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Fonte: G1 Foto: Reprodução

POLÍTICA

Novo líder do PSL, Eduardo Bolsonaro destitui os 12 vice-líderes do partido na Câmara

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Horas após se tornar líder da bancada do PSL na Câmara, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP) destituiu nesta segunda-feira (21) todos os 12 vice-líderes da legenda. 

A decisão foi tomada em meio a uma disputa acirrada pelo comando da sigla na Câmara, em um reflexo da crise vivida pelo partido. 

Desde a semana passada, deputados da bancada têm promovido uma “guerra” de listas para definir o nome do líder que irá representar a bancada, que é composta por 53 parlamentares. 

Já foram apresentadas seis listas. A mais recente foi validada na manhã desta segunda-feira pela Secretaria Geral da Câmara e fez de Eduardo Bolsonaro o líder da bancada no lugar de Delegado Waldir (PSL-GO). No entanto, ainda há outras duas listas na fila de conferência. 

É preciso ter o apoio da maioria da bancada para se tornar líder, ou seja, ao menos 27 assinaturas. 

O nome de Eduardo Bolsonaro tem o apoio do grupo mais fiel ao presidente Jair Bolsonaro. Já a outra ala, que defende a permanência de Waldir na liderança, é ligada ao presidente do partido, deputado Luciano Bivar (PSL-PE). 

O que faz o líder

O líder é escolhido pela bancada para ser o representante do partido na Câmara. Ele pode ser substituído quando necessário pelos vice-líderes. 

Normalmente, os partidos têm vários vice-líderes em razão de todas as reuniões de comissões e plenário. 

Entre as prerrogativas das lideranças estão: 

  • pedir a palavra para falar em qualquer momento da sessão. O tempo a que ele tem direito é proporcional ao número de deputados. No caso do PSL, são sete minutos por sessão;
  • participar dos trabalhos de qualquer comissão (mesmo daquelas em que não for integrante), sem direito a voto;
  • orientar a bancada durante votação em plenário;
  • indicar membros da bancada que irão integrar as comissões;
  • registrar candidatos a cargos da Mesa.

Os ex-vice-líderes

O ofício comunicando a destituição dos vice-líderes foi recebido pela Secretaria-Geral da Mesa por volta das 16h20. 

A maioria dos que foram removidos do cargo é da ala bivarista, mas também há alguns que defendem que Eduardo Bolsonaro fique na liderança. 

Perderam o cargo de vice-líderes os seguintes deputados: 

  1. Felício Laterça (PSL-RJ);
  2. Nicoletti (PSL-RR);
  3. Daniel Silveira (PSL-RJ);
  4. Heitor Freire (PSL-CE);
  5. Julian Lemos (PSL-PB);
  6. Júnior Bozzella (PSL-SP);
  7. Coronel Tadeu (PSL-SP);
  8. Nelson Barbudo (PSL-MT);
  9. Charlles Evangelista (PSL-MG);
  10. Professora Dayane Pimentel (PSL-BA);
  11. Nereu Crispim (PSL-RS);
  12. Joice Hasselmann (PSL-SP).

POLÍTICA

Datena: ‘É muito provável que eu seja candidato este ano’

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Apresentador José Luiz Datena confirma que se filiará ao MDB após o Carnaval Foto: Fábio Vieira / Agência O Globo

Depois de dizer que pode ser candidato a governador e senador em 2022, apresentador sugere, pela primeira vez, que pode ser candidato a vice-prefeito de Bruno Covas

SÃO PAULO – Com a filiação ao MDB prevista para acontecer após o Carnaval, o apresentador de TV José Luiz Datena disse nesta quinta-feira que a chance de ele ser candidato na eleição municipal de São Paulo é maior do que a de ficar de fora da disputa. Nesta tarde, Datena declarou, pela primeira vez, que não descarta a possibilidade de ser vice do prefeito Bruno Covas (PSDB).

— É muito provável que eu seja candidato este ano. Tem mais chance de ser do que de não ser — afirmou Datena, em entrevista ao GLOBO.

Desde o fim do ano passado, Datena é mencionado como um potencial candidato a prefeito. O MDB já garantiu a ele a cabeça de chapa para a disputa. O apresentador confirmou que se filiará à sigla depois do Carnaval. Ele também disse que as negociações políticas avançaram para que esteja na eleição este ano. Datena referiu-se a esse assunto como uma questão “praticamente resolvida”.

— Só resta decidir para quê cargo — afirmou, deixando em aberto a escolha: — Posso ser vice do Bruno. Por quê não? A gente se dá muito bem — declarou.

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POLÍTICA

Em sua live semanal: “Não tenho habilitação para dirigir retroescavadeira”

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Foto: Reprodução / Fonte: FolhaPress

O presidente Jair Bolsonaro criticou indiretamente nesta quinta-feira (20) o senador Cid Gomes (PDT), baleado ao investir com uma retroescavadeira contra um quartel tomado por policiais militares amotinados no Ceará, e disse não ter habilitação para dirigir o veículo.

As declarações foram feitas durante transmissão ao vivo pela internet em uma rede social. Bolsonaro citou o episódio envolvendo o irmão do ex-candidato Ciro Gomes (PDT) em duas ocasiões durante a live, que contou com a participação do ministro Onyx Lorenzoni (Cidadania) e do secretário da Pesca, Jorge Seif Jr.

Na primeira menção, criticou reportagem que diz que um vereador bolsonarista liderou o motim no quartel no Ceará. Alfinetando a imprensa, Bolsonaro questionou a matéria.

– Olha só, hein, o motim lá se deve a um vereador bolsonarista. Eu queria só que vocês me apresentassem ele, me apresente o vereador aí – indagou.

Em seguida, perguntou a Onyx o que se ele achava que “aquele cara lá, não fala o nome dele não, que subiu no trator e foi empurrar o portão lá com crianças, com mulheres, ele agiu corretamente ou não, não fala o nome dele não?”. O ministro concordou.

– Evidente que não, né presidente. Aí é uma irresponsabilidade, um desequilíbrio, um ato que colocou em risco a vida de muitas e muitas pessoas. E é evidente que quando tu tem tua vida em risco, tu tem o direito à legítima defesa – respondeu o ministro.

Cid Gomes, que tem 56 anos e está licenciado do Senado desde dezembro para atuar nas eleições municipais no Ceará, dirigia a retroescavadeira e tentou investir contra o portão do batalhão tomado por PMs. O trator foi alvejado e teve os vidros estilhaçados.

Cerca de cinco minutos depois, Bolsonaro chamou para o vídeo o deputado Hélio Lopes (PSL-RJ) e comentou que deve passar o Carnaval no Guarujá (SP). Em seguida, afirmou que, por segurança, precisa ficar em lugares reservados. Ainda assim, continuou, disse que sempre procurar “dar uma fugidinha”.

– Na penúltima vez eu dei uma fugida de moto lá pela cidade. A imprensa foi logo atrás para saber se eu tinha habilitação ou não (…) Olha, eu não tenho habilitação para dirigir retroescavadeira, isso eu posso garantir para vocês. Mas motocicleta, eu tenho. – apontou.

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POLÍTICA

Aliados do governo convocam manifestação para março

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Apoiadores de Bolsonaro convocam manifestação para 15 de março Foto: Agência Brasil/ Fabio Rodrigues Pozzebom

O ministro Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), sugeriu na última quarta-feira (19) que o povo deveria ir às ruas contra a chantagem do Congresso, segundo o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

Aliados do presidente Jair Bolsonaro estão convocando uma grande manifestação em apoio ao mandatário. O ato deve acontecer no dia 15 de março e é puxado por diversos líderes conservadores.

Usuários de redes sociais já levantaram a tag #Dia15PeloBrasil, em demonstração de apoio ao chefe do Executivo.

Aliados do governo convocam manifestação para março
Aliados do governo convocam manifestação para março / Foto: Reprodução
Aliados do governo convocam manifestação para março
Aliados do governo convocam manifestação para março / Foto: Reprodução
Aliados do governo convocam manifestação para março
Aliados do governo convocam manifestação para março / Foto: Reprodução
Aliados do governo convocam manifestação para março
Aliados do governo convocam manifestação para março / Foto: Reprodução
Aliados do governo convocam manifestação para março
Aliados do governo convocam manifestação para março / Foto: Reprodução

A data da manifestação marca o mesmo dia em que, há cinco anos, aconteceu o maior protesto contra a ex-presidente Dilma Rousseff.

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