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BRASIL GERAL

Privatização da Petrobras, será? Guedes insinua a possibilidade

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Foto: Reprodução / Fonte: Istoé

O ministro da Economia, Paulo Guedes, insinuou que o presidente Jair Bolsonaro o tem questionado sobre uma eventual privatização da Petrobras. Guedes tocou no assunto enquanto comentava sobre o episódio da interferência no reajuste do preço do diesel, em entrevista à GloboNews na noite da quarta-feira, 17. “Essa crise do diesel não mostra que o melhor caminho seria privatizar a Petrobras?”, perguntou o jornalista da emissora, ao que Guedes rebateu: “Olha, você acabou de dizer um negócio que o presidente levantou a sobrancelha”.

Cobrado por explicações sobre esse comentário, Guedes desconversou. “Ué, se o preço do petróleo sobe no mundo inteiro e não tem nenhum caminhoneiro parando no Trump, não tem nenhum caminhoneiro parando na Merkel, não tem nenhum caminhoneiro na porta do Macron, será que tem um problema aqui?”.

Pressionado novamente a detalhar esse “levantar de sobrancelha” de Bolsonaro, Guedes disse que o presidente lhe enviou mensagens comparando o número de companhias petroleiras no Brasil e em outros países. “Brasil: veio uma bandeirinha só da Petrobras. Acho que ele quis dizer alguma coisa com aquilo ali”.

Questionado mais uma vez se Bolsonaro estaria mais próximo de “concordar” com a privatização da Petrobras, Guedes declarou: “Não, acho que isso seria um salto muito grande. Mas tem uma estatal particularmente que outro dia nós estávamos conversando e ele disse ‘PG, você está certo’”. O ministro se negou a dizer qual seria a empresa pública mencionada na conversa.

“Na minha interpretação, está ficando muito claro para o brasileiro e para o mundo o seguinte: tem cinco bancos, tem seis empreiteiras, tem uma produtora de petróleo e refinaria, tem três distribuidoras de gás e tem 200 milhões de patos”, declarou Guedes.

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Caixa começa a chamar candidatos aprovados no concurso de 2014

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Foto: Reprodução /Fonte: Agência Brasil

Os candidatos aprovados no concurso da Caixa realizado em 2014 começam a ser chamados a partir do dia 3 de junho deste ano. De acordo com o banco, a convocação será feita conforme a necessidade e estratégia da instituição financeira.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que as contratações têm por objetivo o fortalecimento da rede de agências, valorizando o atendimento aos clientes.

“É importante focar em colocar as pessoas na rede, que é o principal contato da Caixa com os mais de 93 milhões de clientes que temos”.

PDV

Nessa segunda-feira (20), o banco colocou em execução o Programa de Desligamento de Empregado. O prazo para adesão dos funcionários interessados é até 7 de junho.

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Juízes paulistas dão boas notas a presídios com mais mortes

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Foto: Reprodução / Fonte: Portal Terra

Em abril de 2018 a Defensoria Pública esteve na Penitenciária I de Balbinos, no Interior de São Paulo, e constatou a insalubridade do ambiente. Nas celas, sem janelas, presos dividiam colchonetes – um cenário favorável à proliferação de doenças.

Banho de água quente, só na enfermaria. Sujeira e fedor eram comuns. Insetos, abundantes. Alimentos eram armazenados de forma precária. Nem todos os 55 presos com HIV recebiam medicação à época, segundo os defensores públicos. A unidade estava superlotada.

Meses depois, no começo de outubro, o juiz responsável por vistoriar a unidade colheu as informações demandadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), incluindo o número de presos (1.502 na época) e a capacidade da unidade (844). Classificou como “regulares” as condições do estabelecimento.

Fez apenas a seguinte observação: “Orientações e recomendações de rotina repassadas à diretoria da unidade prisional, sem prejuízo dos procedimentos correcionais respectivos que se façam necessários”. Não deixou clara, no relatório, nenhuma providência que deveria ser tomada para melhor funcionamento da cadeia.

Ao fim de 2018, sete detentos da Penitenciária I de Balbinos haviam morrido – cinco por doença, um por homicídio e outro por suicídio. No ano, a unidade foi a 10ª em São Paulo com mais óbitos por preso, entre as 165 incluídas em levantamento – no total, o Estado tem 173.

Os juízes que fazem as vistorias (chamados “juízes corregedores”) não têm um critério objetivo e unificado para classificar os estabelecimentos.

Mesmo vendo uma superlotação que às vezes passa de dois presos por vaga, magistrados de São Paulo têm dado avaliação neutra ou positiva a algumas das cadeias mais letais do Estado.

Das 15 unidades com mais mortos em relação ao número de detentos em 2018, autoridades julgaram regulares as condições de quatro delas. Foram consideradas boas sete cadeias. Entre as 15 unidades com o maior número absoluto de mortos, 12 são regulares ou boas, na visão dos juízes.

Unidade Condições da unidade* Total de mortos Mortos/preso Número de presos** Capacidade projetada
CDP Pinheiros III regulares 15 0,0096 1.566 572
PEN Itaí boas 11 0,0080 1.379 1.618
PEN Serra Azul II boas 16 0,0078 2.046 856
PEN Franco da Rocha III péssimas 14 0,0075 1.863 1.018
PEN Guarulhos I péssimas 17 0,0064 2.640 1.135
PEN Iaras boas 17 0,0062 2.735 1.611
CDP Belém I regulares 9 0,0060 1.490 876
CDP Feminino Franco da Rocha péssimas 5 0,0050 1.011 1.008
CDP Pinheiros IV péssimas 5 0,0049 1.031 566
PEN Balbinos I regulares 7 0,0047 1.502 844
PEN Martinópolis boas 8 0,0039 2.079 872
CPP Porto Feliz boas 7 0,0037 1.893 1.080
PEN Itirapina I boas 4 0,0036 1.111 532
CDP Bauru regulares 3 0,0036 844 768
PEN Feminina Mogi Guaçu boas 3 0,0035 861 849
*avaliação do juiz responsável | **número de setembro de 2018

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Ministério da Justiça prorroga presença da Força Nacional na fronteira

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Força Nacional vai permanecer por mais 180 dias em apoio às ações da Polícia Federal nas regiões de fronteiras - Tomaz Silva/Agência Brasil

O Ministério da Justiça prorroga por mais 180 dias, a contar a partir desta segunda-feira (20), a presença da Força Nacional de Segurança Pública nas ações de prevenção e repressão a crimes nas áreas de fronteiras.

De acordo com a portaria publicada hoje, no Diário Oficial da União, o trabalho dos militares será em apoio às atividades da Polícia Federal (PF).

O contingente a ser disponibilizado obedecerá ao planejamento definido pelo ministério e caberá à PF dá o apoio logístico e dispor da infraestrutura necessário, diz ainda a portaria.

O pedido de prorrogação da Força Nacional de Segurança Pública nas ações de segurança da fonteira foi feito pela diretoria-geral da PF.

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