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MARAJÓ

Muaná: 500 toras de madeira são apreendidas durante operação

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Foto: Reprodução /Fonte: Agência Pará

A Polícia Civil do Pará deflagrou uma operação de combate ao desmatamento ilegal na zona rural de Muaná, na Ilha do Marajó. Três pessoas, que estavam responsáveis por uma serraria clandestina, foram detidas. No local foram apreendidas mais de 500 toras de madeira. Do total, 200 toras estavam em formato bruto e outras 300 já haviam sido beneficiadas (passaram por processo de acabamento). O crime ambiental foi constatado na quarta-feira (11). Segundo o delegado Guilherme Gonçalves, titular da Delegacia de Muaná, a ação policial foi realizada de forma conjunta com a Secretaria Municipal de Meio-Ambiente (SEMMA) da Prefeitura local, na região do Rio Tatuoca, ente os rios Muaná e Baixo Rio Atuá.

No local foram detidos: José Santos Moraes, Marinaldo Gouvea Moraes e José Augusto Santana Moraes, todos da mesma família. O delegado detalha que a operação foi deflagrada após recebimento de denúncia sobre o funcionamento da serraria ilegal no interior do município. Liderada pelo delegado, a equipe policial formada por um investigador e dois fiscais da SEMMA foram até o rio Tatuoca.

Nessa região, os agentes encontraram inicialmente a madeira que foi apreendida e depois destinada à Secretaria Municipal de Meio-Ambiente para a construção de pontes e escolas no município. As pessoas encontradas no local foram autuadas por corte ilegal de madeira em Unidade de Preservação Permanente (Marajó) e irão responder ao processo judicial em liberdade.

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MARAJÓ

IFPA em parceria com o Governo Municipal de Breves investem na Piscicultura da região

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O Prefeito em exercicio Wilson Mainardi , o secretário Municipal da Pesca Sergio Mocelin, funcionarios da SEMUPA, professores e o diretor da IFPA, em parceria para a expansão da piscicultura na região, realizaram visita ao IFPA de Breves.

A visita iniciou no laboratório com uma turma do Instituto Federal do Pará, onde os estudantes além de conhecimentos técnicos para a criação do pescado, estavam adquirindo conhecimentos na área da filetagem do peixe.
O curso aborda desde a qualidade da água, ração adequada,segurança devida do trabalhador durante a execução, até as técnicas mais especificas da piscicultura, o que torna a atividade mais produtiva.

Imagem: Reprodução

Devido a procura do curso, o IFPA já abriu mais um processo seletivo para outra turma na área, que inicia 15/10 e vai ate o dia 18/10. O curso de piscicultura com 40 vagas ofertadas, conta com grande expectativa para os estudantes de Breves, Melgaço e Portel.

O estudantes poderão atuar futuramente nos centros de alevinagem, em um dos 25 tanques que serão construídos nas dependências do tiro de guerra. A perspectiva do centro é de que sejam distribuídos mais de 750 mil alevinos por ano.

Por Brenda Santos

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MARAJÓ

Centro de Alevinagem Regional de Breves

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Foto: Reprodução / Fonte: Prefeitura de Breves

Hoje recebemos do SEBRAE o projeto do nosso tão sonhado Centro de Alevinagem de Breves. Um sonho que começou, segundo relatos, em 1984. Agora será realidade se DEUS quiser, o próximo passo é encaminhar para o governo do estado (SEDAP) e aguardar o início da execução do projeto, previsto pra ainda esse ano.

O Centro de Alevinagem será instalado dentro do espaço do Tiro de Guerra (TG).
Obrigado ao SEBRAE, SEMUPA e todos os demais parceiros (EMATER, ADEPARÁ, IFPA) e tantos outros.

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MARAJÓ

TAC que substitui navios por lanchas já está em operação

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Foto: Reprodução / Fonte: Agência Pará

O Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que retira os navios obsoletos das viagens para a ilha do Marajó (Belém – Porto do Caramá – Belém), e substitui por lanchas mais confortáveis entrou em vigor nesta segunda-feira (23). Firmado entre Ministério Público do Estado (MPE), Agência de Regulação e Controle dos Serviços Públicos do Pará (Arcon) e empresas operadoras, a determinação objetiva garantir um transporte hidroviário com segurança e qualidade aos usuários que precisam se deslocar para os municípios do arquipélago.

A nova alternativa, por meio de lanchas, será avaliada até o dia 1º de novembro, sendo possíveis novos ajustes nas viagens, caso necessário, para atender à população. O TAC sugerido pela Arcon ao Ministério Público do Estado representa um período de experiência, em que serão observados o andamento dos serviços oferecidos, como explica  Eurípedes Reis, diretor-geral do órgão.

“Hoje, no primeiro dia de operação, não tivemos contratempos. De acordo com o relatório da gerência hidroviária, as lanchas atenderam à demanda de passageiros e às gratuidades normalmente, porém estaremos monitorando as necessidades da população diariamente para tomar todas as providências cabíveis para que o transporte para o Marajó seja garantido”, afirma Eurípedes Reis.

Ainda na manhã desta segunda, o TAC foi apresentado aos prefeitos de Soure, Guto Gouveia, e de Salvaterra, Valentim Lucas, que conheceram detalhes sobre a proposta emergencial que determinou a retirada dos navios e substituição por lanchas.

O prefeito de Salvaterra considerou a reunião positiva e elogiou a iniciativa da Arcon e MPE em discutir e buscar soluções para o problema. “Nós vamos estudar e acompanhar essa alternativa das viagens por lanchas, para avaliar se a população estará sendo bem atendida. Estamos satisfeitos com a união de forças dos gestores públicos em busca melhorias para os serviços oferecidos à população”, conclui Valentim.

Já Guto Gouveia participou da reunião para avaliar a viabilidade do TAC e revelou a preocupação com a retirada dos navios e a garantia de um serviço de transporte hidroviário digno. “Não queremos serviços precários para a população, mas somos contra a saída definitiva dos navios. Então solicitamos a abertura de um edital de chamamento para que novas empresas se candidatem para oferecer viagens por navio para o Marajó”, sugeriu  o prefeito de Soure.

A   promotora de justiça de Salvaterra, Paula Camacho, esclareceu aos gestores públicos de Salvaterra e Soure que o TAC será aplicado em fase experimental por 40 dias, e acatou as reivindicações dos prefeitos, se comprometendo a discutir na próxima reunião – agendada para o dia 31 de outubro – a disponibilização de um transporte com preço acessível e confortável  aos usuários.

“Esclarecemos que a proposta do TAC, que substitui os navios por lanchas com  oito viagens diárias, além do ferry boat, será avaliada. Se houver a necessidade do retorno dos navios, eles serão disponibilizados pela Arcon imediatamente, inclusive no período do Círio”, explica a promotora.

Na reunião, Ministério Público, Arcon e os prefeitos de Salvaterra e Soure entraram em consenso para que seja aberto um chamamento público, que dará oportunidade a outras empresas para operarem com navios de melhor qualidade para o Marajó.

Também participaram da reunião o diretor de fiscalização da Arcon, Ivan Bernaldo; a diretora de Controle Financeiro de Tarifário da Arcon, Denise Pimenta; o gerente de Transporte Hidroviário da Arcon, coronel Marco Antônio Rocha; o representante do poder legislativo, deputado Wanderlan Quaresma; e Carlos Bannach, proprietário de uma das empresas operadoras que fazem viagem para o Marajó.

Serviço: A Arcon informa que serão disponibilizados quatro horários de lanchas diariamente, saindo do Porto de Camará/Belém, e Belém/Porto de Camará, além das viagens com o ferry boat que sai do porto do Henvil, em Icoaraci, com destino ao porto do Caramá.

Novos horários das lanchas, em fase experimental: 6h15, 9h, 12h e 14h

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