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EDUCAÇÃO

Participantes do Enem poderão usar identidade vencida

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Foto: Reprodução /Fonte: Agência Brasil

Participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderão usar documentos vencidos para identificação nos dias do exame. Essa é uma novidade na aplicação deste ano.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), esses documentos, no entanto, devem ser originais e conter foto. Cópias simples, autenticadas em cartório ou documentos sem foto não serão aceitos pelos aplicadores.

Todos os candidatos inscritos no Enem deverão apresentar um documento de identificação para fazer as provas. O MEC alerta que quem apresentar a via original do documento oficial de identificação que esteja danificada, ilegível, com foto infantil ou que inviabilize a sua completa identificação, ou de sua assinatura, poderá realizar o Enem, desde que se submeta à coleta de dado biométrico, de informações pessoais e da assinatura em formulário oferecido pelo aplicador.

Participantes que perderem ou tiverem o documento roubado ou furtado deverão apresentar boletim de ocorrência, expedido por órgão policial há, no máximo, noventa dias do primeiro domingo do exame. Os candidatos também terão que se submeter à coleta de dados e assinatura de formulário para fazer o exame.

Somente serão aceitos documentos físicos. Documento digital em aparelho de celular não poderá ser usado como identificação. Um dos motivos, de acordo com a pasta, é que o documento precisará ficar visível na mesa do candidato durante o exame. Por questão de segurança, o celular será desligado, guardado e lacrado dentro da sala de prova.

O Enem 2019 será realizado nos dias 3 e 10 de novembro, em 1.727 municípios brasileiros. Mais de 5 milhões de pessoas farão o exame, em 14 mil locais de aplicação de provas.

Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir este ano pode usar as notas do Enem para se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior. Os estudantes podem ainda concorrer a bolsas de estudo pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e ser beneficiados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Veja a lista completa dos documentos aceitos no Enem 2019:

Cédulas de identidade (RG) emitidas por Secretarias de Segurança Pública, Forças Armadas, Polícia Militar e Polícia Federal;

Identidade expedida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública para estrangeiros, incluindo refugiados;

Carteira de Registro Nacional Migratório;

Documento provisório de Registro Nacional Migratório;

Identificação fornecida por ordens ou conselhos de classes que por lei tenha validade como documento de identidade;

Carteira de Trabalho e Previdência Social emitida após 27 de janeiro de 1997;

Certificado de Dispensa de Incorporação;

Certificado de Reservista;

Passaporte;

Carteira Nacional de Habilitação com fotografia;

Identidade funcional de acordo com o Decreto 5.703/2006.

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EDUCAÇÃO

No CPAC, ministro Weintraub defende o fim dos monopólios

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Foto: Reprodução / Fonte: Pleno News

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, esteve, neste sábado (12), no American Conservative Political Action Conference (CPAC), em São Paulo, e falou sobre os problemas dos monopólios.

Ele afirmou que poucas famílias controlam seguimentos inteiros da economia e estão ligadas a movimentos totalitários de esquerda a fim de fazer mudanças culturais. Para ele, a classe média é inimiga desse grupo.

Weintraub também criticou os monopólios no mercado e afirmou que uma economia livre gera preços mais acessíveis à população.

O ministro ainda falou para os presentes que o momento é de fazer mudanças para o Brasil não entrar na mesma situação da Venezuela.

– Mas se a gente não for no problema e enfrentar, bater de frente com ele, a gente vai virar escravo como na Venezuela. Nossos filhos e nossas filhas vão se prostituir por sabonete, que é o que acontece em um país socialista – disse Weintraub.

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EDUCAÇÃO

Materiais online podem ajudar estudante a se preparar para o Enem

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Foto: Reprodução / Fonte: Agência Brasil

Videoaulas, podcasts e resumos online são alguns dos recursos digitais que podem ajudar os estudantes a revisarem o conteúdo na reta final para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de acordo com especialistas entrevistados pela Agência Brasil. É preciso, no entanto, tomar alguns cuidados para se certificar de que as plataformas são confiáveis.

“Ferramentas online são recursos poderosos para o estudante de hoje”, disse a educadora Andrea Ramal, autora do livro Redação Excelente! Para Enem e Vestibulares.

“Elas permitem que o estudante veja a mesma matéria que estuda na sala de aula e nos livros explicada por outra pessoa. É um recurso interessante porque às vezes o estudante não tem afinidade com a maneira do professor explicar na sala de aula e, na internet, tem acesso a outros professores, a blogueiros, a youtubers falando desses conteúdos”, explicou.

As opções são muitas, gratuitas e pagas, os conteúdos podem ser em formato de vídeo, de áudio, ou mesmo textos. “E isso acaba sendo suporte, como se fosse uma aula de reforço, de revisão”, afirmou o coordenador do Curso Poliedro, Márcio de Castro Junior Guedes. “Há a possibilidade de salvar, de voltar [no caso de vídeos e áudios], de pausar, de acelerar e de, depois, retomar os conteúdos expostos”, complementou o coordenador pedagógico do Colégio Mopi, Luiz Rafael Silva da Silva.

Como aproveitar melhor

Com tantas opções, Silva ressalta que é preciso planejar os estudos. “Não é sair abrindo vídeo. É importante que se tenha planejamento, têm que ser conteúdos que complementem o que se planejou estudar a cada dia. Cada vez mais se observa que quem vai melhor no Enem é que consegue se organizar e ter uma rotina de estudos”, detalhou.

Segundo Guedes, outra estratégia é, além de assistir e ouvir as aulas, fazer exercícios para verificar se, de fato, o conteúdo foi apreendido, e não deixar os livros de lado. “Quando assistimos uma aula e entendemos, temos a falsa impressão que aprendemos. Aprender envolve estudo, entrar em contato com livros, com exercícios. Aprendemos quando temos dúvidas. Isso é fundamental. O aluno aprende em função de erros, erra e aprende”, sustentou.

A internet também pode ajudar o estudante a fazer os próprios simulados. A cerca de três semanas para o Enem, Andrea recomenda que os estudantes recorram a provas antigas do exame e que finjam que, de fato, estão fazendo o Enem. “Lidar como se fosse um simulado, resolvendo as questões em 4h30 ininterruptas, ter lanchinho e água do lado, como se fosse o dia da prova”, ensinou.

No site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) estão disponíveis todas as provas aplicadas nos anos anteriores. Na página, há também os gabaritos. Assim, os estudantes podem corrigir as próprias avaliações e conferir o que erraram.

Cuidados

Os especialistas recomendam ainda que os estudantes tomem cuidado com tudo que acessam e que chequem se os conteúdos são realmente confiáveis para que não tenham os estudos prejudicados. “Como qualquer um pode gravar e postar, a credibilidade fica muito frágil”, disse Silva. “Muitas vezes encontramos vídeos com conceitos errados. É importante buscar indicações com os professores [da escola ou cursinho]”.

Outra dica, de acordo com Guedes, caso o estudante esteja se preparando para o Enem exclusivamente com materiais digitais, é fazer pesquisas sobre os professores que estão ministrando as aulas online, buscar os currículos desses docentes e os trabalhos que já realizaram. Plataformas pagas ou mesmo gratuitas grandes tendem, segundo ele, a serem mais confiáveis.

“[Plataformas grandes] têm muito mais visualizações, recebem também mais críticas. Se o conteúdo está falho ou incompleto, tende a ser corrigido. O conteúdo e os exercícios tendem a estar mais atualizados”, disse.

Conteúdos gratuitos

Algumas recomendações gratuitas são o Youtube Edu, plataforma criada em parceria pela Fundação Lemann e o Google, que reúne conteúdos educacionais em português, e a Hora do Enem, da TV Escola.

No portal Questões Enem da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), os estudantes têm acesso a um atualizado banco de dados que reúne provas de 2009 a 2018. O site permite a resolução das questões online, com o recebimento do gabarito de forma instantânea.

Pelo perfil EBC na Rede, é possível acompanhar a série Caiu no Enem. Os vídeos com explicações de professores convidados a resolver questões estão disponíveis no Youtube.

Enem 2019

O Enem 2019 será realizado nos dias 3 e 10 de novembro, em 1.727 municípios brasileiros. Cerca de 5,1 milhões de pessoas farão o exame.

Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir este ano pode usar as notas do Enem para se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior. Os estudantes podem ainda concorrer a bolsas de estudo pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e podendo ser beneficiados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

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EDUCAÇÃO

Enem deste ano deverá custar R$ 537 milhões, diz Inep

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Foto: Reprodução / Fonte: Estadão Conteúdo

O Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) de 2019 deve custar R$ 537 milhões, informou na manhã desta quinta-feira, 10, o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes. A estimativa é de que o custo seja de R$ 105,52 por candidato inscrito.

Nesse cálculo, estão incluídos gastos com a impressão, envio, aplicação e despesas com segurança da prova, por exemplo. No ano passado, o custo por aluno foi equivalente a R$ 106,13, disse.

O montante efetivamente desembolsado em 2018 está acima do que havia sido divulgado antes de o exame ser aplicado. Na época, a estimativa de custo por aluno era de R$ 84,66. Lopes atribuiu a diferença dos valores à mudança nos critérios. No cálculo anunciado ano passado, algumas despesas não haviam sido consideradas.

Os valores divulgados nesta quinta podem mudar, afirmou o presidente do Inep.

Se a abstenção for alta, disse, os valores podem se reduzir. Mas, completou, se houver a necessidade de reaplicação da prova (o que ocorre nos casos em que alunos não podem realizá-la no dia marcado por causas como falta de luz, alagamentos próximo do local do exame), os custos poderão ser mais altos. “Se tivermos que fazer um número de reaplicações maior que o normal, teremos que imprimir mais provas”, explicou.

A edição deste ano conta com 5,1 milhões de inscritos. A maior parte dos candidatos está em São Paulo, Estado que concentra 816.015 candidatos.

Neste ano, serão 10.133 locais de provas e 147.565 salas de aula. A prova será feita nos dias 3 e 10 de novembro.

O presidente do Inep advertiu que candidatos devem tomar um cuidado redobrado com os aparelhos eletrônicos. Candidatos que deixarem aparelhos ligados, mesmo que guardados apropriadamente e colocados embaixo da carteira, poderão ser desclassificados. Lanches também serão vistoriados.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou que provas já foram impressas e metade do material já foi encaminhado para o destino. Ele lembrou que este será o último ano em que a prova será feita totalmente de forma impressa. A partir de 2020, o cronograma prevê uma transição progressiva para a prova digital. A expectativa, de acordo com o presidente do Inep, é de que a migração para a prova digital possa reduzir as abstenções.

Lopes observou ainda que a maior parte do custo da prova do Enem é financiada pelo instituto. Dos R$ 537 milhões que devem ser desembolsados para a realização da prova neste ano, R$ 179,7 milhões são provenientes de recursos obtidos com a taxa de inscrição.

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