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SEGURANÇA

PM do Pará mata pirata e estuprador que aterrorizava o Marajó

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A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup) informou que Roniel de Souza Cavalcante, acusado de roubo qualificado, associação criminosa (pirataria) e estupro de uma menor, morreu durante troca de tiros com a polícia na manhã desta quinta-feira (7). O incidente aconteceu durante a ação de cumprimento ao mandado de prisão do suspeito, executada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia Fluvial- DPFLU/GFLU e Superintendência de Breves.

Por volta das 6h, Roniel foi abordado na residência onde vivia, localizada no rio Tajapuru, zonal rural de Breves. Ao receber voz de prisão, ele tentou fugir e efetuou disparos contra os agentes da segurança, que precisaram reagir à agressão. O acusado foi atingido e morreu no local.

A Segup afirmou ainda que investimentos são feitos permanentemente a fim de combater a criminalidade nos rios que cercam o Pará. No mês de novembro, cinco lanchas foram entregues pelo Grupamento Fluvial para atuação na região do Marajó, para que seja estabelecida uma base fluvial na vila de São Benedito. Com a entrega das embarcações, todos os municípios do Marajó Ocidental passaram a ter viaturas fluviais.

Além do aparato físico, em breve serão ofertados treinamentos aos militares que atuam no policiamento fluvial, visando ações de prevenção e repressão, levando em consideração a peculiaridade da região do Marajó.

Por Laís Menezes

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SEGURANÇA

Segurança: Marabá conta com mais de 300 agentes patrimoniais

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Com a missão de realizar, com excelência, a proteção de logradouros públicos, bens, serviços e instalações municipais, bem como outras atribuições voltadas à proteção dos cidadãos, em 2005, por meio de concurso público, a Prefeitura de Marabá criou o cargo de Agente Municipal de Segurança Patrimonial.

Sete anos depois, foi criado o Departamento Municipal de Segurança Patrimonial (DMSP), por meio da Lei Municipal 17.510, sancionada em 11 de abril. O órgão, ligado à Secretaria Municipal de Segurança Institucional (SMSI), dispõe de 305 profissionais, distribuídos em vários locais como secretarias municipais, escolas e postos de saúde, exercendo diversas atividades de competência da categoria.

De acordo com Paulo José Pinto, coordenador do DMSP, com o passar do tempo, o cargo foi ganhando novas missões, que agora se misturam, em alguns aspectos, às funções da Guarda Municipal, especialmente no que tange à segurança pública, ou seja, é uma função eclética, por isso de grande importância para a população marabaense.

Dentre as funções do agente patrimonial, destacam-se: promover a inspeção das dependências do prédio ou área que estiver protegendo, verificando as condições de equipamentos e bens; manter vigilância sobre acessos e estacionamentos dos prédios ocupados por órgãos ou entidades públicas; investigar irregularidades observadas no período de trabalho no sentido de solicitar ou tomar as devidas providências.

Os agentes patrimoniais garantem a segurança em eventos públicos realizados pela Prefeitura de Marabá e nos sazonais como na Feira de Exposição Agropecuária e Círio de Nazaré. Para essas e outras ações, a categoria participou, do Curso de Nivelamento em Defesa Pessoal, Manuseio Tático de Tonfa (Bastão), Técnica de Abordagem, Imobilização e Algemação, promovido pela Polícia Militar em novembro do ano passado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Robson Souza, que já serviu ao exército brasileiro, inclusive com atuação na operação do Haiti, há três anos é agente patrimonial em Marabá. Profissão da qual tem muito orgulho.

“Como agente o sentimento é de orgulho e de dever cumprido que nós temos em salvaguardar não só o nosso patrimônio público municipal como a vida das pessoas que trabalham nesses locais. Como já trabalhei no EB e tive uma oportunidade de cumprir uma missão no exterior, peguei uma experiência na área de segurança muito boa, quando cheguei no departamento eu vi que poderia somar esses conhecimentos com as atribuições do departamento”, ressaltou.

Agente Robson durante o curso

O DMSP faz parte da segurança integrada de Marabá coo explica o agente Robson Souza.

“Temos, hoje uma participação de suma importância em todos os eventos oficiais do município, sempre contribuindo com os outros órgãos de segurança pública. O nosso lema é apoiar sempre”, destacou.

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SEGURANÇA

Defesa civil vistoria casas atingidas em acidente com o Cessna 210

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A Defesa Civil de Belém fez nova vistoria na manhã desta quinta-feira (14), em três casas de dois pavimentos, que sofreram avarias em seus telhados depois da queda da aeronave Cessna 210,  prefixo PT-JIC,  no final da manhã de quarta-feira (13), sobre a construção de um condomínio, no bairro do Benguí. A primeira vistoria foi feita horas depois do acidente. Os peritos da Aeronáutica estão investigando as causas do acidente. Alguns especialistas nesse tipo de aparelho, acreditam que o motivo foi pane sec.a ( falta de combustível nos tanques da aeronave)

As três residências ficam localizadas na rua Ferreira Filho, em frente ao canteiro de obras do condomínio Aracema, sobre cuja guarita o monomotor caiu. Na queda, morreu o copiloto Lucas Ernesto dos Santos, de 24 anos; e o piloto Bruno Alencar Wachekoswski, de 22, sobreviveu e foi encaminhado em estado grave ao Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua.

Defesa – O trabalho da Defesa Civil Municipal teve início ainda  na quarta-feira (13), mas as fortes chuvas não permitiram que o serviço  continuasse por isso anecessidade de retomada do trsabalho seguinte. Na casa 25A moram sete pessoas e nas de número 25B e 24A residem quatro pessoas em cada..

A Defesa Civil vistoriou as três casas detalhadamente e constatou que não há abalos estruturais nos imóveis, mas houve deslocamento das telhas da cobertura, o que fez com que a chuva atingisse os segundos pavimentos das residências. A casa de número 25B chegou a perder uma parte das telhas; as duas outras, não.

A coordenadora da Defesa Civil Municipal, Carol Rezende, e sua equipe fizeram as vistorias técnicas nas três casas atingidas. Ela garantiu que as pessoas não precisam sair de seus lares. “Não há necessidade de que as pessoas sejam retiradas de suas casas. O que constatamos é que não há abalos estruturais nas casas, mas danos no segundo andar, principalmente por conta do deslocamento de telhas, madeiramento e atracações, por isso essas famílias não podem e nem devem usar o segundo pavimento”, afirmou Carol.

A equipe também garantiu que o piso térreo pode continuar sendo usado pelas famílias. “Fizemos vistorias nos três imóveis, constatamos os reais danos, elaboramos o relatório de visita, que servirá de fonte para emissão do laudo pericial. De posse desse documento, as famílias atingidas terão acesso aos programas assistenciais sociais tanto do município, quanto do Governo do Estado, e assim poderão fazer os reparos que serão necessários nas casas”, destacou Carol Rezende.

Famílias – A dona de casa Sônia Maria Gonçalves, de 54 anos, estava na cidade de Capanema no momento do acidente e, ao saber do corrido, voltou imediatamente. “Está sendo um transtorno para nós, porque passamos a noite preocupados, mas vamos acatar o que nos recomendaram e não usar o segundo andar. O telhado ficou danificado e molhou por causa da chuva. Espero que tudo seja resolvido rapidamente”, afirmou Sônia.

A casa de Martinha Santos e Silva também foi atingida. Nela moram quatro pessoas. “Não estava aqui no momento do acidente, mas o susto foi grande para todos nós”, contou. O telhado da casa não foi danificado, mas o muro ao lado requer cuidados, porque teve um leve tombamento.

A casa que mais estragos sofreu foi a de Dinéia Chunder Negrão, que perdeu telhas e parte da sustentação do telhado. “Não tem condições de utilizar o segundo andar, porque está sem algumas telhas. Foi um grande susto porque eu estava na parte de baixo. Não entendi o que havia acontecido e só depois que percebi que havia corrido o acidente”, contou Dinéia.

Quem precisar entrar em contato com a Defesa Civil Municipal pode se dirigir à sede da instituição, localizada na avenida Júlio César, 1026, bairro de Val-de-Cans. Contatos podem ser feitos pelo telefone (91) 98439-0646.

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SEGURANÇA

Governo reforça segurança de presídios federais no Rio Grande do Norte e Rondõnia

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Alex Rodrigues / Agência Brasil

Brasília – O governo federal autorizou o emprego de efetivos das Forças Armadas para reforçar a segurança ao redor das penitenciárias federais de segurança máxima de Mossoró (RN) e Porto Velho (RO). O decreto autorizando o envio de soldados foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União de hoje (13), dia em que 22 líderes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) foram transferidos do presídio de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, para penitenciárias federais.

Assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelos ministros da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno Ribeiro Pereira, o Decreto nº 9.708 estabelece que o efetivo deslocado para os dois estados protegerão o perímetro de segurança das penitenciárias federais em um raio de dez quilômetros. Os militares atuarão conjuntamente com as forças de segurança pública locais, inicialmente entre os dias 13 e 27 de fevereiro.

Visitação a presídios federais terá mais rigidez a partir de agora

Regras foram publicadas em edição extra do Diário Oficial da União

 

O Ministério da Justiça publicou hoje (13), em edição extra do Diário Oficial da União, uma portaria

tornando as regras para a visitação social de presos nos presídios federais de segurança máxima mais rígidas. As normas para as visitas sociais já tinham sido modificadas em agosto de 2017.

O texto da Portaria nº 157 estabelece que, nestes estabelecimentos, as visitas sociais ficarão restritas ao parlatório e à videoconferência, sob supervisão, e com o exclusivo propósito de manter “os laços familiares e sociais”. No parlatório, os cônjuges, companheiros, parentes e amigos previamente autorizados a visitar o preso ficarão separados por um vidro, conversando com o uso de um interfone. Apenas os presos que tenham assinado acordo de colaboração com a Justiça e os casos previstos em lei receberão tratamento diferenciado.

Em nota, o ministério explicou que, com a publicação da portaria, o Sistema Penitenciário Federal passa a ter uma regra única. Até então, o diretor-geral do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) ou os diretores dos presídios federais podiam restringir as visitas sociais em pátio por meio de atos administrativos específicos. “Com a mudança, a visita social em pátio passa a ser uma exceção à regra”, informa a pasta.

As visitas em parlatório durarão, no máximo, três horas e deverão ser previamente agendadas. Poderão ser semanais, sempre em dias úteis, entre as 13h e as 19h30. Cada preso poderá receber até dois visitantes, sem considerar crianças, que só poderão ingressar no estabelecimento acompanhadas por um responsável.

Os presos que, por 360 dias ininterruptos, apresentarem “ótimo comportamento” terão direito a voltar a receber as visitas no pátio de visitação, uma vez ao mês. O benefício deverá ser autorizado pelo diretor do estabelecimento penal, de forma devidamente fundamentada em relatório. O prazo de 360 dias começa a valer a partir desta quarta-feira para os presos que já se encontram cumprindo pena em estabelecimentos penais federais de segurança máxima, ou da data da efetiva de inclusão no estabelecimento penal para futuros detentos do sistema.

Interrupção ou suspensão

Os encontros poderão ser interrompidas ou suspensas caso os agentes penitenciários suspeitem que o preso e qualquer visitante estejam utilizando linguagem cifrada para transmitir mensagens ou que o visitante esteja aproveitando a ocasião para se comunicar com presos ou visitantes em outras cabines do parlatório.

O mesmo ocorrerá se a segurança identificar que as partes infringiram as regras de segurança, dentre as quais, a proibição de insinuações e conversas privadas com servidores e prestadores de serviço; utilização de papéis e documentos falsificados para identificação do visitante; posse de item proibido em portaria do Diretor do Departamento Penitenciário Nacional ou o uso de roupas proibidas. O próprio preso poderá solicitar a interrupção ou a suspensão da visita.

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