Conecte-se Conosco

Eleições 2018 Pará

Pesquisa Doxa/A Província revela: 50,4% dos eleitores não votarão em candidato investigado na Lava Jato

Publicado

em

Spread the love

O deputado Márcio Miranda (DEM), dos três favoritos, é o único que não está ou foi investigado pela Lava Jato. Helder Barbalho (MDB) e Paulo Rocha (PT) são alvos de inestigação por  receber propina da Odebrecht

A pesquisa sobre intenção de voto para governador do Pará, realizada pelo Instituto  Doxa e divulgada na segunda-feira (17), por A Província do Pará,  revela, entre outras coisas,  que a maioria absoluta (50,4%) dos  entrevistados não votaria de jeito nenhum em um candidato que já tenha sido citado pela Lava Jato. Se assim for, dos três candidatos com chance de chegar ao primeiro turno, apontados na mesma pesquisa, apenas o deputado Márcio Miranda (DEM), da coligação “Em Defesa do Pará” não está envolvido em escândalos da Lava Jato, o que lhe dá uma ampla vantagem em relação a seus concorrentes.

Helder Barbalho x Odebrecht

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), já autorizou a abertura de um inquérito sobre o ex-ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho (MDB), candidato ao governo do Pará, e que lidera a corrida, segundo pesquisas do Instituto Doxa e do Ibope. Ele é suspeito de receber R$ 1,5 milhão não contabilizado durante sua campanha ao governo do Pará em 2014. O senador Paulo Rocha (PT-PA), outro candidato ao governo do Pará, e que aparecer em 3º na pesquisa o Doxa e em 2º, na do Ibope,  também é citado no mesmo inquérito.

O pedido  de Fachin faz parte de investigações pedidas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) com base nas delações premiadas de executivos e ex-executivos da Odebrecht. Segundo as pesquisas , 35% dos eleitores entrevistados dizem que poderiam votar e 6,9%, não. Além disso,  7,1% Não souberam opinar ou não responderam a pergunta. Confira o gráfico da pesquisa:

 

Operação Gramacho

O Ministério Público do Pará pediu à Vara Criminal de Marituba que o processo de crimes ambientais no aterro sanitário da cidade saia do Tribunal de Justiça do Estado para o Supremo Tribunal Federal (STF). O motivo da solicitação é uma novidade nas investigações. O ex-ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, é citado nas interceptações telefônicas da operação Gramacho, que investiga os danos causados pelo lixão na região metropolitana de Belém. Em nota, Helder alegou que a cusação “é descabida”.

Helder foi exonerado do cargo de ministro dentro do prazo dado pela Justiça Eleitoral para garantir que possa concorrer nas próximas eleições, mas o pedido foi protocolado no dia 27 de março passado, quando ele ainda era titular da pasta. De acordo com as informações do MPPA, o nome do ex-ministro é mencionado em conversa de um dos alvos da investigação, Cláudio Toscano, que exercia papel de direção dentro do aterro de Marituba.

São alvos da investigação as empresas Solvi, Vega e Guamá Tratamento de Resíduos e pessoas físicas que atuam na direção do empreendimento Central de Processamento e Tratamento de Resíduos (CPTR), em Marituba.

Eleições 2018 Pará

Pesquisa registra quase empate técnico entre Márcio Miranda e Helder Barbalho: diferença é só de 5,5%

Publicado

em

Spread the love

A uma semana da realização do 2º turno da eleição para governador do Pará e presidente da Rapública, os candidatos Márcio Miranda (DEM) e Helder Barbalho (MDB) estão praticamente empatados na reta final da corrida, enquanto Jair Bonsonaro (PSL) mantem-se \à frente de Fernando Haddad (PT).

Segundo a pesquisa Contexto Eleitoral Pará, divulgada agora há pouco pelo Instituto Doxa, encomendada pela Editora  Gravasom Ltda/A Província do Pará, a diferença agora entre os candidatos ao governo do pará caiu para  apenas 5,5 pontos percentuais. O Doxa foi o instituto de pesquisa que mais acertou no primeiro turno e como mantem a sua metodologia no 2º turno, a expectativa é que continue acertando.  O diretor do Doxa, Dornélio Silva, antes do primeiro turno já previa, em entrevista a A Província do Pará o crescimento de Márcio Miranda. Sua previsão está se materializando e contrariando outras pesquisas que já davam Helder Barbalho eleito no primeiro turno e que, agora, no segundo turno, já lhe davam uma vantagem superior a 50% dos votos.

Considerando a margem de erro de 2,25% para mais ou para menos, é plausível prospectar-se um  empate técnico real nas próximas horas e até a ultrapassagem de Helder Barbalho por Márcio Miranda, uma vez que Márcio Miranda vem subindo em todas pesquisas enquanto o seu adversário perde espaço, por ter seu nome relacionado a grandes escândalos nacionais.

Esta é a segunda pesquisa, depois do 1º turno. Já da primeira, a diferença pro-Helder Barbalho havia caído para 7,4 pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o protocolo nº TRE PA 09042/2018

PRESIDENTE DA REPÚBLICA

O Doxa também ampliou a pesquisa para presidente da República. Jair Bolsonaro (PSL) aparece com 45,7% e Fernando Haddad (PT), com 36,3%. Os indecisos são 5,9%. E os que pretendem anular o voto são 12,1%.

 

 ESTIMULADA PARA GOVERNADOR

Na pesquisa estimulada, agora,  para governador do Pará, Helder Barbalho obteve 45,9% contra 40,4% dados a Márcio Miranda. Brancos e nulos somaram 9%. Não souberam responder, 4,7%.

Márcio Miranda tem menor rejeição

Por outro lado, Márcio Miranda é o candidato com a menor rejeição. O Doxa entrevistou 1988 eleitores, entre os dias 17 e 20 destes mês, nas cinco mesorregiões do Pará. E deste total, 36,8% disseram que com certeza votarão em Márcio Miranda, enquanto 36,6% disseram que não votarão nele de jeito nenhum. Já 16,3% disseram que poderão votar em Márcio Miranda, contra 11,3% que não souberam responder.

Helder Barbalho tem 40,7% de rejeição, enquanto 37,6% disseram que votarão nele de qualquer maneira. Os que ainda poderão votar são 16,8% e os que não souberam responder, 4,9%.

Confira os gráficos abaixo:

NÃO VOTAM EM HELDER

Continue lendo

Eleições 2018 Pará

Helder Barbalho usa dinheiro do Bolsa Família para fazer campanha para governador do Pará

Publicado

em

Spread the love

No esquema armado pelo PMDB com a conivência do PT, o candidato Helder Barbalho, que promete reservolver a questão do desemprego no Pará, mostra que é bom mesmo em tirar água de pedra

 

Pelo menos 12 pessoas do Pará são acusadas de fraudar o Programa Social Bolsa Família, criado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso em Curitiba,  para combater a concentração de renda no país.  Destinado à população em situação de extrema pobreza, o Bolsa Família paga R$ 89 como benefício básico.

Na Coluna do Estadão, no tópico Pente-fino, Helder Barbalho já é citado como beneficiário (por ter recebido doações de falsários) ilegal dos recursos do Bolsa Família. Os nomes dos beneficiários estão sob sigilo. Mas nós, com a colaboração do perfil do jornalista Ronaldo Brasiliense, revelamos abaixo a relação dos doadores do Pará, na expectativa que o Ministério Público e a Polícia Federal ponha as mãos nos pilantras.
Confirmadas as fraudes, os dados serão divulgados. A Coluna do Estadão  localizou uma doação para o candidato ao governo do Pará, Helder Barbalho (MDB). Ele recebeu R$ 600 de uma mulher que ganha R$ 130 por mês do Bolsa Família.

Com a palavra.A campanha de Barbalho afirma ser “impossível identificar se o depositante é beneficiário de programa social” e diz que “provavelmente se trata de uma fraude engendrada por seu adversário, Marcio Miranda, que já provou diversar veses que é ficha limpa. 

Robin Hood às vessas

Os fraudadores, além desse crime – eles nem  precisavam receber o recurso do programa-,  ainda destinaram parte ou tudo que receberam para a campanha do candidato do MDB ao governo do Pará, Helder Barbalho, que é milionário, recebeu milhões de propina da Odebrecht e da Camargo Correa, segundo deleções premiadas à Operação lava Jato.

A Polícia Federal já está na pista desses fraudadores, verdeiros Robin Hoood às vessas: tiram dos pobres para dar pros ricosa.  Cadeia neles. Cadeia a todo os fraudadores do Bolsa Família!!! É isso que o povo carente, que foi roubado por esses bandidos, considera que eles merecem. Isso é como roubar merenda escolar nas periferias carentes do Brasil. E houve isso em Ananindeua, quando Helder Barbalho era prefeito, segundo denúncia do Ministério Público,
Para facilitar o trabalho da Polícia Federal e do Ministério Público Eleitoral, segue a lista dos beneficiários do Programa Bolsa Família que doaram dinheiro para a campanha de Helder Barbalho ao governo do Pará.

A imagem pode conter: texto
O senador Paulo Rocha (PT), muito provavelmente é conhecedor desse absurdo, porque é íntimo da família Barbalho, a ponto de, mesmo depois de ter dito publicamente que o MDB traiu o seu partido em 2014, ter defendido e imposto a seus pares na Executiva Estadual do PT, a posição de apoio a Helder Barbalho no segundo turno, mesmo sabendo que Helder  é investigado pela lava Jato,e que  é da cozinha de Michel Temer, denunciado como protagonista do escândalo no Porto de Santos, São Paulo; que participaram  do golpe – tanto ele, o candidato Helder Barbalho, quanto seus pais, o senador Jader Barbalho e a sua mãe, deputada Elcione Barbalho. Esta teria recebido do dono do porto R$ 100 mil para a sua campanha de 2014,

Helder Barbalho, Jader e Paulo Rocha: tudo combinado para tirar do povo pobre o pouco que recebe do Bolso Família

O crime também foi praticado em outros estados do Brasil, leia a notícia que a Coluna do Estadão, do jornal O Estado de São Paulo publica hoje:

 

Candidatos receberam doações do Bolsa Família

O governo identificou que 113 beneficiários do Bolsa Família fizeram doações a candidatos no 1.º turno da eleição. Um cruzamento revelou que pelo menos 12 deles transferiram valores superiores a R$ 1 mil. O Ministério do Desenvolvimento Social também encontrou 297 pessoas que dividem a mesma casa com beneficiários do programa e que foram contratadas para trabalhar em campanhas. Desses, 160 receberam mais de R$ 5 mil.

Castigo. O ministro Alberto Beltrame, do Desenvolvimento Social, afirmou à Coluna que todos serão suspensos do programa cautelarmente até que se expliquem. Há suspeitas de que alguns possam ter sido usados como laranjas.

 Pente-fino. Os nomes dos beneficiários estão sob sigilo. Confirmadas as fraudes, os dados serão divulgados. A Coluna localizou uma doação para o candidato ao governo do Pará, Helder Barbalho (MDB). Ele recebeu R$ 600 de uma mulher que ganha R$ 130 por mês do Bolsa Família.

Com a palavra. A campanha de Barbalho afirma ser “impossível identificar se o depositante é beneficiário de programa social” e diz que “provavelmente se trata de uma fraude engendrada por seu adversário.

 Cartão… A intenção de Jair Bolsonaro (PSL) de mudar nomes de programas sociais criados pelo PT já foi pensada no governo Temer. A ideia esbarrou no próprio presidente.

…vermelho. Temer não autorizou trocar o nome Bolsa Família por “Bolsa Dignidade” e substituir o Minha Casa Minha Vida por “Casa Legal”.

Quem te viu… Depois da derrota nas urnas e um breve recolhimento, Dilma Rousseff vai reaparecer na próxima semana. Ela é esperada em uma agenda de campanha com Fernando Haddad em Minas.

Ala vip. Aliado de Bolsonaro, o senador eleito Major Olímpio já escolheu o gabinete que deseja ocupar. Quer o que pertencia a Aloysio Nunes, no Anexo I, ala que abriga hoje nomes como Renan Calheiros.

Continue lendo

Eleições 2018 Pará

João Salame, coordenador da campanha de Helder Barbalho, é exonerado da Funasa, após prisão no DF

Publicado

em

Spread the love

O empresário, ex-jornalista, ex-sindicalista, ex-deputado estadual ex-prefeito de Marabá, João Salame Neto (PP), acumula mais um “ex” em seu currículo: o de ex-diretor DO Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde,. O Diário Oficial da União desta sexta-feira (19), traz o ato de exoneração de João Salame, depois que foi preso, na última quinta-feira (18), em Brasília, acusado de irregularidades na aquisição de gases medicinais quando era prefeito de Marabá. Salme foi indicado para o cargo pelo ex-ministro da Integração Nacional e candidato ao governo do Pará, Helder Barbalho (MDB). Mas também pesou muito o fato de seu irmão, Beto Salame, deputado federal, ter votado a favor da cassação da presidente Dilma Rousseff, para que Michel Temer pudesse ocupar a presidência da República.

Através de nota, a assessoria da ca

Saiba quem é João Salame e sua ligação com Helder Barbalho. Assista! -

HISTÓRICO DE SALAME

O ex-prefeito de Marabá, João Salame Neto (MDB), QUE FOI preso na manhã desta quinta-feira 918),  pela Polícia Federal, é um dos principais aliados de Helder Barbalho no Pará.

Atualmente, ele exerce a função de diretor do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, indicado por Helder e Jader Barbalho na gestão do presidente Michel Temer (MDB).

João Salame é jornalista, empresário e político. Ele é proprietário do jornal Opinião, em Marabá e já foi presidente do clube de futebol Águia, time que fundou, também em Marabá.

Apesar da militância no sudeste do Pará, Salame ficou conhecido em todo o Estado por ter liderado a luta pela divisão do Pará. Mas, no plebiscito realizado em 2011, a população rechaçou a divisão.

Entre 2006 e 2013 foi vice-presidente estadual do PPS, partido que se elegeu deputado estadual por dois mandatos.

Ele foi vice-líder do governo Simão Jatene na Assembleia Legislativa, mas mudou de lado e de partido, pulando pro PROS se aliou a Helder Barbalho, se tornando apoiador e um dos coordenadores da campanha do então PMDB ao governo do Estado, em 2014. Apenas em 2016, João Salame se filiou ao MDB.

Foi eleito prefeito de Marabá e assumiu o cargo, em 1º de janeiro de 2013 até 31 de dezembro de 2016. Nesse período, ele foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PA), acusado de distribuir combustível durante a campanha eleitoral. Mas, conseguiu voltar ao cargo, através de liminar do Superior Tribunal Eleitoral (TSE).

Em 2016, ele chegou a ser afastado da prefeitura por decisão judicial porque devia mais de R$ 14 milhões à previdência dos servidores municipais. O ministro Ricardo Lewandowski o restituiu ao cargo por entender que ele não atrapalharia as investigações.

O ex-prefeito marabaense foi citado por delatores da Odebrecht como tendo recebido parte dos R$ 1,5 milhão doados, na eleição de 2014, ao então ministro da Integração Nacional Helder Barbalho. A denúncia na Lava Jato, aponta que Helder Barbalho, João Salame e o senador Paulo Rocha (PT) se reuniram com os diretores da Odebrecht para pedir dinheiro pra campanha dos dois candidatos.

João Salame é irmão do presidente do PP no Pará, Beto Salame, que não conseguiu se reeleger para a Câmara Federal.

Em agosto, durante a convenção do PP, em Belém, os irmãos Salame foram acusados pelo ex-senador Mário Couto (PP) de fraudar a decisão do evento, que havia indicado o nome de Couto para concorrer novamente ao cargo de senador.

No dia seguinte, o PP entregou quatro atas, excluindo Mário Couto de concorrer ao Senado. O partido decidiu apoiar a candidatura de Jader Barbalho (MDB) ao Senado. mpanha de Helder Barbalho, nega que João Salame seja coordenador da campanha do MDB. Leia abaixo a íntegra da nota:

“Mediante às notícias falsas, divulgadas nas últimas horas em parte da imprensa paraense, informamos oficialmente que o Sr. João Salame não é coordenador de campanha do candidato Helder Barbalho, do MDB”. 

Solicitamos ainda  o devido reparo na informação divulgada através do site.

Atenciosamente,
Assessoria de Comunicação – Helder Barbalho”.

Continue lendo

Facebook

Propaganda

Destaques