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BELÉM

Preço do pescado em Belém apresenta nova queda

Foto: Reprodução /Fonte: Agência Belém

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Pelo quinto mês consecutivo, o pescado comercializado nos mercados municipais de Belém apresentou baixa de preço. É o que indica a pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 14, pela Secretaria Municipal de Economia (Secon) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos no Pará (Dieese).

Segundo o supervisor técnico do Dieese, Roberto Sena, o fenômeno se refletiu, inclusive, no estudo de comportamento do preço do pescado nos últimos 12 meses. “A queda contínua desde junho até outubro deste ano contribuiu para resultados animadores, que revelam uma média de recuo dos valores dos principais pescados consumidos pela população da capital”, afirma o economista.

Para o secretário municipal de economia, Rosivaldo Batista, a baixa do preço do peixe é consequência das marés favoráveis à pesca e também do comportamento do consumidor, que passa a pesquisar mais e barganhar preços acessíveis ao bolso. “Essa é uma das vantagens dos mercados municipais, pois, diferentemente dos supermercados, o valor pode oscilar conforme a negociação entre o comprador e os peixeiros”, observa o titular da Secon.

Pesquisa – No mês de outubro, as maiores quedas ocorreram nos preços dos seguintes tipos de pescados: aracu, com recuo de 15,38%; seguido do curimatã, com queda de 11,66%; tamuatá, com -10,82%; traíra, -9,92%; sarda, -7,97%; arraia -7,75%; surubim, -7,45%;camurim, -6,86%; pacu, -5,73%; corvina -3,74%; cação, -2,85%; pescada branca, -2,79%; uritinga -2,71%; bagre, -1,90%; e pescada gó, com queda de preço de 1,58%.

Nos dez primeiros meses de 2019, de janeiro a outubro, os maiores recuos de preços foram verificados nos seguintes tipos de pescados: traíra, com queda de 13,70%; seguida do tambaqui, com queda de 12,01%; filhote, com -10,91%; tamuatá, -10,65%; corvina, -10,52%; piramutaba, -9,79%; surubim, -9,57%; serra, -7,45%; uritinga, -6,70%; bagre, -6,18%; tucunaré, -5,57%; mapará, -4,86%; pescada amarela, -4,10%; dourada, -4,08%; curimatã, -3,35%; e o xaréu, com queda de 1,63%.

Já na análise dos últimos 12 meses, a Secon e o Dieese, identificaram as seguintes quedas expressivas: sarda, com recuo de 20,88%; bagre, com queda de 15,04%; aracu, com -14,73%; cachorro de padre, -13,97%; serra, -13,29%; pacu, -13,15%; piramutaba, -10,04%; dourada, -9,04%; pescada branca, -8,84%; pescada gó, -8,54%; xaréu, -8,50%; tucunaré, -8,37%; filhote, -6,63%; mapará, -6,22%; gurijuba, -5,17%; pescada amarela, -4,24%; arraia, -3,27%; e a pratiqueira, com recuo de 1,64%.

Texto: Roberta Corrêa

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