Conecte-se Conosco

PARÁ

Pará fica de fora dos planos ferroviários do governo federal

Publicado

em

Pelo descarrilhar da locomotiva, o Pará está fora dos planos rodoviários do governo federal. Ou seja, a ideia de ligar o Porto de Vila do Conde, em Barcarena, à Ferrovia Norte-Sul está, mais uma vez, adiado. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, anunciou em um vídeo publicado nas redes sociais do ministério, que o governo planeja lançar três novas concessões de ferrovias até o início de 2020, num “programa ambicioso, mas possível”.

As outras duas concessões devem ser realizadas ainda em 2019 ou até o início de 2020, segundo Gomes de Freitas. Uma, na chamada Ferrovia de Integração Oeste-Leste, deverá ligar Caetité ao Porto de Ilhéus, na Bahia. A outra, compor uma linha chamada Ferrogrão, em Mato Grosso.

No vídeo, publicado no último sábado, dia 19, o ministro disse ainda que pretende realizar a prorrogação antecipada de trechos já concedidos, sendo que as outorgas devidas em decorrência da medida poderão ser pagas pelas concessionárias por meio da construção de novos segmentos ferroviários, cuja propriedade deverá ser da União.

Vídeo incorporado

 A primeira ferrovia a ser construída dessa forma vai ser a de integração do Centro-Oeste, segundo o ministro. A previsão é que o trecho ligue Água Boa, em Mato Grosso, a Campinorte, em Goiás.

“Com essas ações, a participação do modus ferroviário na matriz de transporte deve dobrar até 2025”, disse Gomes de Freitas no vídeo, que foi compartilhado pelo presidente Jair Bolsonaro em seu perfil oficial no Twitter.

PARÁ

Semas monta força tarefa para agilizar licenças ambientais para construção de rampas no rio Moju

Publicado

em

Uma força tarefa foi montada ) para dar celeridade a avaliação das licenças ambientais necessárias para o início das obras no entorno da ponte do MojU

Uma força tarefa foi montada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) para dar celeridade a avaliação das licenças ambientais necessárias para o início das obras no entorno da ponte do Moju. No local serão construídas rampas de acesso para que balsas possam encostar e fazer o transporte de veículos e pedestres que precisam atravessar. A intervenção tornou-se necessária após uma balsa colidir com um dos pilares da ponte Rio Moju e fazer parte dela desabar, o que impediu o fluxo de veículos.

“Destacamos um grupo de especialistas para que eles concentrem os esforços na análise das licenças. Assim, a equipe avalia de forma minuciosa todos os critérios necessários para emitir a liberação sem que haja nenhum tipo de risco ao meio ambiente. Estamos trabalhando para que os transtornos sejam solucionados o mais rápido possível”, avaliou, Rodolpho Zaluth Bastos, Secretário interino da Semas.

Além da formação do grupo especializado, uma equipe da secretaria foi ao local para avaliar os possíveis impactos ambientais ainda no sábado. Os técnicos da Semas fizeram o registro da área e aguardam o relatório de análise das águas do Rio Moju. O material coletado pelo Instituto Renato Chaves deve apontar o nível da poluição causado pelo vazamento de combustível da embarcação. Caso seja confirmado o crime ambiental, a empresa pode ser notificada e multada de acordo com o previsto em lei.

Por Ronan Frias

Continue lendo

PARÁ

 PA-252, repleta de lama, é inviável como alternativa 

Publicado

em

Continue lendo

PARÁ

Laudo do acidente com a ponte do Moju será apresentado nesta terça-feira pelo ‘Renato Chaves’

Publicado

em

 O Centro de Perícias Científicas Renato Chaves entregará, nesta terça- feira  9, o   laudo preliminar do levantamento feito no local da colisão de uma balsa com a ponte sobre o rio Moju, na Alça Viária, no dia 4 passado. O laudo , que subsidiará a ação judicial do Estado do Pará contra os responsáveis pela destruição dos  vãos centrais da ponte, Uma empresa já foi contratada para remover os escombros. Oito pessoas já foram ouvidas no inquérito policial instaurado para apurar os fatos. Segundo a polícia, nos exames toxicológicos e de dosagem alcoólica nos condutores do comboio não foi identificada qualquer substância entorpecente.
Contudo, causa espanto que o governo estadual divulgue que   a balsa navegava com excesso de peso – aproximadamente duas toneladas -, o que teria sido “crucial” para o abalroamento ocorrer, aliado à corrente intensa da maré naquele momento. Não é crível essa hipótese. E isto por várias razões: primeiro, porque duas toneladas é peso-pena para uma balsa. Duas mil toneladas, um peso médio para balsas pequenas. Segundo, se a balsa estivesse com peso excessivo ela afundaria, e nem assim seria causa de colisão. Por último, mas não menos importante, a balsa está há dias embaixo de uma pesadíssima estrutura de concreto e aço (a parte da ponte que desabou) e até agora não submergiu. Ou seja: o mero bom senso desmente essa afirmação.
Trinta militares do Corpo de Bombeiros do Pará e sessenta da Marinha do Brasil, incluindo mergulhadores, usando oito embarcações, entre elas a lancha hidrográfica Sidescan, equipada com sonar que faz a varredura do leito do rio, vêm se dedicando às buscas por possíveis vítimas do desabamento de parte da ponte Moju Alça, mas até agora nenhum automóvel ou corpo foi localizado.  A equipe monitora dois pontos que o equipamento registrou, e amanhã os trabalhos continuarão. Contudo, é intrigante que testemunhas tenham dito que viram dois carros caindo da ponte mas ninguém tenha procurado a polícia para registrar desaparecimento de pessoas.
Fonte;Blog Franssinete Florenzano

Continue lendo

Facebook

Propaganda

Destaques

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com