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OPINIÃO/ LÚCIO FLÁVIO PINTO COMENTA A VOLTA DE A PROVÍNCIA DO PARÁ

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Na sua página na internet, A “Agenda Amazônica de um jornalista de combate”,  Lúcio Flávio Pinto, comenta a volta de A PROVÍNCIA DO PARÁ depois de 16 anos sem circular,  e o seu papel, segundo a sua ótica, no processo eleitoral em curso, depois que publicamos a primeira pesquisa sobre a intenção de votos do eleitorado paraense. Eis o que disse o jornalista:

A política de A Província

POR LÚCIO FLÁVIO PINTO

Se havia dúvidas, não há mais motivos para que continuem a existir: é político o principal objetivo da volta de A Província do Pará, relançada pelo empresário Carlos Santos. Os primeiros indícios apareceram na primeira edição do jornal, o mais antigo do norte do país, que estava sem circular havia 16 anos. Era visível o tom crítico na abordagem do MDB dos Barbalho.

Hoje, a versão do jornal na internet saiu na frente dos dois grandes grupos de comunicação de Belém, ao divulgar a primeira pesquisa eleitoral realizada após o registro das candidaturas, Helder Barbalho, candidato do MDB ao governo do Estado aparece em primeiro lugar, com 38,7% das intenções de voto, enquanto Márcio Miranda, do DEM, mas candidato do governador Simão Jatene, do PSDB, ainda está distante, mas registra o seu maior índice, de 20,4%, deixando para trás Paulo Rocha, do PT, com 12,1%. Cleber Rabelo, do PSTU, e Fernando Carneiro, do PSOL, ficaram abaixo de 4%.

Para o Senado, a pesquisa mostra um surpreendente equilíbrio entre os candidatos, quando era esperado um índice maior para Jader Barbalho, que ficou com 14,2% dos votos. Mesmo não tendo sido registrado pela coligação liderada pelo MDB, o nome de Mário Couto foi apresentado e ele ficou com 13,4%. Flexa Ribeiro, do PSDB, teve 10,1%. Como a margem de erro da pesquisa é de 2,25% para cima ou para baixo, há um empate técnico entre eles. Sem Couto, a posição é ocupada por Úrsula Vidal, do PSOL, com 7%, empatada com Sidney Rosa, do PSB, com 6,4%.

A iniciativa de Carlos Santos não significa que, tendo colocado A Província novamente em circulação em véspera de eleição, seu objetivo político seja explícito, de apoio a Márcio Miranda. Mas como O Liberal se aproximou dos Barbalho e faz dupla com o Diário do Pará em favor (ainda que sutil) das candidaturas dos donos do jornal, a resposta as essa questão era dada pela resposta a esta pergunta: com que jornal contará incondicionalmente a coligação que apoia Márcio Miranda para o governo?

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