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Paul Allen, um dos fundadores da Microsoft, morre aos 65 anos

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Faleceu nesta segunda-feira (15/10), na cidade de Seattle, Paul Allen, um dos co-fundadores da Microsoft, juntamente com Bill Gates. O executivo tinha 65 anos e combatia um linfoma não-Hodgkin, um tipo de câncer que se origina nos gânglios.

A notícia foi divulgada pelo canal norte-americano CNBC. No início do mês, Allen revelou que havia iniciado o tratamento contra o linfoma não-Hodgkin, o mesmo tipo de câncer que ele havia superado nove anos atrás. Inclusive, ele havia deixado a direção da Microsoft quando foi diagnosticado com a doença pela primeira vez, para se dedicar à recuperação.

Depois de deixar a Microsoft, Allen se dedicou a filantropia, às artes e também aos esportes. Ele era um dos proprietários do Portland Trail Blazers, time de basquete da NBA (liga profissional norte-americana), do Seattle Seahawks (NFL – a liga profissional de futebol americano) e também do Seattle Sounders, time que disputa a MLS, liga profissional de futebol dos EUA.

Além disso, ele era considerado uma das pessoas mais ricas do mundo, ocupando a 44º posição na lista de bilionários da revista Forbes, com uma fortuna estimada em US$ 21.7 bilhões.

Microsoft

Bill Gates e Paul Allen fundaram a Microsoft em 1975, na cidade de Albuquerque no Novo México. Juntos, desenvolveram um interpretador da linguagem BASIC. Em 1980, depois de se comprometerem a desenvolver um DOS para a IBM, Allen fechou então um contrato para comprar o QDOS da Seattle Computer Products. Feito isso, a plataforma foi alterada para a criação do MS-DOS e do PC-DOS, que foram desenvolvidos pelo programador Tim Paterson.

Com isso, a Microsoft conseguiu cumprir o acordo de fornecer o DOS para os computadores da IBM, o que se tornou um breaking point na história da empresa, que passou a crescer exponencialmente , gerando a fortuna de Gates e Allen.

Após ser diagnósticado com o linfoma de Não-Hodgkin, Allen acabou curado, ao mesmo tempo que passou a se distanciar do dia a dia da Microsoft. Em novembro de 2000, ele renunciou a sua cadeira no conselho de administração da empresa e vendeu quase toda sua participação societária na companhia – reduzindo de 28% para 2% das ações.

Artes, filantropia, aviões e combate ao ebola 

Depois de se afastar da Microsoft, Allen fundou e dirigiu a Vulcan Inc., entidade que administra seus diversos negócios e projetos filantrópicos. A partir dela, ele gerenciou um portfólio bilionário de investimentos o que inclui, além das equipes esportivas já citadas, companhias de tecnologia, imobiliárias e participações em startups e empresas de mídia.

Além disso, trabalhou ativamente para evolução da ciência e tecnologia, fundando as instituições Allen Institute for Brain Science, Allen Institute for Artificial Intelligence e o Allen for Institute for Cell Science.

Allen também destinou parte da sua fortuna às artes, doando mais de US$ 100 milhões à museus e outras instituições, além de emprestar sua coleção privada à quase 50 localidades, entre eles o EMP Museum, o o STARTUP Gallery e o Living Computer Museum. Por fim, fã de aviação, ele criou o Flying Heritage & Combat Armor Museum, um instituto que reuniu e restaurou 26 aeronaves e 25 veículos de guerra.

Além da filantropia e artes, Allen também doou US$ 100 milhões para o combate ao surto de Ebola que ocorreu na África Ocidental em 2014. Além disso, ele criou o site Tackle Ebola, cujo objetivo é difundir os conhecimentos sobre a doença e ajudar em seu controle e isolamento.

Fonte: Olhar Digital

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NASA vai transmitir pouso de nave em Marte dia 26; saiba como acompanhar

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Marque na sua agenda: dia 26 de novembro é dia de acompanhar um pouso de uma sonda da NASA em Marte. Vai ser a primeira vez em seis anos que a agência espacial norte-americana vai transmitir a chegada de uma de suas naves ao solo do planeta vermelho.

A sonda em questão é chamada InSight, e foi lançada em direção a Marte no dia 5 de maio. Ao chegar no nosso vizinho, a InSight vai estudar o “interior profundo” de Marte para coletar dados que ajudem cientistas a entender a formação de planetas rochosos – o que deve contribuir inclusive para pesquisas sobre as origens da Terra.

A última vez que a NASA transmitiu um pouso em Marte foi em 2012: foi quando a sonda Curiosity iniciou sua missão no planeta vermelho.

A transmissão do pouso em Marte vai ser feita pelo site da NASA, assim como pelo Twitter e Facebook. A previsão é que a sonda chegue ao nosso vizinho por volta das 17h (horário de Brasília).

Caso você não consiga acompanhar esse pouso, não deve precisar esperar mais seis anos para poder assistir a outro: a NASA planeja lançar a missão ExoMars para Marte em 2020 com um objetivo muito mais importante: buscar sinais de vida no planeta.

Fonte: Olhar Digital

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Facebook lança portal com cursos online e novidades para busca de emprego

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O Facebook está disposto a roubar uma parcela do mercado do LinkedIn. A rede social anunciou o portal “Learn with Facebook” (Aprenda com o Facebook, em tradução livre) nesta terça-feira, 13, com um conjunto de vídeos educativos e de desenvolvimento profissional. Além disso, as ferramentas de busca e oferta de emprego receberam atualizações.

De acordo com o Facebook, o novo portal vai ajudar os usuários a desenvolverem habilidades para o mercado de trabalho digital. O conteúdo foi desenvolvido em parceria com a fundação Goodwill Community e envolve lições como “Melhore sua entrevista”, “Gerencie o seu marketing de conteúdo” e outros. Todos eles contam com estudos de caso e dicas de especialistas, estando disponíveis gratuitamente na rede social.

Por enquanto, a base de vídeos educativos ainda é bastante pequena: apenas 13 módulos estão disponíveis até o momento. Além disso, todo o conteúdo é fornecido apenas em inglês até o momento e não possui sequer tradução de legendas para o português.

De forma geral, o novo portal de aprendizado do Facebook foi visto como mais uma tentativa da empresa de Mark Zuckerberg de roubar usuários do LinkedIn. A rede social da Microsoft conta com o LinkedIn Learning: uma ferramenta de cursos online com mais de 13 mil módulos disponíveis no momento. No entanto, esse pacote só pode ser acessado pelos assinantes da versão Premium do site.

Novidades em grupos e busca de emprego

Em 2017, o Facebook anunciou um portal para busca e oferta para vagas de emprego. Segundo a rede social, a ferramenta já ajudou internautas a encontrarem mais de um milhão de postos de trabalho nesse período. Agora, a empresa permitirá que administradores de páginas publiquem os anúncios de vagas em grupos, que são usados por mais de 200 milhões de pessoas ao redor do mundo.

Por fim, o Facebook anunciou atualizações para a ferramenta de mentorias em grupos. A partir de agora, as pessoas podem manifestar interesse em compartilhar o que eles estão oferecendo ou procurando, facilitando sua localização por outros membros com interesses semelhantes. Semanalmente, a rede social fará sugestões para ajudar a conversa entre os participantes fluir.

Por enquanto, o Facebook não especificou que países receberão as novidades anunciadas nesta terça-feira, 13. Entretanto, é provável que a empresa esteja fazendo uma liberação gradual, começando pelos Estados Unidos antes de outros países. Confira neste tutorial como usar o Facebook Jobs para procurar empregos no Brasil.

Fonte:  Olhar Digital

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Falha na Nigéria interrompeu serviços do Google e derrubou parte da internet

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O Google enfrentou um problema grave na última segunda-feira, 12. O tráfego da empresa foi redirecionado para a China indevidamente, o que fez com que serviços da empresa e vários outros que dependem da plataforma de computação em nuvem da companhia, como foi o caso do Spotify, ficassem temporariamente indisponíveis.

A falha foi notada graças a duas empresas, a ThousandEyes e a BGPMon, que monitoram o mapa do tráfego de dados online. Eles notaram que as pessoas que tentavam acessar os serviços do Google estavam sendo direcionados para a China, o que não seria um comportamento normal da rede.

A desconfiança sobre uma ação proposital com fins malignos existe, mas o Google diz que não crê que a falha tenha se desenrolado com objetivos negativos, embora não revele quais plataformas foram afetadas nem quantos usuários foram atingidos. A justificativa que existe até o momento, no entanto, é curiosa: tudo começa com uma pequena operadora nigeriana chamada MainOne.

A explicação da MainOne à Reuters é de que, por um período de 74 minutos, houve uma falha de configuração em um filtro BGP (sigla para “Protocolo de Gateway de Fronteira”), equipamento que ajuda a direcionar o tráfego online para o lugar certo. Devido ao problema, o tráfego do Google acabou direcionado para uma parceira da MainOne, a China Telecom. Desde então, a empresa nigeriana disse ter estabelecido processos mais rigorosos para evitar que isso se repita.

No final da tarde de segunda-feira, o site Down Detector, que monitora a queda de serviços online com base nos relatos de usuários, reportou uma série de falhas simultâneas, indicando que os serviços foram afetados com a disrupção do tráfego do Google e sua plataforma de nuvem. Entre elas estavam serviços como Spotify, Snapchat, Gmail, YouTube TV e Discord. Também foram encontrados problemas no jogo Rocket League. Tudo isso em um espaço de 10 minutos, o que indica que as falhas têm relação entre si.

Esse tipo de falha é interessante para ver como a estabilidade de serviços online muitas vezes não dependem somente da empresa responsável graças ao modo como a internet funciona. Não é a primeira vez que operadoras de internet pelo mundo têm falhas em seus filtros BGP, e o próprio Google já foi alvo de um problema similar no ano passado, quando seu tráfego foi direcionado indevidamente para a Rússia.

Fonte: Olhar Digital

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