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ESPORTES

Papão bate Bragantino nos pênaltis e chega às semi pelo sexto ano seguido

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Texto: Jorge Luís Totti Imagem: Jorge Luiz

Desde 2014, quando a Copa Verde foi criada, a equipe de futebol profissional do Paysandu Sport Club foi a única que esteve presente em todas as disputas de semifinais da competição. E este ano não será diferente. Na tarde desta quarta-feira (18), com atuação de destaque do goleiro Giovanni, os bicolores venceram o Bragantino por 6 a 5 nos pênaltis, no jogo de volta das quartas de final, e garantiram a classificação. No tempo normal, os times empataram em 1 a 1, no Estádio Diogão, na cidade de Bragança, nordeste paraense. Único bicampeão do torneio, o Papão segue firme sua caminhada em busca do tricampeonato.

Os donos da casa largaram na frente no começo da partida. Logo aos oito minutos do primeiro tempo, Lukinha arriscou de fora da área e a bola foi parar no canto esquerdo do arqueiro bicolor. Depois de tanta persistência, os visitantes conseguiram chegar ao empate aos 36 da etapa final, com Nicolas, que recebeu na pequena área e deu um toquinho na saída de Axel.

Nas penalidades, a estrela de Giovanni brilhou. O camisa 1 do Papão defendeu logo as primeiras duas cobranças do Tubarão, de Lukinha e Axel. Ele também defendeu a última batida, de Aryan Taperaçu. Kaíque, Bruno Limão, Mauro Ajuruteua, Caio Ribeiro e Gabriel marcaram para o Braga. Elielton e Thiago Primão não converteram suas cobranças pelo lado bicolor, enquanto Jheimy, Tony, Uchôa, Nicolas e Perema balançaram as redes. O gol que carimbou o passaporte da classificação foi marcado por Diego Matos.

Nas semifinais, o Paysandu vai enfrentar o Clube do Remo, em duas partidas que serão disputadas no Estádio Mangueirão, em Belém. As datas e horários dos confrontos ainda vão ser definidos pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

FICHA TÉCNICA

Bragantino (5) 1×1 (6) Paysandu

Data: 18/09/2019

Hora: 15h30

Local: Estádio Diogão, em Bragança (PA)

Renda e público: não divulgados

Árbitro: Savio Pereira Sampaio (DF)

Assistentes: Daniel Henrique da Silva Andrade e Lucas Torquato Guerra (DF)

Cartões amarelos: Lukinha, Gabriel (B); Perema e Tony (P)

Bragantino: Axel; Bruno Limão, Romário, Gabriel e Esquerdinha (Caio Ribeiro); Paulo de Tárcio, Marco Goiano (Kaíque), e Lukinha; Rafinha (Aryan Taperaçu), Mauro Ajuruteua e Bilau. Técnico: Robson Melo.

Paysandu: Giovanni; Tony, Perema, Victor Oliveira (Diego Matos) e Bruno Collaço; Willyam (Thiago Primão), Uchôa e Vinícius Leite; Elielton, Wesley Pacheco (Jheimy) e Nicolas. Técnico: Hélio dos Anjos.

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FUTEBOL

Fluminense lamentam derrota para Athletico-PR,e já pensam no Flamengo

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Foto: Reprodução / Fonte: Notícias ao Minuto

Poucos jogadores do Fluminense quiseram falar na saída do gramado após a derrota para o Athletico-PR, por 2 a 1, de virada, no Maracanã, na noite desta quinta-feira, pelo Campeonato Brasileiro. Quem não se escondeu, porém, adotou um discurso parecido.

O meia Danielzinho lamentou o tropeço diante dos torcedores, principalmente depois de o Fluminense abrir o placar logo aos três minutos, mas pediu cabeça erguida para o clássico contra o líder Flamengo, no domingo.

“A gente não esperava esse resultado. É horrível perder em casa. A gente vinha de uma sequência muito boa (cinco jogos sem derrota). Vamos levantar a cabeça porque temos um clássico pela frente”, disse Danielzinho.

Um dos poucos jogadores que escaparam das vaias dos tricolores, o goleiro Muriel acredita que o tropeço diante do Athletico-PR não vai aumentar a pressão sobre o Fluminense para o clássico.

“Mesmo ganhando hoje a gente ia com tudo para buscar a vitória no clássico, mas infelizmente não conseguimos. Hoje não deu e domingo temos mais uma guerra”, afirmou Muriel.

A derrota mantém o Fluminense na 14ª colocação, com 29 pontos, três a mais do que o CSA, primeiro time dentro da zona de rebaixamento.

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FUTEBOL

Neymar aborda fama de ‘fiteiro’ e lamenta lesões: “É horrível”

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Foto: Reprodução / Fonte: Agência Brasil

O canal de Youtube OTRO publicou, na quarta-feira, o trecjp de uma conversa entre Neymar e Ronaldo, onde o jogador do Paris Saint-Germain aborda as críticas de que é alvo por, alegadamente, exagerar na simulação de faltas.

Neymar assegura que tudo não passa de uma forma de se proteger, e se não o fizer, pode acontecer o que ocorreu recentemente: “Não me protegi, agora tenho o pé lesionado”, disse.

“Já não aguento mais ficar sem jogar, sem treinar, sem estar com os meus companheiros. É muito mau, mas faz parte. São ossos do ofício”, acrescentou.

“É difícil. Para nós, atletas, os momentos mais complicados são as lesões e passar por cirurgias. O tempo fora dos gramados é horrível. Eu já não aguento mais, estou fora há um mês e pouco”, lembrou.

Neymar apontou, ainda, o dedo a Zuniga pela dura falta sofrida em julho de 2014, que o deixou de fora da Copa do Mundo: “Ele tinha diversas formas de fazer a falta, agarrando… O movimento que fez não é um movimento de futebol. O árbitro não tinha como interferir, não tem culpa nenhuma”.

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ESPORTES

Emprestado do Papão ao Bahia, Victor Diniz conta trajetória no futebol: “Comecei na rua”

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Fonte:GE Foto: Reprodução

Promessa paraense tem passagem pela base do São Paulo, chegou a fazer testes no Palmeiras e agora chega emprestado ao time Sub-20 do Tricolor Baiano com opção de compra

Victor Diniz não chegou sequer a estrear pelo time profissional do Paysandu e já foi emprestado para o Bahia para ser integrado ao time Sub-20. Promessa da base bicolor, o meio-campista chegou a ser relacionado para vários jogos da equipe este ano, mas a oportunidade de estrear não chegou. Assim, para muitos, ainda é desconhecido em sua terra natal.

Natural de Ananindeua, Jorge Victor Braga Diniz começou tarde sua base, mas chama a atenção pelo estilo de jogo. Os primeiros passos vieram ainda na rua de casa, aonde se acostumou a jogar contra pessoas mais velhas e mais fortes.

– Eu comecei jogando bola na rua [risos]. Era o mais novo sempre aonde eu chegava, meu pai sempre me botava para jogar com os mais velhos, dizia que eu ia aprender a proteger a bola muito mais. Fui parar em uma escolinha que tinha no Caixa Parah, aonde meu primeiro treinador foi o Alan Nascimento. Ele que me deu a base do futebol. Aí joguei futsal pelo meu colégio. Também joguei no MPA, um time amador que ajuda jovens do bairro do Guamá e fui convidado a fazer parte – contou.

Sem mesmo ter passado por Remo, Paysandu ou Tuna – cujas categorias de base possuem mais tradição no Pará – Victor deixou o estado para jogar no Joinville, mas pouco tempo depois chegou ao São Paulo.

– Em 2015 surgiu uma proposta para sair do Pará e ir para Santa Catarina jogar no Joinville. Acabei passando no teste e fiz alguns jogos, chamei a atenção de olheiros que acabaram me levando para o São Paulo. Passei quase dois anos jogando lá e depois fui emprestado para o Botafogo-SP, aonde fui um dos artilheiros da equipe no Campeonato Paulista [Sub-15] – relembrou.

Mesmo com uma perspectiva promissora no sudeste do país, Victor Diniz retornou ao Pará e logo foi integrado ao time Sub-17 do Papão. Disputou torneios locais, mas pela idade não chegou a ser relacionado para uma Copa São Paulo de Futebol Júnior. No final do ano passado acabou integrado ao time profissional por decisão do estão técnico João Brigatti.

– Houve alguns imprevistos e tive que voltar para Belém. Acabei indo jogar na base do Paysandu em 2018 e, depois de um ano, fui promovido para o profissional. Também cheguei a fazer testes no Sub-20 do Palmeiras e agora estou sendo emprestado ao Bahia – detalhou o meio-campista.

Promessa paraense, o contrato atual com o Bahia é de empréstimo com duração de três meses, mas há uma cláusula que pode estender o vínculo por mais 12 meses, com opção de compra.

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