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Para espantar má fase, Seleção ganha ânimo com uniforme histórico

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Foto: Reprodução / Fonte: Gazeta Esportiva

Depois do lançamento mundial dos uniformes das seleções patrocinadas pela Nike que vão participar da Copa do Mundo da França, a empresa realizou um evento em São Paulo, nesta quinta-feira (14), para lançar as camisas em solo brasileiro. Com uma grande comemoração ao futebol feminino, o Pacaembu foi o palco para a apresentação das peças, que pela primeira vez na história, foram feitas especialmente para o corpo feminino.

A pouco menos de três meses do começo do Mundial, que acontece na França, entre os dias 7 de junho e 7 de julho, os passos para um maior desenvolvimento e uma maior visibilidade do futebol feminino podem ser notados com algumas conquistas antes da competição. Além do uniforme exclusivo, diferente do usado pelos homens, a Copa do Mundo vai ser transmitida no Brasil pela TV aberta, também pela primeira vez.

Presente no lançamento que aconteceu na França e também no evento no Pacaembu, a craque do Campeonato Brasileiro de 2017 e artilheira do Corinthians, Adriana Silva, representou a Seleção principal nesta quinta. A piauiense falou da emoção de vestir a camisa e da beleza do uniforme. “É linda, e feito especialmente para nós, ver os mínimos detalhes, pensados em nós, mulheres, é demais. Fico muito feliz e espero ter a honra de vestir na Copa, para representar da melhor forma o futebol brasileiro”, disse.

Mas, enquanto os passos fora de campo rumo à evolução do esporte feminino podem ser comemorados, a Seleção não anda tão bem dentro das quatro linhas. O Brasil vem de uma sequência negativa, de seis derrotas seguidas, depois de conquistar a Copa América em 2018. Com Vadão no comando, após o título, os jogos foram contra adversárias mais fortes e, tanto os resultados, como as atuações não são animadoras.

A atacante, no entanto, acredita que a Seleção pode surpreender e garantiu muita garra e vontade para superar a fase ruim do time. “Não dá para entender muito, porque a gente trabalha todo dia para melhorar e jogar bem, então não dá para explicar os resultados. Mas a expectativa para o Mundial é grande, a gente tem um elenco muito qualificado, com jogadoras muito boas. Sabemos das dificuldades que vamos ter e estamos nos preparando para enfrentar essas dificuldades. Eu sei que as pessoas estão com dúvida sobre a Seleção, mas pode ter certeza que não vai faltar luta e garra para trazer o título para o Brasil”, declarou a atacante de 22 anos.

O Brasil estreia na Copa no dia 9 de junho, em Grenoble, diante da Jamaica. Além do país caribenho, Itália e Austrália dividem o grupo C com as brasileiras. O país tenta faturar o título inédito depois de bater na trave e ficar com o vice em 1999 e 2007. Até a estreia, a Seleção ainda disputa dois amistosos como preparação para a competição.

No evento organizado pela patrocinadora, duas atletas de base também foram as caras da campanha. Julia Rosado, conhecida como Jujugol, de apenas 9 anos e que joga na base tanto em times femininos, como também em time de masculinos, sendo a única menina, representou a geração mais nova de jogadoras, que sonham com a chance de chegar à seleção. Além dela, Luísa Fontes, de 13 anos, jogadora do Centro Olímpico e campeã com o time da Libertadores sub-14, também representa a campanha, que tem como mote ‘Mulheres Guerreiras do Brasil’.

A noite também foi marcada por lançamentos de torneios de escala mundial para o futebol de base feminino organizados pela Nike, além de atividades gratuitas voltadas para atletas amadoras e de base que querem jogar futebol. E após as solenidades, meninas e jornalistas mulheres puderam participar de um treino no campo do Pacaembu, comandado pela técnica do Santos, Emily Lima, que também teve passagem pela Seleção Brasileira.

*Especial para Gazeta Esportiva

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Empate com Castanhal derruba trinador do Paysandu

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João Brigatti técnico Paysandu — Foto: Jorge Luiz/Ascom Paysandu

Por Gustavo Pêna/GE Belém

A torcida do Paysandu foi pega de surpresa na noite do último domingo, na semana do clássico diante do maior rival, Remo. O Papão anunciou a saída do técnico João Brigatti. Junto com ele também sai o auxiliar Alfredo Montesso.

A decisão foi divulgada através do site oficial do clube, que não explicou o motivo. O GloboEsporte.com conseguiu falar com João Brigatti ainda na noite de ontem. De acordo com ele, a demissão partiu do presidente bicolor, Ricardo Gluck Paul, que alegou não perceber evolução do time no início da temporada, optando por uma mudança no comando.

A reportagem também entrou em contato com Ricardo Gluck Paul, que confirmou ter optado pela saída do treinador pelo desempenho abaixo do esperado.

João Brigatti assumiu o Paysandu em setembro do ano passado. O técnico chegou com a missão de evitar o rebaixamento na Série B. Porém, não conseguiu o objetivo, conquistando quatro vitórias, cinco empates e quatro derrotas.

Brigatti foi mantido no cargo para 2019. Com exceção das vitórias contra São Francisco e diante do Remo, o Papão não havia empolgado no Campeonato Paraense, mas está invicto até aqui: cinco vitórias e três empates. A favor do treinador estava o pouco tempo de preparação para a competição – o Paysandu foi o último clube a iniciar os treinos para o Parazão -, e a reformulação do elenco para esta temporada. O Lobo está praticamente classificado às semifinais do Estadual, com 18 pontos, na liderança do Grupo A2.

Antes de ser demitido, João Brigatti comandou o Paysandu no empate em 1 a 1 com o Castanhal. Agora o time, por enquanto sem um nome definido para ocupar o cargo, irá se preparar para o Re-Pa do próximo domingo, a partir das 16h, no Mangueirão.

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Opinião: após show na Alemanha, brasileiras podem sonhar com pódio por equipes no Mundial

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Andréa João/ Globo Esporte

 Rio de Janeiro –  A DTB-Pokal, tradicional competição por equipes que aconteceu neste sábado em Stuttgart, foi o teste que a seleção brasileira de ginástica artística feminina precisava para ganhar confiança e mostrar ao mundo que está determinada não só a conquistar uma vaga para os Jogos de Tóquio, mas para subir ao pódio com time completo no próximo Campeonato Mundial, também na cidade alemã, em outubro.

O fato de ter superado a Rússia deu um gostinho especial à vitória das brasileiras, que foram comandadas pelo técnico campeão olímpico Valeri Liukin. Seria injusto da minha parte atribuir todo o sucesso obtido pelo Brasil à chegada de Liukin. Foi um trabalho feito a várias mãos, e que começou muitos anos atrás. No entanto, creio que o fato de Liukin ter estado à frente da seleção americana, compartilhando os segredos da maior potência da ginástica na atualidade, fez o Brasil acreditar mais no seu potencial. Além disso, o estilo “leve e solto” de Liukin contrasta com a personalidade forte e séria de Alexander Alexandrov (antigo técnico-chefe), aproximando mais o treinador do temperamento dos brasileiros e deixando as atletas e equipe técnica mais à vontade. E é claro que mais motivadas e felizes as ginastas tendem a render mais.

Outro ponto de destaque do Brasil foi a atuação da ginasta Rebeca Andrade. Não é de hoje que Rebeca vem demonstrando ser uma das mais talentosas e completas ginastas do país. Com todos os requisitos para estar entre as melhores do mundo, ela ainda não tinha mostrado todo seu potencial. Apesar de uma bela performance nos jogos de 2016, todos sabiam que ela podia ir mais longe, mas seu crescimento foi várias vezes interrompido por lesões, inclusive duas cirurgias no joelho.

Rebeca Andrade foi o destaque do Brasil na DTB-Pokal — Foto: Reprodução/Instagram

Rebeca Andrade foi o destaque do Brasil na DTB-Pokal — Foto: Reprodução/Instagram

 Em Stuttgart, apesar de ser uma competição por equipes, Rebeca conseguiu atrair os holofotes conquistando as maiores notas em todas as provas, e preparando terreno para o Mundial, podendo chegar ao pódio. Sua melhor prova ainda é o salto, mas com nova coreografia e maior grau de dificuldades nas acrobacias, ela conseguiu aumentar sua nota também no solo. Mais consistente na competição e com seis meses pela frente para aperfeiçoar os exercícios, ela representa o principal trunfo do Brasil para conquistar a vaga olímpica rumo a Tóquio.
Com Rebeca na liderança as outras ginastas se revezaram nas suas melhores provas para chegar ao melhor resultado para a equipe. Nesse tipo de competição o importante é escolher entre as cinco ginastas da equipe, as quatro que irão participar em cada prova. É uma decisão estratégica dos treinadores.

Neste cenário, daqui para frente, a ginasta Flávia Saraiva tem muito a contribuir na trave e no solo, já Lorrane Oliveira pode ajudar o Brasil no salto, solo e paralelas. Taís Fidelis tem ótima prova de solo e trave e Jade Barbosa, além da experiência, pode contribuir em todas as provas. Por conta de uma lesão Daniele Hypolito não esteve no time de Stuttgart, mas particularmente eu a manteria na equipe, tamanha é a sua capacidade de superação e motivação das companheiras. Isso sem contar com as inúmeras vezes que foi ela quem decidiu competições importantíssimas na hora H.

*Andréa João é comentarista de ginástica do Grupo Globo

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Copa da FIFA 19: Brasil cai no grupo de Alemanha e Argentina

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O Brasil não terá vida fácil na primeira edição da FIFA eNations Cup, a Copa do Mundo do FIFA 19. Em sorteio realizado nesta segunda-feira, a Seleção foi posta no Grupo C, junto com a Alemanha, um dos países mais fortes do cenário do jogo de futebol da EA Sports, e com a Argentina. Noruega e Suécia completam a chave. O torneio será disputado nos dias 13 e 14 de abril, em Londres, na Inglaterra

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Na FIFA eNations Cup, cada seleção nacional será composta por dois jogadores, sendo um do PS4 e um do Xbox One. Cabe a cada associação-membro da Fifa convidada definir os representantes para o torneio, podendo até realizar uma seletiva ou campeonato nacional para isso. No caso do Brasil, incluído após aumento no número de participantes, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) chamou para uma qualificatória os quatro melhores jogadores do país no FIFA Global Series Rankings, ranking da temporada que leva à FIFA eWorld Cup, o Mundial de FIFA 19.

A disputa é no modo Ultimate Team, em que os pro players montam times com cartas de jogadores reais. Cada país poderá realizar uma seletiva para definir os representantes.

Os jogadores campeões da FIFA eNations Cup vão somar 1.500 pontos no FIFA Global Series Rankings, ranking que leva à FIFA eWorld Cup, o Mundial de FIFA 19. A premiação total do campeonato entre países ainda não foi revelada.

A FIFA eNations Cup é uma das três competições de eSports organizadas pela Fifa em 2019. Em fevereiro, ocorreu a terceira edição da FIFA eClub World Cup, o Mundial de Clubes de FIFA 19, vencida pela KiNG eSports, representada pelo argentino Nicolas “nicolas99fc” e pelo britânico Donovan “Tekkz” – os dois são os líderes do ranking mundial no PS4 e no Xbox One, respectivamente. Principal torneio da temporada, a FIFA eWorld Cup está prevista para agosto e vai decretar o campeão mundial de FIFA 19.

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