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Internacional

Morre aos 95 anos o marinheiro da icônica foto do beijo em NY

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 Greta Zimmer Friedman, a mulher da foto, morreu em 2016 aos 92 anos de idade(foto: Reprodução)

George Mendonsa sofreu um derrame no domingo depois de cair no asilo onde vivia em Middleton

Agência France-Presse

Washington, Estados Unidos – O marinheiro que beija uma enfermeira na Times Square enquanto as pessoas comemoravam o fim da Segunda Guerra Mundial nas ruas de Nova York, protagonista de uma foto icônica da época, morreu aos 95 anos, informou sua filha ao Providence Journal.
George Mendonsa sofreu um derrame no domingo depois de cair no asilo onde vivia em Middleton, Rhode Island, informou sua filha Sharon Molleur.
Na famosa imagem, uma das quatro de Alfred Eisenstadt para a revista Life, Mendonsa é visto curvando-se sobre a mulher para beijá-la.
Mendonsa, que esteve mobilizado no Pacífico durante a Segunda Guerra Mundial, estava de férias quando a fotografia foi tirada.
Durante muito tempo, ele garantiu que era o marinheiro da foto, mas isso só foi confirmado recentemente com o uso da tecnologia de reconhecimento facial.
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Greta Zimmer Friedman, a mulher da foto, morreu em 2016 aos 92 anos de idade.
Eisenstadt não pediu os nomes dos dois estranhos que capturou com sua câmera enquanto se beijavam.
Mais tarde, descreveu que  viu como o marinheiro correu pela rua e tomou nos braços a primeira jovem com quem cruzou.
“Corri na frente dele com a minha Leica olhando por cima do meu ombro, mas nenhuma das fotos possíveis me satisfazia”, escreveu em “Eisenstadt on Eisenstadt”.
“De repente, vi alguém agarrando algo branco. Me virei e cliquei no momento em que o marinheiro beijou a enfermeira. Se ela estivesse vestida de preto, nunca teria tirado a foto.”

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Internacional

A primeira-ministra britânica Theresa May anuncia se renúncia

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Foto: Reprodução / Fonte: AFP

Theresa May, de 62 anos, que, à beira das lágrimas, anunciou nesta sexta-feira a sua renúncia, deixa o poder após fracassar em concretizar o Brexit, pelo qual não votou, mas que dominou o seu mandato.

Com a voz embargada, May informou que deixaria a liderança do Partido Conservador – e, portanto, o cargo de primeira-ministra – em 7 de junho, lamentando “profundamente” sua impotência em concluir o Brexit.

May chegou ao poder nas semanas caóticas após o referendo, cujo resultado levou à renúncia do conservador David Cameron, de quem ela foi ministra do Interior por seis anos.

Apesar de ser eurocética, ela falara a favor da permanência na UE, mas teve pouco envolvimento na campanha e insistiu na necessidade de limitar a imigração.

Apenas um ano depois de chegar a Downing Street, ela convocou eleições legislativas catastróficas para fortalecer sua posição. No entanto, acabou perdendo a maioria absoluta e dependia do apoio do pequeno partido unionista norte-irlandês DUP para poder governar.

Desde então, os ataques dos eurocéticos e pró-europeus de seu próprio partido atingiram-na várias vezes.

Diversos ministros a abandonaram, descontentes com sua ideia de negociar um relacionamento próximo com a UE, inclusive dois ministros do Brexit, Dominic Raab e David Davis, além do chefe da diplomacia Boris Johnson.

Três anos depois de chegar ao poder, quando o país já deveria estar fora da UE desde 29 de março, May fracassou uma última vez em convencer o Parlamento sobre a futura relação com o bloco europeu.

A tarefa de desfazer mais de 40 anos de casamento com a UE não era, de fato, fácil, ressalta Simon Usherwood, cientista político da Universidade de Surrey.

“Qualquer uma na sua posição teria encontrado grandes dificuldades”, acrescenta, estimando, porém, que “May não escolheu o melhor caminho” ao optar por não se apoiar em seu partido.

Para seu colega Tim Bale, professor de ciências políticas da universidade Queen Mary de Londres, ela pecou “pela recusa do realismo”, recusando uma “abordagem interpartidária”, especialmente depois de seu fracasso nas eleições gerais de 2017.

– ‘Uma mulher difícil’ –

Theresa Brasier – seu nome de solteira – nasceu em 1 de outubro de 1956 em Eastbourne, cidade costeira do sudeste do país.

Depois de estudar Geografia na Universidade de Oxford, onde conheceu seu marido, Philip, e trabalhar brevemente no Banco da Inglaterra, ela deu seus primeiros passos na política em 1986, ano em que foi eleita conselheira do distrito londrino de Merton, antes de se tornar deputada em 1997.

May se descreveu como uma mulher “difícil”, e seu atual ministro das Relações Exteriores, Jeremy Hunt, alertou há alguns meses: “Não subestimem Theresa May”.

Embora seus inimigos a tenham acusado de não ser ambiciosa, todos concordaram em considerá-la incansável.

“Ela é muito diligente, trabalhadora, imersa em detalhes, é muito tecnocrata, muito dura e pode ser teimosa”, disse à AFP o ex-democrata liberal Clegg, vice-primeiro-ministro do governo de coalizão de Cameron.

“Todas essas coisas são qualidades muito boas em um político do governo”, reconheceu Clegg. Mas “nunca vi muita imaginação, flexibilidade, instinto ou visão”.

Mas, ao final, “a História não guardará uma imagem muito favorável de sua pessoa”, estima Simon Usherwood, ressaltando os “poucos resultados alcançados”.

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Internacional

EUA anunciam apoio oficial à entrada do Brasil na OCDE

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Foto: Reuters

O governo norte-americano anunciou nesta quinta-feira (23) apoio oficial à entrada do Brasil na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), informou o Ministério das Relações Exteriores. A informação foi revelada pelo Itamaraty em sua conta no Twitter.

“Hoje na OCDE os EUA expressaram de modo claro e oficial seu apoio ao pleito do Brasil de ingressar na OCDE, uma prioridade do presidente Jair Bolsonaro. O Brasil agradece o gesto de confiança e está pronto a trabalhar com todos os membros e Secretariado no processo de acessão”, diz o post do ministério.

O apoio foi prometido pelo presidente dos EUA, Donald Trump, durante a visita de Bolsonaro a Washington, em março. Em troca, o Brasil se comprometeu a abrir mão do tratamento especial e diferenciado na Organização Mundial do Comércio (OMC), ao qual tem direito por ser um país em desenvolvimento, e que traz condições favoráveis em negociações.

No entanto, no encontro preparatório para reunião do Conselho da OCDE, no mês passado, os norte-americanos evitaram declarar o apoio. A alegação é que não tinham instrução formal para isso.

Em seguida, depois da repercussão, o Departamento de Estado americano reafirmou a intenção de apoiar o Brasil no órgão.

Nesta quinta-feira, a embaixada dos EUA no Brasil reafirmou que o país mantém o apoio ao Brasil.

Com o apoio americano, que antes bloqueava a expansão da OCDE, o Brasil deverá começar em breve o processo de adesão, que pode levar até cinco anos para ser completado.

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Internacional

Exército dos EUA montará barracas de campanha para imigrantes na fronteira

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Foto: Reprodução / Fonte: AFP

O Exército dos Estados Unidos montará barracas de campanha na fronteira com o México para abrigar temporariamente imigrantes ilegais adultos, que serão monitorados pelo Departamento de Segurança Nacional (DHS), anunciou o Pentágono nesta quarta-feira.

O secretário interino da Defesa, Patrick Shanahan, “aprovou um pedido do DHS, que lhe foi entregue no dia 9 de maio, para estabelecer instalações temporárias visando abrigar, no mínimo, 7.500 imigrantes adultos detidos”, informou um porta-voz do Pentágono, comandante Chris Mitchell.

O Pentágono alugará as barracas ao DHS e as colocará em terrenos identificados pelo departamento em Tucson e Yuma, no Arizona, e em Tornillo, Donna, Laredo e Del Rio, no Texas.

“Os militares não administrarão estas instalações, apenas instalarão as barracas”.

Os imigrantes envolvidos serão adultos com pedido de asilo analisado pela polícia de fronteira e sob a custódia da polícia de imigração da ICE.

O Pentágono avaliará a viabilidade do projeto nas próximas semanas para determinar o número de barracas, seu custo e o cronograma de construção destas instalações.

Ao menos 500 mil pessoas foram detidas na fronteira com o México desde o início do ano fiscal de 2019, em 1º de outubro.

A maioria dos imigrantes ilegais se entrega às autoridades e solicita asilo. Quase todos procedem da América Central: Honduras, Guatemala e, principalmente, El Salvador, fugindo da violência e da miséria.

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