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 PA-252, repleta de lama, é inviável como alternativa 

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Semas monta força tarefa para agilizar licenças ambientais para construção de rampas no rio Moju

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Uma força tarefa foi montada ) para dar celeridade a avaliação das licenças ambientais necessárias para o início das obras no entorno da ponte do MojU

Uma força tarefa foi montada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) para dar celeridade a avaliação das licenças ambientais necessárias para o início das obras no entorno da ponte do Moju. No local serão construídas rampas de acesso para que balsas possam encostar e fazer o transporte de veículos e pedestres que precisam atravessar. A intervenção tornou-se necessária após uma balsa colidir com um dos pilares da ponte Rio Moju e fazer parte dela desabar, o que impediu o fluxo de veículos.

“Destacamos um grupo de especialistas para que eles concentrem os esforços na análise das licenças. Assim, a equipe avalia de forma minuciosa todos os critérios necessários para emitir a liberação sem que haja nenhum tipo de risco ao meio ambiente. Estamos trabalhando para que os transtornos sejam solucionados o mais rápido possível”, avaliou, Rodolpho Zaluth Bastos, Secretário interino da Semas.

Além da formação do grupo especializado, uma equipe da secretaria foi ao local para avaliar os possíveis impactos ambientais ainda no sábado. Os técnicos da Semas fizeram o registro da área e aguardam o relatório de análise das águas do Rio Moju. O material coletado pelo Instituto Renato Chaves deve apontar o nível da poluição causado pelo vazamento de combustível da embarcação. Caso seja confirmado o crime ambiental, a empresa pode ser notificada e multada de acordo com o previsto em lei.

Por Ronan Frias

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Laudo do acidente com a ponte do Moju será apresentado nesta terça-feira pelo ‘Renato Chaves’

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 O Centro de Perícias Científicas Renato Chaves entregará, nesta terça- feira  9, o   laudo preliminar do levantamento feito no local da colisão de uma balsa com a ponte sobre o rio Moju, na Alça Viária, no dia 4 passado. O laudo , que subsidiará a ação judicial do Estado do Pará contra os responsáveis pela destruição dos  vãos centrais da ponte, Uma empresa já foi contratada para remover os escombros. Oito pessoas já foram ouvidas no inquérito policial instaurado para apurar os fatos. Segundo a polícia, nos exames toxicológicos e de dosagem alcoólica nos condutores do comboio não foi identificada qualquer substância entorpecente.
Contudo, causa espanto que o governo estadual divulgue que   a balsa navegava com excesso de peso – aproximadamente duas toneladas -, o que teria sido “crucial” para o abalroamento ocorrer, aliado à corrente intensa da maré naquele momento. Não é crível essa hipótese. E isto por várias razões: primeiro, porque duas toneladas é peso-pena para uma balsa. Duas mil toneladas, um peso médio para balsas pequenas. Segundo, se a balsa estivesse com peso excessivo ela afundaria, e nem assim seria causa de colisão. Por último, mas não menos importante, a balsa está há dias embaixo de uma pesadíssima estrutura de concreto e aço (a parte da ponte que desabou) e até agora não submergiu. Ou seja: o mero bom senso desmente essa afirmação.
Trinta militares do Corpo de Bombeiros do Pará e sessenta da Marinha do Brasil, incluindo mergulhadores, usando oito embarcações, entre elas a lancha hidrográfica Sidescan, equipada com sonar que faz a varredura do leito do rio, vêm se dedicando às buscas por possíveis vítimas do desabamento de parte da ponte Moju Alça, mas até agora nenhum automóvel ou corpo foi localizado.  A equipe monitora dois pontos que o equipamento registrou, e amanhã os trabalhos continuarão. Contudo, é intrigante que testemunhas tenham dito que viram dois carros caindo da ponte mas ninguém tenha procurado a polícia para registrar desaparecimento de pessoas.
Fonte;Blog Franssinete Florenzano

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Governo usará cabos de aço para recuperar ponte sobre o Moju

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 Pedro Peduzzi / Agência Brasil*  

Brasília- A Secretaria de Estado de Transportes do Pará informou hoje (8) que usará um sistema de cabos de aço de sustentação, como forma de restaurar o trecho da ponte sobre Rio Moju, que desabou no sábado (6), após ter um de seus pilares atingido por uma balsa..

A ponte faz parte de um complexo de quatro pontes da alça viária, na Rodovia PA-483, que liga a região metropolitana da capital, Belém, ao interior do estado. Embora testemunhas tenham informado as autoridades sobre a queda de dois veículos no rio, até o início da manhã de hoje, nem carros. nem vítimas foram encontrados.De acordo com o governo do Pará, o trecho destruído utilizava um sistema de pilares convencionais, com vão central de 80 metros e vãos menores,de 40 metros. O sistema de cabos de aço (chamado de estais} será usado nos 268 metros que desabaram (dois vãos de 134 metros cada). Dessa forma será possível eliminar quatro estruturas de pilares que, segundo o governo local, dificultavam a navegação na área.Ainda segundo o governo do Pará, um inquérito aberto pela Polícia Civil revela que a embarcação que colidiu com a estrutura da ponte não tinha licença para o transporte da carga – informação que foi confirmada ontem (7) pelo delegado-geral Alberto Teixeira, em entrevista coletiva na sede do Comando Geral do Corpo de Bombeiros.

Há suspeitas de que a balsa estava com excesso de peso no momento do acidente. Além disso, segundo a Capitania dos Portos, a navegação de embarcações no local estava sendo feita fora do horário permitido.

“A quantidade da carga, de aproximadamente 2 toneladas, foi crucial para o acidente ocorrer, aliado à corrente intensa da maré naquele momento”, informou o delegado-geral da Polícia Civil, Alberto Teixeira. De acordo com a Capitania dos Portos, a navegação de embarcações naquela região estava proibida no horário do acidente.

*Com informações da Agência Pará

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