Conecte-se Conosco

Tecnologia

O Brasil é a segunda nação mais ‘viciada’ em internet do mundo

Publicado

em

Foto: Reprodução /Fonte: Olhar Digital

Desde que você acordou hoje, quantas vezes você já utilizou a internet? De acordo com o relatório Digital 2019, uma pessoa passa em média mais de um quarto da vida online. Este número é ainda maior entre os brasileiros.

A média mundial

O estudo foi realizada pelo Hootsuite, em parceria com a empresa We Are Social, e mostra que estamos gastando em média 6 horas e 42 minutos online por dia. Metade deste tempo é gasto em dispositivos móveis.

Fazendo um cálculo de longo prazo, isso equivale a mais de 100 dias de tempo online todos os anos para cada usuário da Internet no planeta. Isso representa pouco mais de 27% de todos os anos das nossas vidas.

A média nacional

As 6h42min é a média mundial, no Brasil, o segundo país mais viciado em internet do mundo, a média é de 9h29min, de acordo com o relatória da Digital 2019. O nosso país fica atrás apenas das Filipinas, onde a média diária é de 10h02min, enquanto o Japão aparece em último lugar, com apenas 3h45min.

Desta forma, fazendo um cálculo de longo prazo, os brasileiros passariam pouco mais de 142 dias do ano online, todos os anos. Isso representa pouco mais de 39% de todos os anos das nossas vidas.

Reprodução

 Outros números

O estudo também revelou que o número de usuários de Internet está crescendo a uma taxa de mais de um milhão de pessoas por dia, e cerca de 5,1 bilhões de pessoas agora possuem um dispositivo móvel. Confira:

  • Já somos 5,11 bilhões de usuários de dispositivos móveis únicos no mundo hoje, um aumento de 100 milhões (2%) em relação ao ano passado;
  • Há 4,19 bilhões de usuários de internet em 2019, um aumento de 366 milhões (9%) em relação a janeiro de 2018;
  • Existem 3,48 bilhões de usuários de mídia social em 2019, com o total mundial crescendo em 288 milhões (9%) desde o ano passado;
  • Em 2019, somos 3,26 bilhões de pessoas usando mídias sociais em dispositivos móveis, com crescimento de 297 milhões de novos usuários, representando um aumento anual de mais de 10%.

Por outro lado, o Digital 2019 afirmou que houve um leve declínio em relação aos números do ano passado, sugerindo que iniciativas de empresas como o Google e a Apple, que auxiliam os usuários a passar menos tempo no celular, possam estar ajudando as pessoas a passar menos tempo na internet.

Para desenvolver o Digital 2019, foram usados os dados coletados pelo GlobalWebIndex, GSMA Intelligence, Statista, Locowise, App Annie e SimilarWeb.

Via: 9to5mac

Continue lendo
Clique para comentar

Tecnologia

Venda privada do espectro do 5G assusta grandes empresas de comunicação

Publicado

em

Foto: Reprodução /Fonte: Olhar Digital

O 5G vem se tornando um assunto cada vez mais em voga à medida que sua implementação se aproxima. A C-Brand Alliance, um grupo de quatro empresas de satélites, está tentando vender parte do seu espectro sem fio que pode se conectar com a quinta geração da internet móvel. O intuito da companhia é tornar parte dessa venda algo privado, mas parece que algumas empresas não gostaram da ideia.

O Google, a Charter Communications e outros grupos de telecomunicações se opõem à ação privada e dizem estar prontos para ir ao tribunal em oposição. Quem normalmente organiza a forma que o espectro será vendido é a Federal Communications Commission (FCC), e parte dos lucros seguem para o Tesouro dos EUA. Bem como a Anatel age no Brasil. Dessa forma se for feita de maneira privada, quem se beneficia e pode potencialmente ganhar mais dinheiro é a C-Brand Alliance.

Outros argumentos, além dos apresentados pelos grupos que se opõe ao ato, apontam que uma venda privada não regulamentada do espectro poderia resultar em um monopólio, inclinando o mercado a favor de uma única empresa.

O vice-presidente de assuntos regulatórios da Charter Communications, Colleen King, disse em entrevista ao portal Android Authority que acha que um leilão realizado pela FCC seria a maneira mais rápida, justa e eficiente de obter espectro e disponibilizá-lo para todos os diferentes tipos de participantes. Em resposta, um lobista da C-Brand rejeitou as oposições e disse que as empresas estão com medo de perderem seus negócios de cabos.

A dúvida sobre as mudanças que a chegada do 5G irá trazer acaba assustando muitas empresas. Ao final da discussão sobre a venda do espectro, o mais provável é que os tribunais estejam do lado da FCC. Provavelmente, a iniciativa privada será negada e um leilão regulado pelo governo seja realizado.

Via: Android Authority

Continue lendo

Tecnologia

A China avança! Mais de um terço dos smartphones do mercado europeu vem de lá

Publicado

em

Huawei Nova 4 convite de lançamento (Foto: Huawei)

Em seu último relatório sobre vendas de smartphones na Europa em 2018, a Canalys, organização que analisa mercados de tecnologia, mostrou que 32% dos celulares no continente foram de fabricantes chineses. A Huawei detém a maior parte dessa parcela, com 23% de participação, referente ao último trimestre do ano passado.

Com 42,5 milhões de unidades vendidas, a companhia chinesa alcançou o terceiro lugar no comércio europeu de smartphones. Xiaomi e HMD Global (que controla a Nokia) também cresceram, conquistando o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Os números apresentados pela Canalys confirmam a ascensão dos smartphones chineses na Europa.

Além disso, o valor atingido pela Huawei a encaminha na contramão da tendência de venda de outras líderes em tecnologia. Enquanto ela cresceu em 54% na quantidade de dispositivos importados para a Europa, a Samsung sentiu queda de 10% em suas remessas no continente em relação à 2017, totalizando 61,6 milhões unidades vendidas; já a Apple caiu 6%, com venda de 42,8 milhões de celulares. Mesmo com essas quedas, a Samsung e a Apple conquistaram a 1° e o 2° posições, respectivamente, na região.

A diminuição do número de dispositivos vendidos na continente europeu é sentida no desempenho total desse mercado na Europa: estimativas da Canalys mostram que as vendas europeias de smartphones caíram 4% em 2018. Quanto ao último trimestre desse ano, os negócios sentiram queda de 2%.

Se essas tendências continuarem, a Huawei poderá garantir o segundo lugar, atrás apenas da Samsung, no começo deste ano, mantendo-se assim pelo menos até a próxima atualização do iPhone em setembro.

Enquanto cresce no continente europeu, a Huawei enfrenta resistência e acusações criminosas das autoridades dos Estados Unidos. A diretora financeira da corporação, Meng Wanzhou, está sendo acusada de fazer negócios com o Irã entre 2009 e 2014, violando as sanções econômicas impostas contra o país pelos EUA.

A investigação resultou na prisão de Wanzhou por autoridades canadenses em dezembro de 2018, mas a CEO foi liberada no dia 11 do mesmo mês e negou todas as acusações contra ela. Agora, ela aguarda julgamento em liberdade condicional e, se considerada culpada, pode até mesmo ser extraditada para os EUA.

Mas, de acordo com o analista sênior da Canalys, Ben Stanton, isso foi positivo para o mercado europeu de smartphones. “A administração dos EUA está fazendo com que as empresas chinesas invistam na Europa. O mercado europeu está maduro e as taxas de reposição aumentaram, mas há uma oportunidade para as marcas chinesas deslocarem o mercado [para a Europa]”, observou Stanton.

Para ele, empresas como Huawei e Xiaomi trouxeram uma concorrência que surpreendeu seus rivais ao usar seu tamanho contra as marcas menores que atuam nos países do continente.

Continue lendo

Tecnologia

Brasileiros preferem Netflix a TV por assinatura, diz pesquisa

Publicado

em

Foto: Reprodução /Fonte: Olhar Digital

A Netflix deixou a TV por assinatura para trás. Apesar dos pacotes de TV paga terem sido um dos produtos mais desejados pelos brasileiros no passado, hoje em dia, o cenário está bem diferente. Em levantamento feito pelo Amdocs (responsável por fornecer soluções para operadoras de TV), os serviços de streaming contam hoje com a preferência dos consumidores nacionais, deixando a TV a cabo comendo poeira.

O levantamento teve como base dados do segmento de 14 países. No Brasil, país onde a TV por assinatura não tem muita adesão (apenas 26% das casas), houve ainda uma diminuição de 3,9% de usuários no último ano. E, no caminho inverso, estão os serviços de streaming. Uma pesquisa do Google apontou a quantidade média de horas que o brasileiro passa assistindo a vídeos por streaming semanalmente cresceu 90,1% nos últimos três anos — saltando de 8,1 horas em 2014 para 15,4 horas.

Além disso, no Brasil, quem possui algum serviço de TV paga, também contrata algum serviço de streaming (cerca de 61% dos assinantes). A média de gasto de um usuário no país é de R$250,00. Ainda segundo a pesquisa, a TV por assinatura deve se manter estável até 2022, enquanto os serviços de streaming devem ter um crescimento acima da média.

A Netflix é líder absoluta no mercado de streaming, presente em 24% das residências e sendo o principal meio de entretenimento. Além disso, a questão de custos vem ameaçando a TV por assinatura cada vez mais, pois o cliente pode assinar mais de um serviço de streaming gastando bem menos do que em um plano de TV paga. Com o mesmo valor, é possível assinar até 4,6 plataformas diferentes de videos on demand.

A pesquisa também identificou que a TV por assinatura está em desvantagem na preferência do consumidor em relação a programação. Cerca de 50% dos entrevistados informaram que os serviços de streaming trouxeram opções melhores no último ano se compara a TV paga.

Continue lendo

Facebook

Propaganda

Destaques