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OBITUÁRIO

Morre, aos 92 anos, a escritora Zibia Gasparetto

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A escritora Zibia Gasparetto - Biblioteca Santos Dumont/Governo Santa Catarina
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Brasília – Morreu, aos 92 anos, em São Paulo, a escritora Zibia Gasparetto. Ela lutava contra um câncer no pâncreas. O enterro será às 15h no Cemitério de Congonhas. O velório começa de manhã. Há cinco meses, ela perdeu um dos filhos, o apresentador Luiz Gasparetto, de 68 anos, que morreu de câncer no pulmão.

Zibia Gasparetto tinha câncer no pâncreas

Em 68 anos dedicados ao espiritismo, Zibia Gasparetto publicou 58 obras e teve mais de 18 milhões de livros vendidos. Os livros dela fazem uma espécie de ponte entre os vivos e os que já morreram. Nas redes sociais, a equipe da escritora confirmou a morte.“O astral recebe com amor uma de suas representantes na Terra.”, diz o texto. “Zibia Gasparetto, 92 anos, completou hoje sua missão entre nós e parte para uma nova etapa ao lado de seus guias espirituais, deixando uma legião de fãs, amigos e familiares, que foram tocadas por sua graça, delicadeza e por suas palavras sábias.”Em várias entrevistas, Zibia Gasparetto dizia ser médium consciente, quando recebia mensagens como se fosse alguém a sussurrar no ouvido dela sobre o que deveria ser escrito. Ela costumava escrever quatro vezes por semana, utilizando o computador.“Esse legado será eterno e os conhecimentos de Zibia sobre as relações humanas e espirituais serão transmitidos por muitas e muitas gerações. Ela segue em paz ao plano espiritual, olhando por todos nós”, diz a equipe da escritora.

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OBITUÁRIO

Em São Paulo, Morre Laurita Lara Mesquita

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Laurita Lara Mesquita Foto: Acervo pessoal
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Nascida em 1926, Laurita foi casada com Ruy Mesquita, falecido em 2013

O Estado de S.Paul

Morreu neste domingo (21), em São Paulo, aos 92 anos, Laura Maria (Laurita) Lara Mesquita. Nascida em 16 de maio de 1926, Laurita era filha de Lauro Sampaio Lara e Maria Sampaio Lara, já falecidos.

 O velório será no Hospital Israelita Albert Einstein, entre as 22h deste domingo e o meio-dia da segunda-feira, 22. O sepultamento ocorrerá no Cemitério da Consolação, na capital paulista.

São seus irmãos João de Toledo Lara, casado com Regina Holl Lara (falecidos), e Antonio Sampaio Lara, casado com Marilia Braga Lara. Foi casada com Ruy Mesquita (falecido).

 Deixa os filhos Ruy Mesquita Filho, casado com Denise Haddad; Fernão Lara Mesquita, casado com Roberta Eluf Mesquita; Rodrigo Lara Mesquita e João Lara Mesquita.

Deixa os netos Ana, casada com Gustavo Melgaço; Julia Affonso Ferreira Mesquita; Carlos do Val Mesquita, casado com Je Almeida Correa Mesquita ; Diogo Affonso Ferreira Mesquita; Luiza Affonso Ferreira Mesquita; Pedro Affonso Ferreira Mesquita; Martin Gamal Mesquita; Fernão Mesquita; Antonio Mesquita; Luis Queiroz Ferreira Mesquita; José Queiroz Mesquita; Caio Gomes Mesquita. Tinha Suzana do Val Mesquita como filha.

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OBITUÁRIO

Morre jornalista Gil Gomes, aos 78 anos, em São Paulo

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Gil Gomes morreu em consequencia de um câncer e tinha mal de Parckson
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O jornalista e radialista Gil Gomes morreu na madrugada desta terça-feira (16),  em São Paulo, informou a assessoria do Hospital São Paulo. Famoso na crônica policial, ele tinha 78 anos. Gil Gomes foi, pode-se dizer, o criador deste estilo sensacionalista de cobertura policial que impera hoje em todos os canais, inclusive nos programas tido como mais sofisticados, como Fantástico (Globo) e Domingo Espetacular (Recorde). O estilo foi levado do Rádio para a televisão, a fim de aumentar a audiência e começou no SBT

Na noite de segunda, o jornalista passou mal em sua casa, no bairro Jardim da Saúde, Zona Sul da capital. Ele foi socorrido por equipe do Samu e levado para o pronto-socorro do Hospital São Paulo. A morte foi confirmada nesta madrugada. Ainda de acordo com a assessoria do centro médico, ele morreu em decorrência de um câncer.

Cândido Gil Gomes Jr. nasceu em São Paulo, em 1940. Dono de uma voz potente, começou a carreira jornalística aos 18 anos, em uma rádio, como locutor esportivo. Na época, não pensava em cobrir crimes. “Polícia sempre me cheirara a coisa de mundo cão”, disse em entrevista à “Folha de S.Paulo” em 2008.

Gil Gomes — Foto: Reproduções/TV GloboGil Gomes — Foto: Reproduções/TV Globo

A entrada no “mundo cão” ocorreu em 1968, na Rádio Marconi. Lá, deixou a crônica esportiva para cobrir reportagens de temas variados. Se destacou ao cobrir, ao vivo, um caso de agressão sexual ocorrido no prédio onde trabalhava.

A partir daí, aprimorou a narrativa que o marcou na crônica policial brasileira.

Nos anos 90 integrou a equipe do popular “Aqui Agora”, do SBT. Manteve no vídeo a entonação de suspense que criou no rádio, acrescentando ao estilo um gesto circular que fazia com a mão e camisas com estampas coloridas. Depois do “Aqui Agora”, trabalhou em outras emissoras.

Jornalista e radialista Gil Gomes — Foto: Reprodução/TV Globo

Jornalista e radialista Gil Gomes  introduziu na TV o jornalismo sensacionalista na cobertura de crimes — Foto: Reprodução/TV Globo

Gil Gomes ficou afastado da TV por mais de 10 anos devido a problemas de saúde relacionados ao Mal de Parkinson, doença diagnosticada em 2005. Em 2016, aos 76 anos, foi convidado a participar com comentários em um programa de TV patrocinado por uma rede de farmácias.

Ainda, segundo o Hospital São Paulo, os procedimentos para o velório de Gil Gomes serão feitos por seus familiares. A reportagem não conseguiu localizar a família de Gil Gomes para comentar o assunto.

Gil Gomes — Foto: Reprodução/TV GloboGil Gomes — Foto: Reprodução/TV GloboGil Gomes — Foto: Reprodução/TV Globo

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Morre aos 85 anos a soprano espanhola Montserrat Caballé

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A soprano espanhola Montserrat Caballé morreu na madrugada deste sábado (6) no Hospital Sant Pau, em Barcelona. Caballé, que tinha de 85 anos, estava internada desde setembro.

O velório será realizado a partir das 14h de domingo no Funeral de les Corts e o funeral, na segunda, segundo o jornal espanhol El País.

A soprano estreou profissionalmente em 1956, fez mais de 4 mil apresentações e era uma das últimas grandes divas da ópera – homeagem que ela rejeitou, em entrevista ao El País em 2014:

“Eu não me considero uma lenda da ópera, nem a última diva, como os jornalistas às vezes escrevem. Cada época tem seus divos e, no meu caso, a única coisa que fiz foi fazer bem o meu trabalho, da melhor forma possível, no mais alto nível”.

Considerada por muitos críticos como a melhor soprano do século 20, Caballé ganhou um Grammy e o Príncipe das Astúrias das Artes, a mais alta distinção concedida na Espanha, em 1991.

Caballé dividiu o palco com todos os grandes artistas e disse na mesma entrevista ao jornal espanhol ter uma química especial com três deles: Pavarotti, Plácido Domingo e José Carreras.

“Quando Manon Lescaut cantou com Plácido Domingo, que foi maravilhoso, ele me disse que descobriu um novo mundo cantando comigo e aconteceu a mesma coisa comigo. Com José Carreras eu tive um relacionamento muito especial, ficamos encantados ouvindo um ao outro. E, com Luciano Pavarotti, era como um pai”, afirmou a soprano.

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