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POLÍTICA

Moro a Lula: “Não respondo a criminosos, presos ou soltos”

Ministro Sergio Moro Foto: Agência Brasil/Fernando Frazão

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Nesta sábado (9), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, utilizou suas redes sociais para rebater as ofensas feitas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Sem citar o nome do petista, Moro disse que não responde a criminosos.

– Aos que me pedem respostas a ofensas, esclareço: não respondo a criminosos, presos ou soltos. Algumas pessoas só merecem ser ignoradas – escreveu.

Mais cedo, Lula, que deixou a prisão nesta sextas-feira (8), fez um discurso a militantes e chamou Sergio Moro de canalha. O ex-presidente foi beneficiado após o Supremo Tribunal Federal (STF) barrar a prisão após condenação em segunda instância.

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Bolsonaro: “O tempo todo tem alguém beliscando Ministério”

Presidente voltou a negar que pensa em recriar o Ministério da Segurança Pública

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Bolsonaro voltou a negar recriação do Ministério da Segurança Pública Foto: PR/Clauber Cleber Caetano

Ao ser abordado na chegada ao Palácio da Alvorada, nesta terça-feira (28), o presidente Jair Bolsonaro negou novamente que pensa em desmembrar o Ministério da Justiça, administrado por Sergio Moro, para recriar o Ministério da Segurança Pública. Ele disse que os pedidos de recriação de ministérios envolvem uma “luta pelo poder”.

– O pessoal quer a luta pelo poder, o tempo todo tem alguém beliscando Ministério. Muitas querem dividir o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). É comum. Agora, pelo que eu vi, o Moro não mordeu a isca, nem eu. Continua ele com o ministério, sem problema nenhum. Talvez me encontre com ele amanhã.

Em entrevista à TV Bandeirantes, que foi ao ar na semana passada, o mandatário já havia afirmado que não pretende “esvaziar o ministro da Justiça”. Bolsonaro ainda elogiou Moro e disse que ele “está fazendo um bom trabalho no tocante à segurança, juntamente com os secretários de estado”.

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POLÍTICA

Auxiliar de Onyx que fez ‘voo particular’ em aeronave da FAB é demitido

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Foto: Marcos Corrêa/PR / Fonte: Notícias ao Minuto

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira, 28, que irá demitir o secretário-executivo da Casa Civil, Vicente Santini, por utilizar uma aeronave oficial para se deslocar até Nova Délhi, na Índia. Bolsonaro ficou incomodado com o voo particular do número 2 de Onyx Lorenzoni, enquanto demais ministros optaram por viajarem por companhias aéreas comerciais.

“Inadmissível o que aconteceu. Já está destituído da função de executivo do Onyx. Destituído por mim. Vou conversar com Onyx para decidir quais outras medidas podem ser tomadas contra ele”, disse Bolsonaro.

O presidente não deixou claro se Santini pode seguir no governo. “O cargo de executivo da Casa Civil já está perdido. Outras coisas virão depois de eu conversar com Onyx”, declarou Bolsonaro.

Santini, que substitui Lorenzoni durante as férias do ministro, viajou no dia 21 do Brasil para Davos, na Suíça, onde participou do Fórum Econômico Mundial, e de lá para a cidade indiana, onde se juntou à comitiva presidencial. Todos os deslocamentos foram feitos em um jato Legacy, da Aeronáutica. A viagem de FAB do secretário-executivo foi noticiada pelo site do jornal O Globo.

“O que ele fez não é ilegal, mas é completamente imoral. Ministros antigos foram de avião comercial, classe econômica”, disse Bolsonaro.

O governo não informa o custo da viagem, mas de acordo com oficiais da FAB ouvidos pelo Estadão/Broadcast, um deslocamento como este não sai por menos de R$ 740 mil.

Santini viajou acompanhado de mais duas servidoras. A secretária do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha Seillier, e a assessora internacional do PPI, a diplomata Bertha Gadelha.

Segundo interlocutores, Bolsonaro demonstrou ter ficado “muito irritado” com o voo “particular” e a mensagem negativa que pode passar à opinião pública, contrária ao discurso de austeridade nas contas públicas adotado pelo governo federal. O presidente não quis se dirigir a Santini, mas fez chegar a “bronca” ao secretário-executivo.

A estes interlocutores, Bolsonaro disse que quer saber como funcionam as regras de solicitação de aviões da FAB para modificá-las, a fim de evitar “abusos”, como classificou este caso.

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POLÍTICA

“Aqui não existe governo totalitário”, garante Mourão

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Mourão declarou que o governo brasileiro não controla a cultura Foto: Agência Brasil/Valter Campanato

O vice-presidente Hamilton Mourão garantiu que o governo Bolsonaro não controla a cultura. A afirmação foi dada durante uma entrevista ao Estadão desta terça-feira (28).

– Só um governo totalitário controla a cultura. Aqui não existe governo totalitário. A cultura é um segmento onde você procura sedimentar valores, tradições e raízes. Neste sentido, é uma discussão secundária para um país com 12 milhões de desempregados, desigualdades absurdas e uma economia que ainda não avançou – afirmou.

O general ainda disse que o presidente Jair Bolsonaro foi eleito por se apresentar como alguém desmedido. Além disso, ele ressaltou que o mandatário “não é nenhum perigo para o sistema democrático”.

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