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Por possível assédio de Silvio Santos, Record veta Luiz Bacci no SBT

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Foto: Reprodução

O apresentador Luiz Bacci foi convidado pelo SBT para gravar o ‘Jogo das 3 Pistas’, quadro do ‘Programa Silvio Santos’. No entanto, a Record, emissora onde Bacci trabalha atualmente, vetou a participação do jornalista.

O motivo? Um possível assédio de Silvio Santos, que segundo a Record, poderia aproveitar o encontro para tentar levá-lo de volta ao SBT, onde Bacci trabalhou entre 2007 e 2010. As informações são do site Notícias da TV, do jornalista Daniel Castro.

Luiz Bacci comanda o ‘Cidade Alerta’, na Record, e é responsável pela maior audiência da emissora neste momento. O programa chega a obter picos de até 20 pontos.

Ainda segundo o Notícias da TV, o contrato de Bacci com a Record vence daqui a três meses e ainda não existem conversas para renovação. Por isso, Silvio Santos poderia usar o programa para tentar leva-lo de volta ao canal.

A assessoria de Bacci não se manifestou sobre a situação, apenas afirmou que “cabe à Record autorizar ou não participações em emissoras concorrentes”. A Record, por sua vez, afirma que o veto foi motivado por “questões estratégicas”.

Fonte: Isto É Gente

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Fora da Globo, Alexandre Garcia diz que não trabalhará com Bolsonaro

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Foto: Reprodução / Fonte: Isto É Gente

Cerca de uma semana após deixar a Globo, Alexandre Garcia comunicou nessa quarta-feira (2) que não trabalhará no governo de Jair Bolsonaro. Nos últimos dias, o jornalista foi apontado como um possível porta-voz do novo presidente depois de apoiá-lo publicamente.

No entanto, ele rechaçou qualquer possibilidade de voltar ao cargo público, que já ocupou na gestão de João Figueiredo, nos anos 1980. Em seu perfil no Twitter, Alexandre Garcia publicou um texto anunciando que continuará trabalhando como jornalista em 15 jornais e 280 emissoras de rádio que recebem seus comentários.

O jornalista foi um dos convidados para acompanhar a posse de Bolsonaro, realizada na última terça-feira. Na cerimônia, ele tirou fotos com o presidente, o vice-presidente e também o ministro da Justiça, Sergio Moro.

Confira o texto de Alexandre Garcia na íntegra abaixo:

“Devo explicações aos milhares de amigos que, nas redes sociais, apelam para que eu seja porta-voz do novo presidente da República. Muitos chegaram a lançar campanhas para me convencer ou para pressionar o governo. Pois devo explicar que há 40 anos aceitei com entusiasmo o convite do presidente Figueiredo para integrar sua equipe de comunicação social, com uma missão. Uma tarefa sem descanso. Entrava-se às oito da manhã no palácio e saía-se lá pelas dez, depois de esclarecer tudo o que os noticiários da noite haviam deixado no ar. Viagens, hotéis, pistas rudimentares, andanças pelo país e um presidente informal que gostava de improvisar, dando tiro na própria cuca. Não havia hora nem lugar que não fossem o do dever.

Certa vez, em casa, eu tirava o suor no chuveiro, minha mulher irrompeu ao banheiro com um ultimato: ‘Ou eu ou o Figueiredo’. E optei por Figueiredo. Tive a honra de anunciar em 17 de agosto de 1980 que a sucessão de Figueiredo seria civil. A campanha Diretas-Já começou quase três anos depois. Por isso estranho quando ouço de alguns: ‘Derrubamos a ditadura’. Fui intermediário de encontros do presidente com líderes da oposição, como Brizola, Alceu Collares e Freitas Nobre, costurando a transição. Também intermediei a aproximação da família de JK, no que resultou o Memorial JK. Mas já se passaram 40 anos e não tenho a mesma vontade de acordar cedo e dormir tarde e passar a vida viajando em correria –e isso que eu era um subsecretário. Acima de mim, havia o secretário de imprensa e o ministro.

Mesmo sem Globo, hoje não posso deixar na mão os 15 jornais que recebem meu artigo semanal e as 280 emissoras de rádio que amealhei ao longo de 30 anos, e que recebem meu comentário diário, por contrato. Minha origem é o microfone, em que eu falo desde os sete anos, como ator infantil de radionovela, em tempos em que tudo era ao vivo. As rádios me permitem chegar aos capilares do país, todos os dias pela manhã.”

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Celebridades

A Provinciana do Pará parabeniza o Jornalista Antônio José Soares por seu aniversário

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Foto: Arquivo Pessoal

Desejamos Feliz aniversário a essa figura do jornalismo Paraense que é de vital importância para nós, como fonte de informação. Que se dedica com seriedade e amor à profissão, contribuindo com seu talento para o progresso e conhecimento da sociedade defendendo a informação, a ética,  a liberdade, a valorização da profissão, demostrando no seu cotidiano o prazer de ser um jornalista.

Nos sentimos privilegiados por fazer parte de sua História de vida, obrigado por nos manter atualizados.

Parabéns por seu, Aniversário!

De: toda a Equipe de A Provinciana do Pará

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Filipina vence 1º Miss Universo com participante transgênero

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Foto: Reuters/ Fonte: Terra

A modelo filipina Catriona Gray, de 24 anos, foi a vencedora deste ano do Miss Universo. A cerimônia foi realizada na noite de domingo (16), em Bangkok, na Tailândia, em edição do concurso com diversas novidades.

Ao todo, foram 94 participantes do 67º Miss Universo, que teve a primeira transgênero na competição em toda sua história. Angela Ponce representou a Espanha e, em seu vídeo de apresentação, afirmou que o importante não era ganhar, mas participar do evento. “Eu só preciso estar aqui”, disse.

Além disso, também pela primeira vez, o concurso teve o júri composto inteiramente por mulheres.

A candidata das Filipinas, Gray, de 26 anos, trabalha como apresentadora de televisão, tem mestrado em musicologia e atua como ativista na luta contra o HIV. Ela recebeu a coroa pelas mãos da Miss Universo 2017, a sul-africana Demi-Leigh Nel-Peters.

Em segundo lugar, ficou Tamaryn Green, a Miss África do Sul, e em terceiro lugar, Sthefany Gutiérrez, a Miss Venezuela. Já a representante do Brasil, Mayra Dias, ficou entre as 20 semifinalistas, conquistando vaga na repescagem, mas sem conseguir chegar até as top 10.

A Miss Brasil, originária da Amazônia, reafirmou o compromisso em defesa do meio ambiente, e desfilou com um traje inspirado no beija-flor, para representar o país.

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