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Prefeito de Ponta de Pedras viajava em lancha assaltada na baía do Marajó

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A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas em pé

 

Cinco  piratas ou “ratos d’agua” foram presos, na manhã desta-feira, numa ação espetacular da Polícia Militar do Pará, que abortou um  assalto contra 189 passageiros que viajavam de Ponta de Pedras para Belém, no catamarã  “Salmista”. Os piratas sabiam que na embarcação viajava o prefeito daquele município, Pedro Paulo Pamplona, juntamente com sua mulher Alice., além de cinco policias militares à paisana. Ameaçaram matar dois policiais e espancaram os cinco. Houve até tiro dentro do catamarã, sem que ninguém fosse ferido.

A embarcação que saiu de Ponta de Pedras por volta das 6h,  e quando se aproximava de Barcarena foi atacada  pelos meliantes, que estavam fortemente aramados e proveram cenas de terror  entre os  passageiros em plena baía do Marajó.  Mas os cinco bandidos o foram presos por  integrantes do Grupamento Fluvial e Aéreo  da Polícia Militar.  Fortemente armados, os policiais ordenaram que os piratas se rendessem e eles obedeceram. Trazidos para Belém, foram devidamente  encaminhados aos costumes.

Segundo a Segurança Pública e Defesa Social (Segup), por volta da 6h50 a polícia recebeu a denúncia de que um catamarã havia sido abordado por ação pirata. Durante a abordagem foram identificados e presos seis homens envolvidos na ação pirata. Os criminosos foram  encaminhados para a Delegacia Fluvial para autuação em flagrante delito, assim como os passageiros, Dezenas de celulares, objetos de uso pessoal e uma sacola com o dinheiro que os piratas arrecadaram antes da polícia chega, foram apreendidos e devolvidos a seus donos, já em Belém. A polícia também apreendeu as armas que os bandidos portavam para o assalto,

Entre os passageiros, também havia cinco militares e dois  civis, que tentaram intervir na situação, mas acharam por bem acionar as equipes dos Grupamentos Fluvial e Aéreo para proceder as negociações para liberação de passageiros tomados como reféns. Dois bandidos eram de Barcarena e os outros três de Ponta de Pedras mesmo.

O casal Adam Harris Heart, 39, Emily Faith Heart, 37, e suas duas filhas (3 e 7 anos) desapareceram após assalto em balsa no Pará

FAMÍLIA AMERICANA

Assalto a embarcações é uma rotina na baía do Marajó, sobretudo na proximidade de Barcarena, Ponta de Pedras, São Sebastião da Boa Vista, Breves e Afuá. Em novembro do ano passado, o casal americano Adam Heart, de 39 anos, e Emily Heart, de 37, e suas duas filhas foram resgatados na região de Marajó, no Pará. A família havia desaparecido em região fluvial do trajeto de Belém a Macapá, percorrido de balsa no último domingo, 29. Segundo a Polícia Civil paraense, a família foi uma das vítimas de um assalto praticado por piratas à balsa Andorinha, no momento da passagem pelo Rio Furo Grande, ao norte da Ilha do Marajó e já nas proximidades do território amapaense.

BREVES

ia 13 de novembro de 2017, Lucidane Monteiro Galeno, de apelido Lucinho, acusado de comandar uma associação criminosa que atua em assaltos a embarcações na região litorânea de Breves, na ilha do Marajó, foi preso pela Polícia Civil.

De acordo com o delegado Paulo Junqueira, Lucidane é apontado como líder da associação criminosa e foi localizado por volta de 18 horas na sede do município. Ele está com mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça.

Nesta sexta-feira  (10), correu um boato de que o prefeito de Breves Toninho Barbosa (MDB) tinha sido sequestrado por piratas. Provavelmente confundiram os municípios, porque que foi vítima de piratas doi o prefeito de Ponta de Pedra, Pedro Paulo Pamplona. Por telefone, Toninho Barbosa, que está em Belém, disse que ficou surpreso com a fake news.

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Advogado assume vaga de Gordo do Aurá na Câmara de Ananindeua

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O advogado Alex Melul assume a vaga de Gordo do Aurá na Câmara de Ananindeua
Com o falecimento do vereador Deivite Araújo Galvão – o Gordo do Aurá, assume sua vaga na Câmara Municipal de Ananindeua, o advogado Alex Melul. Ele é o primeiro suplente do DEM, foi o 27º candidato mais votado em 2016, na coligação Democratas/Solidariedade, com 1900 votos.
O vereador assassinado está sendo velado, com a presença de vários colegas seus da Câmara de Ananindeua,onde foi decretado luto oficial por três dias. Gordo será  sepultado às 16h,  num cemitério particular em Ananindeua.  A imprensa não foi permitida a entrar no velório de Gordo do Aurá.
O clima  no Aurá e de muita comoção e luto, já que o vereador Gordo do Aurá,  era considerado é respeitado  na área.
O policiamento também foi reforçado, segundo disse o secretário de Segurança, Ualame Machado, ao ser entrevistado esta manhã pelo Canal 7. Na delegacia do Aurá, polícias foram deslocados pra aumentar o efetivo após boatos de represália e tentativa de invasão à delegacia.

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Organização criminosa usou submarino para levar drogas à África

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Alex Rodrigues / Agência Brasil 

 

Brasília – Uma organização criminosa acusada de transportar drogas da Bolívia, Colômbia e Venezuela para o Brasil, Estados Unidos e Europa chegou a usar um submarino para cruzar o Atlântico com destino à costa do continente africano com até 8 toneladas de entorpecentes a cada viagem. A embarcação foi apreendida em meados de 2018, no Suriname.

“O submarino foi apreendido durante as investigações iniciadas há dois anos. Ele foi localizado próximo a uma pista de pouso clandestina usada pela organização e onde foram apreendidos 400 quilos de entorpecentes”, disse hoje (21) o delegado federal Marcelo Botelho, responsável pela Operação Flak, deflagrada nesta quinta-feira.

Polícia Federal/Divulgação

Além de um submarino, aviões eram usados para levar droga para os Estados Unidos e Europa   (Polícia Federal/divulgação)

Segundo o delegado, a droga apreendida no avião localizado em uma pista clandestina seria transferida para o submarino, atracado a 50 quilômetros de distância. De lá, os criminosos seguiriam para a África, de onde o entorpecente seria distribuído para a Europa.

“Uma particularidade que nos impressionou é a capilaridade da organização criminosa, que tem contatos em diversos países”, comentou Botelho, esclarecendo que, além dos 54 mandados de prisão e 81 mandados de busca e apreensão que estão sendo cumpridos no Ceará, Distrito Federal, Goiás, Pará, Paraná, Roraima, São Paulo e Tocantins, as autoridades brasileiras também acionaram a Interpol, pedindo a colaboração para deter seis suspeitos de integrar o esquema que podem estar no exterior.

Prisões

Até o início desta tarde, ao menos 26 pessoas já tinham sido presas, entre elas, pilotos de jatos executivos. A 4ª Vara Federal de Palmas (TO) autorizou a apreensão de 47 aeronaves, além do sequestro de bens e do bloqueio das contas bancárias de mais de 100 pessoas físicas e jurídicas suspeitas de integrar a organização criminosa.

“Mais que as prisões e as buscas para apreender provas que auxiliem as investigações, a operação de hoje atingiu o poder financeiro da organização”, disse Botelho.

“Nosso foco foi a desarticulação, foi a descapitalização da organização. Justamente para evitarmos que o crime continue a ser praticado mesmo após a prisão dos principais líderes e membros da organização”,  afirmou.

Apesar de chegar a utilizar um submarino, a especialidade do grupo, segundo a Polícia Federal, era o transporte aéreo de grandes quantidades de drogas.

De acordo com o Botelho, trata-se de uma “organização bem estruturada, que tinha nítida divisão de tarefas”. Ao longo das investigações, os agentes federais identificaram quatro núcleos: o logístico, responsável por gerenciar a parte operacional, como a escolha de aeronaves, a contratação de pilotos e a construção de pistas clandestinas.

Voos irregulares

Um núcleo aeronáutico era encarregado de identificar rotas que permitissem aos pilotos fugirem do controle aéreo e de elaborar planos de voos irregulares. Outro núcleo era o varejista, responsável por contatar os produtores de drogas e os destinatários finais, em outros países.

Por fim, havia o núcleo mecânico, formado pelos que faziam a manutenção das aeronaves. Estes profissionais chegavam a adaptar um sistema que permitia que os aviões usados no esquema fossem abastecidos em pleno voo, de forma a aumentar a autonomia de voo das aeronaves, para que não precisassem pousar.

De acordo com o delegado federal, isso colocava em risco a segurança de todo o transporte aéreo, já que, além de viajar com planos de voo irregulares, os aviões da organização passavam despercebidos pelos radares.

O próprio piloto assumia riscos ao abastecer a aeronave em pleno voo e há indícios de que aeronaves usadas pela organização caíram, vitimando os tripulantes.

“Apesar de lucrativo, o crime trazia grandes riscos para os pilotos. Há registros de quedas de aeronaves, com a consequente morte ou desaparecimento de pilotos”, afirmou Botelho, acrescentando que a organização também chegou a destruir aviões apenas para “apagar” as evidências de tráfico internacional de drogas. “Incluindo aeronaves com valor de mercado de R$ 1 milhão.”

Segundo Botelho, a organização tentava mascarar suas atividades ilícitas contratando pilotos que, paralelamente, exerciam atividades lícitas, como voos comerciais e atividades agrícolas. E lavava o dinheiro investindo em fazendas, criação de gado, postos de combustível, garimpo e na revenda das próprias aeronaves usadas no esquema.

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GORDO DO AURÁ É MORTO A TIROS NUMA EMBOSCADA EM BELÉM

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A Polícia ainda não tem pista dos hoemns que assassinaram, na tarde desta quinta-fira(21), o O vereador de Ananindeua, Deivite Wener Araújo Galvão, o Gordo de Aurá (DEM). Ele foi alvejado 15  vezes, aproximadamente, quando trafegava na av. Pedro Miranda, em Belém, depois ter  deixado a filha em algum hospital, para tratamento. Gordo do Aurá ia acompanhado de sua mulher, Vanesse Gavão, que também foi alvejada e levada, junto com o marido, para o  Pronto Socorro da 14 de Março, em Belém. Ele não resistiu e nem chegou a ser atendido pelos médicos. Ela foi medicda e transferida para o Hospital Metropolitano, em Ananindeua, e consta que não corre perigo de vida, apesar da gravidade dos ferimentos.

O fato ocorreu por volta das 15h, segundo informações de testemunhas que foram até  PSM da 14 de Março. Gordo do Aurá foi deixar a filha  epara tratamento de  Síndrome de Guillain-Barré.

Os dois foram crivados de balas.

Na última eleição para governador do Pará, Gordo do Aurá foi o pivô na troca de acusações entre os principais candidatos, Helder Barbalho (MDB), que saiu vencedor do pleito, e o deputado Márcio Miranda. Um acusada o outro deter apoio do vereador, conhecido também como traficante e violento. Mas embora fosse filiado ao mesmo partido Márcio Miranda, consta que ele trabalhou mesmo foi para Helder barbalho, com quem tinha relacionamento político desde que este foi prefeito de Ananindeua.

A Prefeitura de Ananindeua decretou feriado de três dias em homenagem ao vereador assassinado.

(Matéria retificada às 21h40)

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