Conecte-se Conosco

MUNICÍPIOS

Prefeituras paraenses vão partilhar R$ 35 milhões no amanhecer desta sexta-feira

Publicado

em

Foto: Reprodução / Fonte: Blog Ze Dudu

Parauapebas, Marabá e Canaã dos Carajás — 2ª, 3ª e 6ª mais ricas do Pará, respectivamente — já precisam encarar um novo “desafio” amanhã (19): receber a cota-parte do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) que a União vai creditar na madrugada desta sexta-feira. A cota é referente ao segundo decêndio do mês de julho.

O Blog do Zé Dudu levantou que as 144 prefeituras paraenses vão ratear, em valores brutos, R$ 35.047.602,36 (quase R$ 2 milhões a mais em relação ao mesmo período do ano passado). Na regra do FPM, fatura mais quem tem mais habitantes para cuidar. E se for capital, ganha mais que dobrado, não raramente. Por isso, a capital paraense, Belém, receberá apetitosos R$ 4.611.356,65.

Na fila, as prefeituras de Ananindeua, Santarém, Marabá, Parauapebas, Castanhal e Abaetetuba vão embolsar, cada uma, R$ 787.430,97. Parece pouco, mas é suficiente para, por exemplo, iniciar a construção de uma escola, que geralmente tem preço médio de R$ 5 milhões nas sempre tão misteriosas licitações das prefeituras paraenses.

Nanicos aguardam o Censo 2020

Os municípios menos populosos do Pará — ao todo 12 nanicos, como Bannach e Sapucaia, ambos no sudeste do estado — vão faturar apenas R$ 67.960,33 amanhã. Eles ficam com a menor cota-parte do FPM justamente pelo baixo número de habitantes, mas aguardam ansiosamente o recenseamento demográfico de 2020, a ser realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para que a totalização de suas populações seja checada.

Isso porque, com o aumento populacional, muitos municípios podem mudar de faixa no FPM, de um ano para outro, e, portanto, conseguem aumentar as receitas. O IBGE deveria ter realizado a contagem da população em 2015 — uma espécie de minicenso de meio de década — como geralmente fez nas décadas anteriores, mas, por diversas alegações de ordem orçamentária, acabou não o fazendo. A população do Pará e do Brasil só não continua defasada, em dados teóricos, porque o órgão realiza a estimativa anual, mas que se difere do censo e da contagem por não ter trabalho de campo.

População pode mexer nas cotas

Blog do Zé Dudu estima, por outro lado, que municípios como São Félix do Xingu, alvo de “superpopulação” no censo de 2010, perderá participação no FPM. Nas contas do IBGE, São Félix tinha 34.621 habitantes durante o censo de 2000 e deu um pulo (e que pulo!) para 91.340 habitantes no censo de 2010. Em 2018, ano-base para o cálculo do FPM de 2019, São Félix teria 124.763 moradores “estimados”. Evoluindo populacionalmente assim, a Prefeitura de São Félix do Xingu atropelou praticamente todas as cotas-partes de FPM como nenhum outro município do país. Só está abaixo de Belém e de outros oito municípios (na prática, atrás da capital e de duas faixas de FPM).

No entanto, os números populacionais podem estar fora da realidade. O Blog confrontou o número de habitantes com o total do eleitorado informado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e constatou que São Félix passou de 18.064 eleitores (52,18% da população) em 2000 para 32.377 (35,45% da população) em 2010. Em junho deste ano, segundo o TSE, são 35.237 votantes (28,24% da população atual). O eleitorado até cresceu, mas muito pouco para justificar uma população imensa.

No Pará e no Brasil, os eleitores correspondem a algo em torno de 66,5% da população dos municípios. Dessa maneira, São Félix do Xingu teria atualmente 54 mil habitantes — menos da metade do que estima o IBGE. Considerando-se uma margem de segurança de representação do eleitorado de 50% da população, já que a área municipal é extensa, o município teria no máximo 70 mil habitantes. Se os números se confirmarem, a Prefeitura de São Félix do Xingu pode ter recebido cerca de R$ 100 milhões a mais de FPM desde 2010, dos R$ 235 milhões que o governo municipal faturou de lá para cá.

Situação inversa pode estar ocorrendo com Canaã dos Carajás, que, segundo o TSE, tem quase 39 mil eleitores, enquanto o IBGE estima haver 36 mil habitantes. Na prática, a população de Canaã estaria, atualmente, em 60 mil habitantes. Confirmados esses números, Canaã pode ter perdido esse tempo todo mais de R$ 100 milhões em FPM, de 2010 para cá. No período, a prefeitura local recebeu apenas R$ 113,9 milhões em cota-parte do Fundo. Em 2020, os números finais do censo poderão levar prefeituras ao paraíso e ao penhasco financeiro, na mira do FPM.

SANTARÉM

Comunitários de Alter do Chão aprovam retirada de hippies da praça 7 de Setembro

Publicado

em

Foto: Reprodução / Fonte: O Estado Net

Em reunião realizada na noite de seguna-feira(11), em Alter do Chão, entre comunitários, comerciantes, Policia Militar e Prefeitura de Santarém ficou acertado que a partir desta terça-feira(12) está proibida a permanencia de hippies e demais vendedores que naõ tenham autorização da prefeitura para venda de alimentos e artesanato.

Segundo Junior Souza, a medida foi tomada devido às constantes reclamações de comunitários e visitantes, que se sentiam importunados pela presença e comportamento inadequado de hippies, que ocupavam o espaço de lazer de crianças, consumiam bebida alcoólica e, às vezes, tinham comportamento agressivo com alguns turistas.

Durante a reunião, que contou com a presença de representantes da PM e da Prefeitura de Santarém, foram apresentados relatos de comerciantes e de comunitários sobre a ocupação irregular de hippies e demais vendedores na praça 7 de Setembro,e os prejuízos para o lazer das famílias que têm crianças, ao mesmo tempo em que o ambiente ficou propício à ocorrência de cenas de violência.

Ainda segundo o relato de Junior Souza, a partir desta segunda-feira, os hippies e vendedores não autorizados serã comunicados da decisão, e a partir de quarta-feira(13) haverá apreensão dos produtos que estiverem sendo vendidos sem autorização da prefeitura na Praça 7 de setembro, em Alter do Chão.

Continue lendo

PARAUAPEBAS

Prefeitura de Parauapebas interdita ponte, incendiada em ato de vandalismo

Publicado

em

Foto: Reprodução / Fonte: Blog Ze Dudu

Pessoa até o momento não identificada, ateou fogo, na manhã de hoje, segunda-feira (11), na ponte do City Park, no Rio Parauapebas. Embora o autor – ou autores – do ato de vandalismo ainda não seja conhecido, parte da população daquela área da cidade aproveitou-se do fato para protestar contra a administração municipal.

Vários moradores dizem que o equipamento público, construído em ferro e madeira há mais de 30 anos, se encontra em situação que oferece perigo, não tem mais condições de tráfego. Eles reivindicam que a prefeitura construa ali uma ponte de concreto.

Ouvido pelo Blog do Zé Dudu, o major Hugo Cardoso Ferreira, comandante do 23º Grupamento Bombeiro Militar, de Parauapebas, disse que era por volta das 9h recebeu chamado da Defesa Civil e da Polícia Militar, dando conta do incêndio na ponte.

O oficial contou que, quando chegou ao local, notou que havia um clima de protesto, mas não procurou saber o motivo, concentrando-se em apagar o fogo, o que foi feito à distância, com mangueiras, mas com sucesso, dada a impossibilidade de chegar junto do foco do incêndio.

Hugo Ferreira disse que, devido a parte de madeira da ponte ter sido destruída pelo fogo, não há mais condições de trafegabilidade. Afirmou que, embora seja impossível fazer um laudo técnico rapidamente, o que só pode ser elaborado por um especialista, ele considerou por bem recomendar a interdição, baseado na análise de risco, pela qual constatou que, após incendiada, a ponte oferece risco iminente de acidentes.

Prefeitura informa que nova ponte já está sendo projetada

Procurada pela Reportagem do Blog, em nota, a Secretaria Municipal de Obras, por meio da Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Parauapebas informa que a ponte do Rio Parauapebas, localizada nas proximidades do clube City Park, “apesar do seu estado de conservação, não apresentava risco, tendo em vista que foi reformada no ano passado”.

“Agora, em função dos atos de vandalismo praticados no local, onde parte da estrutura de madeira foi queimada, será necessária a interdição da ponte”, afirma a nota.

O governo municipal – segue a nota – informa que antes desse episódio de vandalismo, já trabalhava para a substituição da estrutura de madeira por concreto na ponte, “obra que está em fase de elaboração dos projetos técnicos”.

Continue lendo

MARAJÓ

Multinacional chinesa pretende industrializar placas e baterias solares no marajó

Publicado

em

Multinacional chinesa pretende industrializa placas e baterias solares no marajó.

Os representantes da empresa chinesa Sinosolar estiveram em Breves para uma reunião com o prefeito Toninho Barbosa.
 A empresa é a terceira maior produtora de placas e baterias para produção de energia solar da China, ate o momento os produtos são importadas da China para o Brasil, a intenção da multinacional é fazer a produção industrial dentro do país, para atender o mercado nacional. O município escolhido foi Breves pôs já está com a proposta de emplastação do polo industrial em andamento.

Um outro fator foi a localização estratégica de breves no centro do marajó. nessa região tem mais de 118 mil famílias sem acesso a energia de qualidade, possibilitando um grande mercado para essa multinacional que ira oferecer equipamentos para energia solar a baixo custo.

O investimento da empresa nos próximos 3 anos em breves pode ultrapassar a caso dos 15 milhos de reais. sem conta os empregos diretos que a empresa ira gerar dentro do município.

A empresa

A Sino Solar foi criada em janeiro de 2006 e está localizada no Parque Industrial de Binhang, na cidade de Okhuan, que pertence ao Top 100 da província de Zhejiang.

Com a política da empresa de “A boa qualidade vem em primeiro lugar”, a Shino Solar recebeu a qualidade ISO e a certificação ambiental. Ele recebeu várias certificações internacionais, como Brasil (INMETRO), Austrália (CEC) e Reino Unido (MCS). Faz 12 anos que a Sino Solar é entregue em países europeus como Espanha, Alemanha, Suíça e Bélgica ou em mercados sofisticados, como Japão, Coréia e Austrália.

Além de uma garantia de 25 anos, a Sinosola oferece seguros da maior companhia de seguros da Ásia – People’s Property Insurance Company (PICC).

Continue lendo

Copyright © 2018. A Província do Pará Todos Direitos Reservados . Desenvolvido por Corpes Digital