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Polícia Militar monta forte esquema de segurança para o RexPa

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Foto: Reprodução /Fonte: Agência Pará

O grande clássico de futebol do Pará que arrasta multidões apaixonadas para o Estádio Olímpico do Pará, o ‘Mangueirão’, em Belém, e tem como atração os times do Remo e do Paysandu, vai ganhar mais um episódio decisivo no próximo domingo, 25. O vencedor da disputa vai abrir caminho para a almejada Série B.

Os torcedores remistas e bicolores que acompanham de perto a emocionante disputa, vão poder apreciar o jogo com a presença reforçada da Polícia Militar. A corporação, por meio do Comando de Policiamento Especializado (CPE) e outras unidades da PM, está organizando uma operação diferenciada que envolve centenas de policiais militares.

Um grande esquema de segurança será montado para garantir a tranquilidade de aproximadamente 35 mil torcedores que devem comparecer ao Estádio. O policiamento será realizado antes, durante e depois do RexPa, marcado para iniciar às 18h. Aproximadamente 1.000 policiais militares fardados e equipados irão realizar ações de segurança pública e defesa social nas modalidades a pé, motorizado e montado.

Todos os portões que dão acesso ao Estádio Olímpico do Pará irão receber equipes de policiais militares com o apoio de 78 viaturas e 21 motocicletas, ao todo. A área do estacionamento, que recebe uma grande quantidade de torcedores, antes do início da partida, também irá receber as tropas da corporação que irão realizar patrulhas, abordagens e fiscalizações no local para inibir eventuais ações delituosas.

As bilheterias e arquibancadas do Estádio vão contar, também, com o reforço do policiamento a pé. Os militares serão distribuídos em locais estratégicos, com o suporte de 200 rádios HT. O equipamento vai servir para facilitar a comunicação entre os agentes, por meio do Centro Integrado de Operações (Ciop) e também vai permitir uma ação pontual da Polícia Militar durante as ocorrências.

Além do efetivo empregado na área interna e externa do Estádio, várias equipes de policiais militares irão reforçar o policiamento nas ruas e avenidas próximas ao ‘’Mangueirão’’. As viaturas vão realizar a Operação Visibilidade nos corredores de fluxo intenso de pedestres e veículos.

O tenente-coronel Paulo Roberto Vale Pereira Carneiro Filho, subcomandante do Comando de

Policiamento Especializado (CPE) e que está à frente da Operação, destaca que a ação será dividida em momentos específicos de policiamento. ‘’O início da ação será feita nas primeiras horas do dia com a recepção, posicionamento e vistoria dos vendedores ambulantes. Posteriormente, os policiais irão fiscalizar, supervisionar e realizar o bloqueio das vias para facilitar o acesso e manter a organização no local’’, disse o oficial.

‘’Durante o período da tarde, será empregado o maior efetivo de policiais na área interna e externa do “Mangueirão”. Esses policiais irão realizar o acompanhamento de perto do torcedor durante a partida. Por fim, os militares serão empregados também na saída, para assegurar a dispersão segura dos torcedores e o escoamento dos veículos’’, finalizou.

O policiamento irá contar com as tropas Batalhão de Guarda (BPGda), Batalhão de Polícia Tática (Bpot), Regimento de Polícia Montada (RPMont), Batalhão de Choque (BPChoque), Batalhão de Polícia Penitenciária (Bpop), Companhia Independente de Polícia Turística (Ciptur), Companhia Independente de Polícia Escolar (Cipoe), entre outras unidades.

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Pedido do Paysandu é acatado pelo STJD

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Texto: Jorge Luís Totti Imagem: Jorge Luiz

Três dias depois do pedido feito pelo Paysandu Sport Club de impugnação da partida contra o Náutico-PE, o presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Paulo César Salomão Filho determinou, nesta sexta-feira (13), a não homologação do segundo jogo das quartas de final da Série C 2019, disputado no último domingo (8), quando o time bicolor foi prejudicado por um gravíssimo erro de arbitragem a 30 segundos do fim da disputa. O Campeonato Brasileiro não será paralisado, mas a solicitação do clube paraense irá a julgamento no Pleno, ainda sem data definida.

Um dia depois do confronto realizado no Estádio dos Aflitos, o presidente do Paysandu, Ricardo Gluck Paul, viajou diretamente de Recife para o Rio de Janeiro, onde contratou os serviços do escritório de advocacia Assef Zonenschein, especializado em Direito Esportivo. O dirigente bicolor e os advogados tiveram várias reuniões, entre segunda e terça-feira (10), para elaborar a peça impugnatória que o clube apresentou ao Tribunal.

Em seu despacho, Paulo César Salomão Filho afirmou que “recebo a presente impugnação e determino que se dê imediato conhecimento da instauração do processo ao Presidente da Confederação Brasileira de Futebol, para que não homologue o resultado da partida realizada no dia 08/09/2019, válido pelas quartas de final do Campeonato Brasileiro da Série C 2019, entre Paysandu e Náutico Capibaribe.

No que se refere ao requerimento de tutela provisória, tenho que deva ser indeferido.

É que em que pese os ponderosos argumentos trazidos pela defesa da Impugnante, revela-se inegável que o dano reverso que decorreria imediatamente em consequência da medida vindicada, qual seja, a paralisação da fase final do Campeonato Nacional da Série C, revela-se demasiadamente acentuado, não somente para os Clubes envolvidos, mas para todo o Desporto, o que impede a sua concessão”, explicou o presidente do STJD.A Diretoria do Paysandu aguarda agora as próximas definições acerca da denúncia. O processo vai ser distribuído para um auditor do Pleno, que será o relator. Após as manifestações da Procuradoria e do Náutico, irá a julgamento.

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Mesmo com clima hostil, Neymar faz golaço e garante vitória do PSG em casa

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Neymar PSG (Foto: Reuters)/G1

Hostilidade e aplausos. Vaias e golaço. A volta de Neymar ao time do PSG após a frustrada negociação com o Barcelona teve de tudo. Mas, no fim, vitória do time parisiense por 1 a 0 sobre o Strasbourg graças a uma pintura do atacante brasileiro no Parque dos Príncipes nos acréscimos do duelo válido pela quinta rodada do Campeonato Francês.

Como era esperado, o ambiente para Neymar no PSG no primeiro jogo dele na temporada europeia não foi nada tranquilo. O jogador foi vaiado e xingado pelas organizadas ao entrar em campo e a cada vez que pegava na bola durante boa parte do duelo com o Strasbourg no Parque dos Príncipes. As organizadas pegaram pesado e estenderam duas faixas contra Neymar: “Neymar Sr venda seu filho na Vila Mimosa!”, dizia a faixa estendida no Parque dos Príncipes numa alusão a uma zona de prostituição no Rio de Janeiro. Ela foi recolhida minutos depois.No segundo tempo, uma nova faixa foi exibida pelos ultras: “Seu nome na Torre Eiffel, seus milhões em conta, suas noitadas open bar: Bem-vindo ao inferno, Calimero”. Calimero é um personagem de desenho animado conhecido por reclamar muito. Durante pelo menos metade do primeiro tempo as vaias foram muito fortes. Vindo principalmente dos setores onde ficam as organizadas (ultras) do PSG.

Com o resultado, o PSG chegou aos 12 pontos e está no topo do Campeonato Francês. Além de se manter a liderança, o triunfo anima Neymar e companhia para o duelo em casa contra o Real Madrid, na próxima quarta-feira, pela primeira rodada da Liga dos Campeões.

Dado o clima hostil, as vaias, as faixas ofensivas e todo o ambiente desfavorável a Neymar – muito por conta de suas próprias escolhas -, era de se esperar que o atacante não fosse bem, Ledo engano. O camisa 10 foi, de longe, o melhor do PSG na partida, criando as melhores oportunidades, se movimentando bastante, dando passes e buscando o jogo. Quase fez um gol olímpico no segundo tempo (a bola carimbo a trave). Foi premiado pela dedicação e tranquilidade em suportar a pressão com um golaço de voleio que assegurou o triunfo do PSG aos 46 do segundo tempo. Fez mais um depois, mas que acabou anulado por impedimento de Di María. Um jogo para Neymar não esquecer.

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Carné celebra objetivo alcançado no Juventude, mas quer manter foco por título

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Texto por Carlos Ramos / ogol.com.br

O Juventude conquistou o acesso para a Série B depois de dois jogos sem sofrer gols contra o Imperatriz. O goleiro Marcelo Carné foi um dos destaques do time. Em conversa com oGol, Carné falou sobre a campanha no ano de mais jogos da carreira dele.  “Sentia muita falta disso (sequência de jogos). Quando você se acostuma, desde novo, a fazer muitos jogos no ano, isso faz muita diferença. Quando você faz um trabalho ininterrupto, quando o futebol brasileiro tem esse problema de calendário, com os times pequenos fazendo pouquíssimos jogos e os grandes muitos… Talvez isso tenha sido um diferencial para essa temporada ser boa como está sendo”, analisou.  Carné já fez 37 jogos no ano, um a mais que a temporada com mais jogos até então, 2017, com 36 jogos em passagens por América de Teófilo Otoni e Audax Rio. Os dois últimos jogos, sem sofrer gol, foram o ponto alta da temporada do goleiro.  “Essa fase (da competição) botou a prova nossa consistência defensiva. Em mata-mata, se você não tiver consistência atrás, fica difícil de ter sucesso. O Imperatriz tem jogadores rápidos pelos lados e era um time que tinha feito gol todos os jogos fora. Então era um momento que seria chave para a gente. No nosso jogo lá, foi complicado ficar com a bola, pelo campo irregular, e nosso time teria de se defender mais. Aí nossa consistência pesou muito, principalmente eu, Genílson e Sidimar, que tivemos um entendimento bom. Se você tiver uma química boa com os zagueiros, a coisa facilita”, ressaltou.  Com o 0 a 0 fora e a vitória por 4 a 0 em casa, os gaúchos garantiram o retorno para a Série B. Carné admite a sensação de dever cumprido, já que o acesso era o principal objetivo do clube na atual temporada.  “Sensação de dever cumprido. Desde que cheguei, a diretoria sempre falava do objetivo do acesso. Na porta do vestiário tem fotos dos times que conseguiram acesso em divisões, tanto 2013 quanto 2016, e eu tinha o desejo de estar eternizado no clube, por um trabalho bem-sucedido. Conseguimos, tive minha parcela de ajuda e isso nos traz felicidade. Quem é apaixonado pelo que faz no futebol, a pessoa se sente realizada quando faz o trabalho de alto nível. Foi isso que fizemos ao longo do ano, o que culminou com o acesso”, garantiu.  Apesar disso, o jogador sabe que, no fim de semana, o Juventude já começa a decidir um lugar na final da Série C com o Náutico. O goleiro quer mudar o “modo festa” para focar na conquista do título nacional, inédito para o clube.  “Quando a gente chega nesse momento, você quer vencer sempre. Quando você se acostuma a vencer, ainda mais o Juventude, um time de peso que ainda não ganhou a Série C… Apesar da dificuldade, é difícil mesmo desligar esse modo festa, ainda mais com jogadores que vão sendo pretendidos por times de divisões acima. Mas é uma situação que até conversei com Marquinhos (Santos, técnico): jogador que quer jogar em alto nível não tem como não desligar. Você tem muitas competições simultâneas e, no caso da Série C, fica parecido, porque são dois campeonatos à parte: o do acesso e o do título. Quando você está em um time que disputa competições importantes, você tem que se acostumar a festejar em um momento e, no outro, voltar ao foco. Com esse formato de Série C com um jogo por semana, fica mais tranquilo.Já deu tempo de festejar e agora já voltar o foco para o time do Náutico”.

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