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POLÍTICA

Pastor Milton Ribeiro aceita convite para assumir Ministério da Educação

Advogado é doutor em educação da USP, mestre em direito constitucional pelo Mackenzie e especialista em Administração Acadêmica pelo CRUB

Foto: Reprodução / Fonte: Portal R7

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O advogado e membro da Comissão de Ética Pública da Presidência Milton Ribeiro aceitou o convite para assumir o Ministério da Educação nesta sexta-feira (10). 

Ribeiro e Bolsonaro tiveram duas reuniões nos últimos dias. Na terça-feira (7), eles conversaram por videoconferência. Bolsonaro está no Palácio da Alvorada, em repouso, após diagnóstico positivo para covid-19

Às 17h28, Bolsonaro confirmou a indicação de Milton Ribeiro pelas redes sociais. “Indiquei o professor Milton Ribeiro para ser o titular do Ministério da Educação. Doutor em Educação pela USP, mestre em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e graduado em Direito e Teologia. Desde maio de 2019, é membro da Comissão de Ética da Presidência da República”, publicou o presidente. Uma edição extra do Diário Oficial da União oficializou a nomeação.

Segundo o currículo disponível no site da Comissão, Ribeiro é doutor em educação da USP (Universidade de São Paulo), mestre em direito constitucional pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Administração Acadêmica pelo CRUB (Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras) com estágio em Joplin, Universidade do Estado de Kansas. 

Ribeiro é pastor e atua no Conselho Deliberativo no Instituto Presbiteriano Mackenzie. É ex-reitor em exercício e ex-vice-reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie.  

Trocas no MEC

Desde a saída de Abraham Weintraub da pasta, em 18 de junho, alguns nomes foram cotados para assumir o MEC.

O primeiro nome foi Carlos Decotelli, que chegou a ser nomeado pelo presidente Jair Bolsonaro, mas não tomou posse, por inconsistências no currículo.

Depois de Decotelli, Bolsonaro convidou o secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, para assumir o cargo, mas Feder recusou o convite no domingo (5).

Feder agradeceu a Bolsonaro pelo convite, mas afirmou que não assumirá o cargo por decisão própria e que manterá o trabalho desenvolvido no Paraná.

Por: Thiago Nolasco, da Record TV

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