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MUNDO

Pompeo vai à Grécia fechar acordo de defesa em meio a protestos anti-EUA

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(foto: Louisa Goulimaki/AFP)/ Correio Braziliense

A visita do secretário de Estado, Mike Pompeo, provocou uma mobilização de milhares de manifestantes antiamericanos

O chefe da diplomacia americana Mike Pompeo chegou a Atenas neste sábado (5) para assinar um acordo de defesa e afirmou que a Grécia pode ser um “pilar da estabilidade na região”, em meio às atuais tensões com a Turquia. 

A visita do secretário de Estado de Donald Trump provocou uma mobilização de milhares de manifestantes antiamericanos.

Em frente ao parlamento de Atenas, milhares de pessoas se reuniram ao ritmo de slogans e canções do partido e sindicatos comunistas. 

O centro da cidade estava fechado ao tráfego e com uma forte presença policial. 

“A Grécia pode desempenhar um papel estratégico importante na região” e “pode ser um pilar de estabilidade”, disse Mike Pompeo, junto ao primeiro-ministro Kyriakos Mitsotakis. 

Numa época em que a Turquia pressiona no Mediterrâneo oriental, esta visita busca fortalecer a cooperação com a Grécia, aliada tradicional e histórica dos Estados Unidos na região e membro da OTAN. 

Ambos os países assinarão um acordo para “atualizar a cooperação em defesa”, segundo fontes do governo americano e grego. 

Por seu lado, o primeiro-ministro grego referiu-se à situação tensa no Mediterrâneo oriental, onde a ilha de Chipre, membro da União Europeia, acusa a Turquia de realizar trabalhos ilegais de exploração de petróleo. 

Esta visita é a última etapa de uma viagem de Pompeo, que o levou à Itália e aos Bálcãs, uma área na qual o Ocidente, e especialmente Washington, tentam neutralizar a influência russa.

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Brexit – Acordo é possível mas nada está fechado

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Foto: Reprodução / Fonte: AFP

União Europeia (UE) e Reino Unido afirmaram nesta terça-feira que é possível alcançar um acordo sobre o Brexit esta semana que afaste o temido divórcio sem acordo no dia 31 de outubro, mas ainda restam pontos que precisam ser concluídos.

As conversações não pararam durante o fim de semana e na segunda-feira. E, embora pareça cada vez mais difícil, é possível alcançar um acordo esta semana”, disse o negociador da UE, Michel Barnier, ao chegar a Luxemburgo, onde informará aos ministros das Relações Exteriores sobre a situação.

O ministro britânico para o Brexit, Steve Barclay, que não estava convidado para a reunião de chanceleres, também considerou “ainda muito possível” alcançar um acordo e destacou que as “discussões seguem em curso”.

Barnier deve se encontrar em Luxemburgo com Barclay, sua contraparte nas negociações, para tentar avançar as conversações antes da reunião de cúpula de chefes de Estado e de Governo da UE na quinta-feira e sexta-feira, considerada fundamental a apenas duas semanas da data prevista para o Brexit, 31 de outubro.

O primeiro-ministro Boris Johnson tem como “prioridade” retirar o país do bloco europeu nesta data, três anos depois do referendo em que os britânicos votaram a favor da saída da UE, confirmou a rainha Elizabeth II na segunda-feira, ao apresentar o programa de governo.

Johnson herdou de sua antecessora Theresa May, que não conseguiu a aprovação do Parlamento britânico para o acordo que negociou em novembro com os 27 sócios europeus, a principal barreira: como evitar uma fronteira para produtos entre a Irlanda, país da UE, e a britânica Irlanda do Norte.

Os dois pontos de divergência são a maneira de evitar a aplicação de controles alfandegários e o direito de controle concedido às autoridades da Irlanda do Norte sobre o acordo de divórcio, que deve proteger o mercado único europeu e os acordos paz da Sexta-Feira Santa de 1998.

“Os britânicos querem um acordo e se movimentaram sobre a questão das alfândegas e sobre o direito controle concedido às autoridades locais da Irlanda do Norte. Temos que ver se é suficiente para ser convertido em um texto legal”, explicou à AFP uma fonte diplomática.

Muitos preferem a prudência a respeito do Brexit. O chanceler holandês, Stef Blok, disse que o “Reino Unido tomou algumas medidas, mas não as suficientes para garantir a integridade do mercado comum” e advertiu contra uma “concorrência desleal” através da fronteira irlandesa.

Na sexta-feira, as partes decidiram intensificar as negociações para tentar alcançar um acordo esta semana, um texto que possa ser ratificado tanto por Westminster como pela Eurocâmara antes de 31 de outubro, um prazo considerado difícil por fontes diplomáticas.

Johnson tem como limite o dia 19 de outubro para conseguir um acordo, segundo a lei aprovada pelo Parlamento britânico que o obrigaria a solicitar então um novo adiamento do Brexit, o terceiro desde março de 2019 e algo que ele hesita em fazer.

O primeiro-ministro finlandês, Antti Rinne, cujo país exerce a presidência semestral da UE, destacou que as negociações podem continuar após a reunião europeia desta semana. “Precisamos de mais tempo e negociar depois da reunião”, disse.

Fontes diplomáticas confirmam a possibilidade de celebrar uma reunião europeia extraordinária antes de 31 de outubro.

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Veja o que aconteceria se todas as árvores desaparecessem.

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Fonte: BBC

Veja a baixo o que aconteceria se todas as arvores desaparecessem.

Os serviços que as árvores prestam ao planeta variam do armazenamento de carbono e conservação do solo até a regulação do ciclo da água. Elas apoiam os sistemas alimentares naturais e humanos e fornecem casas para inúmeras espécies – inclusive para nós, como materiais de construção.

No entanto, geralmente tratamos as árvores como descartáveis: algo a ser colhido para ganho econômico ou como um inconveniente no caminho do desenvolvimento humano.

Desde que nossa espécie começou a praticar agricultura, há cerca de 12 mil anos, derrubamos quase metade das 5,8 trilhões de árvores que existiam então, de acordo com um estudo de 2015 publicado na revista Nature.

Grande parte do desmatamento aconteceu em anos relativamente recentes. Desde o início da era industrial, as florestas foram reduzidas em 32%. Especialmente nos trópicos, os 3 trilhões de árvores restantes do mundo estão sumindo rapidamente, com cerca de 15 bilhões de exemplares derrubados a cada ano, afirma o estudo da Nature.

Em agosto, estudos apontaram ter ocorrido neste ano um aumento de 84% nos incêndios na Floresta Amazônica brasileira em comparação com o mesmo período de 2018.

Extinções em massa

Se as árvores desaparecessem da noite para o dia, o mesmo ocorreria com grande parte da biodiversidade do planeta.

As árvores também evitam inundações, aprisionando a água em vez de deixá-la entrar em lagos e rios e protegendo comunidades costeiras de tempestades.
Sem árvores, as áreas anteriormente florestadas se tornariam mais secas e propensas a secas extremas.

Um mundo mais quente

As árvores geram um efeito de resfriamento localizado. Fornecem sombra que mantém a temperatura do solo e absorvem o calor em vez de refleti-lo, a maioria dos lugares onde havia árvores anteriormente ficaria imediatamente mais quente

Economia em colapso

O sofrimento da humanidade começaria bem antes de um aquecimento global catastrófico. O aumento do calor, a interrupção do ciclo da água e a perda de sombra afetariam bilhões de pessoas e animais.

Prejuízos à saúde

Além dessas mudanças devastadoras, haveria impactos à saúde. As árvores limpam o ar, ao absorver poluentes e aprisionar material em partículas em suas folhas, galhos e troncos.

Impacto cultural

A perda de árvores também teria um impacto cultural profundo. As árvores são um marco de incontáveis infâncias e se destacam na arte, literatura, poesia, música.

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MUNDO

Tufão Hagibis provoca mortes e destruição no Japão

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Foto: Reprodução / Fonte: *Com informações da emissora pública de televisão do Japão, NHK

O tufão Hagibis já deixou dois mortos no Japão. Outras dez pessoas continuam desaparecidas e 90 estão feridas. Os fortes ventos provocaram a destruição de casas e o deslizamento de terra em vários pontos do país. A tempestade também derrubou a energia em mais de 390 mil casas na área metropolitana de Tóquio.

O Hagibis já forçou o transbordamento de rios na província de Nagano. Três carros foram arrastados pelas águas próximo ao rio Chikuma. Três pessoas foram resgatadas, mas outras três estão desaparecidas.

Na província de Miyagi, no norte de Sendai, um homem foi levado pelo rio Hirose. Já na província de Fukushima, bombeiros afirmam que duas pessoas estão desaparecidas depois que um deslizamento de terra destruiu uma casa.

Uma autoridade de Tomioka, na província de Gunma, disse que duas casas desabaram em um deslizamento de terra. Um homem foi resgatado, mas morreu depois. Esforços de busca estão em andamento para encontrar duas outras pessoas.

Na província de Chiba, casas foram bastante danificadas após violentas rajadas de vento. Um homem de 50 anos de idade foi encontrado em um carro virado, mas acabou morrendo. A polícia investiga se o forte vento causou o acidente.

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