias sociais estão constantemente pedindo sua atenção, ver menos notificações não é necessariamente ruim. E, além disso, forçar as pessoas a usar a tela principal do Z Flip para fazer qualquer coisa significa simplesmente abrir e fechar o telefone com mais frequência, o que é sempre bacana.

A maioria desses problemas não é grande coisa, pois o design do Z Flip protege o visor quando fechado, mas você vai querer impedir de qualquer jeito que pessoas ou animais de estimação coloquem suas patas ou garras lá dentro. O Z Flip também não é resistente à água. Embora a Samsung tenha revestido o interior do telefone com um revestimento hidrofóbico, isso é mais para proteger contra poeira ou umidade do que um mergulho completo na água.

A Samsung também colocou escovas minúsculas dentro da dobradiça do Z Flip, para evitar a entrada de sujeira e poeira, mas só o tempo dirá quão bem isso vai funcionar. Portanto, no final, embora o Z Flip seja definitivamente mais durável do que os dobráveis anteriores — especialmente, o corpo, a tela e a dobradiça — ele não é tão resistente quando um dispositivo convencional no formato sanduíche de vidro. E, sejamos sinceros, eles também nem são tão resistentes assim.

Galaxy Z Fold roxo

Felizmente, as especificações do Z Flip são muito boas — e muito melhores do que os componentes intermediários que você recebe no Moto Razr. Embora você não tenha uma entrada para fone de ouvido ou um slot para cartão microSD, dois recursos que estão se tornando cada vez mais difíceis de encontrar em telefones topo de linha. Mesmo assim, você conta ainda com um chip Qualcomm Snapdragon 855+, 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.

A vida útil de bateria também é surpreendentemente decente. O Z Flip durou 13 horas e 29 minutos em nosso teste de vídeo, que é uma hora a mais do que o Pixel 4 XL (12h36m), e próximo do que atingiu o OnePlus 7 Pro (13h36m), mas distante do Galaxy S10+ (15:09). Algo curioso no telefone é que o Z Flip só usa o alto-falante que vai no ouvido para chamadas, diferente de praticamente todos os outros telefones Galaxy. Isso significa que você só recebe som de vídeos e música em mono, saindo apenas alto-falante montado na parte de baixo do Flip.

Quando se trata de tirar fotos, a câmera principal traseira do Z Flip de 12 MP e a câmera ultra grande angular de 12 MP são praticamente as mesmas do Galaxy S10, mas com um processamento de imagem ligeiramente melhor. As fotos no geral parecem boas, mas você não está com os novos e aprimorados sensores que a Samsung colocou na nova linha Galaxy S20. E, como nos telefones Galaxy anteriores, o Z Flip tende a capturar fotos com um tom de cor excessivamente amarelo em comparação com outros aparelhos. Telefones como o Pixel 4 oferecem melhor balanço de branco. E, apesar de uma câmera telefoto não ser um grande diferencial, seria legal ter uma dessas aqui.

O Z Flip preservou melhor as texturas do gelo, mas esta foto está muito azul, e de modo geral, não é tão boa quanto a que tirei com o Pixel 4. Crédito: Sam Rutherford/Gizmodo

Comparado com o Galaxy S10, a foto do Z Flip é essencialmente a mesma, mas um pouco melhor em detalhes. Crédito: Sam Rutherford/Gizmodo
A foto do Z Flip está um pouco amarelada comparada com a do Pixel 4 (em tempo, não sei por que o rosto do jogador de hóquei Martin Brodeur foi pintado de azul). Crédito: Sam Rutherford/Gizmodo
O Pixel 4 tem uma vantagem em fotos com pouca luz graças ao modo noturno do Google. Crédito: Sam Rutherford/Gizmodo
Crédito: Sam Rutherford/Gizmodo
Crédito: Sam Rutherford/Gizmodo Crédito: Sam Rutherford/Gizmodo

No entanto, apesar das deficiências como a falta de resistência à água e uma tela não tão durável quanto um vidro convencional, o Z Flip ainda é um triunfo. É impressionante ver o quanto as coisas melhoraram desde o Galaxy Fold. Ao eliminar as lacunas do painel e a tela mole do Fold, a Samsung transformou o Z Flip em algo que você não tem medo de carregar. Suas dimensões menores são uma delícia de segurar, e truques bacanas como poder abrir o telefone na posição de 90 graus para transformá-lo em seu próprio tripé enquanto tirar fotos são mais úteis do que você imagina.

Isso tudo faz com que o maior obstáculo ao Z Flip seja seu preço e disponibilidade. Mas, como o Razr original (ou V3, como ficou famoso no Brasil) provou há mais de 15 anos, há muito espaço no mundo para um telefone mais voltado para lifestyle e com especificações acima da média. E comparado ao novo Razr, o Z Flip o supera em quase todo os aspectos. Custo, especificações, duração de bateria, câmera e durabilidade. O Z Flip está aqui para corrigir os erros dos dobráveis anteriores, a ponto de você considerar comprar um.

Traseira do Galaxy Z Flip

Agora, não estou dizendo que você deva gastar quase US$ 1.400 (ou R$ 8.999 no Brasil) em um telefone. Comprei porque tinha uma curiosidade mórbida e queria testar como o Z Flip e o vidro ultrafino da Samsung aguentam o uso com o tempo. Mas depois de ter um por apenas uma semana, a grande conclusão é que o Z Flip prova que os telefones dobráveis podem ser muito mais do que um modismo.

Direto ao ponto

  • Sim, o Z Flip ainda tem um vinco, mas é um pouco menos óbvio, e a tela é em geral muito mais forte e durável.
  • Embora a Samsung tenha revestido a parte interna do telefone com nanopartículas hidrofóbicas, o telefone ainda não é o que você chamaria de resistente.
  • A vida útil e o desempenho da bateria são consistentes, e o sensor de impressão digital na lateral é bem rápido.
  • Existem poucas alegrias relacionadas a gadgets que sejam melhor que o ato de fechar um telefone, especialmente quando você não tem o medo de quebrá-lo.
  • O Z Flip é mais difícil de abrir com uma mão do que você realmente gostaria.
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TECNOLOGIA

Link no Instagram: veja como usar nos Stories, na bio e em publicações

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Compartilhe fotos e vídeos do Instagram — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

Aprenda a adicionar link na bio e a compartilhar publicações da rede social

Usar links no Instagram é possível de diversas formas, embora a rede social não permita adicionar links clicáveis. Uma das possibilidades é o famoso “link na bio”, único espaço da rede social que permite a adição de URLs, além do Instagram Stories. Nas histórias, o tão almejado recurso “arrastar para cima” está disponível apenas para perfis verificados e contas comerciais com mais de 10 mil seguidores.

Linktree agrega vários links na bio do Instagram — Foto: Reprodução/Pedro Cardoso

O que alguns não sabem é que o Instagram permite compartilhar os links das publicações feitas na própria rede social em plataformas externas. Com isso, os usuários podem compartilhar seu perfil com amigos, além de enviar posts dos Stories e vídeos do IGTV. Confira a seguir, todas as formas de usar links no Instagram.

Como o Instagram não permite links clicáveis nas publicações e comentários, usuários que precisam destacar um endereço eletrônico específico costumam colocá-lo na biografia do perfil, já que a seção contém um espaço reservado para a adição de links. O procedimento é simples: ao editar o perfil, basta colar o link desejado no campo “Site” e salvar as alterações.

Link especial inclui o número de telefone e direciona usuário direto à tela de conversa no WhatsApp — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

Quem quiser adicionar mais de um link na bio pode recorrer ao site Link.Bio, que gera uma única página com várias URLs, ou à ferramenta Linktree. Muito utilizada por influenciadores e empresas, a plataforma condensa, em um único link, todas as páginas que precisam ser divulgadas, em formato de lista. O destaque do serviço é a possibilidade de acompanhar estatísticas de cliques e visualizações.

Link especial inclui o número de telefone e direciona usuário direto à tela de conversa no WhatsApp — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

Há também um truque que permite adicionar um link no Instagram para o WhatsApp. Ao tocar no endereço, o usuário é redirecionado para uma janela de conversa no mensageiro. O recurso é ideal para contas comerciais, que têm um número específico para atendimento de clientes na versão Business do app de mensagens.

Além disso, vale ressaltar que o Instagram reconhece a marcação de outras contas na bio e transforma o @usuário em um link clicável.

2. Link nos Stories (arrastar para cima)

Recurso “Arrastar para cima” está disponível apenas para contas comerciais com mais de 10 mil usuários e contas verificadas — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

Recurso "Arrastar para cima" está disponível apenas para contas comerciais com mais de 10 mil usuários e contas verificadas — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

O famoso recurso “arrastar para cima” é bastante procurado por quem quer inserir links nos Stories do Instagram. A função é ideal para divulgar conteúdos produzidos fora da rede social, como textos em blogs, produtos para vendas e vídeos mais longos. Infelizmente, a ferramenta está disponível apenas para contas verificadas ou perfis comerciais com mais de 10 mil seguidores. Se você é um usuário comum, terá que se contentar com o tradicional “link na bio”.

Ao compartilhar o próprio perfil do Instagram, muitos usuários informam apenas o nome após o “@”. A ideia é que a pessoa encontre a conta manualmente, pela ferramenta de busca da rede social. O que nem todo mundo sabe é que há um caminho bem mais prático: gerar um link para a página. Basta abrir o perfil desejado, tocar nos três pontinhos do canto superior direito e selecionar “Copiar URL do perfil”. O link pode ser compartilhado no Facebook, Twitter, WhatsApp e outras plataformas. Quem clicar na URL será redirecionado direto para o perfil.

Passo a passo rápido de como copiar a URL do perfil do Instagram — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

É possível compartilhar publicações próprias e de outros usuários através de links. No IGTV, o procedimento se resume a tocar nos três pontos na parte inferior do vídeo e selecionar o botão “Copiar link”. Com a URL na área de transferência, basta colá-la onde quiser.

Compartilhar links dos Stories também não é nenhum mistério. As histórias do Instagram têm um botão de compartilhamento que permite aos usuários enviar a publicação para outras redes sociais ou WhatsApp. Basta abrir o story desejado, tocar nos três botões do canto inferior direito, selecionar a opção “Compartilhar em…” e escolher o canal de envio.

Compartilhe publicações do Instagram Stories em poucos passos — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

É possível, ainda, obter o link de fotos e vídeos postados no feed. Para isso, abra a publicação desejada, toque nos três pontos do canto superior direito e selecione “Compartilhar em…”, assim como nos Stories. Você também pode optar pelo botão “Copiar link”. Neste caso, será necessário colar a URL manualmente na plataforma desejada. O passo a passo também é útil nos casos em que é preciso incorporar um post a algum site.

Compartilhe publicações do Instagram Stories em poucos passos  — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak
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‘Esqueci meu celular no Uber’: como entrar em contato para recuperar

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'Esqueci meu celular no Uber: e agora?' Saiba como entrar em contato para recuperar — Foto: Divulgação/Uber

Celular, carteira e chave estão entre os objetos mais deixados para trás em viagens de Uber durante o período de Carnaval. Em meio à empolgação da folia, é comum que os usuários fiquem mais desatentos e esqueçam pertences no aplicativo de transporte para Android e iPhone (iOS). Como o Carnaval 2020 já está acontecendo nas principais cidades do país, é importante saber como proceder no caso de objetos perdidos no Uber.

Por isso, o TechTudo preparou um tutorial que mostra o que fazer quando esquecer o celular no Uber durante uma viagem. É importante ressaltar que a empresa cobra uma taxa de R$ 20 pela devolução do objeto perdido.

Como recuperar objetos esquecidos no Uber?

Passo 1. No aplicativo do Uber, toque sobre as três barras no canto superior esquerdo e selecione “Suas viagens”;

Acesse o menu “Suas viagens” — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

Passo 2. Indique a viagem desejada e, na seção de Ajuda, escolha “Itens perdidos”;

Passo 3. Na nova tela, selecione “Entrar em contato com seu motorista sobre um objeto perdido”. Feito isso, informe o código do país tocando na bandeira do Brasil, digite um telefone para contato (com DDD) e toque em “Enviar”.

A Uber tentará conectá-lo ao motorista. Você ouvirá uma mensagem automática e deverá digitar “1” para efetuar a conexão. Se o motorista atender e confirmar que o objeto foi encontrado, combine um horário e local para buscá-lo. É importante ressaltar que a Uber cobra uma taxa de devolução de R$ 20, a fim de ressarcir o motorista pelo deslocamento.

Se o motorista não atender, a empresa recomenda deixar uma mensagem de voz na caixa postal, descrevendo o item e informando um telefone para contato. Caso você não receba retorno em até 24 horas, será necessário entrar em contato com a Uber.

Para isso, repita os passos 1 e 2 e marque a opção “Não consegui entrar em contato com o meu motorista para obter um item perdido”. Em seguida, preencha o formulário e toque em “Enviar”.

Esqueci meu celular no Uber: o que fazer?

Se o objeto perdido no veículo tiver sido seu próprio celular, você pode utilizar o telefone de outra pessoa para realizar o procedimento descrito acima ou fazê-lo pelo site da Uber. Para isso, basta seguir o passo a passo abaixo.

Passo 1. Acesse a página de login da Uber (https://auth.uber.com/login/) e informe o número do celular ou o e-mail cadastrado. Em seguida, marque a caixa “Não sou um robô” e clique em “Avançar”;

Passo 2. Insira sua senha e pressione “Avançar” mais uma vez;

Passo 3. Cumpra a verificação em duas etapas e informe os quatro dígitos recebidos via código SMS. Feito isso, clique em “Verificar”;

Passo 4. Após efetuar o login, selecione a opção “Ajuda”, no canto superior direito;

Passo 5. Sua última viagem aparecerá na tela principal. Caso tenha perdido seu celular nesta viagem, basta clicar em “Itens perdidos”. Do contrário, acesse o menu drop-down para escolher uma data diferente;

Passo 6. Em seguida, selecione “Entrar em contato com o motorista sobre um objeto perdido”. Se preferir, você pode contatar a Uber diretamente, a partir da opção “Entrar em contato com a Uber sobre um item perdido”;

Passo 7. Desça até o final da página e informe um número para contato. Por fim, pressione o botão “Enviar”.

Uber muda e tem novidades no Brasil: saiba tudo
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