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AMAZÔNIA

Navio “iluminado” é atacado por piratas no rio Tajapuru, município de Breves

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O navio “Iluminado”,  com 150 passageiros,  foi atacado por piratas no rio Tajapuru,  próximo à Vila Liverpool, região do Marajó,  início da noite desta quarta-feira (31),  quando fazia a linha Breves/Jarí.

Equipes da Superintendência de  Polícia de Breves e o Grupamento Fluvial (Geflu) foram ao local após receber  denúncias e pedido de ajuda. Após buscas pelas ilhas e imediações, a embarcação foi localizada no rio Ituquara, por volta de 1h da manhã. Foi recuperados também, boa parte do material subtraído.

Um policial civil do Amapá,  que teria pulado do barco com sua arma ainda não foi localizado. O delegado de PC, Diego, de Breves já teria acionado o Corpor de Bombeiros Militar de Breves para fazer as buscas. Além disso, deve ouvir as vítimas e testemunhas, equanto outra equipe tenta localizar os criminosos.

De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup), ainda não é possível ter qualquer tipo de atualização por parte da tripulação na manhã desta quinta (1) por conta da falta de redes de telefonia na localidade.

AGRESSÕES

No entanto, em contato com o DOL, por telefone, um familiar de um dos passageiros contou que os ‘piratas’ , além de roubarem todos os pertences, foram muito agressivos com a tripulação e, principalmente, com o comandante, que teria levado uma coronhada na cabeça.

Disse também que uma equipe policial chegou à embarcação na madrugada desta quinta (1) e que, mesmo após o ataque, foi considerado seguir viagem, mas por falta de combustível decidiram voltar para Breves.

“Ao que parece, esses mesmos piratas que invadiram o ‘Iluminado’ foram os que atacaram o [navio] Luiz Eduardo no dia das mães. Eu tava lá com os meus filhos quando eles roubaram todo mundo”, relembra.

ANGÚSTIA

Outras pessoas, que possuem parentes dentro do navio, buscam informações sobre o caso. “Meu cunhado trabalha no ‘Iluminado’ como enfermeiro. Meu marido está desesperado querendo saber como está a situação. Somos de Belém e a rotina dele é sair daqui nas terças e voltar no domingo”, contou uma internauta ao DOL, também por telefone. “Ele trabalha lá há dois meses e essa seria a última viagem porque ele recebeu uma nova proposta de trabalho para outra embarcação”, desabafou.

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