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MIMO Festival inicia inscrições para mostra de cinema e prêmio de música

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(foto: Lino Silva/Divulgação)/Correiro Braziliense
MIMO Festival 2019 abre as inscrições para o festival de cinema e para o prêmio de música. O festival de cinema ocorre nas cidades de São Paulo, entre 22 e 24 de novembro, e no Rio de Janeiro entre os dias 28 e 30 do mesmo mês. Já o prêmio de música é em São Paulo entre 22 e 24 de novembro, e no Rio de Janeiro em 29 e 30 de novembro e 1º de dezembro.
As inscrições para participar do festival MIMO de cinema ficam abertas até 10 de outubro. Somente filmes ligados à temática música são aptos e as obras devem ter sido finalizadas a partir de janeiro de 2018 e serem inéditas no circuito comerical de cinema e televisão. Os filmes podem ser tanto curtas, médias, quanto longas-metragens, sejam ficções, documentários, animações e etc. Serão aceitos, também, somente as produções faladas em língua portuguesa ou com legendas em português. As obras selecionadas serão informadas até o fim de outubro. Mais informações sobre o regulamento em cinema@mimofestival.com.
Com o objetivo de descobrir talentos da música instrumental brasileira, as inscrições para o prêmio MIMO de música se encerram em 6 de outubro. Podem participar da seleção artistas brasileiros entre 18 e 40 anos, solistas ou grupos de instrumentistas formados por até cinco pessoas, com trabalhos originais ou não, nas categorias de música de câmara ou popular. Os critérios de avaliação para a primeira etapa são: originalidade, técnica e inovação estética. Será selecionado um vencedor e o resultado divulgado em 22 de outubro. Mais informações e esclarecimentos no regulamento ou entrar em contato pelo email marketing@mimofestival.com.
Já são 16 anos de festival com 50 edições ao longo destes anos. Mais de um 1,6 milhão pessoas já passaram pelo MIMO Festival. Grandes nomes como Hermeto Pascoal e Nelson Freire participaram do evento. Já exibidos filmes como Mussum — Um filme do cacildes e Legalize já — Amizade nunca morre.

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Taylor Swift confirma show no Brasil, e Web Zoa erro no nome da Cidade

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Imagem: John Shearer/Getty Images

A cantora Taylor Swift confirmou aos seus fãs que vem ao Brasil em 2020. No site oficial da norte-americana, a data de 18 de julho está reservada para uma apresentação em São Paulo, no Allianz Parque, mas um detalhe chamou a atenção: o nome da cidade está escrito como “Soa Paulo”. O erro, é claro, virou piada nas redes sociais. Tem fã que não está querendo acreditar que a cantora vem mesmo ao Brasil por causa da derrapada, e tem gente que lembrou que uma das músicas mais recentes de Swift tem um verso dizendo como “soletrar é divertido”…. –

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Concerto da OSTP estreia mundialmente a obra “Amazônia”

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Foto: Reprodução / Fonte: Agência Pará

Com foco em sons percussivos, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresenta, nesta terça-feira (17), às 20h, o Concerto Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz – 50 anos da Aliança Francesa de Belém, com estreia mundial da obra “Amazônia”, do compositor francês Pierre Thilloy, que participa da apresentação ao lado do também francês Frédéric Macarez na percussão.

O evento é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz, parceria com Academia Paraense de Música (APM) e apoio da Embaixada da França, Institut Français, Aliança Francesa de Belém, Imerys, Mercure Belém Boulevard – Accor, Instituto Estadual Carlos Gomes (IECG) e Fundação Amazônica de Música (FAM).

Sob a regência do maestro Miguel Campos Neto, a OSTP celebra os 50 anos da Aliança Francesa de Belém, que foi fundada em agosto de 1969 pelo literato e jornalista paraense Inocêncio Machado Coelho.

O compositor Pierre Thilloy é um artista que busca dialogar com as culturas de outros países e tem a Amazônia como um local de celebração da diversidade na música erudita. Com toques de carimbó e ritmos regionais, em 2016 ele escreveu uma obra para homenagear os 400 anos da capital paraense, intitulada “Saudade de Belém”, apresentada pela OSTP.

O maestro Miguel Campos Neto destaca a participação do solista Frédéric Macarez, instrumentista especialista em tímpanos e fundador e diretor do Festival Internacional de Percussão em Paris “Perkumania”, que dirigiu por 13 anos e diretor do concurso “PerKu en Herbe”, para jovens músicos. A escolha de um percussionista para apresentar-se como solista em concertos da OSTP é rara, por isso ele acredita que este evento trará uma proposta estética diferenciada ao público. “É um concerto diferente pela conexão com a percussão, a nossa música paraense é altamente percussiva”, explica Campos Neto.

Para completar, no repertório estão incluídas peças icônicas de compositores franceses, como “Suíte L’arlesienne N. 2”, de Georges Bizet (França) e Bolero, de Maurice Ravel. Do russo Rodion Shchedrin será apresentada a “Suíte sobre temas da ópera Carmen, de Bizet”, com Frédéric Macarez e percussionistas da OSTP, em um momento de celebração deste naipe de instrumentistas.

Frédéric Macarez – é um dos músicos mais ativos de sua geração. Com suas diferentes atividades musicais e pedagógicas, ele é muito dedicado ao avanço da arte da percussão, à excelência da performance musical e ao estabelecimento de laços entre todos os atores da percussão. Foi o primeiro percussionista na Orquestra da Suíça Romanda (Genebra), onde permaneceu durante seis anos, e em seguida na Orquestra de Paris por mais sete anos, na qual ele foi o timpanista solista durante mais de 20 anos. Ele é diretor de estudos de percussão no Conservatório de Paris e professor de percussão no IESM, em Aix en Provence.  Além disso, Frédéric Macarez é o fundador e diretor do festival internacional de percussão em Paris “Perkumania”, que dirigiu por 13 anos, e diretor do Concurso Internacional de Percussão do P.A.S e diretor do concurso “PerKu en Herbe”, para jovens músicos.

Pierre Thilloy – compositor erudito contemporâneo Pierre Thilloy, francês, já tem uma história com Belém: em 2016 ele escreveu uma obra para homenagear os 400 anos da cidade, intitulada “Saudade de Belém”, a partir de estreita colaboração com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e seu regente titular, o maestro Miguel Campos Neto. Com toques de carimbó e ritmos regionais, a composição foi apresentada em 2016 e também em 2017, na capital paraense. Em sua carreira na França, Thilloy organiza desde 2014 o festival “Les 2 Mondes” e, desde 2018, o festival “Les Mystères de Caylus”, tornando dessa forma possível, o encontro de culturas e de civilizações diferentes. Seus festivais projetam diversos tipos de composição, das mais antigas às mais contemporâneas.

Repertório

– Georges Bizet (França) – Suite L’arlesienne N. 2

– Pierre Thilloy (França) – “Amazônia Op. 237” – Concerto para tímpanos e orquestra – solo Frédéric Macarez

Intervalo

– Rodion Shchedrin (Rússia) – Suíte sobre temas da ópera Carmen, de Bizet  – com Frédéric Macarez e percussionistas da OSTP

– Maurice Ravel (França) – Bolero

Serviço: A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresenta o Concerto Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz – 50 anos da Aliança Francesa de Belém, com participação especial dos franceses Frédéric Macarez e Pierre Thilloy, nesta terça-feira (17), às 20h. Os ingressos custam R$ 1 (+ 1 kg de alimento não perecível) e já estão disponíveis pelo site do Ticket Fácil – com taxa de conveniência do site a R$ 2 por ingresso. No dia do evento os ingressos também ficarão disponíveis na bilheteria do Theatro a partir de 18h30.

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Conheça os lugares que oferecem shows ao vivo em Brasília

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Irlam Rocha Lima/ Correio Braziliense
Por lá passaram boa parte da velha guarda do samba — de Nelson Sargento à Dona Ivone Lara — e praticamente todos os sócios do Clube da Esquina. Foi onde Baden Powell fez sua última apresentação em Brasília. De Rosa Passos ao Liga Tripa, são incontáveis os cantores, instrumentistas e grupos brasilienses que já receberam acolhida naquele palco.
O Feitiço Mineiro, que em outubro celebra 30 anos, é um símbolo, entre lugares do circuito noturno da capital que, enfrentando a crise econômica que assola o país e aos excessos da Lei do Silêncio, continuam a oferecer música ao vivo para seus frequentadores. O bar e restaurante da 306 Norte é um símbolo da resistência nesse segmento.
“Vejo o Feitiço Mineiro como uma extensão da minha casa. É um lugar essencial, do qual sou frequentador há 28, onde costumava me encontrar com o saudoso amigo Jorge Ferreira, um visionário, que transformou o Feitiço num centro de propagação da cultura em Brasília” afirma o servidor público Moacir Amaral. “Estarei lá em outubro para participar da celebração dos 30 anos”, acrescenta.
Mas, apesar dos pesares, há em vários pontos do Distrito Federal estabelecimentos em que os shows de diferentes estilos musicais são apresentados com regularidade. Com isso, além de abrirem espaço para os artistas da capital, esses locais mantêm o salutar hábito de entreter a clientela com choro, samba, outros ritmos brasileiros, jazz, pop rock e blues, que servem de complemento ao cardápio de bebidas e comidas da casa.
Apreciador de um bom show de voz e violão, José Monte se considera um boêmio e diz que o BSBeer é o seu lugar favorito no Sudoeste. “Lá, encontro os amigos, tomo uma boa cerveja e curto os shows que o bar promove. Com pouco tempo de funcionamento, o local já pode ser considerado um dos points do bairro”, destaca.
“Um bar ou restaurante com música boa faz toda a diferença. Vou bastante ao Dolce Far Niente, em Águas Claras, desde a inauguração, porque sei que lá sempre há shows com músicos de qualidade”, ressalta a administradora Ana Paula Leite Souza. O charme especial é, sem dúvida o pianista Mauro Souza, intérprete de lindas canções”.
Em novo passeio por esta área, locais para se apreciar música ao vivo, na Asa Norte, Asa Sul, Sudoeste, Setor de Indústrias Gráficas, Águas Claras, Taguatinga e região dos Condomínios. Conheça e aproveite.

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