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CORRUPÇÃO

PF prende ex-governador do Tocantins

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Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (26) o ex-governador de Tocantins, Marcelo Miranda. Ele é investigado em operação sobre corrupção e foi preso em Brasília, no apartamento funcional da mulher, a deputada Dulce Miranda. Ela não é investigada.

A operação deflagrada hoje visa desarticular uma organização criminosa suspeita de prática constante de atos de corrupção, peculato, fraudes em licitações, desvios de recursos públicos, recebimento de vantagens indevidas, falsificação de documentos e lavagem de capitais. São 11 mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva.

Marcelo Miranda foi preso em Brasília, no apartamento funcional da mulher, a deputada Dulce Miranda. Ele é investigado em operação sobre corrupção.

Entenda

Marcelo Miranda foi eleito governador do Tocantins três vezes, sendo casado duas vezes. A última cassação foi por causa de um avião apreendido em Goiás com material de campanha e R$ 500 mil ligados a campanha do ex-governador em 2014.

Ele também foi eleito senador da república, mas não pode assumir porque foi considerado inelegível. Marcelo Miranda também é alvo de diversas investigações das Polícias Federal e Civil.

A principal delas é a Reis do Gado. O inquérito investiga um esquema de lavagem de dinheiro e fraudes em licitações públicas. Miranda chegou a ser conduzido coercitivamente para prestar depoimento no caso. Parentes dele foram indiciados, inclusive o pai, Brito Miranda.

Em 2019, o ex-governador também foi indiciado pela Polícia Civil em um inquérito que apura a existência de servidores fantasmas no governo do Tocantins.

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CORRUPÇÃO

Operação da Polícia Federal mira Romero Jucá e filho

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Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil / Fonte: Conexão Política

Na manhã desta quarta-feira (11), a Polícia Federal deflagrou uma operação contra o ex-senador Romero Jucá e seu filho Rodrigo Jucá.

Eles são suspeitos de comandar candidaturas laranjas nas eleições do ano passado em Roraima.

A PF não divulgou os nomes dos demais investigados.

Em nota, a assessoria do MDB em Roraima afirmou desconhecer as investigações.

A assessoria do ex-senador repudiou “qualquer ilação de cometimento de irregularidade”.

A assessoria jurídica de Rodrigo Jucá não emitiu, até o fechamento desta matéria, qualquer tipo de manifestação.

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CORRUPÇÃO

Maior preocupação dos jovens no Brasil é a corrupção

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Foto: Reprodução / Fonte: *Folhapress

As mudanças climáticas são o problema mundial mais citado por jovens de 18 a 25 anos, mostrou uma pesquisa feita em 22 países e divulgada nesta terça (10) pela ONG Anistia Internacional, para marcar o Dia Internacional dos Direitos Humanos.

A questão foi citada por 41% dos entrevistados como um dos principais desafios dos tempos atuais, seguida por poluição (36%) e terrorismo (31%). Eles tinham que apontar, em uma lista de 23 opções, as cinco que mais os preocupam.

A perda de recursos naturais, a desigualdade racial, o crime violento, a agressão contra as mulheres e o acesso à água potável também são assuntos que afligem uma em cada cinco pessoas da geração que o estudo chama de Z: de 18 a 25 anos.

A pesquisa online ouviu mais de 10 mil jovens dessa idade em países com diferentes realidades, dos seis continentes habitados, incluindo Brasil, México, Coreia do Sul, Índia, África do Sul, Quênia, Austrália, EUA, Suíça e Ucrânia (cerca de 500 pessoas em cada um).

Quando a pergunta é sobre os principais problemas dos próprios países desses jovens, no entanto, as mudanças climáticas caem para a quinta posição. Têm mais destaque a corrupção (36%), poluição (26%) e instabilidade econômica (26%).

O levantamento foi divulgado enquanto autoridades mundiais se reúnem em Madri para discutir sobre esse assunto na COP-25 (conferência do clima da ONU) até sexta (13). Os diplomatas tentam concluir a regulamentação do Acordo de Paris, que prevê metas para a redução da emissão de gases do efeito estufa.

– Se os eventos [climáticos] de 2019 nos ensinam alguma coisa, é que as gerações mais jovens merecem um assento na mesa quando se trata de decisões sobre elas – disse Kumi Naidoo, o secretário-geral da Anistia Internacional, sobre a pesquisa.

Enquanto no resto dos países que participaram da entrevista a poluição do ar e o aquecimento global são considerados os maiores problemas ambientais locais, no Brasil aparecem principalmente o desmatamento (59%) e as queimadas (51%), pauta frequente deste ano sob o governo de Jair Bolsonaro.

A crise do clima, no entanto, não parece estar entre as maiores preocupações dos jovens no Brasil. As mudanças climáticas despencam para a 17ª posição quando eles têm que responder os principais problemas de seu país: só 8% citam essa questão.

Antes disso vêm principalmente a corrupção, com quase metade das respostas, e a falta de acesso à saúde e educação de qualidade, assim como a violência armada ou contra a mulher e a desigualdade de renda.

Para essa geração brasileira, assim como nos demais países, as indústrias que estão mais associadas a violações dos direitos humanos são a mineração e os fabricantes de armamentos, que também têm sido defendidas por Bolsonaro desde a campanha eleitoral.

Globalmente, os jovens indicam que se importam com a questão: 60% concordam com a frase “os direitos humanos têm que ser protegidos, mesmo que tenham um impacto negativo na economia”.

Três em cada quatro deles dizem que os governos são os principais responsáveis por garantir a proteção a esses direitos, e não os indivíduos, as corporações ou as ONGs.

Mesmo assim, eles acreditam que algumas ações pessoais têm poder de promover mudanças. Veem como extremamente ou muito efetivos atos como votar em eleições (70% acham isso), doar para uma ONG (63%) e juntar-se a um grupo de ativistas (62%).

A pesquisa “Futuro da Humanidade” foi realizada pelo instituto Ipsos Mori, entre 6 de setembro e 2 de outubro, considerando proporções de idade, sexo e região. Eles ponderam, porém, que os entrevistados devem ser considerados mais urbanos e conectados do que a população em geral.

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CORRUPÇÃO

PF chegou a pedir prisão de Lulinha, mas MPF foi contra

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PF chegou a pedir prisão de Lulinha, mas MPF foi contra Foto: Reprodução

Durante os trabalhos de preparação para deflagrar a 69ª fase da Operação Lava Jato, realizada nesta terça-feira (10), a Polícia Federal (PF) chegou a pedir a prisão temporária de Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, porém, o Ministério Público Federal (MPF) se posicionou contra a representação da polícia. Além de Lulinha, a PF também pediu a prisão de dois sócios do filho de Lula: Kalil Bittar e Jonas Leite Suassuna.

No pedido, feito pelo delegado Dante Pegoraro Lemos, a PF defendeu que era necessário impedir uma “nova ação imediata de envolvido”, lembrando que Lulinha e os sócios já teriam a possibilidade de ocultar ou destruir provas quando a 24ª fase da Lava Jato foi deflagrada, ainda em 2016.

Entretanto, o MPF discordou da Polícia Federal e afirmou que a prisão dos envolvidos na operação não seria necessária para as investigações.

– Não obstante de fato recaiam fundadas suspeitas da prática de crimes graves pelos investigados, o Ministério Público Federal entende que a decretação de suas prisões temporárias, no presente momento, não é necessária para as investigações – disse o MPF em seu posicionamento.

A fase da Lava Jato realizada nesta terça, apura pagamentos da Oi para empresas ligadas a Lulinha e seus sócios que totalizaram R$ 132 milhões, em troca de vantagens para aquisição da Brasil Telecom, transação que precisava de uma mudança na legislação. Os órgãos de investigação apontam que parte dos valores pode ter sido usada para a compra do sítio de Atibaia, imóvel que motivou uma das duas condenações já impostas ao ex-presidente Lula.

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