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Papa Francisco chega às Ilhas Maurício, última etapa de sua viagem pela África

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Antes de viajar para as Ilhas Maurício, o papa Francisco visitou Madagascar e Moçambique - AFP

O papa Francisco desembarcou nesta segunda-feira nas Ilhas Maurício, um país multiétnico e turístico do Oceano Índico, última etapa de sua viagem pela África, que já o levou a Moçambique e Madagascar.

Milhares de pessoas se reuniram diante do Monumento Maria Rainha da Paz, onde Francisco celebrará uma missa, e celebraram quando o avião do pontífice pousou no aeroporto internacional da ilha.

Além de celebrar a missa, o pontífice argentino visitará um templo e se reunirá com líderes políticos durante a breve visita.

Em uma mensagem de vídeo dirigida à população das Ilhas Maurício, Francisco, um fervoroso defensor do diálogo inter-religioso, elogiou um povo “enriquecido com diversas tradições culturais e também religiosas”.

Telões foram instalados em pontos centrais da capital do país, Port Louis, para que os devotos possam acompanhar a missa. A cidade foi decorada com imagens do papa.

Maurício, uma ilha situada ao leste do continente africano, tem 1,3 milhão de habitantes, predominantemente hindus (52%), mas com importantes minorias cristãs e católicas (30%) e muçulmanas (18%).

O primeiro-ministro das Ilhas Maurício, Pravind Kumar Jugnauth, considera a visita do papa uma vitrine do “sucesso do país no plano econômico e social, e como um verdadeiro modelo de pluralismo”.

“Nossa diversidade cultural nunca nos impediu de criar um espaço favorável ao diálogo, ao entendimento e à paz”, comentou.

“Não será uma visita do papa Francisco aos católicos e sim aos habitantes de Maurício em toda sua diversidade religiosa”, declarou o cardeal Maurice Piat, arcebispo de Port Louis.

Maurício, com uma democracia estável e uma economia de renda média, contrasta com as duas escalas anteriores do papa na viagem, Madagascar e Moçambique, duas das nações mais pobres do continente africano.

Francisco celebrará a missa no Monumento Maria Rainha da Paz, na mesma colina onde João Paulo II celebrou a eucaristia durante uma visita em 1989.

A visita de Francisco coincide com o 155º aniversário da morte do sacerdote Jacques Desire Laval, um religioso francês que faleceu nas Ilhas Maurício em 1864 e foi beatificado em 1979.

O papa visitará o mausoléu de Laval, conhecido como o “apóstolo de Maurício” por seu trabalho missionário.

Todos os anos 100.000 peregrinos visitam o túmulo de Laval, ao nordeste de Port Louis, na noite de 8 de setembro para homenagear Laval no dia de sua morte.

Este ano, a peregrinação foi antecipada em um dia pela visita do papa.

O pontífice também visitará a residência oficial do presidente Barlen Vyapoory, que tem um papel em grande medida simbólico, e se reunirá com Jugnauth.

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Bolívia terá novas eleições entre março e abril de 2020

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Foto: Reprodução / Fonte: *Folhapress

A chanceler do governo interino da Bolívia, Karen Longaric, disse que a nova eleição presidencial deve ocorrer entre março e abril e que será “a eleição mais livre que já houve na Bolívia”. A convocação de um novo pleito está sendo prometida desde que a senadora Jeanine Añez se autoproclamou presidente interina, em 12 de novembro, ocupando o vácuo de poder deixado após a renúncia de Evo Morales, de seu vice e dos presidentes do Senado e da Câmara.

As eleições de 20 de outubro foram marcadas por idas e vindas e acusação de fraude, e um relatório divulgado na quarta-feira (4) pela OEA (Organização dos Estados Americanos) concluiu que houve “ações deliberadas para manipular os resultados”, incluindo alteração e queima de atas de votação e falsificação de assinaturas.

Segundo Longaric, os membros do MAS (Movimento para o Socialismo), partido de Evo, estão colaborando com a transição e querem participar do processo eleitoral.

– Desta vez [eles querem participar] com uma diretoria renovada, diferente daquela que causou tantos danos às nossas instituições – disse.

Quando perguntada sobre o fato de a renúncia de Evo não ter sido aprovada pela Assembleia Legislativa, ela respondeu que a renúncia do ex-presidente era irreversível.

– [Evo Morales] abandonou o país, abandonou suas funções e pediu refúgio em outro país, ou seja, deu provas suficientes de que sua renúncia era irreversível – declarou.

Longaric disse que o Brasil é um dos países que mais têm apoiado o governo interino de Jeanine Añez, e que também têm sido importante o suporte da União Europeia, dos EUA e da própria OEA.

Sobre a violência que tomou as ruas e já deixou pelo menos 33 mortos e centenas de feridos em protestos e enfrentamentos com a polícia, Longaric disse que “a tarefa inicial que este governo se impôs foi a de pacificar o país”.

– Os dias antes da mudança de governo e os seguintes foram muito difíceis, e o governo de Añez foi heroico, as dificuldades que enfrentou não tem antecedentes na história da Bolívia. Identificamos forças irregulares externas que estavam no país para desestabilizar o nosso governo – completou.

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Pelo menos 13 mortos nas Filipinas devido à passagem do tufão Kammuri

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Foto: Reprodução / Fonte: Notícias ao Minuto

Pelo menos 13 pessoas morreram esta semana nas Filipinas na sequência da passagem do tufão Kammuri, segundo um novo balanço divulgado hoje pelas autoridades. O balanço anterior apontava para 11 mortos.

O tufão danificou 135 escolas e destruiu quase 1.200 casas.

As Filipinas são afetadas anualmente, em média, por 20 tempestades e tufões que matam centenas de pessoas e contribuem para a pobreza das populações expostas.

O tufão mais devastador registrado no país, o Haiyan, resultou em mais de 7.300 mortos e desaparecidos em 2013.

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Trump chama de “piada” relatório de seu impeachment

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Foto: Reprodução / Fonte: *Com informações da agência EFE

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou como “piada” e “desgraça” o documento impulsionado por democratas para fundamentar o possível impeachment do governante.

Durante a cúpula da Otan, em Watford, na Inglaterra, Trump expressou à imprensa o descontentamento com o processo e reclamou da escolha da data de hoje (quando se sabia que ele estaria no Reino Unido) para a realização da sessão do Comitê Judiciário da Câmara dos Deputados, que analisará o trâmite iniciado pelos democratas.

– É uma vergonha que o tempo esteja sendo desperdiçado com isso – disse Trump ao se reunir com o primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, paralelamente à cúpula da Otan.

Na opinião de Trump, os democratas se agarram à possibilidade de impeachment (que ainda precisaria ser aprovado pelo Senado, onde os republicanos são maioria) porque estão mal nas pesquisas para as eleições presidenciais do ano que vem.

– A palavra ‘impeachment’ é ruim. Só deve ser usada em ocasiões especiais. Isso não deve voltar a acontecer com um presidente. É uma desgraça para o país – disse o republicano.

A investigação impulsionada pelos democratas para abrir um processo de impeachment contra Trump entrou hoje em uma nova fase com a aprovação do relatório que servirá como base para uma eventual acusação.

O Comitê de Inteligência da Câmara dos Deputados revelou, em um documento de 300 páginas, os argumentos para o possível impeachment de Trump, acusado de ter colocado “interesses pessoais e políticos” acima dos interesses dos Estados Unidos.

O relatório mostra que Trump supostamente condicionou a prestação de assistência militar à Ucrânia à abertura de investigações por Kiev sobre o ex-vice-presidente e possível rival eleitoral Joe Biden, e seu filho Hunter, por suposta corrupção no país europeu, o que beneficiaria a campanha de Trump para a reeleição.

Como resultado da investigação legislativa, os democratas da Câmara dos Representantes afirmam que Trump cometeu abuso de poder, obstruiu as investigações do Congresso e comprometeu a segurança nacional.

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