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TECNOLOGIA

Prodepa debate Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)

Foto: Reprodução /Fonte: Agência Pará

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A Prodepa realizou, na manhã da segunda-feira (15), o workshop “Tecnologia da Informação e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) – O que é e como ela impactará nas instituições”. A Lei foi sancionada em agosto de 2018 e entrará em vigor em fevereiro de 2020. Ela tem como objetivo, aumentar a privacidade de dados pessoais e o poder das entidades reguladoras em fiscalizar organizações detentoras de dados privados.

Carlos Machado, co-fundador e consultor DPO na A7 Consult, apontou a conscientização das pessoas como o principal desafio de todas as organizações que precisam se adequar a Lei. “A legislação tem um impacto muito setorial. Envolve diversas organizações, independente do porte, da área econômica, por isso um grande passo é a conscientização da população, que precisa entender qual é esse cenário, qual é o motivo das regulamentações e como ela ocorre em outros países”, ponderou.

Segundo ele, é necessária essa conscientização para que se comece a iniciar o projeto de governança de privacidade. “Ela faz parte de uma mudança de cultura na organização, não somente na área de tecnologia. É um trabalho muito grande e vai exigir mudanças nas organizações e elas precisam estar capacitadas. O prazo é muito curto para poder realizar a adequação”, frisou.

Machado acredita que casos de vazamentos e vendas de dados acenderam o alerta em relação à necessidade de atualização das leis e regulamentação da proteção da informação. “A partir do momento em que a economia da informação começa a gerar retorno financeiro, através dos nossos dados, começamos a perceber o quanto eles estão sendo utilizados e que ocorre a invasão da nossa privacidade”.

Segundo ele, “o uso dos nossos dados precisam atender a princípios e precisam ter nosso consentimento. As pessoas precisam entender o que acontecem com seus dados”, completou.

A executiva de Negócios da Oi, Maria Alesandra, foi convidada para participar como representante de empresa parceira e falou sobre a importância do Workshop. “Queremos entender como será essa adequação no que diz respeito à privacidade de dados. Nossa empresa é fornecedora da Prodepa há bastante tempo e possui interesse em acompanhá-la em todas as transformações, apoiando no que for necessário, inclusive agora com a adequação a LGPD”.

Carlos Amaro de Oliveira, responsável do setor de informática do Ministério Público de Contas dos Municípios (MPCM), parabenizou a Prodepa pelo empenho em conscientizar sobre o tema. “É muito louvável essa iniciativa da Prodepa, em trazer esse tipo de palestra, em especial sobre a forma e a responsabilidade com que nós devemos tratar da informação, a guarda e manutenção delas, a privacidade dos dados do usuário. Isso tudo é muito importante. Ainda mais para nós que atuamos na esfera pública”, afirmou.

Todo o evento foi transmitido via streaming no site da PROTV e no site da Prodepa, possibilitando o acompanhamento do evento por todas as secretarias do Estado que não puderam enviar representante.

A iniciativa foi realizada em parceria com as empresas GlobalWeb, Infoshot, A7consult e HDPO, contou com a participação de gerentes, assessores, jurídico e diretores da Prodepa, além de convidados de outras empresas, órgãos e secretarias do Estado.

Por Luiz Flávio

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TECNOLOGIA

Facebook desiste (por enquanto) de colocar propaganda no WhatsApp

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Foto: Reprodução / Fonte: Gizmodo Brasil

Os planos do Facebook para colocar propagandas no WhatsApp foram suspensos, de acordo com informações do Wall Street Journal. No lugar deles, a gigante das mídias sociais vai investir em ganhar dinheiro com o aplicativo de mensagens por meio de recursos de atendimento ao cliente e vendas para empresas e negócios.

Segundo o WSJ, a equipe dedicada a esse projeto foi desfeita pelo Facebook, e os códigos criados por esse time foram removidos do WhatsApp. A reportagem, porém, diz que os planos foram suspensos, mas não descartados, e que poderemos ver propagandas no Status (como é chamada a versão do WhatsApp para os Stories do Instagram) em algum momento.

Como lembra o Engadget, os fundadores do app tinha opiniões bastante fortes e contundentes contra a propaganda — tanto que eles saíram da empresa entre 2017 e 2018.

Em um post de 2012 — dois anos antes da venda para o Facebook, portanto — eles criticam duramente o modelo de negócio baseado em anúncios, chegando inclusive a chamá-los de insultos à inteligência. Vale lembrar que o WhatsApp não era gratuito — ele custava US$ 1 por ano no Android e US$ 1 no momento da compra no iOS.

Em vez de propagandas, segundo o WSJ, a aposta do Facebook para ganhar dinheiro com o WhatsApp é apostar na plataforma como canal de vendas e atendimento ao cliente para empresas.

O WhatsApp Business, lançado em 2018, vai nesse sentido. Ele oferece um serviço de atendimento ao cliente que é gratuito para usar, mas cobra caso a companhia demore mais de 24 horas para responder seu consumidor. Essa parece ser uma estratégia esperta para consagrar o WhatsApp como canal mais rápido para conseguir ter sua reclamação atendida e mudar o modelo de cobranças mais adiante.

Mais recentemente, o aplicativo também ganhou o recurso de catálogo, que é bem útil para pequenos empreendedores que vendem produtos usando o WhatsApp.

Por: Giovanni Santa Rosa

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TECNOLOGIA

Até que enfim! Por R$ 12.999, Galaxy Fold é 1º celular dobrável no Brasil

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Galaxy Fold, celular que se dobra e abre como um livro, finalmente chegará ao Brasil Fonte: UOL

O brasileiro enfim poderá comprar —se tiver muito dinheiro— um celular com a tela dobrável por aqui. O Galaxy Fold, da Samsung, passará a ser vendido no país quase um ano após o seu anúncio internacional —ele foi lançado em fevereiro do ano passado com vendas previstas para alguns países em abril, mas só passou a ser comercializado internacionalmente em 6 de setembro, após falhas serem corrigidas.

Quem se interessar em ter a tecnologia que virou tendência entre fabricantes deverá, também, estar disposto a gastar. Ele vai custar R$ 12.999, passando a ser o smartphone mais caro entre modelos lançados nos últimos tempos pelas grandes marcas por aqui, pois superou os R$ 9.999 do iPhone XS Max, em 2018.

Fora do Brasil, o Galaxy Fold teve preço de lançamento de US$ 1.980 (na conversão atual sem impostos, cerca de R$ 8.700). Ele começará a ser vendido por aqui na cor preta na próxima quarta (22). A partir desta sexta, consumidores poderão fazer um pré-registro no site da Samsung. É possível testar em lojas da marca antes de comprá-lo.

O formato da venda inicial será de “flash sales”, em que o Fold será vendido inicialmente apenas da quarta (22) às 21h até a quinta (23) às 21h. A Samsung promete atendimento personalizado e fila expressa em assistências caso o consumidor tenha algum problema —incluindo a possibilidade de um celular ser emprestado enquanto o outro está em reparo.

O 1º dobrável no Brasil

Com o lançamento, a Samsung ganha uma “guerra” entre empresas ao trazer às lojas o primeiro celular dobrável ao Brasil. Afinal, o Fold também foi o primeiro aparelho do tipo apresentado por uma grande marca globalmente —antes dele, o FlexPai, da menos conhecida e especialista em telas Royole, foi apresentado no fim de 2018.

“Para nós, essa é uma categoria totalmente nova de celulares que estamos lançando. Ela abre várias possibilidades, formatos novos de uso do celular e de telas”, aponta Renato Citrini, gerente-sênior de produtos da área de celulares da Samsung no Brasil.

Gabriel Francisco Ribeiro/UOL
Imagem: Gabriel Francisco Ribeiro/UOL

Poucos dias após o Galaxy Fold, a Huawei apresentou o Mate X na MWC (Mobile World Congress). O aparelho já deu as caras no Brasil e nós fizemos uma análise em mãos dele, mas ainda não é vendido por aqui.

Recentemente, parecia que a Motorola iria surpreender e antecipar-se às duas rivais com o aguardado Motorola Razr, nova versão do clássico celular flip da marca. As vendas mundiais do modelo, anunciado em novembro, estavam marcadas para janeiro, mas já foram adiadas pela companhia, que alega alinhamento com a “demanda”.

Lançado após um ano do anúncio, o Fold pode chegar ao Brasil um pouco “datado”. É provável que, assim como no ano passado, a Samsung apresente uma nova versão de celular dobrável em 11 de fevereiro, data em que lançará também os novos modelos da linha S —especulados como “S20”. Os rumores apontam para um novo dobrável no estilo do Razr, se abrindo e fechando no meio do celular verticalmente.

Como é o Galaxy Fold

O Galaxy Fold e seus colegas dobráveis representam a maior inovação dos últimos tempos no mercado de smartphones, que vivia períodos de atualizações pouco marcantes entre um modelo e outro. O modelo da Samsung era uma promessa há anos da empresa, que buscava aprimorar a tecnologia para uma tela capaz de se dobrar. O novo recurso envolve uma nova camada de polímero e outras diferenças em relação ao tipo anterior de tela.

DJ Koh, executivo-chefe da Samsung, exibe o Galaxy Fold no anúncio em fevereiro do ano passado -  Justin Sullivan/Getty Images/AFP
DJ Koh, executivo-chefe da Samsung, exibe o Galaxy Fold no anúncio em fevereiro do ano passadoImagem: Justin Sullivan/Getty Images/AFP

Ele é bem mais grosso e pesado do que os smartphones da atualidade, contando com uma tela na parte de fora até rústica para os padrões atuais de celulares. Ela é estranha e pequena (4,6 polegadas HD+), com bordas extremamente grandes em cima e embaixo. O aparelho se abre como um livro e revela a telona interna, que chega ao tamanho de um pequeno tablet, com 7,3 polegadas com resolução QXGA+ —rola apenas um entalhe no topo da tela à direita para câmeras, além de um vinco no centro da dobra.

A Samsung alega que o celular foi testado para ser dobrado até 200 mil vezes, o que garante uma vida útil de anos para o aparelho. O design do celular tem corpo de vidro, o que promete dar elegância, mas ao mesmo tempo trazer as chatas marcas de dedo.

Um dos principais benefícios de um celular desse tamanho está na capacidade de “multitarefa”: é possível usar até três aplicativos ao mesmo tempo, definindo o tamanho de cada janela ao arrastar como se fosse no PC. Isso já rola em celulares como o Galaxy Note, mas é mais confortável em um aparelho do tamanho do Fold. É possível começar um aplicativo com a tela fechada e seguir da onde parou quando abre o celular como um livro.

Visão traseira do Galaxy Fold, o celular de tela dobrável da Samsung - Samsung/Divulgação
Visão traseira do Galaxy Fold, o celular de tela dobrável da SamsungImagem: Samsung/Divulgação

Isso rola graças ao processamento poderoso do Fold, que o coloca como um dos mais poderosos da atualidade. São nada menos que 12 GB de RAM, acompanhados do Snapdragon 855, top de linha do ano passado. Ele ainda tem memória interna de 512 GB, além de bateria dupla que, somada, dá 4.380 mAh, compatível com carregamento rápido e sem fio. O celular conta com um leitor de digitais, que fica situado na lateral.

Além de tudo, o Fold vem com nada menos do que seis lentes de câmera, espalhadas por vários pontos do corpo do celular.

Existem três câmeras traseiras (na perspectiva do celular fechado ou mesmo aberto), sendo uma de ultra-grande angular de 16 MP e outras duas de 12 MP (teleobjetiva e principal grande angular) —igual ao S10+ e Note 10+. A câmera frontal do aparelho aberto é dupla, contando com uma lente de 10 MP (principal) e outra de 8 MP (profundidade). Existe ainda uma última frontal do aparelho fechado, que tem 10 MP. Ufa.

O kit que acompanha o Fold também vem com um Galaxy Buds, fone sem fio da Samsung que chega a custar R$ 900, e uma capa protetora.

Fold tem história de sucesso e fracasso

O Galaxy Fold vive uma história de sucesso e fracasso desde seu lançamento. A apresentação do modelo junto ao lançamento do Galaxy S10 pareceu um pouco de pressa da Samsung, que não tinha nem mesmo unidades do celular à mostra para jornalistas após o evento, como de praxe.

O encantamento que o aguardado dispositivo causou logo virou pesadelo para a Samsung. Pouco antes antes da data marcada para o início das vendas em abril, jornalistas que receberam o produto para testes passaram a relatar problemas nas unidades recebidas, como telas que apresentavam defeitos após poucos dias de uso.

A culpa disso recaiu sobre uma película tirada por alguns jornalistas —a Samsung não avisava de forma clara que ela servia para proteção e não poderia ser removida— e outros defeitos internos. Após adiamento por cinco meses, a marca finalmente colocou à venda o aparelho em setembro e, atualmente, ele já está disponível em inúmeros países —na América Latina, México e Chile já contam com o Fold.

Galaxy Fold foi relançado pela Samsung em setembro do ano passado - Divulgação
Galaxy Fold foi relançado pela Samsung em setembro do ano passadoImagem: Divulgação

Apesar dos problemas, ele virou um sucesso em vários mercados, considerando o valor alto. Recentemente, a Samsung informou que entre 400 mil e 500 mil unidades do Fold foram comercializadas (informação errada anteriormente colocava o número em um milhão).

A instabilidade dos celulares dobráveis também fez a Huawei sofrer —a exemplo da rival sul-coreana, a chinesa também adiou algumas vezes as vendas do Mate X, que passou a ser vendido na China em novembro. A companhia informa ter vendido cerca de 200 mil unidades do modelo.

O celular dobrável foi a grande tendência inovadora de 2019 entre as fabricantes de celulares e promete se espalhar mais ainda por outras marcas neste ano. Empresas como Xiaomi, LG e Apple também contam com protótipos do tipo e devem entrar em breve nesse mercado, principalmente se perceberem uma inclinação do consumidor a essa nova tecnologia.

Ficha técnica: Galaxy Fold

Tela principal: 7,3″ QXGA+ Amoled Dinâmica (4,2:3)
Tela externa: 4,6″ HD+ Super Amoled (21:9)
Câmera externa: 10 MP, F2.2
Câmera traseira: Tripla Ultra-Wide de 16MP, F2.2; Grande-angular de 12MP e teleobjetiva de 12 MP, F1.5 / F2.4, Estabilizador Óptico de Imagem (OIS)
Zoom óptico: 12MP, F2.4, OIS PDAF
Câmera Frontal: Dupla 10 MP F2.2 e 8 MP (com profundidade RGB, F1.9)
Processador: Snapdragon 855 Octa-core de 64 bits 7nm
Memória: 12 GB RAM (LPDDR4x), 512 GB (UFS3.0) sem espaço para cartão MicroSD
Bateria: 4.380 mAh com carregamento rápido compatível com fio e sem fio
Sistema Operacional: Android 9.0 (Pie)
Preço: R$ 12.999

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FBI consegue desbloquear iPhone 11 Pro Max sem ajuda da Apple

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FBI usou uma GrayKey para desbloquear o iPhone 11 Pro Max de um investigado

Não é de hoje que autoridades dos Estados Unidos (e outros países) criticam a Apple por se negar a ajudar no desbloqueio de iPhones de investigados em crimes. Mas um informe recente indica que o FBI conseguiu essa façanha recentemente, sem ajuda da empresa. O mais impressionante: o aparelho que foi desbloqueado é um iPhone 11 Pro Max.

O assunto veio novamente à tona na semana passada, quando o FBI solicitou à Apple auxílio para desbloquear um iPhone 5 e um iPhone 7 Plus que pertenceram ao autor do tiroteio na Base Aérea Militar de Pensacola, Flórida, em dezembro.

Até o presidente Donald Trump criticou o que entende como falta de apoio da Apple: “nós ajudamos a Apple o tempo todo no mercado e com vários outros problemas, mas ela ainda se nega a desbloquear celulares usados por assassinos, traficantes e outros elementos criminosos violentos”.

Em sua defesa, a Apple declarou que ajuda, sim, nas investigações. A empresa afirma que entregou aos investigadores gigabytes de dados sobre o atirador, incluindo histórico de compras e e-mails.

No entanto, a empresa voltou a dizer que não irá criar um backdoor no iPhone, como pedem as autoridades. Essa “chave mestra” de acesso ao sistema poderia ser explorada por criminosos, no entendimento da Apple.

Mas, no caso mais recente, a participação da companhia acabou não sendo necessária. A Forbes relata que o FBI conseguiu destravar o acesso ao iPhone 11 Pro Max de Baris Ali Koch, que é acusado de fornecer o seu próprio passaporte ao irmão para ajudá-lo a fugir dos Estados Unidos.

GrayKey (Foto: MalwareBytes)

GrayKey

Não há detalhes técnicos sobre como esse iPhone teria sido desbloqueado. O que se sabe é que as autoridades recorreram a uma GrayKey para esse feito: trata-se de um dispositivo com dois cabos Lightning acoplados que consegue descobrir a senha do iPhone em questão de horas.

O aparelho já foi usado com sucesso em outras investigações. O que surpreende neste caso é que o modelo desbloqueado é o mais recente da Apple. Como cada nova geração traz reforços na segurança, teoricamente, o iPhone 11 Pro Max deveria ser o mais difícil de se desbloquear — quiçá, impossível.

Mas já que o FBI conseguiu tamanha proeza, a pergunta que fica é: por que as autoridades insistem para a Apple auxiliar nesse tipo de procedimento? Talvez para reduzir custos ou o tempo de investigação. Talvez para forçar a Apple a criar o tal backdoor, a despeito de a empresa dar todos os sinais de que não irá ceder à pressão.

Com informações: MacRumorsForbes.

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