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MUNDO

Presidente da Coreia do Sul participará da Assembleia Geral da ONU

Por NHK (emissora pública de televisão do Japão) /Agência Brasil

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O escritório do presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, informou que ele fará uma visita oficial aos Estados Unidos neste mês para participar da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

Uma porta-voz da presidência anunciou na sexta-feira, (13) que Moon fará esta visita entre os dias 22 e 26 de setembro, e fará um discurso na assembleia da ONU, em Nova York, no dia 24.

A porta-voz disse que Moon vai se encontrar também com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e que os dois lados estão agora tentando acertar as agendas.

Trump e Moon deverão discutir a Coreia do Norte. Trump expressou sua intenção de se encontrar mais uma vez, neste ano, com o líder norte-coreano Kim Jong Un.

A Coreia do Norte disse estar pronta para reiniciar conversações com os Estados Unidos, sobre a desnuclearização a nível de trabalho, no final de setembro.

Não ficou claro se o Japão vai estar na agenda da reunião entre Trump e Moon.

Os Estados Unidos haviam exortado a Coreia do Sul a prorrogar o pacto de compartilhamento de inteligência com o Japão, conhecido como Acordo de Segurança Geral de Informações Militares, que Seul havia decidido cancelar.

A porta-voz de Moon disse que o presidente sul-coreano também vai se encontrar com o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, para a realização de reuniões individuais com outros líderes mundiais, cujos nomes não foram divulgados.

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Número de mortes na China por coronavírus passa de 2 mil

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Disseminação do coronavírus na China — Foto: Wagner Magalhães/G1 Fonte: G1 Foto: Reprodução

Apenas a província de Hubei tem mais de 61,6 mil casos e 1,9 mil mortes. No país, são mais de 74,2 mil infecções.


Mais de 80% dos casos do novo coronavírus na China são leves, diz estudo

O total de mortes provocadas pelo novo coronavirus passa de 2 mil na China desde o começo da epidemia. O número foi alcançado nesta terça-feira (19) com o mais recente balanço sobre situação na província de Hubei, epicentro da doença. Mais 132 mortes na região foram confirmadas nas úlitmas 24 horas pelas autoridades de saúde.

Mais dados do coronavírus em Hubei:

  • Total de infectados: 61.682
  • Total de mortes: 1.921
  • 9,1 mil pacientes receberam alta do hospital nas últimas 24 h
  • 43.471 ainda estão em tratamento
  • 68.345 estão em observação médica

Mais cedo, o balanço nacional chinês havia apontado um total de 1.870 mortes na China e 72.528 casos. Com esses novos números de Hubei, o total de infecções no país fica em pelo menos 74,2 mil casos. Os dados das outras províncias ainda não foram contabilizados.

Imagem de microscópico mostra o novo coronavírus, responsável pela doença chamada Covid-19 — Foto: NIAID-RML/AP

Destaques sobre o coronavírus desta terça (18):

  • No Japão, o navio em quarentena registrou mais 88 casos confirmados da doença. O isolamento da embarcação está previsto para terminar na quarta (19).
  • Cientistas chineses publicaram um estudo, na segunda-feira (17), no qual mostraram que 80% dos casos de Covid-19 são leves.
  • O Salão do Automóvel de Pequim anunciou, também na segunda, que vai adiar o evento, marcado para o fim de abril, por causa do surto de coronavírus. O mercado chinês de automóveis é o maior do mundo.
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União Europeia recua e tenta encontro com Jair Bolsonaro

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Foto: Reprodução / Fonte: FolhaPress

A União Europeia (UE) e o Brasil trabalham para retomar uma prática abandonada desde 2014 e realizar ainda neste ano uma cúpula com o governo Jair Bolsonaro.

O Brasil é considerado pela UE um parceiro estratégico na América Latina, e a avaliação em Bruxelas é que os contatos de alto nível, que estavam congelados, precisam ser reativados.

Segundo interlocutores ouvidos pela reportagem, a necessidade de um estreitamento de relações ficou ainda mais evidente depois da conclusão, no ano passado, do acordo comercial entre o bloco europeu e o Mercosul.

Diplomatas brasileiros e da UE devem tratar do tema em uma visita ao Brasil de Josep Borrell, chefe da diplomacia europeia. A expectativa é que essa visita ocorra em abril.

As cúpulas UE-Brasil começaram a ser realizadas quando o Brasil foi elencado, pelos europeus, como parceiro estratégico na América Latina, em 2007. O único outro país na região que detém a mesma classificação é o México.

No entanto, o último encontro de alto nível do tipo foi realizado em 2014. Uma das razões que levaram ao congelamento desses contatos desde então foi a repercussão negativa que o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff teve em países europeus.

Embora haja vontade das duas partes de retomar as cúpulas, há obstáculos que ainda estão sendo negociados.

O primeiro deles é de agenda, uma vez que tanto o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, quanto a chefe da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, precisariam se deslocar ao Brasil. Além do mais, os europeus querem trabalhar uma pauta da reunião que permita a apresentação de resultados.

Os diplomatas da UE, por exemplo, certamente atuarão para incluir numa eventual declaração conjunta referências a temas ambientais, um ponto considerado sensível pelo Brasil.

Um encontro entre Bolsonaro, von der Leyen e Charles Michel seria importante para reforçar o comprometimento dos três com o tratado comercial negociado entre o Mercosul e a União Europeia.

Para além disso, segundo relatos feitos à reportagem, há uma série de temas bilaterais que devem estar na agenda, entre eles comércio e cibersegurança.

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HSBC vai demitir 35.000 nos próximos três anos após queda no lucro

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foto: Loic VENANCE / AFP)

Banco tenta reduzir custos pois enfrenta incertezas causadas pela guerra comercial EUA-China, a saída da Grã-Bretanha da União Europeia e agora o novo coronavírus na China

O banco britânico HSBC, com forte presença na Ásia, planeja cortar 35.000 postos de trabalho, muito acima do esperado, após a queda expressiva em seu lucro.
PUBLICIDADEAds by TeadsCom sede em Londres, mas com presença em boa parte do mundo e particularmente na Ásia, o grupo, que iniciou um ambicioso plano de redução de custos, pretende eliminar 15% de sua força de trabalho.
“Esperamos que o número atual de 235.000 funcionários diminua para algo próximo de 200.000 até 2022”, afirmou o CEO interino do banco, Noel Quinn.
Quinn, à frente do HSBC desde a saída surpreendente de John Flint em agosto, não revelou as regiões que serão afetadas, mas destacou que o número de demissões será considerável no Reino Unido.
Continua depois da publicidadeO grupo anunciou no ano passado a redução de 2% de sua força de trabalho, o que representa 4.700 funcionários.
O HSBC planeja uma reorganização profunda, com o reforço das atividades na Ásia e Oriente Médio, considerados mais rentáveis, em detrimento do banco de investimentos na Europa e Estados Unidos.
“Projetamos reduzir nosso capital e nossos custos nas atividades com resultados decepcionantes para poder prosseguir com os investimentos naquelas com melhores perspectivas de rendimento e de crescimento”, anunciou o banco em um comunicado. Queda no lucroNesta terça-feira, o HSBC anunciou uma queda de 53% em seu lucro líquido em 2019, a 5,97 bilhões de dólares.
“Alguns setores de nossas atividades não geram resultados aceitáveis”, declarou o CEO interino. 
“Elaboramos um plano revisado para melhorar o rendimento de nossos investidores (…) e estabelecer as bases de um crescimento futuro sustentável. Já começamos a aplicá-lo”, completou.
A depreciação das aquisições, no valor de US$ 7,3 bilhões, vinculada principalmente às atividades de investimento e às operações de banco comercial na Europa, também contribuiu para os resultados anuais.
Enquanto na Ásia, as atividades registram bons resultados graças à China, o banco está sob forte pressão nos Estados Unidos e na Europa, sobretudo pela guerra comercial China-EUA e pela saída do Reino Unido da União Europeia.
Nos Estados Unidos, o banco planeja reduzir sua rede em 30%, consolidar as atividades e reduzir custos operacionais em 10-15%. 
Na Europa, sem contar o Reino Unido, o banco “reduzirá suas vendas e atividades de mercado e suas atividades de pesquisa”.
A Ásia continua sendo a região crucial para o HSBC, responsável por metade de seu volume de negócios.
Mas a epidemia de coronavírus pode abalar as perspectivas do banco por gerar turbulências econômicas em Hong Kong e na China continental, com possíveis efeitos para os resultados de 2020.

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